Na segunda marcha

Olá queridos e queridas! Como vão?

Deixem eu contar: nosso 2018 sexual começou apenas na noite passada!

Por incrível que pareça, não tivemos tempo pra peripécias sexuais durante esses dias. E dificilmente temos em datas comemorativas como esta. Quando a casa está cheia de sobrinhos, primos, tios enfim, família reunida, é quase impossível achar um espaço na “agenda” e um lugar pra fazer sexo. Nem mesmo pensar em sexo a gente consegue, meu Deus!!! Só se pensa em passeios, fotos, ceias natalinas, de Ano Novo, champanhe, cerveja… e no maldito Engov no dia seguinte.
Mas ontem, finalmente, tiramos o atraso. E a trepada maravilhosa inspirou o post de hoje por um único motivo: Foi uma das raras vezes em que consegui gozar duas vezes em um intervalo curto de tempo – leia-se menos de meia hora. Liz, ao contrário, dificilmente fica só na primeira quando fazemos amor. Os carinhos, beijos, toques e palavras carinhosas a deixam muito excitada e pronta pra segunda. Mas é quase impossível um cara de quase meia idade como eu ir para o segundo orgasmo, quem diria engatar uma terceira. Mas aí vem a pergunta: quando a primeira já é maravilhosa, precisa de uma segunda? No mundo liberal é necessária a segunda? A terceira na mesma noite?
Ontem aconteceu. Depois que já havíamos gozado com a penetração, a fiz gozar novamente com meus “dedos mágicos”. É como ela os apelidou, pois, segundo a própria, são tão bons quanto um pênis – em certas situações até melhores. Mas naquele clima (quarto à meia luz, ela deitada na cama, eu de joelhos, ao mesmo tempo oferecendo o pau para ela chupar e a masturbando), me fez ficar excitado novamente. Sai daquela posição para um papai e mamãe básico, forte e ritmado, com aqueles palavrões safados de sempre em ambos os ouvidos. E acabei gozando mais uma vez. E foi fantástico, regado com um tesão inexplicável. Aeeeeeeeee!
Acabados, deitamos nus, e comecei a tentar lembrar quando algo semelhante havia acontecido, anteriormente. E não lembrei. Ou seja, nem em relacionamentos anteriores atingi tal proeza. Será a forma de relacionamento o principal responsável por orgasmos sempre intensos e gostosos?
Mesmo na juventude, sempre preferi a qualidade do sexo à quantidade. Ao contrário de muitos amigos, que sempre queriam demonstrar uma “super potência” na cama, inclusive se utilizando de métodos perigosos para a idade deles. Sim, na juventude já cheguei a dar duas e acredito que até três, numa mesma noite, mas em longos intervalos, com direito a cochilo, inclusive.
Mas a gente vai envelhecendo e percebe que o que te faz gozar ao longo dos anos muda muito. Quando você é novo, basta apenas uns peitinhos na boca e a buceta quentinha daquela namoradinha de colégio pra te fazer chegar lá. Ai você vai entrando nos 25, 30, e o que passa a te atrair é um corpo sarado, peitões, bunda grande e firme. E você vai em busca da mulher perfeita. Não precisa ter nada a ver com você, mas tem que ser “a gostosa”. Comigo foi assim. E a relação terminou com um belo par e chifres na testa.
Mas ai você chega aos 35, 40, já está casado, muitas vezes com com filhos. E a fantasia do final feliz com a garota da capa de revista termina. O amadurecimento vem, você passa a dar valor mais à beleza interior. Mas aqueles peitões duros e firmes, e as coxas torneadas ainda te deixam maluquinhos.

Não acredito que vá repetir a performance de ontem tão cedo. Mas confesso que fiquei bem animado. Hoje mesmo já comecei a ler algumas coisas sobre a relação dos hábitos saudáveis (alimentação balanceada, atividade física) com o desempenho sexual. E já coloquei como meta de 2018 melhorar este quesito. Mas, sinceramente, não existe afrodisíaco melhor para a performance sexual do que ter uma mulher linda – para você, pois para os outros não importa – safada, apaixonada e que se entregue por inteira a você. Não exija dela aquilo que você não pode dar. Antes de pensar na sua gozada, uma, duas, ou três vezes, pense na gozada dela. Pergunte como ela gosta, do que ela gosta. Não tenha vergonha de pedir pra ela te mostrar o que a deixa excitada. E deixe de ser um hipócrita ciumento se ela te disser que está fantasiando com outro, ou que tem vontade de trepar com outro. Afinal você sempre fantasiou vocês dois com outra, não é mesmo? Ela sabe disso? Conteeeeee! Conversem… Quem sabe não acontece?! E não seja maravilhoso? Os casais do meio estão ai aos montes para provar isso! Vai, finja que é aquele ator da novela que ela acha bonitão, porra! deixa de ser egoísta e faça ela gozar! Tenho certeza que se deixarem as fantasias fluírem, a Juliana Paes vai estar na sua frente, todas as noites, meu amigo!

E tem mais! Depois dos 35, você tem que ser meio Super Homem, pois não é só na cama que você faz a mulher gozar. É num presentinho fora de hora, é numa palavra carinhosa, e no seu apoio diário nos afazeres da casa. É no conselho em relação aquele problema do trabalho. É chegar cansado em casa e ainda encontrar um tempinho para ouvi-la. De preferência fazendo massagem nos pezinhos ou cafuné na cabeça – daí para o sexo é um pulo. Faça ela se sentir única. Torne-se o melhor amigo dela. Faça-a contar tudo pra você. E pra terminar, assuma seus defeitos e tente melhorá-lhos, todos os dias. Seja paciente, seja carinhoso, respire duas vezes antes de iniciar uma discussão besta. Não é fácil mesmo, mas tenho certeza que ela vai olhar pra tudo isso e repetir o mesmo com você. E então, juntos, vão engatar quantas marchas o momento e o tesão permitirem.

E vocês? Ficam só na primeira marcha durante o sexo? Engatam a segunda? A terceira? O que fazem para que o orgasmo de ambos seja perfeito?

Um 2018 com muitos orgasmos pra todos nós!

No colinho do Papai

Uma de minhas maiores frustrações de infância é nunca ter tirado uma foto com Papai Noel. Minha mãe sempre dizia que, quando eu era pequena, tinha muito medo de chegar perto dele. Até tentou uma vez, mas eu chorei tanto, que acabou desistindo.
Pois é, o clima natalino está no ar e eles estão por toda parte. Nas festas, confraternizações, shopping centers. E são dos mais variados tipos. Altos, baixos, gordos, magros com barrigas postiças. E nunca se viu tantos Papais Noéis como antes. Em tempos de crise, fazer um bico como “bom velhinho” é necessidade e quase um privilégio para muitos.
O que acontece é que hoje, quando encontro um, vem uma vontade louca de desfazer todos os mau-entendidos de pequena. Eu amo Papai Noel!!! Queria muito poder agarrar na barba de um, tirar uma foto com ele. Mas junto também vem a vergonha. Já pensou eu no meio de um shopping, sentada no colo do Papai Noel? Que micooooo!
Mas tudo mudou numa tarde de sábado. Encontrei o Papai Noel que me fez perder todos os medos. E por uma ironia do destino, ele apareceu na confraternização de fim de ano da empresa onde eu trabalho. Uma grande festa para funcionários e seus familiares. Churrasco, bebidas de todos os tipos, boa música e muita alegria. Tivemos um ano de excelentes resultados, e nosso chefe não mediu forças para valorizar e reconhecer o trabalho de toda equipe. É claro que também, naquele dia, não faltou a tradicional troca de presentes, no amigo secreto.
Cheguei um pouco atrasada, pois havia deixado para a última hora o presente que entregaria à minha amiga secreta. Mas consegui um lugarzinho perto dos colegas mais chegados. E lá estava ele, quase que de frente para mim, em sua poltrona vermelha, com diversos presentes à sua volta, e sempre disponível para as fotos com as crianças e seus pais orgulhosos. Dava para notar que o homem por trás daquela fantasia não era gordo, muito menos barbudo. Era jovem e, aparentemente, parecia incomodado dentro de todas aquelas roupas. Mas não deixou de perceber minha movimentação na chegada. Cruzamos nossos olhos e o fiz perder a concentração por completo, diante dos convidados.
Fiquei sentada alguns minutos na mesa, comendo alguma coisa e batendo papo com as pessoas em volta. Os olhares do velhinho eram frequentes. E a cada investida, eu ficava mais curiosa pra saber como era aquele homem por trás das vestimentas vermelhas.
Minutos depois, decidi ir até o banheiro ajeitar a maquiagem e fazer aquele xixi. Passei em frente à ele, e mais uma vez, recebi um sorriso como presente. Antes de sair do banheiro, puxei um pedaço de papel e uma caneta da bolsa. Não daria tempo de fazer uma cartinha pra ele, mas certamente, realizaria o meu desejo de Natal.

“Querido Papai Noel. Meu desejo de Natal é sentar no seu colo gostoso e tirar uma foto com você. Mas tem que ser agora. Vou te esperar na sala do chefe, daqui meia hora.”

Ao voltar para mesa, fui até ele e estendi a mão, passando o bilhete. Cheguei pertinho do seu ouvido e provoquei:

_ O senhor é meu desejo de Natal. E tenho certeza, pelos olhares, que eu sou o seu!

E então sai.

Ele abriu o bilhete e me olhou com um sorriso maroto, voltando sua atenção à duas crianças, logo depois.

O tempo passava e meu tesão aumentava a cada encarada dele. Ele também demonstrava isso, passando a luva branca na testa suada o tempo inteiro. E, como prometido, meia hora depois, levantei-me e segui em direção ao corredor de acesso à casa. O chefe já havia bebido bastante e estava bem alterado. Rindo muito e passeando pelas mesas, dava toda a atenção aos convidados. Com certeza, ele não seria um problema.
Cheguei na sua do chefe, e para minha alegria, ela estava aberta, com as chaves na porta, para o lado de dentro. Em sua mesa, os seus pertences pessoais e as chaves do carro, sinal que em breve voltaria para pegá-los.
As persianas estavam fechadas, mas a claridade que vinha de fora e atravessava suas lâminas, era suficiente para o que eu e Papai Noel desejávamos naquele lugar.

Sentei na cadeira confortável e ouvi passos fortes e lentos vindo em minha direção.

_ Oi, demorei?
_ Nenhum pouco! Como fez para sair?
_ Disse que não estava me sentindo bem e que precisava descansar um pouco no banheiro.
_ Ótimo, não temos muito tempo. Tranque a porta. A chave está aí.
_ Você é louca. Fuder na sala do seu chefe…
_ Não vou fuder. Vou realizar um sonho de infância.

Ele se aproximou de mim…

_ Ah é? Você queria comer Papai Noel quando pequena?
_ Kkkkkk não! Queria sentar no seu colo. Mas sempre tive medo.
_ E quem garante que você não vai sentir medo do presente que que tenho pra te dar?
_ Tu é um Papai Noel muito do convencido, sabia? Então senta aqui e bota esse pinto para fora, que eu quero ver! Rápido, precisamos voltar pra festa!
_ Ok, vadiazinha, mas antes quero provar esse seu corpo todo!
_ É? O senhor é um Papai Noel bem tarado, né?
_ Sou, adoro fuder minhas ajudantes. Mas hoje vou abrir uma exceção e fuder você.
_ É, seu safado? Se não fizer direito falo pra todo mundo que você é um velho broxa.

Com um pouco de dificuldade, ele abriu a cinta enorme e brilhante e puxou a calça vermelha toda para baixo. Seu pau era enorme e gostoso, e já estava muito duro. Me ajoelhei em frente ao homem quase embaixo da mesa do chefe, e comecei a lamber e punhetar aquela vara toda, começando pelas bolas. Colocava elas toda na boca, uma de cada vez, e então subia e descia com a língua, deixando-a toda babada. Pra terminar, um mamada bem gostosa na cabeça, com direito a lambidas, mordidas e aquele vai e vem frenético entrando e saindo da boca, que deixa qualquer macho louco. Papai Noel gemia gostoso e se tremia todo na poltrona.

_ Puta que pariu, é a melhor chupada que já recebi. Como você é vadia!
_ Tá gostando Noel? Meu marido também fala a mesma coisa.
_ Maridinho? Você é casada? Nossa, então ele e um corninho bem sortudo.
_ É sim, sou a vagabunda dele, sempre serei.

Me levantei, virei de costas e comecei a tirar a roupa.
_ Isso, caralho como você é gostosa. Deve ser a putinha desse escritório!
_ Ainda não, mas tem um monte de caras aqui doidos pra me comer!
_ E você já deu pra algum deles?
_ Como você é curioso Papai Noel! Vai, deixa eu ver esse corpo gostoso também. Tira a fantasia, seu tarado!
_ Nos olhávamos fixamente enquanto sacávamos nossas roupas. Não havia muito tempo. Eu precisava gozar e papai Noel voltar para suas entregas de presentes. Estava ali na sala do meu chefe, semi nua, sedenta por uma boa foda, e na minha frente um papai Noel gostoso, só de botas, barba postiça, gorro e um pau grande que eu desejava dentro de mim. Pronto, eu enfim realizava o sonho de uma vida, sentar no colo do Papai Noel!
_ Vem vagabunda, senta aqui no meu pau.
_ Vou velho safado, como ele está duro!!
_ Está, desde a hora que te vi chegando!
Baixei a calcinha me inclinando toda para baixo, colocando meu rabo praticamente na cara do velhinho. Ele me segurou pela cintura forçando meu corpo para que minha buceta encontrasse sua vara.
_ Senta logo no colinho do Papai Noel, senão não vai ganhar presente!
De costas para o Noel, segurei no pau dele para que deslizasse gostoso dentro de mim. Mas antes, uma esfregadinha básica por toda minha vulva. Junto dela um gemido gostoso e forte:

_ Aaaaaahhhhh, filha da puta, enfia logo!
_ Calma Papai Noel tarado, sente como minha buceta está molhada. Esfrega seu pauzão nela.
_ Ahhhh, que deliciosa! Enfia, quero sentir seu buraquinho quente.

Os braços da cadeira favoreciam a posição. Com as duas mãos apoiadas neles, pude descer lentamente, preenchendo toda minha buceta com o pau do Noel. É uma delicia interromper o movimento com ele lá dentro. Sentir o macho te possuindo por completo. E assim fiz por uns instantes. Logo depois, comecei a subir e descer em movimentos suaves e constantes.

_ Isso, que delícia, você é uma gostosa da porra.
_ Tá gostando da visão, Noel?
_ Meu pau arrombando sua buceta é lindo de se ver, tesão do caralho!
_ Uhhhh, isso, que vadia! Vem cá!

Noel agarrou meu peitos e me puxou para seu encontro.

_ Coloca os pés aqui na poltrona.

Com as mãos, uma de cada vez, arrancou os meus saltos, me abraçou forte e começou a controlar os movimentos. Nos ajeitamos de modo a ficarmos confortáveis naquela posição. Agora era ele quem levantava e abaixava os quadris, comigo em seu colo. Meu rosto estava colado com o dele. Queria beijá-lo, mas a barba postiça atrapalhava. Ele já estava louco de tesão. Me segurava com uma das mãos e com a outra, começou a me tocar sem interromper as estocadas, cada vez mais frenéticas e intensas.

_ Assim é golpe baixo, vai me fazer gozar seu velho filho da puta!
_ Eu sei que vou! Goza com meu pau ai dentro, vai!
_ Então soca gostoso, vaaaaai, isso!

Quanta desenvoltura desse Papai Noel, puta que o pariu! Como fodia gostoso. E sabia muito como fazer uma mulher chegar ao orgasmo.
_ Aí, tá vindo, tá vindo, não pára, por favor!
_ Ahhh, ahhh, hummm, AAAAHHHHHHHH!

Gozei e melei o pau todo daquele homem gostoso, como à muito tempo não acontecia. E a adrenalina de trepar às escondidas, num lugar repleto de gente, na sala do seu chefe, tornava aquele momento ainda mais incrível e único.
As pernas já não respondiam direito, mas eu ainda queria receber toda a porra daquela vara gostosa. Saí de cima dele e sentei novamente, desta vez de frente. Com ambos os joelhos apoiados na cadeira. Assim o domínio é todo meu. Faço qualquer homem gozar, na hora que eu quiser.

_Pega na minha bunda Noel, seu presente vai chegar já!
_ Rebola esse rabo gostoso que eu quero te encher de porra!

Ele segurou firme e abochanhou meus peitos. A barba atrapalhava bastante mas sua língua os deixou eriçados rapidamente.

Movimentos intensos, alternando os quadris, de cima para baixo, para frente e para trás, sucessivamente. Era hora de Noel gozar.

_ Onde quer minha porra, não vou engravidar a mulher do corninho.
_ Vem, aqui na meu rostinho…

Me levantei rápido e fiquei de joelhos no chão, em frente à ele. Não deu tempo nem de uma última mamada. Os jatos vieram com força, melando toda minha face. Então ele se levantou e começou a passar a pica pelo meu rosto. Espalhando toda sua gala quente.

_ Ahhh, hummm, chupa piranha, suga tudo o que sobrou ai dentro! Ahhh, como é bom!

Deitamos abraçados no chão, pois precisávamos descansar uns instantes, quando então lembrei da festa que acontecia lá fora.

_ Pura que pariu amor, vista as roupas, precisamos voltar.
_ Já? Tá bem… Obrigado por me convidar para ser Papai Noel na sua empresa, Liz. Não vou esquecer jamais desta tarde.
_ Obrigada amor, pelo menos você tirou essa fantasia do armário mais uma vez! Ei… espera! Papai Noel, faltou a foto! Meu Deus!!!
_ Vai, pega o celular e senta aqui no meu colo.

Tirei o celular da bolsa, coloquei no modo “selfie” e então, finalmente, pude realizar meu sonho. Completamente, nua, com o rosto todo melado, abraçada com melhor Papai Noel do mundo, com o meu Papai Noel. Aquele que me ajuda a realizar todos os meus sonhos, todos os dias. Click! Uma foto pra guardar pra sempre! E a sete chaves!!!

O Natal já passou mas desejamos a todos nossos leitores, um 2018 repleto de saúde, tesão, felicidade, orgasmos, fantasias e muitos sonhos realizados!

@digoeliz

Na estrada – capítulo 8

Não fazia ideia de nosso destino. Mas Denise tomou o caminho do litoral sul do estado. Pelo caminho, íamos falando besteiras e ríamos muito sobre nossos relacionamentos anteriores frustrados. Ah, também cantarolávamos as músicas que tocavam no rádio do carro. O sol já estava forte mas ainda haviam poucos carros na estrada. Passamos pela região do Pontal, atravessamos o viaduto e seguimos adiante.
Pensei: ela vai parar na praia do Francês ou na Barra de São Miguel. Errado. Vi os acessos às duas praias cruzarem meus olhos, sem sinal de parada. Seguimos em frente. A cada troca de biquíni, um olhar safado de Denise e comentários do tipo
:
_ É, esse está bacana, separa…
_ Nãooo, muito grande, tira.
Num dos momentos em que fiquei sem a parte de baixo do biquíni. ela perguntou:
_ Lembra daquela foto da Galisteu na Playboy, dela se depilando?
_ Quem não lembra? Foi polêmica, respondi.
_ Faz uma coisa: encosta na porta, de frente pra mim. Abre um pouco as pernas. E olha pra sua vagina. Não tira os olhos dela.
Com uma mão no volante, Denise, com a outra, puxou a câmera do assoalho do carro. E tirou duas ou três fotos.
_ Legal! Toma, segura.
_ Câmera pesada! Onde eu bato?
_ Aí em cima, no botão vermelho.

Então virei a câmera em nossa direção, segurando-a com as duas mãos, como se fosse fazer uma “selfie”.

_ Vem vamos registrar esse dia. Cola aqui no meu rosto. Só cuidado com a estrada, alertei.

Denise largou o pé do acelerador e veio até mim para a foto. (click)
_ A um dia inesquecível e a nossa nova amizade, disse ela, olhando profundamente em uma olhos.

Dirigimos mais uns instantes e tomamos o acesso à praia do Gunga. Ali a paisagem muda bastante. Plantações imensas e intermináveis de cana de açúcar nos dois lados da pista.
Paramos no meio da estrada, numa área linda quase chegando no mirante do Gunga.

_ Por que paramos?
_ Quero ver o quanto você está afim de fazer essas fotos. Preparada? Disse ela, pegando a câmera em punho.
_ Ai ai, Denise. Diga logo o que pretende!
_ Vou ali fora. Tire toda a roupa. Quando eu disser, você sai do carro e vai até o meio da pista. Quero uma foto de frente e uma de costas.
_ Você está louca? E os carros?
_ Fique tranquila. So nós estaremos aqui.

Que maluquice eu estava prestes a fazer. Não vou conseguir, pensei. Espera, não tenho obrigação de fazer nada do que essa louca disser…

Denise saiu do carro. Olhei por uns instantes para a pista. O fluxo de carros era quase zero. Me imaginei ali, nua, como se estivesse viajado no tempo, apenas um minuto à frente. Respirei fundo tentando encontrar uma coragem que não tinha. Pensei em Rodrigo e como eu queria que ele estivesse aqui acompanhando tudo isso. E então comecei a tirar a camiseta e a calcinha do biquíni.

_ Venha de chinelos, o asfalto já esta quente, gritou Denise, la de fora. Quando eu disser agora, você vem para o meio da pista.
_ Ok!!!

Meu corpo tremia dos pés a cabeça, tensa. E junto veio aquele desconforto na barriga. Meu Deus, é loucura demais!

_ Agora!!!! Vem!
_ Respirei fundo mais uma vez. Então abri a porta do carro e na confiança de Denise, nem me preocupei se haviam outros carros passando ou não. E fui. Com o braço tentando esconder os seios e uma das mãos na virilha.

_ Tá escondendo o que gata, ja vi tudo isso ai!
_ Não é de você que estou escondendo.
_ É de quem? Tem mais alguém aqui?

Então olhei para os lados e só avistava a bela natureza local. O barulho era apenas dos pássaros e, ao fundo, da música que vinha do rádio. O céu estava incrivelmente limpo. E os raios de sol já penetravam em minha pele com força. Estava nervosa, como se estivesse infringindo alguma lei – e acho que estava mesmo. Uma sensação de liberdade e felicidade extrema surgiu. Então ergui os dois braços ao alto, deixando meu corpo nu exposto a quem quisesse apreciá-lo. Olhei para o céu e agradeci a Deus por aquilo. (Click, Click!)

_ De costas agora, precisamos ser rápidas. Tem um carro vindo lá longe.

Me virei, como Denise pediu. E coloquei as duas mãos na cintura. (Click, click, click)

_ Isso delícia, já é uma modelo profissional, gritou Denise. Agora vem pro carro, pois é um ônibus que está vindo.

Olhei para trás e pasmem, o ônibus estava chegando. Então acelerei o passo. E quando fui entrar no carro, ouço Denise:
_ Espera, não pensa em nada, só mais uma foto! De quatro, apoie os ombros no capô do carro, rápido!

Surtei, não pensei e obedeci. E apoiada no meu carro que estava no acostamento, só pude ver o ônibus, com alguns poucos passageiros, que provavelmente estavam indo passar o domingo na capital, cruzar, muito devagar ao meu lado. Vi olhares estáticos nas janelas. Só pude ouvir o buzinaço e o grito, provavelmente do motorista:

_ Eeeeeeeeeeeeeeee, delícia!

Abri a porta do carro e entrei como um foguete. E lá veio Denise, com sorriso estampado no rosto.

_ Você está louca é? Ficar pelada no meio da estrada?

Nos olhamos e caímos na gargalhada.

_ Meu Deus, o que eu fiz!
_ Arte. Olhe isso, respondeu Denise.

Era a foto que ela acabara de tirar. Eu, inclinada com os ombros no capô e olhando para o ônibus ao fundo, com seus passageiros e seus olhares incrédulos.

_ Que imagem linda, puta que pariu!
_ É isso que vamos fazer hoje, gata, arte!

Nos olhamos, satisfeitas com o resultado. É nos abraçamos, felizes. Eu ainda nua. Um abraço quente. Pude ouvir a respiração de Denise nos meus ouvidos. E senti uma das mãos dela tocar minhas coxas. Me arrepiei por inteira, inevitavelmente, os bicos dos meus seios ficaram duros. Seus lábios e sua língua começaram a percorrer meu pescoço suado e nossas bocas se encontraram num beijo ainda melhor do que aquele no estúdio. Meus mamilos tocavam suavemente os dela, que também enrijeceram, tocavam por cima do tecido da camiseta que vestia.
Sua mão direita segurava minha nuca para não deixar que eu saísse dali. A esquerda, que antes tocava minha coxa, já desvendava minha virilha. Minhas pernas foram se abrindo devagar, o sinal verde para que Denise me tocasse. Sua boca deixou meus lábios e começou a percorrer meu pescoço, e desceu até meus seios. Meu Deus, que gostoso! Pela primeira vez uma mulher me tocava daquele jeito, e ela sabia bem como fazer. Não demorou muito para minha buceta umedecer por completo. Como aquilo estava bom! Esqueci completamente do mundo em minha volta. Mas uma pena que Denise não esqueceu. Como se estivesse cometendo o crime mais hediondo, me largou e segurou ao volante.

_ Vamos gata, temos um dia inteiro pela frente ainda. É não podemos virar estrelas pornôs de expectadores no meio de uma estrada. E respirou fundo, soltando o ar com força, pela boca.

_ Tá certo! Vamos nessa.

Coloquei novamente minhas roupas, mas à contra gosto. Estava “possuída” por uma sensação da qual nunca havia passado antes. Denise segurava o volante com uma mão e com a outra já fazia carinhos em minha coxa, cheia de intimidade.

Passamos, sem parar, pelo mirante da Praia do Gunga, um dos principais pontos turísticos aqui de Alagoas.

_ Lá de cima dariam fotos ótimas, comentei com Denise.
_ Verdade, mas a essa hora já devem ter alguns turistas por lá.
_ E você pretende parar aonde?
_ Em Dunas de Marapé.
_ Lá é lindo, já estive algumas vezes. Mas fotos nuas? Tem muito turista lá.
_ Ainda e cedo, diferente do mirante, o pessoal começa a chegar por lá depois das nove.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Luxúria – capítulo 7

Estávamos excitadíssimos com a nova sessão de fotos. Denise cheia de segredos e, pra piorar, a viagem de Rodrigo. Por um lado, ela veio em boa hora, pois pude passar mais tempo com meus pais durante aqueles dias. Mas estava muito difícil pensar naquilo tudo que estávamos realizando e não querer estar com Digo, trepar gostoso com Digo. Sem ele, só me restava brincar sozinha com meus dedos e brinquedinhos. Falávamos sacanagens o dia todo pelo Whatsapp e, na sexta-feira,cheguei a me tocar e gozar no banheiro do trabalho.
No sábado, resolvi dormir cedo para acordar bem disposta no dia seguinte. Mas a ansiedade não permitia que o sono chegasse. Passei o final da noite toda no quarto, com a TV e notebook ligados, sem conseguir me concentrar direito em nada. Eram quase 10 horas quando Rodrigo liga do hotel, em Recife:

_ Oi meu tesão. Está fazendo o quê? Pronta para amanhã?
_ Aí amor, estou um pouco tensa, apreensiva. Queria que estivesse aqui.
_ Eu estou aí, não está sentindo?
_ Eu sei amor, mas é diferente. Seu carinho me protege, me acalma. Eu estou quente…
_ O dia de amanhã é uma incógnita e isso está te deixando nervosa, não é? (Risos)
_ Pára Digo, é sério.
_ Faz o seguinte: onde está Agora?
_ Na nossa cama, vendo uns e-mails de trabalho no notebook.
_ Está nua?
_ Não totalmente, só de calcinha. Estava me tocando agora pouco e pensando em nós. Mas perdi a vontade. Não é a mesma coisa sem você aqui.
_ Então entra no Lust Cinema e escolhe um daqueles filmes.
_ Mas amor, prometemos que só íamos assistir os vídeos desse site juntos.
_ Tudo bem, depois assistimos novamente aquele que você assistir agora. Mas assista.

_ Pera… Pronto, entrei. Escolhi um chamado “We know you are whatching”.
_ O que significa Liz, sabe que sou péssimo em Inglês…
_ Significa: Nós sabemos que você está olhando.
_ Hum… olhar adoro. Clica ai e vai me contando.

_ É uma jovem, ela é linda. Está tomando café e olhando pela janela. Ela tem vizinhos no prédio em frente. Um casal. Nooossa… Hum… eles estão se pegando com a janela aberta. E ela observado…
_ Ela é tipo Rob e Mile? Safadinhos?
_ Tipo você também.
_ É, eu gosto… E o que mais?
_ Hummm eles perceberam que ela os olhava. Deixaram-na toda sem graça. Estão trocando mensagens escritas em papel pela janela. Ai que delícia, convidaram ela pra visitá-los!
_ Hummmm, o bicho vai pegar!
_ O marido abriu a porta e ela está entrando… Caraca amor que casal gostoso. Eu quero fuder com um assim!
_ Vou te dar essa fantasia, amor. O que você está fazendo agora? Já estou me masturbando aqui, imaginando você ai. Imagine que você é a vizinha.
_ Amor, vou colocar no viva voz.
_ Porque?
_ Não consigo me tocar e segurar o telefone… Caralho amor, eles são muito gostosos, puta que pariu. Tô molhada aqui. O pau dele parece com o seu! Aff… hummm!
_ Me conta, o que estão fazendo?
_ Estão na cama tirando a roupa dela.
_ Elas estão se pegando gostoso. E ele acariciando a esposa. Ai, que delícia, tesão da porra. Eu quero, quero ser ela.
_ Isso, amor, que tesão. Seja ela, imagine-se ali. Pega ela gostoso…
_ Beijo gostoso que ela tem, amor. Nossa. Estou sentindo as mãos dele em mim… macho gostoso!

Nessa hora, eu já estava sem a calcinha, deitada na cama e encostada nos travesseiros, com as pernas bem abertas e o notebook no meio delas.

_ Ele quer te foder, amor?
_ Quer Digo, você deixa?
_ Claro que eu deixo.
_ Estamos mamando as duas no pau dele. Que tesão! Pau grande, cheiroso…
_ Isso cadela, chupa e imagina que eu estou observando vocês.
_ Hummm, agora ele veio me chupar amor.
_ Ai, boca gostosa… Ela esta na cama de quatro me beijando, enquanto ele me chupa. Minha buceta está toda babada amor, quer gozar!

_ Goza gostosa! Meu pau está duro aqui. Vou gozar gostoso pensando nessa safadeza!

_ Agora ele está comendo ela de quatro. Que delicia de casal….Vem, me come vizinho tesudo… cavalo gostoso! Ele vai me comer amor. Estou com as pernas arreganhadas na frente dele. Hummm…
_ Amor que pau gostoso ele tem puta que o pariu! Macho! Vem me fode gostoso!!!

_ Hummmmmmm Aiii, assim!
_ Amor, me fala… Amor?
_ Veeeem, vemmm, me faz gozar! Ahhhhhhh! Sim!!! Caralho que delícia! Huuuuummmm!
(Silêncio)…
_ Amor, amorzinho?

Acordei com o despertador sem saber o que havia acontecido direito. Estava nua. O notebook desligado, provavelmente por falta de bateria. E o celular ao meu lado. Meu Deus, apaguei e deixei Rodrigo no telefone sozinho. Mas não tinha tempo pra nada. Precisava me preparar para as fotos.

Olhei para fora e o céu estava limpo. Sinal de um dia de muito calor. Comi rápido. E tomei uma ducha gelada para refrescar. Coloquei apenas um short jeans, uma camiseta branca e chinelos. Uma maquiagem leve e pronto. Rua.
Cheguei ao prédio de Denise com uns 15 minutos de atraso. Ela já me esperava la embaixo. Junto dela, seus apetrechos.

_ Bom dia, Denise!
_ Vem aqui atrasadinha, vamos levar isso para o porta malas. Cadê Rodrigo?

Pude perceber que além da câmera, Denise carregava uma iluminação pequena e uma espécie de pano dourado em formato oval
.
_ Um “bom dia” também é bacana né? Só por isso nao vai ganhar selinho, provoquei.

Ela me olhou contrariada.

_ Rodrigo não vem. Teve que viajar.
_ Sério? Ele te liberou?
_ Claro… como vai manusear todos estes equipamentos e ainda fotografar?
_ Tenho vários ajudantes espalhados por ai. Você vai conhecê-los.

_ Como?

Denise apenas sorriu, ironicamente.
_ E esse pano dourado pra que serve?
_ É um rebatedor de luz. Quando usarmos eu te explico melhor como ele funciona. Agora vai, pula para o carona. Eu que vou dirigir. Já sei onde serão nossas locações. E pegue esta sacola. Tem biquínis e cangas ai dentro. Vai provando eles no caminho.

(continua…)


Assista na íntegra

Marina e Marcio

Todo casal iniciante e curioso, como nós, deve ter muitas dúvidas na cabeça, quando o assunto é relacionamento aberto: quando iniciar, como iniciar, se vai rolar ciúmes… Acreditamos também, que assim como nós, estes casais devam passear pelos milhares de sites e perfis de redes sociais que tratam do assunto, tanto nos brasileiros quanto os gringos.

Dias atrás, fomos surpreendidos por um blog muito bacana, de um casal swinger chamado Marina e Marcio. Um verdadeiro guia para quem já está ou quer iniciar nesta nova forma de relacionamento. Contos eróticos, dicas fantásticas de pousadas, hotéis e viagens liberais, testados e aprovados por eles mesmos. E até assuntos que causam uma certa polêmica. Ah, é claro, muitas fotos e vídeos do casal, para deleite de nossas imaginações.

Vale muito a pena navegar por todos os textos e áreas do blog. E dá pra notar que ele é feito com muito carinho pelo casal. A eles nossos beijos, abraços e agradecimentos pelo conteúdo maravilhoso.

Quem sabe não possamos conhece-los pessoalmente em breve.

www.marinaemarcio.com.br

Capítulo 6 – Sozinha

Colocamos nossas roupas e antes de nos despedirmos de Denise, ela nos ofereceu água e o café coado antes da sessão. Depois, pulou para frente do computador, para descarregar as imagens que acabara de registrar.

_ E ai? Curtiram a noite?
_ Estamos acabados, Digo respondeu. Mas quem tem que dizer se curtiu é você. Você é a fotógrafa.
_ Vocês foram ótimos. Mas nem começamos. Hoje foi só um aperitivo.
_ Proteja bem essas fotos hein, garota? Não queremos recebê-las em algum grupo de Whastapp, ironizou Digo.
_ Eu tenho cara de amadora, garoto? Hum… se bem que esse dedinho da Liz ia fazer sucesso na rede.
_ Hahaha, gargalhamos alto.
_ Nem brinque com isso, respondi.

Nos despedimos com beijos. E Denise não perdeu a oportunidade de me dar um selinho e um abraço apertado. Fiquei toda sem graça com a atitude dela, diante da presença do meu noivo.

_ E quando iniciamos pra valer?
_ Aguarde meu contato, esteja pronta.

Dentro carro, fizemos todo o trajeto, até em casa, de mãos dadas. A cada sinal fechado, beijos ardentes, como se fossemos namoradinhos recentes. Estávamos concluindo que a cada nova aventura, nosso relacionamento só melhorava. Passamos, mais uma vez, a cuidar mais um do outro, dentro e fora de casa. As mensagens amorosas pelo Whatsapp e os mimos tornaram-se mais frequentes. Mas eu estava um pouco incomodada com a situação do beijo em Denise durante as fotos. Então resolvi conversar, pois sabia que teria o conforto que eu precisava na palavra de Rodrigo.

_ Amor, hoje aconteceu uma coisa que eu precisava te contar.
_ O que, Liz?
_ Enquanto você estava fora do quarto, naquele momento em que eu fiquei tensa, eu e Denise… nos beijamos.
_ Hum, mas como foi?
_ Foi quente, intenso. Ela estava tentando me acalmar e se aproximou. Acho que perdemos o controle da situação.

Ele ficou em silencio por alguns instantes e perguntou:

_ Acha que isso pode gerar algum tipo de sentimento, sei lá?
_ Não amor, claro que não. Ela me acalmou. E todo aquele clima, sei lá. Eu estava super excitada. E o beijo me fez bem, me tranquilizou.
_ Tudo bem amor, eu entendo. Fique calma. Fico feliz que tenha me contado.

Era tudo que eu queria ouvir. Ter beijado Denise longe de Rodrigo me incomodava, mas estava absolutamente tranquila quanto aos sentimentos que aquele momento me proporcionaram.

_ Apertei a mão de Rodrigo e nos olhamos. Afinal foi ele quem me colocou naquela loucura. Entramos juntos nela. E sabia que sairíamos juntos. Daquela e de todas as outras.

Chegamos em casa, largamos as roupas na sala e fomos direto para o banho. Estávamos suados, quentes ainda, cheirando a sexo. Nos pegamos muito embaixo do chuveiro. Rodrigo, mesmo cansado, ainda conseguiu se excitar. Não perdi a oportunidade de mamar naquele pau gostoso novamente, antes de me penetrar em pé, eu de costas para ele. E gozou rápido. Dentro de mim. Amo quando ele faz isso. Na minha opinião, gozar dentro é o ápice da intimidade entre duas pessoas. A entrega total um ao outro. Dois corpos se transformando em um só.

Já na cama, nos abraçamos e ele me perguntou:

_ Aquilo que fez comigo foi… foi… interessante.
_ Você gostou, amor?
_ Sensação diferente. Seu boquete ficou muito melhor.
_ Está se sentindo bem? Esta com medo de gostar e querer experimentar sensações… maiores? (Risos)

_ NUNCA! Gosto de buceta, entendeu? B U C E T A! Nada contra quem gosta, mas o que me da tesão é o que você tem entre as pernas!
_ Tá, amor, entendi! Mas hoje você descobriu que gosta também de dedinho, D E D I N H O!!!
_ Erh… o seu Liz, e só o seu! Tá me ouvindo?
_ Claro amor, como quiser! (Risos)
_ Agora vamos dormir, temos que acordar cedo amanhã.

Como foi difícil obedecer o despertador na manhã seguinte. Estávamos exaustos da noite anterior. Durante o café, prontos para sair, recebemos uma mensagem de Denise:

Bom dia. Dormiram bem, amores? Podemos continuar no domingo pela manhã?

_ Olha a mensagem de Denise, amor. Disse Rodrigo, me passando o celular.
_ Hum, por mim tudo bem. Fazemos as fotos e depois vamos direto pra casa da minha mãe almoçar.
_ Certo, deixa eu respondê-la.

Tudo certo, Denise, estaremos aí. Que horas quer começar?

Estejam aqui as seis em ponto.

Pqp, pq tão cedo?

Vamos passear, queridos!

Passear? Não vamos tirar as fotos no seu estúdio?

No meu estúdio? Estamos em Alagoas, você quer um
trabalho excelente, não quer?

É Claro.

Então deixe eu usar as minhas armas. Sol, calor e o mar.
E sem mais perguntas!

Ok, fotógrafa até domingo.

Tudo combinado para domingo. Estava tensa e ansiosa para saber o que Denise ia aprontar comigo. Ela deixou no ar que faríamos fotos ao ar livre. Mas onde? Em público?

Na quarta a tarde, no meio do expediente, Rodrigo manda uma mensagem frustrante:

_ Amor. Tô puto aqui. Ari programou uma viajem para mim
amanhã até Recife. Para aquela reunião que lhe falei.
Volto apenas no domingo, à noite.

_ Mas amor, e o ensaio?

_ Pois é, eu tentei resolver de outra maneira, disse que
tínhamos um compromisso, mas ele justificou ser
essencial minha presença lá. Estamos fechando
um grande negócio, você sabe.

_ Poxa, Digo…

_ Mas não desmarque. Vá sozinha. Acredito que vai ficar
mais tranquila. E eu, mais ansioso pelo resultado do ensaio.

_ Tem certeza?

_ Sim.

_ Amor, estou com medo que Denise tente
alguma coisa.

_ Amor, vocês vão passear, lembra? Ela não vai ser louca
de te atacar em público. E nós estaremos conversando
o tempo todo por aqui.

_ Tá certo. Até mais tarde então.

_ Até, amo você!

_ Tbem!

(continua…)

Fotos deste post de propriedade e enviadas por um casal leitor de nosso blog.

The Oscar goes to…

Aconteceu um lance muito excitante nesse final de semana. Liz me pediu pra fazer um backup em nuvem do conteúdo do HD externo que ela leva pra cima e para baixo. Como não sou bobo nem inocente, antes de realizar seu pedido, fiz uma pesquisa rápida nos arquivos de foto e vídeo. A grande maioria registros de família, de trabalho. Fui olhando com calma cada miniatura exibida na tela. Ai dou de cara com uma onde a imagem estava um pouco escura. Quando eu abro… Uau!!!! Um videozinho da Liz trepando com um ex-namorado!!!! Bicha safada!!! Meu coração veio na garganta! O vídeo estava bem escuro. Então logo tratei de jogar o arquivo num editor e consegui dar uma clareada nele. Que tesão que me deu, puta que o pariu! Meu pau explodiu dentro da calça já na primeira cena. Era o cara que estava filmando com um celular. Ele mirou no pau e lá veio Liz dar aquela mamada gostosa. Sua língua percorria o membro todo do cidadão, que não era grande. Ele segurava ela pela cabeça e gemia forte. Chamava ela de gostosa e falava palavrões o tempo todo. Logo depois, dá pra ver ela se jogando na cama pegando o celular. O cabra começa a chupar ela de cima abaixo da buceta. Ela geme gostoso e segura a cabeça dele. Depois ele monta nela num belo papai e mamãe. A essa altura eu já tava com o meu pau para fora da calça. A doida primeiro filmou os dois de lado e depois, pela frente, deu um close no mastro do cara entrando e saindo dela, durante uns belos minutos. Caralho, trepada boa da porra! Essa é minha garota! Nossa!
Depois, se levantou, devolveu o celular pro cara e empinou o rabão delicioso que Deus lhe deu, na beirada da cama, para que ele se deliciasse comendo ela de quatro. Socadas, gemidos, socadas… e sabem o que aconteceu depois?

O idiota cortou a gravação!!! Miserável! Caceta!!! Burro!!! kkkkk

Fui para o quarto e sem dizer nada peguei a moça de jeito. Mas antes liguei o celular e registrei. Tem um pedacinho pequeno ai embaixo pra vocês!!!

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Boa semana. Um novo capítulo vem aí!

Onde a magia acontece – capítulo 3

Durante o caminho entre o café e o estúdio, deixamos de lado um pouco o assunto “fotos” e conversamos sobre nossa relação, nossas origens. Denise nos contou como surgiu o gosto pela fotografia, da mãe falecida e das influencias de seu pai.

_ É aqui neste prédio, chegamos. Pode parar o carro por aqui.

Denise residia em um prédio de 5 andares, bem antigo. Ele fazia esquina para uma rua de grande movimento da cidade e um beco, que durante o dia ficava bem movimentado, repleto de lojas comerciais. Mas quando anoitecia, se transformava em um ambiente sombrio e até um pouco perigoso. Suas marquises, nesta hora, davam espaço para sem tetos e alguns usuários de drogas. Na outra extremidade, o beco dava acesso a uma outra rua da região, bem próxima ao calçadão do comércio.
Paramos o carro bem em frente e subimos três lances de escadas. Já era tarde, mas ainda haviam crianças brincando na recepção do prédio.Quando entramos no apartamento, avistamos uma belíssima decoração. Um misto de contemporâneo com uns toques de elementos mais antigos, com um pezinho na cultura indiana. bem a cara daqueles spas de relaxamento. Um ambiente bem agradável e acolhedor.

_ Vou fazer mais um café para nós. Fiquem à vontade.

Rodrigo sentou no sofá e tomei a liberdade de olhar a prateleira de livros. Lá encontrei diversos títulos, dos mais variados assuntos. Arqueologia, muitos de fotografia, é claro; Osho, Kama Sutra, Tantra, que me chamaram a atenção. E os mais inusitados, falando sobre fusca. Sim, o carro.

Fomos surpreendidos pela volta de Denise. Com apenas uma camiseta regata branca deixando a lateral dos seios um pouco à mostra. E um shorts jeans, que revelava de vez seus quilinhos a mais, e várias outras tatuagens que havíamos visto anteriormente, pelo Instagram.

_ Qual mais gostou? Disse ela.
_Jamais imaginaria que uma fotógrafa seria fã de fusca.
_ Pois é, mais uma influência do meu pai. Ele é um apaixonado por fuscas, e em toda sua vida, só teve fuscas. Não consigo relembrar da minha infância dentro de outro carro. Cresci e acabei me apaixonando por eles também. Gosto do seu design, das curvas deles; lembram as curvas femininas. O capô, por exemplo, parece muito com a sua bunda linda Liz, completou ela, rindo e olhando fixamente para meus olhos, me deixando um pouco desconsertada.
_ Eh… e por que não tem o seu? Respondi, timidamente.
_ É o meu sonho, pretendo comprar ou reformar um em breve.
_ Vai conseguir logo, vai ter muito sucesso como fotógrafa, seu trabalho é fantástico, disse Rodrigo.
_ Deus te ouça… Então, é aqui que eu vivo. Gostaram? Tem dois quartos: o meu e outro utilizo como estúdio. Um banheiro e uma pequena cozinha com a área de serviço conjugada.
_ Sim, gostamos muito, É bem aconchegante. Você mora sozinha aqui?
_ Sim. Ainda busco o amor da minha vida. Mas enquanto ele não vem, me divirto com alguma amiga ou outra.

Nos olhamos novamente.

_ Amiga? Só namora mulheres? Perguntei.
_ Sim, não tenho paciência pra homem. E pinto que cresce e goza dentro de mim, jamais. Pinto pra mim tem que ser de borracha e vir com peito e buceta (risos).
_ Já foi chupada por uma mulher, Liz?

Abismada com nossa fotógrafa audaciosa e cheia de perguntas, fingi que não ouvi.

_ Isso é um não, já entendi. Devia experimentar. Não vai querer outra língua em você. Venham, venham conhecer o estúdio!

Denise fez do quarto principal – um pouco maior que o outro – o pequeno estúdio. Assim que entramos, ela acendeu as luzes e fechou a cortina preta, eliminando a pouca luminosidade que vinha de fora. O quarto não tinha nada além de uma mesa com um notebook, uma prateleira de metal repleta de lentes de câmeras, cd’s e dvd’s. Também 2 pedestais com lampadas de iluminação e um qie acredito ser um flash. Uma cadeira e uma sombrinha armada. Em uma das paredes, Denise adaptou para aqueles fundos curvos pra dar a noção de infinito.
_ E então? O que acharam?
_ Bonito, simples e muito funcional. Gostei muito, falou Digo.
_ Obrigado! Você realmente é observador! Procurei buscar isso mesmo, respondeu ela, ligando um dos holofotes e entrelaçando a alça da câmera na mão esquerda.
_ Tire a roupa, Liz.

Tomei um susto.

_ Oi? Como assim? Não iríamos combinar outro dia para a sessão?
_ Sim, hoje não serão fotos oficiais. Vamos Liz, só quero testar a iluminação em seu corpo. Quero entregar para vocês o melhor resultado. Se quiser, pode usar o banheiro, enquanto ajeito umas coisas.

Rodrigo abriu um sorriso. Respirei firme e resolvi ficar ali mesmo. Afinal, ficar nua não era problema. Mas aquela nova situação passou a gerar uma certa tensão em mim.

_ Rodrigo, se incomoda em colocar esta cadeira ali no centro?

Ele ficou sem entender, mas atendeu ao pedido. Agarrou a cadeira e levou para o meio do pequeno quarto.
Denise não tirou os olhos de mim enquanto tirava a roupa. Estava concentrada nos ajustes para as fotos, mas fugia a atenção em minha direção sempre. Pensei: calma Liz, ela vai te fotografar, é so um trabalho… Mas ela acabou de dizer que é lésbica! Será? Ai meu Deusss!

_ Vou procurar valorizar cada curva desse seu corpo lindo Liz. Senta ali na cadeira.
_ Tá certo.

Nossa fotógrafa girou um pedestal pra direita, pra esquerda, se posicionou em.minha frente e começou a clicar.

_ Se já viu outros ensaios já sabe o que tem que ser feito né?
_ Acho que sim, respondi.
_ Então vamos lá querida. Vou te ajudando, certo?
_ Ok. Respirei fundo e olhei para Rodrigo. Ele estava em pé, encostado no batente da porta. E parecia hipnotizado.
_ Eh, o que eu faço? Estou meio perdida com os braços…

Rodrigo, mais tarado impossível, já estava com o celular na mão para também registrar o momento.

_ Cruze as pernas, apoie os braços nos encostos.da cadeira. Isso… Agora coloque sua cabeça para trás.

E assim fiz.

_ Ótimo.
_ Com os olhos fechados e ainda um pouco nervosa, pude ouvir uma sequência grande de clicks que vinham da câmera de Denise.
_ Agora quero que nesta posição você descruze as pernas e abra elas um pouco…

Descruzei, mas não conseguia abri-las. Algo me travou e aquilo que aparentemente parecia fácil começou a ficar complicado.

_ Tudo bem? Disse Denise.
_ Sim, acho que estou um pouco nervosa, só isso.
_ Não se preocupe. Se solte, relaxe. Recomeçamos. Rodrigo que tal colocar este celular no bolso e pedir uma comida para nós? Tem dinheiro em cima da mesa da sala.
_ Claro vou pedir. O que prefere?
_ O que você decidir está bacana, Denise respondeu.
_ Certo, mas deixe que eu acerto a conta.
_ Como quiser. Agora me deixe um pouco a sós com Liz.
_ Tudo bem. E saiu parecendo aqueles garotos de colégio que acaram de levar uma bronca da professora.

Eu estava ali, nua, e nervosa na frente de uma desconhecida fotógrafa lésbica. Não conseguia encarar Denise de frente. Percebi que ela voltava a fazer alguns ajustes na iluminação. Então plugou a câmera no notebook, que já estava ligado e escolheu uma das poucas fotos que havia tirado.

_ Esta é você. O que acha?
_ Nossa… Ficou linda!

Denise então me abracou por trás. E senti meu corpo arrepiar de cima abaixo.

_ Pode ficar muito melhor, ela disse, esticando o pescoço para o lado, em direção à tela. Mas precisa me ajudar.
_ Sim eu sei, vou tentar.
_ Você quer fazer isso? Ou é um desejo só dele?
_ Partiu de Rodrigo sim. Relutei no começo. Mas depois passei a curtir a ideia. Por isso estamos os dois aqui.

Ficamos em silêncio por uns instantes. Denise passou por mais umas duas ou três fotos. Eu olhava fixadamente para a tela do computador, procurando descobrir qual Liz deveria estar ali.

_ Ei, exclamou.
_ Olhei para o lado e nos encaramos.

Ela segurou em.meus braços e disse:

_ Traga pra cá a Liz que fez você vir até mim.

Nossos olhos não conseguiam desgrudar um do outro. Senti uma atração louca, diferente. E numa reação impensada, quase irresponsável, beijei Denise. Nossas bocas se encontraram estáticas. Mas antes que elas se soltassem, Denise me abraçou forte. E então nossas línguas se cruzaram num amasso quente e demorado. Um beijo de cumplicidade única, um beijo de entrega.

_ Desculpe, eu não queria…
_ Não? Me entristece dizendo isso, Liz.
_ Não, calma. Meu corpo quis sim. Mas não foi certo.
_ Se foi certo ou não, nós vamos descobrir. Mas foi bom.
_ Sim, foi muito bom. Sorrimos.
_ Vamos tentar de novo?
_ Sim.

(continua…)

Decidimos voltar ao Instagram, até ele nos bloquear de novo. Nos sigam por lá! @lizedigo

Excluídos

Estamos muito “p” da vida aqui, pois nossa conta do Instagram foi excluída hoje.  “Tomanocu” Instagram! Quase 700 seguidores maravilhosos!!! Pensamos, pensamos, e decidimos não tentar outra vez. Pelo menos por enquanto. Mas vamos reativar nossas contas no Twitter e no Snapchat. Ambas @casalcuidadoso. Então adicionem a gente lá e continuem enviando seus comentários sempre carinhosos e suas impressões sobre o blog, certo?

Bom final de semana, cheio de orgasmos gostosos pra todos!