Isso que dá transar com garotos

Essa semana minha esposa foi ao oculista adquirir uma lente de contato. Enquanto aguardava a consulta, um outro paciente, um garotão de uns 23 anos começou a olhar insistentemente para as pernas. Estava de saia curta e tem pernas bonitas e gostosas. Aproveitando uma oportunidade ele puxou conversa e foi se apresentando, sempre sem tirar os olhos das pernas dela. E ela quis ver até onde ele ia. Me mandou um zap relatando que estava a fim de ver o que o garoto faria e eu disse ok, segue em frente.

Quando acabaram a consulta, ele ofereceu carona para ela, que aceitou prontamente e me mandou o localizador do zap para acompanhá-la. Vi e acompanhei o caminho deles o tempo todo. E óbvio, o carinha foi direto para um motel. Isso me deixou ansioso e de pau duro.

Preparei-me para receber alguma imagem ou notícias dela. Eis que vinte minutos depois, vejo que estão se movimentando. Eles saíram do local, ficando evidente que estavam vindo em direção à nossa casa. Quando percebi que se aproximavam de casa, fui à portaria do prédio para recebê-la. O cara não acreditou quando abri a porta do carro para que ela saísse, dando um beijo bem gostoso e molhado nela. O garoto ficou branco quando me viu. Ficou paralisado dentro do carro. Foi fantástico ver a cara dele. Convidei ele para subir ao apartamento, mas sem muita ideia do que se passava, ele disse que não podia, e assim que fechei a porta do carro, saiu em disparada.

Subimos para o apartamento e ela foi me contando que no motel ele, desesperado, só queria enfiar. Mal se despiram e ele, alucinado, não conseguia calma suficiente para achar sua buceta. Me contou que, tentando acalmá-lo, pediu para que ele deitasse de costas e subiu nele. Vendo seu desespero, sentou em seu pau e, quando deu um leve gemido de satisfação, o carinha gozou tudo de uma só vez, murchando completamente, a ponto de sair de dentro.

Disse querer ir embora todo envergonhado e já levantou indo ao banheiro para se limpar. Ela foi atrás para tentar mais alguma coisa, mas ele se fechou e saiu correndo para se vestir, pedindo insistentemente para que fossem embora. Pediu a conta pelo interfone e sem se quer olhar pra ela, foi saindo e pedindo para ela se apressar.

Aí, claro, dei o trato que ela sempre merece. Trepamos por mais de uma hora, onde senti como ela estava molhada e ansiosa por uma foda.

– conto gentilmente cedido pelo Casal Total

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Começamos a escrever sem muitas pretensões, ou melhor, nenhuma pretensão. E, normalmente, é assim com todos que começam a escrever. Começam com um ou dois parágrafos; depois partem para um texto de 15 linhas; e logo capítulos e obras inteiras, num piscar de olhos. A questão é: o que escrever? O que me dá prazer de narrar e compartilhar? Já pensamos em poesia, música. Mas nós gostamos de contos. Será um dom escrever contos eróticos? Será? kkkk!

Frequentemente estamos fantasiamos com alguma situação que nos excita. Pode ser em casa, no trabalho, no supermercado, em qualquer lugar. E não tem hora pra acontecer. Mas quando acontece, sempre dividimos um com o outro, sem frescuras, sem pudores. Por telefone, mensagens de whatsapp, no meio de uma reunião chata, no banheiro e, claro, trepando gostoso na cama ou em qualquer outro lugar.

Vocês nos perguntam: mas os textos que publicam são exatamente o que fantasiam? No início até acontecia assim. Mas hoje, em quase 100% das vezes, damos uma “floreada” em nossos textos. E por vários motivos. O principal deles é sempre estamos tentando entender o que você, nosso leitor, quer de nós. É simples: através das ferramentas que temos em mãos (relatórios online e em tempo real, feedbacks) conseguimos entender que resposta cada capítulo representa para vocês. Então, as interferências nos textos são constantes, sempre com o objetivo de deixá-los ainda mais excitantes.

E se escrever já nos dá prazer, escrever sobre nossas fantasias nos dá prazer dobrado. Quer dizer, triplicado, se levarmos em consideração que gozamos fantasiando tudo aquilo que vocês leem ou ainda vão ler.
Aos poucos, começamos a receber contatos das pessoas, sempre muito amáveis e simpáticas, relatando algo como: “Já gozei várias vezes lendo vocês”. “Eu e meu marido sempre transamos depois que lemos os seus contos”! Já nos perguntaram até se as Histórias de Liz poderiam virar um roteiro de filme. Seria maravilhoso por um lado, mas por outro temos muito receio. Pois seria um filme baseado na percepção de alguém sobre nossas aventuras imaginárias. Que é diferente da nossa percepção, da percepção de vocês. É como ler 50 Tons de Cinza e depois assistir o filme. Nós não curtimos o filme tanto quanto o livro. Porque o texto se completa com a imaginação. Este é o grande charme da leitura. O certo é que nossa brincadeira sem pretensão, que já é quase um ofício, cumpre o papel que sempre desejamos: faz as pessoas gozar com palavras. E, gente, isto é incrível e só nos enche de felicidade.

Temos recebido sempre fotos ousadas de casais para serem postadas junto aos capítulos. Mas, na última semana fomos surpreendidos com o contato de um de nossos maiores fãs, aqueles que não perdem um capítulo, que sempre nos prestigiam e enviam comentários, tão logo a gente publica um novo texto. Pelo Whatsapp, nos pediram para avaliar um conto que eles escreveram juntos. Este aí de cima, que vocês acabaram de ler. Algo que nunca fizeram, mas que por influência nossa, resolveram tentar. Que incrível!!!! Fazemos as pessoas gozarem, se amarem, e agora incentivamos elas também a escrever.

Independente de qualquer avaliação, é lógico que não deixaríamos jamais de publicar esse presente, com as devidas permissões dos autores. Queremos agradecer imensamente ao casal por todo carinho e pela coragem de expor uma de suas fantasias para todos nós.

Um carnaval consciente e de muita paz para todos! Tem um texto especial saindo do forno. Vamos ver se dá tempo de publicar antes da quarta-feira de cinzas!!!!!

Beijos e abraços meus e da Liz!

Dominadora – Capítulo 11

  _ Seu gosto é bom moça. Esfrega mais.
_ Limpa minha buceta toda Aílton! Humm, nossa, que gostoso!
Não sei onde estava com a cabeça. Rodrigo à quilômetros de distância e eu esfregando minha xaninha melada de gozo no rosto de um desconhecido. Mas Aílton tinha uma língua maravilhosa e sua boca, sua barba por fazer, roçando minha pele, me davam arrepios e me faziam tremer, de cima a baixo.
Extasiada e cansada, me deitei sobre o corpo dele, ainda com as pernas abertas e a bunda próxima ao seu rosto. Me aninhei em sua virilha, frente à frente com a cabeça do pau, que ainda estava amolecido, mas já ameaçava algum movimento. Então resolvi testar a capacidade de recuperação de nosso ajudante. Comecei a passar a ponta da língua na sua glande. Recebi em troca movimentos involuntários. Então, me estiquei um pouco mais e coloquei ela toda na boca, mamando bem devagar. Às vezes tirava e observava. Mas, quando segurei com os dentes a base da cabeça e comecei a passar a língua em toda sua extensão, a reação foi imediata. Senti ele crescendo e endurecendo novamente.
Então olhei Denise. Estava parada no rio, de costas pra nós, parecia pensativa. Frustrando qualquer nova expectativa de Aílton, larguei o membro dele, levantei e caminhei lentamente até a água. Enquanto me aproximava, Denise submergiu. E, ao mesmo tempo mergulhei, em sua direção. Voltamos à superfície praticamente juntas. Ela se assustou com minha presença. Eu precisava saciar aquele desejo que me consumia, de vez. E não ia existir melhor oportunidade. Não como aquela, onde tudo era perfeito e favorável. Nosso encontro definitivo tinha que acontecer naquela hora.
Abracei-a por trás, lambendo e beijando seu pescoço:
_ Gostosa, eu quero você, preciso de você, falei.
_ Ai, Liz, como você demorou, como pode ser tão insaciável?!
_ Sou. Mas agora sou sua, é só o que importa.
Os bicos dos seios volumosos de Denise estavam duríssimos; ela sussurrava baixinho a cada beliscãozinho que eu dava neles. Meus dedos molhados também sabiam tocá-los, suavemente, provocando arrepios. Como era bom apertá-la, toda fofinha, mas com tudo no lugar, durinha. Uma delícia de mulher! Percorria com as mãos todo seu corpo molhado e quente. A água e o sol que invadiam nossos poros. Minha fotógrafa já estava entregue. Primeiro no estúdio, depois no carro. Sabíamos que uma hora aquilo ia acontecer.
Toquei sua virilha e comecei a acariciar seus pelinhos. Desci um pouco mais, e pude preencher minha mão com uma buceta grande e macia. Na hora desejei ela na minha boca. Não demorou para que eu encontrasse seu grelo. Denise gemeu forte, ergueu os braços, e entrelaçou os dedos atrás do meu pescoço.
_ Ahhhhh! Assim…
Virou-se para cima e seus olhos me encontraram.
_ Você é a mulher mais gostosa que eu já toquei. Desejei você desde o primeiro momento que te vi. E me beijou… um beijo ainda mais quente e gostoso que os anteriores.
Denise se virou e nos ajoelhamos, uma de frente para a outra, ficando apenas com as cabeças para fora da água. Nos abraçamos forte e ela se pendurou no meu pescoço, cruzando as pernas por trás de mim, como se estivesse no meu colo. Nossas bocas não se desgrudavam um segundo. Turistas poderiam aparecer a qualquer hora. Um risco enorme. Mas nada tiraria aquele momento de nós duas.
Aílton… Onde vocês estariam se estivessem na pele do Aílton? Claro, dentro da água, próximo a nós, se masturbando, com aquela respeituosidade de sempre. Um homem todo “bruto”, mas que soube entender que aquele lance era só nosso. Que não haveria espaço pra mais um. Então, o restava vistoriar todos os lados, em busca de um bote chegando ou de pessoas observando. Mas também olhava para nós, cheio de desejo. A água chacoalhava perto dele. Era sua mão, manobrando sua pica grande, em busca de mais um orgasmo.
Denise estava “pendurada” em mim. Meu braço direito a enlaçava pelas costas e minha mão direita aproveitava para desvendar sua buceta gostosa. Comecei acariciando seu clitóris, lentamente, e assim que percebi que ela estava lubrificada, coloquei o dedo médio dentro dela. Sua reação foi pressionar meu corpo contra o dela ainda mais. Aos poucos ia acelerando os movimentos. E não demorou para o dedo indicador também fazer parte da brincadeira. Denise gemia alto:
_ Ahhhh, puta que pariu, Liz, não tô acostumada com uma mulher me dominando, hummm, isso!
_ Prefere estar no meu lugar, é?
_ Até hoje eu preferia, mas com você é diferente… ai!
_ É? Sou sua putinha gostosa sou?
_ Você é um tesão, gata!
_ E você é minha “bolacheira” safada. Vou fazer você gozar gostoso!
_ Isso, faz, eu quero, muito. Ahhh!
Aquilo era novidade pra mim. Nunca imaginei que outra mulher ia me proporcionar um sarro tão gostoso. Amassos, apertões, beijos, mordidas, carícias. Trepar com homens é bom demais, mas com outra mulher é ainda melhor. Uma mulher entende o que a outra quer, e como quer. Porque é exatamente isso que ela também deseja. E, particularmente, aquela situação revelava em mim uma mulher dominadora, que até então não sabia que existia. Não sei se era porque já havia gozado na cara de Aílton, estava teoricamente “satisfeita”, mas estar no comando era novo, intenso e sensacional.
Nossos corpos pareciam ímãs dentro da água. Denise demonstrava querer ficar ali mesmo, gozar ali mesmo. Mas eu precisava explorar mais aquela nova situação. Nos soltamos e virei em direção à margem. E levei Denise comigo, puxada pelo braço. Aílton continuava ali, ao lado do bote, sentado e atento a tudo, apalpando sua pica como um adolescente punheteiro. Saímos da água e fiz minha fotógrafa deitar na areia, perto da margem. Deitei por cima dela, encontrei sua boca, mais uma vez. Era hora de percorrer todo seu corpo com a língua.
(continua…)
* Que delícia quando recebemos pedidos para publicarmos fotos de nossos leitores no blog. Muitos relatam que gozam lendo nossos contos e, para nós isso é a recompensa. As fotos deste capítulo são dos queridos @coupletesao. #adoramos

Ajudinha ao ajudante – capítulo 10

_ Bora, Liz. Coloque este biquíni.
_ Ok.
Olhei para os lados e não havia ninguém além de nós. Então saquei o shorts, a camiseta e, por último, a parte da baixo do biquíni que havia colocado ainda dentro do carro. E percebi que Aílton me olhava incansavelmente, talvez ainda não acreditando que eu faria fotos nuas no barco dele, bem embaixo dos seus olhos. O bote estava num local um pouco fundo e, de dentro água, sua visão estava um pouco prejudicada. Mas, por uma ou duas vezes, fiz questão de abrir as pernas enquanto colocava um dos biquínis que usaríamos nas fotos, pra que ele pudesse apreciar o que, com certeza, já havia imaginado em sua mente pervertida. A tensão era clara em seu corpo. Ficava ali, estático, me olhando, mas quando eu devolvia um sorriso maroto em sinal de aprovação, ele virava o rosto, meio envergonhado, como se estivesse procurando algo pra fazer.
_ Tudo pronto aqui, iluminação natural e perfeita. Vamos tentar algumas poses, Liz.
_ Já te disse que não estou muito acostumada com isso, então tenha paciência comigo. Ainda mais, assim, à céu aberto.
_ Quero apenas que olhe para a natureza. Pode inclinar seu pescoço para cima, em direção ao céu. Depois para baixo. Olhe para seu corpo. Sentada mesmo. Movimente um pouco as pernas, quando quiser. O resto é comigo, ok?
_ Assim? (Click, Click, click)
_ Isso, ótimo! (Click). Em mim agora. Olhe pra mim com desejo. Você consegue! (Click! Click!)
_ Hum, Isso é fácil, respondi.
_ Não me provoca sua doida… Aí, garota! Ótimo (Click, click)! Senta no chão do bote. É apertado mas acho que dá…
_ Assim?
_ É. Segure nos seus seios, com as duas mãos embaixo dele, como se fosse levantá-los. Olhe pra eles… tire o biquini devagar, por cima. Legal! Já te disse que tem seios lindos? Sou doida neles.
_ Você é uma safada, isso sim!
_ Então somos duas… Apoie um dos cotovelos no assento. Quero que com a outra mão puxe a calcinha para o lado. Me mostra essa bucetinha linda… Boa garota! Está bem? Tá relaxada?
_ Acho que sim.
_ Continue assim. Só estamos nós aqui, se passar algum bote com turistas, paramos e você se cobre.
_ Sei, eu vi lá na estrada.
_ Menina, ali era a foto perfeita, não poderia perdê-la! Prometo que não farei de novo. Confie.
_ Ta certo.
 
A sessão de fotos seguiu em frente. Que manhã gostosa! Lugar lindo, sol, céu azul, obra de Deus. Trocas de biquínis, fotos somente coma parte de baixo, sem biquíni. Já estávamos na beira do rio. Bote “encalhado” na areia. Aílton ia perdendo a timidez e se tornando um misto de ajudante e expectador. Já havia enterrado um guarda sol para nos proteger durante as pausas. O calor era grande e as fotos já não aconteciam somente dentro do barco. Na areia e próximo ao manguezal também. Sempre muito prestativo, ele era o responsável por colocar a toalha em mim, sempre que pessoas em outros poucos barcos de turistas se aproximavam. Quem passava, percebia na hora que estávamos ali a trabalho. As garrafinhas de água que nos refrescavam, vinham de um isopor cheio de gelo, que ele mesmo tratou de preparar, antes da nossa partida. Entre uma pausa e outra, eu entrava novamente naquele rio de águas calmas e claras para baixar a “quentura” do corpo. Quando ficava nua, era tomada por uma sensação deliciosa, que me fazia ainda ter mais vontade de conhecer uma praia naturista. Tirar a roupa diante da natureza me fazia sentir parte dela.
Denise, a cada click, revelava ser, cada vez mais, a excelente profissional que imaginávamos, desde o início. Muito detalhista, não parava de fotografar um instante, mesmo quando não estávamos concentradas naquilo. Percebi que ela não queria fotografar apenas a Liz vadia do noivo, mas também uma outra Liz. A Liz do dia-a-dia, a menina ao mesmo tempo tímida, sonhadora, forte, intensa e determinada. Já nosso ajudante parecia feliz, sorriso largo, dedicado ao extremo, sem tirar os olhos de nós, talvez porque sabia que não aconteceria outro passeio como aquele. E o bichinho gostava muito do que estava vendo. Volta e meia eu o pegava mexendo no seu pau por fora da bermuda, como aqueles adolescentes diante do primeiro filme pornô, sabe?
Num dos raros momentos de descanso, estávamos os três sentados na areia, eu enrolada na toalha, entre Denise e Aílton, e resolvi provocar:
_ Tá gostando, Aílton? Obrigada por seu apoio, viu?
_ Nossa, vocês são bonitas mesmo, e gente fina.
_ Olha pra Denise, recebendo elogios!
_ Hum, tá certo…
_ Gosta do corpo da Denise também, Aílton?
_ Menina, quer parar com isso? Retrucou ela.
_ Nossa, muito! É o meu número.
_ Hahahaha, hoje sai romance daqui.
_ Tá maluca garota? Aílton, nem começe. Eu gosto da mesma coisa que você.
_ C c c c c como assim? Você é…
_ Bolacheira sim! Esse termo nojento que o povo daqui inventou pra quem, como eu sai com mulher.
_ Ah, desculpe, moça, ligue pra mim não, eu dou muita bola fora.
_ Tá perdoado. Mas fiquei feliz que me achou bonita.
_ Você é linda Denise, por dentro e por fora, reforcei.
Nos olhamos e sorrimos, uma para a outra.
_ Bora trabalhar?
_ Ah, chefa, espera mais um pouco, vamos curtir esse lugar lindo.
_ Quinze minutos e retomamos, certo?
_ Claro, relaxe ai um pouco e vamos aproveitar esse sol.
_ Tudo bem garota. Estava até afim de mergulhar um pouco.
Denise levantou-se, olhou por uns instantes ao redor e, surpreendentemente, levou ao chão seu biquíni, ficando completamente nua, para delírio meu e de Aílton.
_ Meu Jesus! Exclamou nosso ajudante.
_ Uhú, gostoooooosa! Gritei alto.
Sem olhar pra trás, ela desapareceu nas águas calmas e claras.
_ E, me conte Liz, essas fotos, vão aparecer em alguma revista?
_ Não, amigo. Eu e meu noivo contratamos Denise para que fizesse umas fotos íntimas minhas, é um presente pra ele.
_ Sério? E tem gente que gasta dinheiro com isso? Porque ele mesmo não veio fazer?
_ Porque são fotos profissionais, diferenciadas. Tú tem Whatsapp, Aílton?
_ Tenho.
_ Então, depois que estiverem prontas, envio algumas pra você ver. E aproveito pra marcar um passeio com meu noivo aqui pra você conhecê-lo.
_ Mas vai contar pra ele que eu estou aqui com vocês?
_ Claro que sim. Não escondo nada dele.
_ Mas ele vai ficar com ciúmes.
_ Relaxe, ele vai ficar é muito excitado.
_ Excitado? Como pode?
_ É. Posso te contar um segredo? Já transei com ele e um amigo juntos.
_ Meu Jesuis!  Botou gaia nele na frente dele?
_ Digamos que sim. E ele gostou. Trepamos nós três.
_ Nossa dna… Liz. Eu eu..
_ Você o que? Fala homem! Já sei, você tá de pau duro, Aílton?
_ Eh… estou.
_ Mostra ele pra mim.
_ Aqui?
_ Ué? Só estamos nós! Olha isso aqui.
Abri a tolha que me cobria e fiquei nuazinha mais uma vez na frente daquele homem.
_ Gosta disso Ailton?
_ Muito, vontade de lhe agarrar.
_ Olha minha buceta. Esta rapaspadinha. Aposto que nunca comeu uma buceta como esta.
_ Nunquinha.
_ Se me mostrar seu pau deixo você pegar nela, que tal?
Nosso ajudante não pensou duas vezes. Levantou-se e abaixou a bermuda na minha frente, colocando a pica dura bem perto do meu rosto. Era um pouco curvada para o lado esquerdo e num tamanho bem interessante para um cara pequeno como ele. Por entre as pernas dele vi Denise, dentro da água, nos observando. E antes que ele pudesse pensar em chegar perto para que eu o chupasse, deitei na areia e abri a pernas pra ele.
_ Fica ai. Quero que bata uma punheta bem gostosa, olhando pra mim. Olha minha buceta como está melada. Seu pau está me deixando excitada…
_ Ai moça como a senhora é gostosa!
_ Você é um safado, Aílton. Aposto que está com vontade de gozar desde a hora que me viu pelada pela primeira vez.
_ Quero gozar em você!
_ Faz quanto tempo que não vê uma buceta, Aílton? Perguntei, me tocando e introduzindo os dedos na minha xaninha melada, bem provocativa.
_ Muito tempo, dona.
_ Vem cá deixa eu pegar nele.
Sentei novamente e deixei ele se aproximar. Aílton não era um homem atraente. Jamais transaria com um homem como ele, mas devia estar tão doido, e estava sendo tão prestativo conosco, que não o deixaria na mão. O deixaria na minha mão. Sentada, peguei no pau dele e iniciei uma punheta gostosa. Com a mão que sobrou, ora tocava na minha buceta, ora massageava as suas bolas.
_ Tá gostando, tarado?
_ Nossa, assim eu vou gozar. Como tá bom!
_ Vai gozar nos meus peitos. Quero sua gala quente.
Por entre as pernas de Aílton, percebi que Denise parecia excitada com tudo aquilo. Ela olhava para nós e apertava os bicos dos seios com os dedos. Com a outra mão era certo que se masturbava. De vez em quando, olhava para os lados para ver se avistava algum bote com turistas vindo em nossa direção e então continuava.
Eu estava super excitada. Daria tudo pra ter a pica do meu noivinho dentro de mim naquele momento. Mas ver Denise daquele jeito dentro da água, fez brotar novamente aquele desejo que nos havia consumido, horas atrás, dentro do carro. Não era Aílton que eu queria. Era Denise.
Pedi para Ailton se ajoelhar por entre minhas pernas. Ele obedeceu. Eu estava sentada, inclinei o corpo um pouco para trás e apoiei uma das mãos na areia. Com a outra, continuei a punhetá-lo, mas desta vez muito mais rápido.
_ Vem gozar em mim, cavalão! Aqui na minha boca… foi a palavra mágica.
_ Nossa sinhora! Ah, ah, ah… aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!
Antes que o primeiro jato pudesse atingir meu rosto, coloquei o pinto dele para baixo. Em direção aos meus seus seios. Inclinei o corpo para frente novamente e continuei a balançar aquele membro rijo e viril com as duas mãos, uma por cima da outra. Jatos fortes e numa quantidade que eu jamais havia visto. Como se ele estivesse à décadas sem gozar e tudo estava ali acumulado em suas bolas.
_ Que delícia. Nunca vi ninguém gozar assim!
_ Hummm, nossa dona Liz, que gostoso que foi.
Me ajoelhei em frente à ele e o abracei. Nossos peitos nus se encontraram e a porra que estava em cima de mim, agora também estava espalhada em seu torax magro.
_ Olha como você me deixou quente.
_ Você está queimando.
_ Estou. Não queria tocar na minha buceta? Porque não aproveita?
Ainda com o corpo trêmulo, ele olhou em meus olhos. Me segurou pela cintura com uma das mãos e levou a outra até meu clitóris. Mãos duras, calejadas. Mãos de trabalhador.
_ Devagarinho, tá?
_ Assim?
_ É. Ta vendo como ela está babada?
_ Tá.
Enquanto deixava Aílton brincar com meu corpo, olhava para Denise. Nos encarávamos, cheias de desejo.
_ Hummm Liz, sua buceta deve ser saborosa.
_ Ela é. E como você tem sido um bom menino, Vou deixar você sentir ela. Vem, deita aqui.
Aílton se acomodou em cima da toalha que eu usava. Me aproximei do seu rosto fiquei de joelhos bem em cima dele, de costas e virada pra Denise, de forma que pudesse me chupar. Então, lentamente, comecei a me esfregar na sua língua. Os quadris se movimentavam para frente e para trás. Minha bunda e meu cu eram a unica visão dele. Segurei novamente em seu pau, na intenção de deixa-lo duro mais uma vez, mas ele estava nocauteado. A gozada o levou à lona. Denise olhava tudo, paralisada.
_ Vai seu viado, chupa essa buceta!
Aílton não falava. Nem conseguia. Acho que se eu o asfixiasse com minha buceta, ele morreria feliz. Só segurava minha bunda e enfiava o dedo no meu buraquinho de traz. Apoiei os braços em suas coxas e acelerei. Sentia dentro de mim sua língua, seu nariz. Sua barba por fazer roçava minha virilha, por inteira.
_ Me faz gozar filho da puta! Vou melar sua cara! Vai, isso! Porraaaa! Ahhhhhhh, Ahhhhhh isso seu puto!!!! Ahhhhhh!!!
(Continua…)

Sugerimos que nossos fãs queridos, Carla e Edu contribuíssem com este capítulo. E não é que levaram bem à serio?
Muito obrigada, amigos deliciosos!

Sigam esse casal maravilhoso no Instagram: @carlaeeducasal e @carlaeeducasal3

Na estrada – capítulo 8

Não fazia ideia de nosso destino. Mas Denise tomou o caminho do litoral sul do estado. Pelo caminho, íamos falando besteiras e ríamos muito sobre nossos relacionamentos anteriores frustrados. Ah, também cantarolávamos as músicas que tocavam no rádio do carro. O sol já estava forte mas ainda haviam poucos carros na estrada. Passamos pela região do Pontal, atravessamos o viaduto e seguimos adiante.
Pensei: ela vai parar na praia do Francês ou na Barra de São Miguel. Errado. Vi os acessos às duas praias cruzarem meus olhos, sem sinal de parada. Seguimos em frente. A cada troca de biquíni, um olhar safado de Denise e comentários do tipo
:
_ É, esse está bacana, separa…
_ Nãooo, muito grande, tira.
Num dos momentos em que fiquei sem a parte de baixo do biquíni. ela perguntou:
_ Lembra daquela foto da Galisteu na Playboy, dela se depilando?
_ Quem não lembra? Foi polêmica, respondi.
_ Faz uma coisa: encosta na porta, de frente pra mim. Abre um pouco as pernas. E olha pra sua vagina. Não tira os olhos dela.
Com uma mão no volante, Denise, com a outra, puxou a câmera do assoalho do carro. E tirou duas ou três fotos.
_ Legal! Toma, segura.
_ Câmera pesada! Onde eu bato?
_ Aí em cima, no botão vermelho.

Então virei a câmera em nossa direção, segurando-a com as duas mãos, como se fosse fazer uma “selfie”.

_ Vem vamos registrar esse dia. Cola aqui no meu rosto. Só cuidado com a estrada, alertei.

Denise largou o pé do acelerador e veio até mim para a foto. (click)
_ A um dia inesquecível e a nossa nova amizade, disse ela, olhando profundamente em uma olhos.

Dirigimos mais uns instantes e tomamos o acesso à praia do Gunga. Ali a paisagem muda bastante. Plantações imensas e intermináveis de cana de açúcar nos dois lados da pista.
Paramos no meio da estrada, numa área linda quase chegando no mirante do Gunga.

_ Por que paramos?
_ Quero ver o quanto você está afim de fazer essas fotos. Preparada? Disse ela, pegando a câmera em punho.
_ Ai ai, Denise. Diga logo o que pretende!
_ Vou ali fora. Tire toda a roupa. Quando eu disser, você sai do carro e vai até o meio da pista. Quero uma foto de frente e uma de costas.
_ Você está louca? E os carros?
_ Fique tranquila. So nós estaremos aqui.

Que maluquice eu estava prestes a fazer. Não vou conseguir, pensei. Espera, não tenho obrigação de fazer nada do que essa louca disser…

Denise saiu do carro. Olhei por uns instantes para a pista. O fluxo de carros era quase zero. Me imaginei ali, nua, como se estivesse viajado no tempo, apenas um minuto à frente. Respirei fundo tentando encontrar uma coragem que não tinha. Pensei em Rodrigo e como eu queria que ele estivesse aqui acompanhando tudo isso. E então comecei a tirar a camiseta e a calcinha do biquíni.

_ Venha de chinelos, o asfalto já esta quente, gritou Denise, la de fora. Quando eu disser agora, você vem para o meio da pista.
_ Ok!!!

Meu corpo tremia dos pés a cabeça, tensa. E junto veio aquele desconforto na barriga. Meu Deus, é loucura demais!

_ Agora!!!! Vem!
_ Respirei fundo mais uma vez. Então abri a porta do carro e na confiança de Denise, nem me preocupei se haviam outros carros passando ou não. E fui. Com o braço tentando esconder os seios e uma das mãos na virilha.

_ Tá escondendo o que gata, ja vi tudo isso ai!
_ Não é de você que estou escondendo.
_ É de quem? Tem mais alguém aqui?

Então olhei para os lados e só avistava a bela natureza local. O barulho era apenas dos pássaros e, ao fundo, da música que vinha do rádio. O céu estava incrivelmente limpo. E os raios de sol já penetravam em minha pele com força. Estava nervosa, como se estivesse infringindo alguma lei – e acho que estava mesmo. Uma sensação de liberdade e felicidade extrema surgiu. Então ergui os dois braços ao alto, deixando meu corpo nu exposto a quem quisesse apreciá-lo. Olhei para o céu e agradeci a Deus por aquilo. (Click, Click!)

_ De costas agora, precisamos ser rápidas. Tem um carro vindo lá longe.

Me virei, como Denise pediu. E coloquei as duas mãos na cintura. (Click, click, click)

_ Isso delícia, já é uma modelo profissional, gritou Denise. Agora vem pro carro, pois é um ônibus que está vindo.

Olhei para trás e pasmem, o ônibus estava chegando. Então acelerei o passo. E quando fui entrar no carro, ouço Denise:
_ Espera, não pensa em nada, só mais uma foto! De quatro, apoie os ombros no capô do carro, rápido!

Surtei, não pensei e obedeci. E apoiada no meu carro que estava no acostamento, só pude ver o ônibus, com alguns poucos passageiros, que provavelmente estavam indo passar o domingo na capital, cruzar, muito devagar ao meu lado. Vi olhares estáticos nas janelas. Só pude ouvir o buzinaço e o grito, provavelmente do motorista:

_ Eeeeeeeeeeeeeeee, delícia!

Abri a porta do carro e entrei como um foguete. E lá veio Denise, com sorriso estampado no rosto.

_ Você está louca é? Ficar pelada no meio da estrada?

Nos olhamos e caímos na gargalhada.

_ Meu Deus, o que eu fiz!
_ Arte. Olhe isso, respondeu Denise.

Era a foto que ela acabara de tirar. Eu, inclinada com os ombros no capô e olhando para o ônibus ao fundo, com seus passageiros e seus olhares incrédulos.

_ Que imagem linda, puta que pariu!
_ É isso que vamos fazer hoje, gata, arte!

Nos olhamos, satisfeitas com o resultado. É nos abraçamos, felizes. Eu ainda nua. Um abraço quente. Pude ouvir a respiração de Denise nos meus ouvidos. E senti uma das mãos dela tocar minhas coxas. Me arrepiei por inteira, inevitavelmente, os bicos dos meus seios ficaram duros. Seus lábios e sua língua começaram a percorrer meu pescoço suado e nossas bocas se encontraram num beijo ainda melhor do que aquele no estúdio. Meus mamilos tocavam suavemente os dela, que também enrijeceram, tocavam por cima do tecido da camiseta que vestia.
Sua mão direita segurava minha nuca para não deixar que eu saísse dali. A esquerda, que antes tocava minha coxa, já desvendava minha virilha. Minhas pernas foram se abrindo devagar, o sinal verde para que Denise me tocasse. Sua boca deixou meus lábios e começou a percorrer meu pescoço, e desceu até meus seios. Meu Deus, que gostoso! Pela primeira vez uma mulher me tocava daquele jeito, e ela sabia bem como fazer. Não demorou muito para minha buceta umedecer por completo. Como aquilo estava bom! Esqueci completamente do mundo em minha volta. Mas uma pena que Denise não esqueceu. Como se estivesse cometendo o crime mais hediondo, me largou e segurou ao volante.

_ Vamos gata, temos um dia inteiro pela frente ainda. É não podemos virar estrelas pornôs de expectadores no meio de uma estrada. E respirou fundo, soltando o ar com força, pela boca.

_ Tá certo! Vamos nessa.

Coloquei novamente minhas roupas, mas à contra gosto. Estava “possuída” por uma sensação da qual nunca havia passado antes. Denise segurava o volante com uma mão e com a outra já fazia carinhos em minha coxa, cheia de intimidade.

Passamos, sem parar, pelo mirante da Praia do Gunga, um dos principais pontos turísticos aqui de Alagoas.

_ Lá de cima dariam fotos ótimas, comentei com Denise.
_ Verdade, mas a essa hora já devem ter alguns turistas por lá.
_ E você pretende parar aonde?
_ Em Dunas de Marapé.
_ Lá é lindo, já estive algumas vezes. Mas fotos nuas? Tem muito turista lá.
_ Ainda e cedo, diferente do mirante, o pessoal começa a chegar por lá depois das nove.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Luxúria – capítulo 7

Estávamos excitadíssimos com a nova sessão de fotos. Denise cheia de segredos e, pra piorar, a viagem de Rodrigo. Por um lado, ela veio em boa hora, pois pude passar mais tempo com meus pais durante aqueles dias. Mas estava muito difícil pensar naquilo tudo que estávamos realizando e não querer estar com Digo, trepar gostoso com Digo. Sem ele, só me restava brincar sozinha com meus dedos e brinquedinhos. Falávamos sacanagens o dia todo pelo Whatsapp e, na sexta-feira,cheguei a me tocar e gozar no banheiro do trabalho.
No sábado, resolvi dormir cedo para acordar bem disposta no dia seguinte. Mas a ansiedade não permitia que o sono chegasse. Passei o final da noite toda no quarto, com a TV e notebook ligados, sem conseguir me concentrar direito em nada. Eram quase 10 horas quando Rodrigo liga do hotel, em Recife:

_ Oi meu tesão. Está fazendo o quê? Pronta para amanhã?
_ Aí amor, estou um pouco tensa, apreensiva. Queria que estivesse aqui.
_ Eu estou aí, não está sentindo?
_ Eu sei amor, mas é diferente. Seu carinho me protege, me acalma. Eu estou quente…
_ O dia de amanhã é uma incógnita e isso está te deixando nervosa, não é? (Risos)
_ Pára Digo, é sério.
_ Faz o seguinte: onde está Agora?
_ Na nossa cama, vendo uns e-mails de trabalho no notebook.
_ Está nua?
_ Não totalmente, só de calcinha. Estava me tocando agora pouco e pensando em nós. Mas perdi a vontade. Não é a mesma coisa sem você aqui.
_ Então entra no Lust Cinema e escolhe um daqueles filmes.
_ Mas amor, prometemos que só íamos assistir os vídeos desse site juntos.
_ Tudo bem, depois assistimos novamente aquele que você assistir agora. Mas assista.

_ Pera… Pronto, entrei. Escolhi um chamado “We know you are whatching”.
_ O que significa Liz, sabe que sou péssimo em Inglês…
_ Significa: Nós sabemos que você está olhando.
_ Hum… olhar adoro. Clica ai e vai me contando.

_ É uma jovem, ela é linda. Está tomando café e olhando pela janela. Ela tem vizinhos no prédio em frente. Um casal. Nooossa… Hum… eles estão se pegando com a janela aberta. E ela observado…
_ Ela é tipo Rob e Mile? Safadinhos?
_ Tipo você também.
_ É, eu gosto… E o que mais?
_ Hummm eles perceberam que ela os olhava. Deixaram-na toda sem graça. Estão trocando mensagens escritas em papel pela janela. Ai que delícia, convidaram ela pra visitá-los!
_ Hummmm, o bicho vai pegar!
_ O marido abriu a porta e ela está entrando… Caraca amor que casal gostoso. Eu quero fuder com um assim!
_ Vou te dar essa fantasia, amor. O que você está fazendo agora? Já estou me masturbando aqui, imaginando você ai. Imagine que você é a vizinha.
_ Amor, vou colocar no viva voz.
_ Porque?
_ Não consigo me tocar e segurar o telefone… Caralho amor, eles são muito gostosos, puta que pariu. Tô molhada aqui. O pau dele parece com o seu! Aff… hummm!
_ Me conta, o que estão fazendo?
_ Estão na cama tirando a roupa dela.
_ Elas estão se pegando gostoso. E ele acariciando a esposa. Ai, que delícia, tesão da porra. Eu quero, quero ser ela.
_ Isso, amor, que tesão. Seja ela, imagine-se ali. Pega ela gostoso…
_ Beijo gostoso que ela tem, amor. Nossa. Estou sentindo as mãos dele em mim… macho gostoso!

Nessa hora, eu já estava sem a calcinha, deitada na cama e encostada nos travesseiros, com as pernas bem abertas e o notebook no meio delas.

_ Ele quer te foder, amor?
_ Quer Digo, você deixa?
_ Claro que eu deixo.
_ Estamos mamando as duas no pau dele. Que tesão! Pau grande, cheiroso…
_ Isso cadela, chupa e imagina que eu estou observando vocês.
_ Hummm, agora ele veio me chupar amor.
_ Ai, boca gostosa… Ela esta na cama de quatro me beijando, enquanto ele me chupa. Minha buceta está toda babada amor, quer gozar!

_ Goza gostosa! Meu pau está duro aqui. Vou gozar gostoso pensando nessa safadeza!

_ Agora ele está comendo ela de quatro. Que delicia de casal….Vem, me come vizinho tesudo… cavalo gostoso! Ele vai me comer amor. Estou com as pernas arreganhadas na frente dele. Hummm…
_ Amor que pau gostoso ele tem puta que o pariu! Macho! Vem me fode gostoso!!!

_ Hummmmmmm Aiii, assim!
_ Amor, me fala… Amor?
_ Veeeem, vemmm, me faz gozar! Ahhhhhhh! Sim!!! Caralho que delícia! Huuuuummmm!
(Silêncio)…
_ Amor, amorzinho?

Acordei com o despertador sem saber o que havia acontecido direito. Estava nua. O notebook desligado, provavelmente por falta de bateria. E o celular ao meu lado. Meu Deus, apaguei e deixei Rodrigo no telefone sozinho. Mas não tinha tempo pra nada. Precisava me preparar para as fotos.

Olhei para fora e o céu estava limpo. Sinal de um dia de muito calor. Comi rápido. E tomei uma ducha gelada para refrescar. Coloquei apenas um short jeans, uma camiseta branca e chinelos. Uma maquiagem leve e pronto. Rua.
Cheguei ao prédio de Denise com uns 15 minutos de atraso. Ela já me esperava la embaixo. Junto dela, seus apetrechos.

_ Bom dia, Denise!
_ Vem aqui atrasadinha, vamos levar isso para o porta malas. Cadê Rodrigo?

Pude perceber que além da câmera, Denise carregava uma iluminação pequena e uma espécie de pano dourado em formato oval
.
_ Um “bom dia” também é bacana né? Só por isso nao vai ganhar selinho, provoquei.

Ela me olhou contrariada.

_ Rodrigo não vem. Teve que viajar.
_ Sério? Ele te liberou?
_ Claro… como vai manusear todos estes equipamentos e ainda fotografar?
_ Tenho vários ajudantes espalhados por ai. Você vai conhecê-los.

_ Como?

Denise apenas sorriu, ironicamente.
_ E esse pano dourado pra que serve?
_ É um rebatedor de luz. Quando usarmos eu te explico melhor como ele funciona. Agora vai, pula para o carona. Eu que vou dirigir. Já sei onde serão nossas locações. E pegue esta sacola. Tem biquínis e cangas ai dentro. Vai provando eles no caminho.

(continua…)


Assista na íntegra

Marina e Marcio

Todo casal iniciante e curioso, como nós, deve ter muitas dúvidas na cabeça, quando o assunto é relacionamento aberto: quando iniciar, como iniciar, se vai rolar ciúmes… Acreditamos também, que assim como nós, estes casais devam passear pelos milhares de sites e perfis de redes sociais que tratam do assunto, tanto nos brasileiros quanto os gringos.

Dias atrás, fomos surpreendidos por um blog muito bacana, de um casal swinger chamado Marina e Marcio. Um verdadeiro guia para quem já está ou quer iniciar nesta nova forma de relacionamento. Contos eróticos, dicas fantásticas de pousadas, hotéis e viagens liberais, testados e aprovados por eles mesmos. E até assuntos que causam uma certa polêmica. Ah, é claro, muitas fotos e vídeos do casal, para deleite de nossas imaginações.

Vale muito a pena navegar por todos os textos e áreas do blog. E dá pra notar que ele é feito com muito carinho pelo casal. A eles nossos beijos, abraços e agradecimentos pelo conteúdo maravilhoso.

Quem sabe não possamos conhece-los pessoalmente em breve.

www.marinaemarcio.com.br

The Oscar goes to…

Aconteceu um lance muito excitante nesse final de semana. Liz me pediu pra fazer um backup em nuvem do conteúdo do HD externo que ela leva pra cima e para baixo. Como não sou bobo nem inocente, antes de realizar seu pedido, fiz uma pesquisa rápida nos arquivos de foto e vídeo. A grande maioria registros de família, de trabalho. Fui olhando com calma cada miniatura exibida na tela. Ai dou de cara com uma onde a imagem estava um pouco escura. Quando eu abro… Uau!!!! Um videozinho da Liz trepando com um ex-namorado!!!! Bicha safada!!! Meu coração veio na garganta! O vídeo estava bem escuro. Então logo tratei de jogar o arquivo num editor e consegui dar uma clareada nele. Que tesão que me deu, puta que o pariu! Meu pau explodiu dentro da calça já na primeira cena. Era o cara que estava filmando com um celular. Ele mirou no pau e lá veio Liz dar aquela mamada gostosa. Sua língua percorria o membro todo do cidadão, que não era grande. Ele segurava ela pela cabeça e gemia forte. Chamava ela de gostosa e falava palavrões o tempo todo. Logo depois, dá pra ver ela se jogando na cama pegando o celular. O cabra começa a chupar ela de cima abaixo da buceta. Ela geme gostoso e segura a cabeça dele. Depois ele monta nela num belo papai e mamãe. A essa altura eu já tava com o meu pau para fora da calça. A doida primeiro filmou os dois de lado e depois, pela frente, deu um close no mastro do cara entrando e saindo dela, durante uns belos minutos. Caralho, trepada boa da porra! Essa é minha garota! Nossa!
Depois, se levantou, devolveu o celular pro cara e empinou o rabão delicioso que Deus lhe deu, na beirada da cama, para que ele se deliciasse comendo ela de quatro. Socadas, gemidos, socadas… e sabem o que aconteceu depois?

O idiota cortou a gravação!!! Miserável! Caceta!!! Burro!!! kkkkk

Fui para o quarto e sem dizer nada peguei a moça de jeito. Mas antes liguei o celular e registrei. Tem um pedacinho pequeno ai embaixo pra vocês!!!

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Boa semana. Um novo capítulo vem aí!

Entrega – capítulo 4

_ Vamos fazer diferente. Fique em pé, de costas para mim. Apoie as mãos no encosto da cadeira.
_ Assim?
_ Isso. Que bunda linda você tem…
_ Pare, Denise, respondi sorrindo.
_ Tá bem, tá bem!

_ Então faça o seguinte. Feche os olhos. E pense em algo que te de muito tesão.
_ Meu Deus, não faço ideia.
Então percebo Rodrigo entrando no quarto.

_ Pense em André, amor. Pense nele tomando banho lá em casa. Pense em vocês dois no chuveiro.
_ André me deu tesão, muito…

Uma música ao estilo lounge com uma certa “pegada” indiana, começou a tocar vindo do notebook. E os clicks recomeçaram. Meus pensamentos voltaram no tempo. E lá estava André, comigo embaixo do chuveiro do quarto de hóspedes. Minha cintura começou a balançar, para um lado e para o outro, ao ritmo da melodia.

_ O que fizeram no chuveiro Liz? Denise provocou. (Click!)

_ Nos pegamos muito. Ele beija bem. Boca gostosa… Hum… Bati uma punheta gostosa pra ele.

Ouvi Denise dizer:

_ Abaixa o corpo gata e empina essa bunda. Não pára. (Click! Click!)

Só obedeci, sem tirar os pensamentos de André. E então, foi a vez de Rodrigo perguntar:

_ E o que mais, amor? Você deu sua buceta pra ele?
_ Não amor, mas ele tentou. Esfregou o pau pelo meu corpo todo. Apertou minha bunda. Me comeu com os dedos. Colocou o dedinho no meu cu.

_ Nossa, já estou de pau duro aqui. O que mais? (Click! Click!)
_ Mamou muito em meus seios. (Click!) Mordiscou meus bicos. Me ensaboou todinha, lentamente. Ele me pegou como você nunca fez.
_ É você mamou no pau daquele filho da puta?
_ Eu quis, mas naquela hora não aconteceu. (Click! Click!)
_ Deixa eu olhar você, Liz, Denise intercedeu.

Me virei em direção à eles. Já sentia minha buceta úmida. Naturalmente minhas pernas se abriram, como Denise anteriormente desejava.

_ Isso gata, você é divina! (click, click)

Meus dedos passaram a tocar todas as partes da minha buceta. Me contorcia e gemia baixinho, lembrando de André. Meu dedo médio naquela hora, na minha fantasia, se transformava na sua língua saboreando meu clitóris, percorrendo meus grandes, pequenos lábios. O polegar e o indicador da outra mão eram seus dentes, mordendo o bico do meu seio. (Click!)

_ Sente na cadeira, Liz.

Sentei, e olhei para baixo e vi meu corpo sob a luz dos holofotes. E então encontrei uma Liz que eu nunca havia reparado. Pude perceber detalhes de mim que antes passavam desapercebido. Eu estava linda, sentindo-me poderosa, decidida, dona de mim mesma, do meu próprio nariz, do meu destino. A responsável única pela minha própria felicidade. Nua, na mira das lentes de uma fotógrafa, percebi, então, que conseguia olhar claramente pra dentro de mim. Denise acabara não só de me despir por fora. Mas também por dentro. Por inteiro.
(Click! Click!)

_ Rodrigo, venha me ajudar. Tire sua camisa e seus sapatos. Ele vestia uma calca jeans, camisa e sapatos sociais.
_ Eu modelo? Não, por favor!

_ Venha logo, olhe pra sua mulher, cara, ela está ardendo de tesão. Você tem que foder ela, ou vai foder com nossas fotos!!!

Pensei: “Lá vem o coleguinha da classe, que adorava tomar bronca da professora exigente, pra perto de mim” (rsrsrs).

_ Quero você em pé, atrás dela, ordenou Denise.

Senti as mãos de Rodrigo acariciando meus ombros e meu pescoço.

_ Você está linda, Liz! Amo olhar pra você…

Queimando em fogo, tratei logo de cortar o romantismo dele.

_ Ama? Do mesmo jeito que amou ver André me comendo?
_ Sim, foi perfeito. Fiquei louco quando ele te pegou de quatro. Sente a língua dele na sua buceta amor. Chupando você todinha.
_ Aí, vem André, macho gostoso! Ahhh! Hummm!

Já estava completamente fora de mim. Já nem lembrava quem era Denise, muito menos Rodrigo.
Comecei a acelerar os movimentos dos dedos na minha xaninha encharcada. Rodrigo acariciava meus seios, apertava com cuidado os bicos, mordiscava minha orelha e tratava de lembrar lances da transa com André. De como ele me penetrou gostoso, depois de me chupar. Da cavalgada que dei na pica do nosso amigo, fazendo ele explodir de tesão. Não dava mais para parar. No vai e vem frenético dos meus dedos, o gozo veio. Forte, intenso. Como um choque de 2000 voltz.

Ahhhhhhhhhhhhhhh, puta que pariu, aaaaaaaaaahhhhhhhh!

Rodrigo teve que segurar a cadeira para eu não cair para o lado, tamanho o êxtase. Aos poucos, lentamente, comecei a reconhecer os cliques vindos da máquina de Denise. Rodrigo se posicionou ao meu lado, se abaixou e me deu beijo ardente na boca. Enquanto me beijava, segurei o pau dele, duríssimo, por fora da calça e comecei a massageá-lo. Sem tirar os lábios da minha boca, ele desabotoou a calça e a desceu um pouco, revelando à nossa amiga fotógrafa seu pau lindo e grande. Nossas bocas se desencontraram. Puxei Rodrigo contra mim, segurando em sua bunda.
_ Olha pra mim, filho da puta! Olha pra sua cadela. Toca uma punheta na minha cara!

(continua…)

As fotos que ilustram o capítulo pertencem e foram enviadas gentilmente pelo Casal 2.7.
Novos amigos virtuais e leitores do blog.

Onde a magia acontece – capítulo 3

Durante o caminho entre o café e o estúdio, deixamos de lado um pouco o assunto “fotos” e conversamos sobre nossa relação, nossas origens. Denise nos contou como surgiu o gosto pela fotografia, da mãe falecida e das influencias de seu pai.

_ É aqui neste prédio, chegamos. Pode parar o carro por aqui.

Denise residia em um prédio de 5 andares, bem antigo. Ele fazia esquina para uma rua de grande movimento da cidade e um beco, que durante o dia ficava bem movimentado, repleto de lojas comerciais. Mas quando anoitecia, se transformava em um ambiente sombrio e até um pouco perigoso. Suas marquises, nesta hora, davam espaço para sem tetos e alguns usuários de drogas. Na outra extremidade, o beco dava acesso a uma outra rua da região, bem próxima ao calçadão do comércio.
Paramos o carro bem em frente e subimos três lances de escadas. Já era tarde, mas ainda haviam crianças brincando na recepção do prédio.Quando entramos no apartamento, avistamos uma belíssima decoração. Um misto de contemporâneo com uns toques de elementos mais antigos, com um pezinho na cultura indiana. bem a cara daqueles spas de relaxamento. Um ambiente bem agradável e acolhedor.

_ Vou fazer mais um café para nós. Fiquem à vontade.

Rodrigo sentou no sofá e tomei a liberdade de olhar a prateleira de livros. Lá encontrei diversos títulos, dos mais variados assuntos. Arqueologia, muitos de fotografia, é claro; Osho, Kama Sutra, Tantra, que me chamaram a atenção. E os mais inusitados, falando sobre fusca. Sim, o carro.

Fomos surpreendidos pela volta de Denise. Com apenas uma camiseta regata branca deixando a lateral dos seios um pouco à mostra. E um shorts jeans, que revelava de vez seus quilinhos a mais, e várias outras tatuagens que havíamos visto anteriormente, pelo Instagram.

_ Qual mais gostou? Disse ela.
_Jamais imaginaria que uma fotógrafa seria fã de fusca.
_ Pois é, mais uma influência do meu pai. Ele é um apaixonado por fuscas, e em toda sua vida, só teve fuscas. Não consigo relembrar da minha infância dentro de outro carro. Cresci e acabei me apaixonando por eles também. Gosto do seu design, das curvas deles; lembram as curvas femininas. O capô, por exemplo, parece muito com a sua bunda linda Liz, completou ela, rindo e olhando fixamente para meus olhos, me deixando um pouco desconsertada.
_ Eh… e por que não tem o seu? Respondi, timidamente.
_ É o meu sonho, pretendo comprar ou reformar um em breve.
_ Vai conseguir logo, vai ter muito sucesso como fotógrafa, seu trabalho é fantástico, disse Rodrigo.
_ Deus te ouça… Então, é aqui que eu vivo. Gostaram? Tem dois quartos: o meu e outro utilizo como estúdio. Um banheiro e uma pequena cozinha com a área de serviço conjugada.
_ Sim, gostamos muito, É bem aconchegante. Você mora sozinha aqui?
_ Sim. Ainda busco o amor da minha vida. Mas enquanto ele não vem, me divirto com alguma amiga ou outra.

Nos olhamos novamente.

_ Amiga? Só namora mulheres? Perguntei.
_ Sim, não tenho paciência pra homem. E pinto que cresce e goza dentro de mim, jamais. Pinto pra mim tem que ser de borracha e vir com peito e buceta (risos).
_ Já foi chupada por uma mulher, Liz?

Abismada com nossa fotógrafa audaciosa e cheia de perguntas, fingi que não ouvi.

_ Isso é um não, já entendi. Devia experimentar. Não vai querer outra língua em você. Venham, venham conhecer o estúdio!

Denise fez do quarto principal – um pouco maior que o outro – o pequeno estúdio. Assim que entramos, ela acendeu as luzes e fechou a cortina preta, eliminando a pouca luminosidade que vinha de fora. O quarto não tinha nada além de uma mesa com um notebook, uma prateleira de metal repleta de lentes de câmeras, cd’s e dvd’s. Também 2 pedestais com lampadas de iluminação e um qie acredito ser um flash. Uma cadeira e uma sombrinha armada. Em uma das paredes, Denise adaptou para aqueles fundos curvos pra dar a noção de infinito.
_ E então? O que acharam?
_ Bonito, simples e muito funcional. Gostei muito, falou Digo.
_ Obrigado! Você realmente é observador! Procurei buscar isso mesmo, respondeu ela, ligando um dos holofotes e entrelaçando a alça da câmera na mão esquerda.
_ Tire a roupa, Liz.

Tomei um susto.

_ Oi? Como assim? Não iríamos combinar outro dia para a sessão?
_ Sim, hoje não serão fotos oficiais. Vamos Liz, só quero testar a iluminação em seu corpo. Quero entregar para vocês o melhor resultado. Se quiser, pode usar o banheiro, enquanto ajeito umas coisas.

Rodrigo abriu um sorriso. Respirei firme e resolvi ficar ali mesmo. Afinal, ficar nua não era problema. Mas aquela nova situação passou a gerar uma certa tensão em mim.

_ Rodrigo, se incomoda em colocar esta cadeira ali no centro?

Ele ficou sem entender, mas atendeu ao pedido. Agarrou a cadeira e levou para o meio do pequeno quarto.
Denise não tirou os olhos de mim enquanto tirava a roupa. Estava concentrada nos ajustes para as fotos, mas fugia a atenção em minha direção sempre. Pensei: calma Liz, ela vai te fotografar, é so um trabalho… Mas ela acabou de dizer que é lésbica! Será? Ai meu Deusss!

_ Vou procurar valorizar cada curva desse seu corpo lindo Liz. Senta ali na cadeira.
_ Tá certo.

Nossa fotógrafa girou um pedestal pra direita, pra esquerda, se posicionou em.minha frente e começou a clicar.

_ Se já viu outros ensaios já sabe o que tem que ser feito né?
_ Acho que sim, respondi.
_ Então vamos lá querida. Vou te ajudando, certo?
_ Ok. Respirei fundo e olhei para Rodrigo. Ele estava em pé, encostado no batente da porta. E parecia hipnotizado.
_ Eh, o que eu faço? Estou meio perdida com os braços…

Rodrigo, mais tarado impossível, já estava com o celular na mão para também registrar o momento.

_ Cruze as pernas, apoie os braços nos encostos.da cadeira. Isso… Agora coloque sua cabeça para trás.

E assim fiz.

_ Ótimo.
_ Com os olhos fechados e ainda um pouco nervosa, pude ouvir uma sequência grande de clicks que vinham da câmera de Denise.
_ Agora quero que nesta posição você descruze as pernas e abra elas um pouco…

Descruzei, mas não conseguia abri-las. Algo me travou e aquilo que aparentemente parecia fácil começou a ficar complicado.

_ Tudo bem? Disse Denise.
_ Sim, acho que estou um pouco nervosa, só isso.
_ Não se preocupe. Se solte, relaxe. Recomeçamos. Rodrigo que tal colocar este celular no bolso e pedir uma comida para nós? Tem dinheiro em cima da mesa da sala.
_ Claro vou pedir. O que prefere?
_ O que você decidir está bacana, Denise respondeu.
_ Certo, mas deixe que eu acerto a conta.
_ Como quiser. Agora me deixe um pouco a sós com Liz.
_ Tudo bem. E saiu parecendo aqueles garotos de colégio que acaram de levar uma bronca da professora.

Eu estava ali, nua, e nervosa na frente de uma desconhecida fotógrafa lésbica. Não conseguia encarar Denise de frente. Percebi que ela voltava a fazer alguns ajustes na iluminação. Então plugou a câmera no notebook, que já estava ligado e escolheu uma das poucas fotos que havia tirado.

_ Esta é você. O que acha?
_ Nossa… Ficou linda!

Denise então me abracou por trás. E senti meu corpo arrepiar de cima abaixo.

_ Pode ficar muito melhor, ela disse, esticando o pescoço para o lado, em direção à tela. Mas precisa me ajudar.
_ Sim eu sei, vou tentar.
_ Você quer fazer isso? Ou é um desejo só dele?
_ Partiu de Rodrigo sim. Relutei no começo. Mas depois passei a curtir a ideia. Por isso estamos os dois aqui.

Ficamos em silêncio por uns instantes. Denise passou por mais umas duas ou três fotos. Eu olhava fixadamente para a tela do computador, procurando descobrir qual Liz deveria estar ali.

_ Ei, exclamou.
_ Olhei para o lado e nos encaramos.

Ela segurou em.meus braços e disse:

_ Traga pra cá a Liz que fez você vir até mim.

Nossos olhos não conseguiam desgrudar um do outro. Senti uma atração louca, diferente. E numa reação impensada, quase irresponsável, beijei Denise. Nossas bocas se encontraram estáticas. Mas antes que elas se soltassem, Denise me abraçou forte. E então nossas línguas se cruzaram num amasso quente e demorado. Um beijo de cumplicidade única, um beijo de entrega.

_ Desculpe, eu não queria…
_ Não? Me entristece dizendo isso, Liz.
_ Não, calma. Meu corpo quis sim. Mas não foi certo.
_ Se foi certo ou não, nós vamos descobrir. Mas foi bom.
_ Sim, foi muito bom. Sorrimos.
_ Vamos tentar de novo?
_ Sim.

(continua…)

Decidimos voltar ao Instagram, até ele nos bloquear de novo. Nos sigam por lá! @lizedigo