No sofá da sala – capitulo 4

Tudo o que eu desejava passava a acontecer a partir daquele momento. Eu, Rodrigo e nosso amigo juntos, explorando novas sensações, novas formas de enxergar o prazer. Estávamos ainda de pé, em frente à varanda. Eu, de toalha, de costas para Rodrigo e protegida pelo seu abraço. André, nú, de frente pra mim. Os três conversando e degustando o vinho maravilhoso. André nos contava sobre o congresso que estava participando e sobre uma situação engraçada durante o seu último relacionamento frustrado. E tudo ia acontecendo naturalmente. Me desvencilhava de Rodrigo, abraçava e dava selinhos em André; Rodrigo fazia carinhos e pequenas massagens em meus ombros, então virava o beijava também. A conversa estava tão gostosa que nem percebemos que havíamos secado a garrafa em minutos.

Coloquei minha taça sobre um aparador olhei para André e disparei:

_ Mas amigo, me conta. Essa sua ex era gostosa como eu?

A tolha que me cobria foi então ao chão. Ele fixou os olhos em mim e com aquele sorriso maroto disse:

_ Não chega aos seus pés. Você é maravilhosa!

Então colei meu corpo nú ao dele e desta vez trocamos um beijo quente, demorado e lento. Nossas mãos buscavam todas as partes possíveis um do outro. Rodrigo, presenciando tudo aquilo, tratou de tirar a bermuda, e não demorou para que também encostasse sua pele à minha, num sanduiche gostoso e erótico. A música começou a embalar os movimentos dos três. Que sensação única sentir o pau de André roçando minhas coxas e o de Rodrigo minha bunda. Não demorou nada para eu ficar novamente muito molhada.

Rodrigo então, recuou. Me deu um beijo e sentou-se na poltrona que fica ao lado do nosso sofá, levando as mãos ao pênis ereto.

Descolei a boca dos lábios de André, me virei e fiquei olhando para Rodrigo com ar de desejo, agora muito mais tranquila, pois tinha certeza que ele estava amando me ver entregue a outro homem. Continuamos dançando. Pela primeira vez na vida me senti uma puta de verdade.

_ Você gosta de olhar, meu amor?
_ Gosto muito, ele respondeu.
_ Então continua olhando pra sua vadia e para o macho novo dela. Nós vamos fazer um showzinho bem safado pra você!
_ Isso, Liz, é isso que eu quero!

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Ainda embalados pela musica eletrônica, segurei o pau de André e voltei a punhetá-lo.

_ Vai Rodrigo, pega no seu também. Mexe nele que eu quero ver.
_ Assim amor?
_ Isso. Acho lindo ele duro, respondi.

Voltei minhas atenções a André. Rodrigo estava seguro e bem entretido na poltrona da sala. Me agachei, e pela primeira vez abocanhei o mastro enorme do meu novo amigo. Aos poucos, minha língua ia sentindo o sabor e a textura maravilhosa dele. Meus dedos apalpavam suas bolas com carinho. Era realmente um instrumento grande, lindo e saboroso.

_ Mostra pra André como você sabe deixar uma pica louca, amor! Disse Rodrigo.

Chupava André como se fosse a última vez que um pau entraria na minha boca. Passava a língua em toda a sua extensão; mordiscava e sugava a cabeça num vai e vem frenético. André segurava minha nuca e se apoiava na porta da varanda. Instantes depois, me pegou pelos braços e me levantou, guiando-me até o sofá. Foi a vez dele retribuir. Se ajoelhou no tapete, abriu minhas coxas e começou a dar beijinhos gostosos na minha buceta. Logo sua língua passou a saborear cada centímetro dela. E não demorou muito pra que seus dedos me invadissem carinhosamente enquanto me lambia. Assim como Rodrigo, André mostrou ser um cara que se preocupa com o prazer da parceira. Que boca gostosa! Como eu queria que aquilo durasse a vida inteira!

Uma vela, a ducha e o amante – capítulo 3

Água caindo em nossos corpos, bocas grudadas e uma de minhas mãos acariciando a pica de André delicadamente. Na minha frente, um macho completamente entregue aos meus desejos. Um escravo gemendo gostoso no meu ouvido.

_ Vem, beija meus seios.
_ São lindos, respondeu ele.
_ Aproveite, pois aqui, agora, eles são só seus.

André largou então minha cintura, agarrou meus peitos e começou a beijá-los, lambê-los com suavidade, intercalando com algumas chupadinhas e mordidinhas. Ele sabia como fazer as coisas! Que boca gostosa ele tinha! Não via a hora de tê-la no meio das minhas pernas.

Ficamos assim por uns minutos, nos beijando e ele dando atenção aos meus seios. Com uma das mãos, buscava minha bunda e a apartava, enquanto sua vara grande e grossa tocava minha virilha, roçando em meus poucos pelos pubianos, mas doido para me invador por completo. Estava tão louco que já não se preocupava com camisinha. Grudava minhas costas na parede, me beijando e tentando em vão penetrar minha vagina. A cada tentativa eu me afastava e voltava a segurar seu pênis.

_Vire de costas, disse a ele.
_ Quero fazer o que vi você fazendo.

Peguei o sabonete, esfreguei-o algumas vezes em minhas mãos e abracei aquele homem lindo por trás, deslizando as duas mãos em seu pau, para frente e para trás, bem devagar. André olhava para aquilo e repetia:

_ Como é bom, como é bom!

Após alguns segundos, foi a vez dele explorar meu corpo úmido – por dentro e por fora – com o sabonete. Me abraçou forte e iniciou pelas costas, beijando minha boca. As mãos foram descendo até encontrar novamente minha bunda. Depois foi a minha vez de ficar de costas pra ele. André agarrava meus peitos e brincava com seus dedos em meu clitóris, como um leão sedento, pronto para engolir sua presa.

Era maravilhosa a forma como ele me masturbava. O dedo médio deslizava na entrada da minha buceta, enquanto o polegar acariciava meu clitóris. No meu ouvido, palavras sacanas o tempo todo:

_ Você é muito gostosa, uma vadia! Hoje eu quero você e não tô nem ai para o que seu noivinho vai dizer, aquele corno!

Foi então que meus pensamentos se voltaram novamente a Rodrigo. Olhei para o lado com a certeza de que o avistaria se deliciando com aquela cena. Que maravilhoso seria se ele quisesse também entrar na ducha conosco! Mas ele não estava ali.

Um sentimento de preocupação veio à tona. Rorigo sempre seria o dono da situação, mas a ausência dele ali na porta poderia ter algum motivo ruim. Então segurei as ações de André e parei.

_ Vem, vamos sair daqui. Quero ver o que Rodrigo está fazendo.
_ Ok, disse André, talvez meio chateado pela forma como encerrei aquele sarro todo. Coitado, acredito que tenha pensado inclusive qu seus planos poderiam ir por água abaixo naquela noite.

Saí do chuveiro, me enrolei na toalha e fui em busca de Rodrigo. Para minha surpresa, o encontrei na sala, apenas de bermuda, encostado na porta que dá acesso à varanda. As cortinas estavam entreabertas. As luzes da sala apagadas. A tv, sem som, estava sintonizada em um canal pornô. Nas caixas, conectadas via wi-fi ao celular de Rodrigo, um som eletrônico, estilo lounge,  ao mesmo tempo calmo e ritmado. Na imagem da televisão, uma loira peituda se deliciava com dois machos negros e fortes. Velas acesas por todos os lados, davam o tom erótico e sensual ao ambiente, perfeito para uma noite inesquecível, em companhia do nosso amigo.

Apenas vestindo a toalha que estava reservada para André, me dirigi lentamente à varanda e abracei Rodrigo pela cintura. Ainda no chuveiro imaginei que a situação pudesse ter trazido alguma sentimento ruim, insegurança, ciúmes. Ele virou, olhou com ternura pra mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado.

_Você está bem? Perguntei a ele.
_ Estou, você estava maravilhosa dentro daquele chuveiro, ele disse.
_ Jamais podia imaginar que chegaríamos nessa situação. Ainda mais vendo você curtir isso tudo.
_ Temos muito pra conhecer ainda um do outro, amor. Mas pra mim, não tem nada mais excitante do que deixar nossos corpos falarem, e nos entregarmos por completo a novas sensações. Estou vendo seu corpo falar. E quando ele fala me deixa muito excitado!

Meus olhos se fixaram nos olhos de Rodrigo e desta vez foi minha vez de beijá-lo.

_ Eu amo você, e serei sempre sua, de corpo e alma!
_ Eu sinto, Rodrigo respondeu.
_ E será pra sempre, tenho certeza, conclui.

Um sorriso largo se estampou em nossas faces. O tesão ainda percorria nossos corpos. André, nú em pelo, talvez percebendo a sintonia que acabara de presenciar entre o casal, se afastou e, enquanto conversávamos, como um verdadeiro gentleman, foi até a cozinha e voltou de lá com três taças e uma garrafa de vinho nas mãos.

Eu e Rodrigo estávamos abraçados. André se aproximou e nos entregou as taças.

_ Um brinde, a esta noite, que vai ficar gravada em nossa memória, por toda a vida!
_ Tin Tin!

No flagra – capítulo 2

Demorei alguns minutos no banheiro. Rodrigo, meu noivo, tantava entender o restante do filme que havíamos acabado de perder. Ao me dirigir à sala, notei que André havia deixado a porta da suíte destinada às visitas aberta. Dava pra ouvir bem o barulho do chuveiro. Neste momento, um misto de excitação, curiosidade e peraltice tomou conta do meu corpo. Como será ele nú? Será que tem um abdomen tanquinho? Um pau grande e gostoso? Meu corpo estava sob tensão total. E ainda muito excitada com as preliminares, maluca pra gozar. Mas não podia ser pega pelo meu noivo, espionando. Como ele iria reagir?

Recuei… Mas meu corpo queria que eu fosse em frente. Então fui. Olhei para Rodrigo na sala. Ele estava entretido com alguma coisa que passava na tv. Então tomei toda a coragem do mundo e empurrei com muito cuidado a porta da suíte que estava entreaberta. A luz do quarto apagada e a do banheiro acesa, impedindo André de notar minha presença.

Me vi então diante de um corpo lindo para um homem de 46 anos. Ele devia ter em torno de um metro e setenta oito e uns oitenta quilos, bem distribuídos. Uma bunda redondinha, algo que meu noivo não tem, mas que acho lindo nos homens. Na hora, imaginei minhas mãos nela… ui! Quando ele virou de frente, não tive como não reparar no seu mastro. Relaxado tinha um tamanho muito bom. Fiquei louca quando começou a ensaboá-lo. Mil pensamentos sórdidos começaram a bagunçar minha cabeça.

Derrepente, ele começa a se excitar, ainda ensaboando seu pau, bem devagar. Parecia até que sentia que eu estava ali, à sua espreita. Ou então relembrando um pouco do que havia acabado de   presenciar, na sala. Uma cena maravilhosa e um corpo tomado pelo tesão, por completo. Seria uma injustiça com minhas fantasias pensar no meu noivo naquele momento. Era hora e sonhar com uma situação incrível, erótica e excitante.

Permaneci quietinha, me acariciando por dentro do shorts e apreciando aquele corpo macho e viril se masturbando bem diante dos meus olhos. André fechava os olhos, como se estivesse fantasiando. Aos pouco ia acelerando os movimentos, parava por uns instantes e então, recomeçava, devagar.

O tempo havia parado ali, naquele momento. Perdi os sentidos e só fui recuperá-los no momento em que fui surpreendida pela mão do meu noivo tapando a minha boca, como se não quisesse que eu fizesse qualquer barulho.

_ Pshhhh! Sussurrou ele.

Um susto! Tremi de cima abaixo, já preocupada com a desculpa que teria que ainda inventar. Ele então, me puxou delicadamente para a porta do quarto, colocando o dedo indicador na boca, pedindo novamente para eu fazer silêncio. Na outra mão uma vela aromática acesa (temos algumas em casa e adoramos tomar banho juntos, com elas acesas).

Eu tremia dos pés a cabeça, e no momento em que ia pedir desculpas ele disse baixinho:

_ É isso que você gosta não é?

_ Naaaa… , amor, calma, por favor.

_ Gosta, eu sei que gosta. Vai ter que me obedecer agora, ok? Tire a roupa rápido, apague as luzes e entre no banheiro com a vela.

_ Você ficou louco, Rodrigo?

_ Pshhhhhhh! Fale baixo, porra!

_ Quem está louca aqui é você… de tesão. Vamos nos divertir com nosso amigo!

Eu não queria acreditar naquilo que eu acabara de ouvir. O nervosismo tomou conta de mim, e o tesão falava muito, mas muito alto. A partir daquele momento minha fantasia se tornaria realidade, e ainda melhor, com o aval do meu noivo, pois ele estava ali e eu sabia que iria tomar controle de qualquer situação. Me despi por inteiro, tremendo muito, e mal conseguia segurar a vela, tamanho o nervosismo.

Apaguei a luz do banheiro e entrei. André ficou paralisado segurando seu penis duríssimo, não acreditando no que estava vendo na frente dele. Não tinha como não perceber meu nervosismo.

Então ele desligou a água que caia sobre seu corpo e falou:

_ Você é doida? Onde está o Rodrigo???

Lentamente coloquei a vela sobre a pia e muito nervosa caminhei em silêncio em direção àquele homem. Abri o box que nos separava, coloquei as mãos em sua cintura, olhei nos seus olhos e disse:

_ Não se preocupe, ele não vai perder nenhum lance disso. Ligue a água, preciso de um banho frio. Fiquei te olhando o banho todo. E eu to ardendo de tesão!

E assim ele fez, me agarrou forte pela cintura e me beijou com uma vontade enorme. Senti o pau dele latejando entre minhas pernas e minha buceta umedecer na hora. Ainda beijando-o, segurei forte no seu membro e pude concluir minhas expectativas. Nunca tive em minha mão um pau tão rijo. E como previ era enorme, talvez maior que o do meu noivo.

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(continua…)

A visita – capítulo 1

Início de mais uma noite de verão em Alagoas. Aqui, quase todos os dias, o calor é intenso e sugestivo. Sugere praia, mar, sol, roupas curtas e coladas… e sexo. Pelo menos pra mim.

Ah, muito prazer meu nome é Liz, sou noiva de um cara maravilhoso chamado Rodrigo. Maravilhoso porque até conhecê-lo, minha vida sexual era uma monotonia. Não que meus ex namorados não gostassem de sexo, não é isso. Mas faziam o sexo “água com açucar”, aquele básico, suficiente, sabe? De todos eles, o primeiro foi um pouco melhor. Talvez justo por ser o primeiro e aquilo tudo ser uma grande novidade, tanto pra mim quando pra ele. Sabia como me pegar e me deixar molhada. Mas com Rodrigo é diferente. Juntos levamos o sexo a um outro patamar. Estamos juntos a pouco tempo mas nos conhecemos perfeitamente. Sabemos como direcionar o outro a lugares inimagináveis na cama, ou fora dela. Ele me entende, me dá segurança para sentir e viver o que eu quiser. E uma escorpiana como eu quer muito. E quanto mais me fizer gozar, melhor fica.

Rodrigo estava recebendo em casa um amigo de fora, André, que chegou à cidade para acompanhar uma feira de franquias que estava acontecendo no Centro de Convenções. Naquela noite de sexta, André avisou que chegaria tarde, pois ao sair do último dia de congresso e palestras, iria confraternizar com os colegas em algum bar da cidade. Mas no dia seguinte, sairíamos juntos para aproveitar um pouco a companhia e apresentar-lhe um alguns pontos turísticos da cidade, sua orla, suas praias e atrativos maravilhosos. Durante a semana, devido aos compromissos normais de trabalho e família, não conseguíamos nos encontrar.

Resolvemos então aproveitar a noite em casa. Para tanto, compramos umas cervejas e uma comidinha japonesa, torcendo para que a TV à cabo transmitisse algum filme interessante. E assim aconteceu. Fizemos um jantar a dois, regado a um bom papo (adoramos conversar, trocar experiencias e relatar nosso dia). Logo depois, nos acomodamos no sofá e começamos a assistir o filme. Um drama, com umas pegadas sensuais, bem chatinho. Mas a cerveja ia nos deixando animados.

Rodrigo é um cara que sempre priorizou bom sexo, cheio de tesão e safadezas. Não demorou muito para ele começar a me beijar e tocar meu corpo. Ele vestia apenas uma bermuda. Eu estava com um shorts curto e uma camiseta folgada. A intensidade dos nossos beijos aumentava a cada cena do filme. Eu arrepiava a cada toque dos lábios dele no meu pescoço, e de seus dedos ágeis e carinhosos acariciando minha coxa.

É claro que logo o filme já não era mais interessante para nós. Rodrigo queria mais era brincar em meus seios, por dentro da minha camiseta, tentando tirá-la à todo instante. Fiquei preocupada, pois sabia que o amigo dele poderia chegar a qualquer momento, e mal o conhecia.

_ Não se preocupe amor, ele não vai vir agora, ligou dizendo que vai sair com o pessoal do congresso.

Pensei: bem, se ele chegar conseguiremos disfarçar, pois a campainha vai tocar, teremos que abrir a porta e tal. Então relaxei e resolvi curtir aquele momento especial.

Ainda sentada no sofá, tive a camiseta tirada pelo meu noivo, que logo comecou a beijar meus seios, modéstia a parte, muito bonitos e empinados. Adoro ser beijada ali, a sensibilidade é muito grande e não demorei muito para ficar toda molhada. Como ele sabe muito bem que isso acontece rápido, enquanto lambia carinhosamente meus bicos, desabotoou meu short e delicadamente comecou a me tocar por dentro da calcinha. Parou por um instante e me olhou com ar de satisfação:

_ Esta molhada, do jeitinho que eu gosto.

_ Sim, respondi gemendo baixinho.

Não se contentando, desceu todo o meu short e viu uma calcinha branca, tão encharcada que já era possível ver o que ela escondia. Não perdeu tempo e começou a beijar minha buceta, por cima da calcinha, me deixando louca.

Quando isso acontece, quero sentir logo o pau dele dentro de mim. Ordenei que ele sentasse no sofá e retirei a bermuda e a cueca samba canção que ele usava, deixando à minha vista aquele pau enorme e duro que eu tanto amo.

Me excita demais masturbá-lo. Por isso, me ajoelhei no tapete, com uma das mãos acariciando minha buceta e com a outra ora masturbando, ora chupando a pica e as bolas dele, que neste momento já estava latejando de excitação.

Rodrigo estava descontrolado, se contorcia como nunca e senti que se prolongasse um pouco mais o boquete faria-o gozar. Então parei e sentei no seu colo, na intenção e provocá-lo ainda mais, e sentir aquela vara enorme roçando minha calcinha. Ele me agarrava pela cintura, beijava minha boca, meus seios, me chamava de puta, vagabunda (eu adoro!) e dizia que me amava como nunca amou outra mulher na vida.

556c50efaad9f0cf89a6580e1ad7338a.mp4-preview-14Ficamos neste sarro por uns instantes, mas estava louca pra ter aquele pau dentro de mim. Afastei finalmente a calcinha e sentei devagar nele. Os movimentos, no início, eram bem lentos e gostosos, daqueles que nos fazem sentir o membro do cara nos preenchendo toda. Aos poucos, eles começaram a acelerar. Rodrigo, enquanto me penetrava, me beijava na boca com vontade e segurava minha bunda, na tentativa de controlar meus movimentos e, consequentemente, sua gozada. Nada mais nos importava, apenas viver e aproveitar mais uma trepada maravilhosa.

De repente, a porta da sala se abre… Num movimento institivo, pulei de cima de Rodrigo e tentei pegar, ao chão, a camiseta que vestia, na tentativa de cobrir algo em meu corpo. Tudo em vão. Como ainda estava de calcinha, me encolhi no sofá e cobri os seios com os braços, cheia de vergonha. André, pego de surpresa, não sabia como reagir. Ficamos os três estáticos, um olhando para o outro.

_ Gente, me desculpem, não imaginava que estavam aqui.

_ Nem nós, que ia chegar tão cedo, respondeu Rodrigo, sentado no sofá e completamente nú.

_ O pessoal desistiu de sair para confraternizar, então resolvi vir pra cá pra saber o que estavam fazendo, e que quem sabe, sairmos pra comer algo e papear.

_ Que pena, eu disse, ainda trêmula. Comemos agora pouco.

_ Ah, então não se preocupem, afinal não avisei. Vou tomar um banho e comer alguma coisa no quarto.

E se retirou.

Olhei para Rodrigo e começamos a rir da situação, ainda assustados. Enquanto nos recompúnhamos e colocávamos as roupas, ele explicou que havia deixado uma cópia da chave com André para que ficasse mais à vontade e não se preocupasse com horários. Maluco, como ele faz isso comigo??!!

Dei um beijo gostoso nele e completei:

_ Vou ao banheiro, mais tarde a gente termina isso lá no quarto. (continua…)

Nosso primeiro post

Este é um blog para os apreciadores da leitura erótica. Aqui nós vamos dividir com vocês aquilo que gostamos de falar ao pé do ouvido, quando estamos na cama, em nossa mais profunda intimidade. Sim, nós somos um casal bem pervertido e quem sabe um dia as histórias que vocês vão ler aqui, periodicamente, virem uma gostosa e inesquecível realidade. Comentem, critiquem, excitem-se, divirtam-se e gozem com as Histórias de Liz.

Beijos e abraços,

Liz & Digo
@casalcuidadoso