Na estrada – capítulo 8

Não fazia ideia de nosso destino. Mas Denise tomou o caminho do litoral sul do estado. Pelo caminho, íamos falando besteiras e ríamos muito sobre nossos relacionamentos anteriores frustrados. Ah, também cantarolávamos as músicas que tocavam no rádio do carro. O sol já estava forte mas ainda haviam poucos carros na estrada. Passamos pela região do Pontal, atravessamos o viaduto e seguimos adiante.
Pensei: ela vai parar na praia do Francês ou na Barra de São Miguel. Errado. Vi os acessos às duas praias cruzarem meus olhos, sem sinal de parada. Seguimos em frente. A cada troca de biquíni, um olhar safado de Denise e comentários do tipo
:
_ É, esse está bacana, separa…
_ Nãooo, muito grande, tira.
Num dos momentos em que fiquei sem a parte de baixo do biquíni. ela perguntou:
_ Lembra daquela foto da Galisteu na Playboy, dela se depilando?
_ Quem não lembra? Foi polêmica, respondi.
_ Faz uma coisa: encosta na porta, de frente pra mim. Abre um pouco as pernas. E olha pra sua vagina. Não tira os olhos dela.
Com uma mão no volante, Denise, com a outra, puxou a câmera do assoalho do carro. E tirou duas ou três fotos.
_ Legal! Toma, segura.
_ Câmera pesada! Onde eu bato?
_ Aí em cima, no botão vermelho.

Então virei a câmera em nossa direção, segurando-a com as duas mãos, como se fosse fazer uma “selfie”.

_ Vem vamos registrar esse dia. Cola aqui no meu rosto. Só cuidado com a estrada, alertei.

Denise largou o pé do acelerador e veio até mim para a foto. (click)
_ A um dia inesquecível e a nossa nova amizade, disse ela, olhando profundamente em uma olhos.

Dirigimos mais uns instantes e tomamos o acesso à praia do Gunga. Ali a paisagem muda bastante. Plantações imensas e intermináveis de cana de açúcar nos dois lados da pista.
Paramos no meio da estrada, numa área linda quase chegando no mirante do Gunga.

_ Por que paramos?
_ Quero ver o quanto você está afim de fazer essas fotos. Preparada? Disse ela, pegando a câmera em punho.
_ Ai ai, Denise. Diga logo o que pretende!
_ Vou ali fora. Tire toda a roupa. Quando eu disser, você sai do carro e vai até o meio da pista. Quero uma foto de frente e uma de costas.
_ Você está louca? E os carros?
_ Fique tranquila. So nós estaremos aqui.

Que maluquice eu estava prestes a fazer. Não vou conseguir, pensei. Espera, não tenho obrigação de fazer nada do que essa louca disser…

Denise saiu do carro. Olhei por uns instantes para a pista. O fluxo de carros era quase zero. Me imaginei ali, nua, como se estivesse viajado no tempo, apenas um minuto à frente. Respirei fundo tentando encontrar uma coragem que não tinha. Pensei em Rodrigo e como eu queria que ele estivesse aqui acompanhando tudo isso. E então comecei a tirar a camiseta e a calcinha do biquíni.

_ Venha de chinelos, o asfalto já esta quente, gritou Denise, la de fora. Quando eu disser agora, você vem para o meio da pista.
_ Ok!!!

Meu corpo tremia dos pés a cabeça, tensa. E junto veio aquele desconforto na barriga. Meu Deus, é loucura demais!

_ Agora!!!! Vem!
_ Respirei fundo mais uma vez. Então abri a porta do carro e na confiança de Denise, nem me preocupei se haviam outros carros passando ou não. E fui. Com o braço tentando esconder os seios e uma das mãos na virilha.

_ Tá escondendo o que gata, ja vi tudo isso ai!
_ Não é de você que estou escondendo.
_ É de quem? Tem mais alguém aqui?

Então olhei para os lados e só avistava a bela natureza local. O barulho era apenas dos pássaros e, ao fundo, da música que vinha do rádio. O céu estava incrivelmente limpo. E os raios de sol já penetravam em minha pele com força. Estava nervosa, como se estivesse infringindo alguma lei – e acho que estava mesmo. Uma sensação de liberdade e felicidade extrema surgiu. Então ergui os dois braços ao alto, deixando meu corpo nu exposto a quem quisesse apreciá-lo. Olhei para o céu e agradeci a Deus por aquilo. (Click, Click!)

_ De costas agora, precisamos ser rápidas. Tem um carro vindo lá longe.

Me virei, como Denise pediu. E coloquei as duas mãos na cintura. (Click, click, click)

_ Isso delícia, já é uma modelo profissional, gritou Denise. Agora vem pro carro, pois é um ônibus que está vindo.

Olhei para trás e pasmem, o ônibus estava chegando. Então acelerei o passo. E quando fui entrar no carro, ouço Denise:
_ Espera, não pensa em nada, só mais uma foto! De quatro, apoie os ombros no capô do carro, rápido!

Surtei, não pensei e obedeci. E apoiada no meu carro que estava no acostamento, só pude ver o ônibus, com alguns poucos passageiros, que provavelmente estavam indo passar o domingo na capital, cruzar, muito devagar ao meu lado. Vi olhares estáticos nas janelas. Só pude ouvir o buzinaço e o grito, provavelmente do motorista:

_ Eeeeeeeeeeeeeeee, delícia!

Abri a porta do carro e entrei como um foguete. E lá veio Denise, com sorriso estampado no rosto.

_ Você está louca é? Ficar pelada no meio da estrada?

Nos olhamos e caímos na gargalhada.

_ Meu Deus, o que eu fiz!
_ Arte. Olhe isso, respondeu Denise.

Era a foto que ela acabara de tirar. Eu, inclinada com os ombros no capô e olhando para o ônibus ao fundo, com seus passageiros e seus olhares incrédulos.

_ Que imagem linda, puta que pariu!
_ É isso que vamos fazer hoje, gata, arte!

Nos olhamos, satisfeitas com o resultado. É nos abraçamos, felizes. Eu ainda nua. Um abraço quente. Pude ouvir a respiração de Denise nos meus ouvidos. E senti uma das mãos dela tocar minhas coxas. Me arrepiei por inteira, inevitavelmente, os bicos dos meus seios ficaram duros. Seus lábios e sua língua começaram a percorrer meu pescoço suado e nossas bocas se encontraram num beijo ainda melhor do que aquele no estúdio. Meus mamilos tocavam suavemente os dela, que também enrijeceram, tocavam por cima do tecido da camiseta que vestia.
Sua mão direita segurava minha nuca para não deixar que eu saísse dali. A esquerda, que antes tocava minha coxa, já desvendava minha virilha. Minhas pernas foram se abrindo devagar, o sinal verde para que Denise me tocasse. Sua boca deixou meus lábios e começou a percorrer meu pescoço, e desceu até meus seios. Meu Deus, que gostoso! Pela primeira vez uma mulher me tocava daquele jeito, e ela sabia bem como fazer. Não demorou muito para minha buceta umedecer por completo. Como aquilo estava bom! Esqueci completamente do mundo em minha volta. Mas uma pena que Denise não esqueceu. Como se estivesse cometendo o crime mais hediondo, me largou e segurou ao volante.

_ Vamos gata, temos um dia inteiro pela frente ainda. É não podemos virar estrelas pornôs de expectadores no meio de uma estrada. E respirou fundo, soltando o ar com força, pela boca.

_ Tá certo! Vamos nessa.

Coloquei novamente minhas roupas, mas à contra gosto. Estava “possuída” por uma sensação da qual nunca havia passado antes. Denise segurava o volante com uma mão e com a outra já fazia carinhos em minha coxa, cheia de intimidade.

Passamos, sem parar, pelo mirante da Praia do Gunga, um dos principais pontos turísticos aqui de Alagoas.

_ Lá de cima dariam fotos ótimas, comentei com Denise.
_ Verdade, mas a essa hora já devem ter alguns turistas por lá.
_ E você pretende parar aonde?
_ Em Dunas de Marapé.
_ Lá é lindo, já estive algumas vezes. Mas fotos nuas? Tem muito turista lá.
_ Ainda e cedo, diferente do mirante, o pessoal começa a chegar por lá depois das nove.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Luxúria – capítulo 7

Estávamos excitadíssimos com a nova sessão de fotos. Denise cheia de segredos e, pra piorar, a viagem de Rodrigo. Por um lado, ela veio em boa hora, pois pude passar mais tempo com meus pais durante aqueles dias. Mas estava muito difícil pensar naquilo tudo que estávamos realizando e não querer estar com Digo, trepar gostoso com Digo. Sem ele, só me restava brincar sozinha com meus dedos e brinquedinhos. Falávamos sacanagens o dia todo pelo Whatsapp e, na sexta-feira,cheguei a me tocar e gozar no banheiro do trabalho.
No sábado, resolvi dormir cedo para acordar bem disposta no dia seguinte. Mas a ansiedade não permitia que o sono chegasse. Passei o final da noite toda no quarto, com a TV e notebook ligados, sem conseguir me concentrar direito em nada. Eram quase 10 horas quando Rodrigo liga do hotel, em Recife:

_ Oi meu tesão. Está fazendo o quê? Pronta para amanhã?
_ Aí amor, estou um pouco tensa, apreensiva. Queria que estivesse aqui.
_ Eu estou aí, não está sentindo?
_ Eu sei amor, mas é diferente. Seu carinho me protege, me acalma. Eu estou quente…
_ O dia de amanhã é uma incógnita e isso está te deixando nervosa, não é? (Risos)
_ Pára Digo, é sério.
_ Faz o seguinte: onde está Agora?
_ Na nossa cama, vendo uns e-mails de trabalho no notebook.
_ Está nua?
_ Não totalmente, só de calcinha. Estava me tocando agora pouco e pensando em nós. Mas perdi a vontade. Não é a mesma coisa sem você aqui.
_ Então entra no Lust Cinema e escolhe um daqueles filmes.
_ Mas amor, prometemos que só íamos assistir os vídeos desse site juntos.
_ Tudo bem, depois assistimos novamente aquele que você assistir agora. Mas assista.

_ Pera… Pronto, entrei. Escolhi um chamado “We know you are whatching”.
_ O que significa Liz, sabe que sou péssimo em Inglês…
_ Significa: Nós sabemos que você está olhando.
_ Hum… olhar adoro. Clica ai e vai me contando.

_ É uma jovem, ela é linda. Está tomando café e olhando pela janela. Ela tem vizinhos no prédio em frente. Um casal. Nooossa… Hum… eles estão se pegando com a janela aberta. E ela observado…
_ Ela é tipo Rob e Mile? Safadinhos?
_ Tipo você também.
_ É, eu gosto… E o que mais?
_ Hummm eles perceberam que ela os olhava. Deixaram-na toda sem graça. Estão trocando mensagens escritas em papel pela janela. Ai que delícia, convidaram ela pra visitá-los!
_ Hummmm, o bicho vai pegar!
_ O marido abriu a porta e ela está entrando… Caraca amor que casal gostoso. Eu quero fuder com um assim!
_ Vou te dar essa fantasia, amor. O que você está fazendo agora? Já estou me masturbando aqui, imaginando você ai. Imagine que você é a vizinha.
_ Amor, vou colocar no viva voz.
_ Porque?
_ Não consigo me tocar e segurar o telefone… Caralho amor, eles são muito gostosos, puta que pariu. Tô molhada aqui. O pau dele parece com o seu! Aff… hummm!
_ Me conta, o que estão fazendo?
_ Estão na cama tirando a roupa dela.
_ Elas estão se pegando gostoso. E ele acariciando a esposa. Ai, que delícia, tesão da porra. Eu quero, quero ser ela.
_ Isso, amor, que tesão. Seja ela, imagine-se ali. Pega ela gostoso…
_ Beijo gostoso que ela tem, amor. Nossa. Estou sentindo as mãos dele em mim… macho gostoso!

Nessa hora, eu já estava sem a calcinha, deitada na cama e encostada nos travesseiros, com as pernas bem abertas e o notebook no meio delas.

_ Ele quer te foder, amor?
_ Quer Digo, você deixa?
_ Claro que eu deixo.
_ Estamos mamando as duas no pau dele. Que tesão! Pau grande, cheiroso…
_ Isso cadela, chupa e imagina que eu estou observando vocês.
_ Hummm, agora ele veio me chupar amor.
_ Ai, boca gostosa… Ela esta na cama de quatro me beijando, enquanto ele me chupa. Minha buceta está toda babada amor, quer gozar!

_ Goza gostosa! Meu pau está duro aqui. Vou gozar gostoso pensando nessa safadeza!

_ Agora ele está comendo ela de quatro. Que delicia de casal….Vem, me come vizinho tesudo… cavalo gostoso! Ele vai me comer amor. Estou com as pernas arreganhadas na frente dele. Hummm…
_ Amor que pau gostoso ele tem puta que o pariu! Macho! Vem me fode gostoso!!!

_ Hummmmmmm Aiii, assim!
_ Amor, me fala… Amor?
_ Veeeem, vemmm, me faz gozar! Ahhhhhhh! Sim!!! Caralho que delícia! Huuuuummmm!
(Silêncio)…
_ Amor, amorzinho?

Acordei com o despertador sem saber o que havia acontecido direito. Estava nua. O notebook desligado, provavelmente por falta de bateria. E o celular ao meu lado. Meu Deus, apaguei e deixei Rodrigo no telefone sozinho. Mas não tinha tempo pra nada. Precisava me preparar para as fotos.

Olhei para fora e o céu estava limpo. Sinal de um dia de muito calor. Comi rápido. E tomei uma ducha gelada para refrescar. Coloquei apenas um short jeans, uma camiseta branca e chinelos. Uma maquiagem leve e pronto. Rua.
Cheguei ao prédio de Denise com uns 15 minutos de atraso. Ela já me esperava la embaixo. Junto dela, seus apetrechos.

_ Bom dia, Denise!
_ Vem aqui atrasadinha, vamos levar isso para o porta malas. Cadê Rodrigo?

Pude perceber que além da câmera, Denise carregava uma iluminação pequena e uma espécie de pano dourado em formato oval
.
_ Um “bom dia” também é bacana né? Só por isso nao vai ganhar selinho, provoquei.

Ela me olhou contrariada.

_ Rodrigo não vem. Teve que viajar.
_ Sério? Ele te liberou?
_ Claro… como vai manusear todos estes equipamentos e ainda fotografar?
_ Tenho vários ajudantes espalhados por ai. Você vai conhecê-los.

_ Como?

Denise apenas sorriu, ironicamente.
_ E esse pano dourado pra que serve?
_ É um rebatedor de luz. Quando usarmos eu te explico melhor como ele funciona. Agora vai, pula para o carona. Eu que vou dirigir. Já sei onde serão nossas locações. E pegue esta sacola. Tem biquínis e cangas ai dentro. Vai provando eles no caminho.

(continua…)


Assista na íntegra

Marina e Marcio

Todo casal iniciante e curioso, como nós, deve ter muitas dúvidas na cabeça, quando o assunto é relacionamento aberto: quando iniciar, como iniciar, se vai rolar ciúmes… Acreditamos também, que assim como nós, estes casais devam passear pelos milhares de sites e perfis de redes sociais que tratam do assunto, tanto nos brasileiros quanto os gringos.

Dias atrás, fomos surpreendidos por um blog muito bacana, de um casal swinger chamado Marina e Marcio. Um verdadeiro guia para quem já está ou quer iniciar nesta nova forma de relacionamento. Contos eróticos, dicas fantásticas de pousadas, hotéis e viagens liberais, testados e aprovados por eles mesmos. E até assuntos que causam uma certa polêmica. Ah, é claro, muitas fotos e vídeos do casal, para deleite de nossas imaginações.

Vale muito a pena navegar por todos os textos e áreas do blog. E dá pra notar que ele é feito com muito carinho pelo casal. A eles nossos beijos, abraços e agradecimentos pelo conteúdo maravilhoso.

Quem sabe não possamos conhece-los pessoalmente em breve.

www.marinaemarcio.com.br

Capítulo 6 – Sozinha

Colocamos nossas roupas e antes de nos despedirmos de Denise, ela nos ofereceu água e o café coado antes da sessão. Depois, pulou para frente do computador, para descarregar as imagens que acabara de registrar.

_ E ai? Curtiram a noite?
_ Estamos acabados, Digo respondeu. Mas quem tem que dizer se curtiu é você. Você é a fotógrafa.
_ Vocês foram ótimos. Mas nem começamos. Hoje foi só um aperitivo.
_ Proteja bem essas fotos hein, garota? Não queremos recebê-las em algum grupo de Whastapp, ironizou Digo.
_ Eu tenho cara de amadora, garoto? Hum… se bem que esse dedinho da Liz ia fazer sucesso na rede.
_ Hahaha, gargalhamos alto.
_ Nem brinque com isso, respondi.

Nos despedimos com beijos. E Denise não perdeu a oportunidade de me dar um selinho e um abraço apertado. Fiquei toda sem graça com a atitude dela, diante da presença do meu noivo.

_ E quando iniciamos pra valer?
_ Aguarde meu contato, esteja pronta.

Dentro carro, fizemos todo o trajeto, até em casa, de mãos dadas. A cada sinal fechado, beijos ardentes, como se fossemos namoradinhos recentes. Estávamos concluindo que a cada nova aventura, nosso relacionamento só melhorava. Passamos, mais uma vez, a cuidar mais um do outro, dentro e fora de casa. As mensagens amorosas pelo Whatsapp e os mimos tornaram-se mais frequentes. Mas eu estava um pouco incomodada com a situação do beijo em Denise durante as fotos. Então resolvi conversar, pois sabia que teria o conforto que eu precisava na palavra de Rodrigo.

_ Amor, hoje aconteceu uma coisa que eu precisava te contar.
_ O que, Liz?
_ Enquanto você estava fora do quarto, naquele momento em que eu fiquei tensa, eu e Denise… nos beijamos.
_ Hum, mas como foi?
_ Foi quente, intenso. Ela estava tentando me acalmar e se aproximou. Acho que perdemos o controle da situação.

Ele ficou em silencio por alguns instantes e perguntou:

_ Acha que isso pode gerar algum tipo de sentimento, sei lá?
_ Não amor, claro que não. Ela me acalmou. E todo aquele clima, sei lá. Eu estava super excitada. E o beijo me fez bem, me tranquilizou.
_ Tudo bem amor, eu entendo. Fique calma. Fico feliz que tenha me contado.

Era tudo que eu queria ouvir. Ter beijado Denise longe de Rodrigo me incomodava, mas estava absolutamente tranquila quanto aos sentimentos que aquele momento me proporcionaram.

_ Apertei a mão de Rodrigo e nos olhamos. Afinal foi ele quem me colocou naquela loucura. Entramos juntos nela. E sabia que sairíamos juntos. Daquela e de todas as outras.

Chegamos em casa, largamos as roupas na sala e fomos direto para o banho. Estávamos suados, quentes ainda, cheirando a sexo. Nos pegamos muito embaixo do chuveiro. Rodrigo, mesmo cansado, ainda conseguiu se excitar. Não perdi a oportunidade de mamar naquele pau gostoso novamente, antes de me penetrar em pé, eu de costas para ele. E gozou rápido. Dentro de mim. Amo quando ele faz isso. Na minha opinião, gozar dentro é o ápice da intimidade entre duas pessoas. A entrega total um ao outro. Dois corpos se transformando em um só.

Já na cama, nos abraçamos e ele me perguntou:

_ Aquilo que fez comigo foi… foi… interessante.
_ Você gostou, amor?
_ Sensação diferente. Seu boquete ficou muito melhor.
_ Está se sentindo bem? Esta com medo de gostar e querer experimentar sensações… maiores? (Risos)

_ NUNCA! Gosto de buceta, entendeu? B U C E T A! Nada contra quem gosta, mas o que me da tesão é o que você tem entre as pernas!
_ Tá, amor, entendi! Mas hoje você descobriu que gosta também de dedinho, D E D I N H O!!!
_ Erh… o seu Liz, e só o seu! Tá me ouvindo?
_ Claro amor, como quiser! (Risos)
_ Agora vamos dormir, temos que acordar cedo amanhã.

Como foi difícil obedecer o despertador na manhã seguinte. Estávamos exaustos da noite anterior. Durante o café, prontos para sair, recebemos uma mensagem de Denise:

Bom dia. Dormiram bem, amores? Podemos continuar no domingo pela manhã?

_ Olha a mensagem de Denise, amor. Disse Rodrigo, me passando o celular.
_ Hum, por mim tudo bem. Fazemos as fotos e depois vamos direto pra casa da minha mãe almoçar.
_ Certo, deixa eu respondê-la.

Tudo certo, Denise, estaremos aí. Que horas quer começar?

Estejam aqui as seis em ponto.

Pqp, pq tão cedo?

Vamos passear, queridos!

Passear? Não vamos tirar as fotos no seu estúdio?

No meu estúdio? Estamos em Alagoas, você quer um
trabalho excelente, não quer?

É Claro.

Então deixe eu usar as minhas armas. Sol, calor e o mar.
E sem mais perguntas!

Ok, fotógrafa até domingo.

Tudo combinado para domingo. Estava tensa e ansiosa para saber o que Denise ia aprontar comigo. Ela deixou no ar que faríamos fotos ao ar livre. Mas onde? Em público?

Na quarta a tarde, no meio do expediente, Rodrigo manda uma mensagem frustrante:

_ Amor. Tô puto aqui. Ari programou uma viajem para mim
amanhã até Recife. Para aquela reunião que lhe falei.
Volto apenas no domingo, à noite.

_ Mas amor, e o ensaio?

_ Pois é, eu tentei resolver de outra maneira, disse que
tínhamos um compromisso, mas ele justificou ser
essencial minha presença lá. Estamos fechando
um grande negócio, você sabe.

_ Poxa, Digo…

_ Mas não desmarque. Vá sozinha. Acredito que vai ficar
mais tranquila. E eu, mais ansioso pelo resultado do ensaio.

_ Tem certeza?

_ Sim.

_ Amor, estou com medo que Denise tente
alguma coisa.

_ Amor, vocês vão passear, lembra? Ela não vai ser louca
de te atacar em público. E nós estaremos conversando
o tempo todo por aqui.

_ Tá certo. Até mais tarde então.

_ Até, amo você!

_ Tbem!

(continua…)

Fotos deste post de propriedade e enviadas por um casal leitor de nosso blog.

The Oscar goes to…

Aconteceu um lance muito excitante nesse final de semana. Liz me pediu pra fazer um backup em nuvem do conteúdo do HD externo que ela leva pra cima e para baixo. Como não sou bobo nem inocente, antes de realizar seu pedido, fiz uma pesquisa rápida nos arquivos de foto e vídeo. A grande maioria registros de família, de trabalho. Fui olhando com calma cada miniatura exibida na tela. Ai dou de cara com uma onde a imagem estava um pouco escura. Quando eu abro… Uau!!!! Um videozinho da Liz trepando com um ex-namorado!!!! Bicha safada!!! Meu coração veio na garganta! O vídeo estava bem escuro. Então logo tratei de jogar o arquivo num editor e consegui dar uma clareada nele. Que tesão que me deu, puta que o pariu! Meu pau explodiu dentro da calça já na primeira cena. Era o cara que estava filmando com um celular. Ele mirou no pau e lá veio Liz dar aquela mamada gostosa. Sua língua percorria o membro todo do cidadão, que não era grande. Ele segurava ela pela cabeça e gemia forte. Chamava ela de gostosa e falava palavrões o tempo todo. Logo depois, dá pra ver ela se jogando na cama pegando o celular. O cabra começa a chupar ela de cima abaixo da buceta. Ela geme gostoso e segura a cabeça dele. Depois ele monta nela num belo papai e mamãe. A essa altura eu já tava com o meu pau para fora da calça. A doida primeiro filmou os dois de lado e depois, pela frente, deu um close no mastro do cara entrando e saindo dela, durante uns belos minutos. Caralho, trepada boa da porra! Essa é minha garota! Nossa!
Depois, se levantou, devolveu o celular pro cara e empinou o rabão delicioso que Deus lhe deu, na beirada da cama, para que ele se deliciasse comendo ela de quatro. Socadas, gemidos, socadas… e sabem o que aconteceu depois?

O idiota cortou a gravação!!! Miserável! Caceta!!! Burro!!! kkkkk

Fui para o quarto e sem dizer nada peguei a moça de jeito. Mas antes liguei o celular e registrei. Tem um pedacinho pequeno ai embaixo pra vocês!!!

Só que agora não sei o que eu faço! Me ajudem!

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Boa semana. Um novo capítulo vem aí!

Onde a magia acontece – capítulo 3

Durante o caminho entre o café e o estúdio, deixamos de lado um pouco o assunto “fotos” e conversamos sobre nossa relação, nossas origens. Denise nos contou como surgiu o gosto pela fotografia, da mãe falecida e das influencias de seu pai.

_ É aqui neste prédio, chegamos. Pode parar o carro por aqui.

Denise residia em um prédio de 5 andares, bem antigo. Ele fazia esquina para uma rua de grande movimento da cidade e um beco, que durante o dia ficava bem movimentado, repleto de lojas comerciais. Mas quando anoitecia, se transformava em um ambiente sombrio e até um pouco perigoso. Suas marquises, nesta hora, davam espaço para sem tetos e alguns usuários de drogas. Na outra extremidade, o beco dava acesso a uma outra rua da região, bem próxima ao calçadão do comércio.
Paramos o carro bem em frente e subimos três lances de escadas. Já era tarde, mas ainda haviam crianças brincando na recepção do prédio.Quando entramos no apartamento, avistamos uma belíssima decoração. Um misto de contemporâneo com uns toques de elementos mais antigos, com um pezinho na cultura indiana. bem a cara daqueles spas de relaxamento. Um ambiente bem agradável e acolhedor.

_ Vou fazer mais um café para nós. Fiquem à vontade.

Rodrigo sentou no sofá e tomei a liberdade de olhar a prateleira de livros. Lá encontrei diversos títulos, dos mais variados assuntos. Arqueologia, muitos de fotografia, é claro; Osho, Kama Sutra, Tantra, que me chamaram a atenção. E os mais inusitados, falando sobre fusca. Sim, o carro.

Fomos surpreendidos pela volta de Denise. Com apenas uma camiseta regata branca deixando a lateral dos seios um pouco à mostra. E um shorts jeans, que revelava de vez seus quilinhos a mais, e várias outras tatuagens que havíamos visto anteriormente, pelo Instagram.

_ Qual mais gostou? Disse ela.
_Jamais imaginaria que uma fotógrafa seria fã de fusca.
_ Pois é, mais uma influência do meu pai. Ele é um apaixonado por fuscas, e em toda sua vida, só teve fuscas. Não consigo relembrar da minha infância dentro de outro carro. Cresci e acabei me apaixonando por eles também. Gosto do seu design, das curvas deles; lembram as curvas femininas. O capô, por exemplo, parece muito com a sua bunda linda Liz, completou ela, rindo e olhando fixamente para meus olhos, me deixando um pouco desconsertada.
_ Eh… e por que não tem o seu? Respondi, timidamente.
_ É o meu sonho, pretendo comprar ou reformar um em breve.
_ Vai conseguir logo, vai ter muito sucesso como fotógrafa, seu trabalho é fantástico, disse Rodrigo.
_ Deus te ouça… Então, é aqui que eu vivo. Gostaram? Tem dois quartos: o meu e outro utilizo como estúdio. Um banheiro e uma pequena cozinha com a área de serviço conjugada.
_ Sim, gostamos muito, É bem aconchegante. Você mora sozinha aqui?
_ Sim. Ainda busco o amor da minha vida. Mas enquanto ele não vem, me divirto com alguma amiga ou outra.

Nos olhamos novamente.

_ Amiga? Só namora mulheres? Perguntei.
_ Sim, não tenho paciência pra homem. E pinto que cresce e goza dentro de mim, jamais. Pinto pra mim tem que ser de borracha e vir com peito e buceta (risos).
_ Já foi chupada por uma mulher, Liz?

Abismada com nossa fotógrafa audaciosa e cheia de perguntas, fingi que não ouvi.

_ Isso é um não, já entendi. Devia experimentar. Não vai querer outra língua em você. Venham, venham conhecer o estúdio!

Denise fez do quarto principal – um pouco maior que o outro – o pequeno estúdio. Assim que entramos, ela acendeu as luzes e fechou a cortina preta, eliminando a pouca luminosidade que vinha de fora. O quarto não tinha nada além de uma mesa com um notebook, uma prateleira de metal repleta de lentes de câmeras, cd’s e dvd’s. Também 2 pedestais com lampadas de iluminação e um qie acredito ser um flash. Uma cadeira e uma sombrinha armada. Em uma das paredes, Denise adaptou para aqueles fundos curvos pra dar a noção de infinito.
_ E então? O que acharam?
_ Bonito, simples e muito funcional. Gostei muito, falou Digo.
_ Obrigado! Você realmente é observador! Procurei buscar isso mesmo, respondeu ela, ligando um dos holofotes e entrelaçando a alça da câmera na mão esquerda.
_ Tire a roupa, Liz.

Tomei um susto.

_ Oi? Como assim? Não iríamos combinar outro dia para a sessão?
_ Sim, hoje não serão fotos oficiais. Vamos Liz, só quero testar a iluminação em seu corpo. Quero entregar para vocês o melhor resultado. Se quiser, pode usar o banheiro, enquanto ajeito umas coisas.

Rodrigo abriu um sorriso. Respirei firme e resolvi ficar ali mesmo. Afinal, ficar nua não era problema. Mas aquela nova situação passou a gerar uma certa tensão em mim.

_ Rodrigo, se incomoda em colocar esta cadeira ali no centro?

Ele ficou sem entender, mas atendeu ao pedido. Agarrou a cadeira e levou para o meio do pequeno quarto.
Denise não tirou os olhos de mim enquanto tirava a roupa. Estava concentrada nos ajustes para as fotos, mas fugia a atenção em minha direção sempre. Pensei: calma Liz, ela vai te fotografar, é so um trabalho… Mas ela acabou de dizer que é lésbica! Será? Ai meu Deusss!

_ Vou procurar valorizar cada curva desse seu corpo lindo Liz. Senta ali na cadeira.
_ Tá certo.

Nossa fotógrafa girou um pedestal pra direita, pra esquerda, se posicionou em.minha frente e começou a clicar.

_ Se já viu outros ensaios já sabe o que tem que ser feito né?
_ Acho que sim, respondi.
_ Então vamos lá querida. Vou te ajudando, certo?
_ Ok. Respirei fundo e olhei para Rodrigo. Ele estava em pé, encostado no batente da porta. E parecia hipnotizado.
_ Eh, o que eu faço? Estou meio perdida com os braços…

Rodrigo, mais tarado impossível, já estava com o celular na mão para também registrar o momento.

_ Cruze as pernas, apoie os braços nos encostos.da cadeira. Isso… Agora coloque sua cabeça para trás.

E assim fiz.

_ Ótimo.
_ Com os olhos fechados e ainda um pouco nervosa, pude ouvir uma sequência grande de clicks que vinham da câmera de Denise.
_ Agora quero que nesta posição você descruze as pernas e abra elas um pouco…

Descruzei, mas não conseguia abri-las. Algo me travou e aquilo que aparentemente parecia fácil começou a ficar complicado.

_ Tudo bem? Disse Denise.
_ Sim, acho que estou um pouco nervosa, só isso.
_ Não se preocupe. Se solte, relaxe. Recomeçamos. Rodrigo que tal colocar este celular no bolso e pedir uma comida para nós? Tem dinheiro em cima da mesa da sala.
_ Claro vou pedir. O que prefere?
_ O que você decidir está bacana, Denise respondeu.
_ Certo, mas deixe que eu acerto a conta.
_ Como quiser. Agora me deixe um pouco a sós com Liz.
_ Tudo bem. E saiu parecendo aqueles garotos de colégio que acaram de levar uma bronca da professora.

Eu estava ali, nua, e nervosa na frente de uma desconhecida fotógrafa lésbica. Não conseguia encarar Denise de frente. Percebi que ela voltava a fazer alguns ajustes na iluminação. Então plugou a câmera no notebook, que já estava ligado e escolheu uma das poucas fotos que havia tirado.

_ Esta é você. O que acha?
_ Nossa… Ficou linda!

Denise então me abracou por trás. E senti meu corpo arrepiar de cima abaixo.

_ Pode ficar muito melhor, ela disse, esticando o pescoço para o lado, em direção à tela. Mas precisa me ajudar.
_ Sim eu sei, vou tentar.
_ Você quer fazer isso? Ou é um desejo só dele?
_ Partiu de Rodrigo sim. Relutei no começo. Mas depois passei a curtir a ideia. Por isso estamos os dois aqui.

Ficamos em silêncio por uns instantes. Denise passou por mais umas duas ou três fotos. Eu olhava fixadamente para a tela do computador, procurando descobrir qual Liz deveria estar ali.

_ Ei, exclamou.
_ Olhei para o lado e nos encaramos.

Ela segurou em.meus braços e disse:

_ Traga pra cá a Liz que fez você vir até mim.

Nossos olhos não conseguiam desgrudar um do outro. Senti uma atração louca, diferente. E numa reação impensada, quase irresponsável, beijei Denise. Nossas bocas se encontraram estáticas. Mas antes que elas se soltassem, Denise me abraçou forte. E então nossas línguas se cruzaram num amasso quente e demorado. Um beijo de cumplicidade única, um beijo de entrega.

_ Desculpe, eu não queria…
_ Não? Me entristece dizendo isso, Liz.
_ Não, calma. Meu corpo quis sim. Mas não foi certo.
_ Se foi certo ou não, nós vamos descobrir. Mas foi bom.
_ Sim, foi muito bom. Sorrimos.
_ Vamos tentar de novo?
_ Sim.

(continua…)

Decidimos voltar ao Instagram, até ele nos bloquear de novo. Nos sigam por lá! @lizedigo

Excluídos

Estamos muito “p” da vida aqui, pois nossa conta do Instagram foi excluída hoje.  “Tomanocu” Instagram! Quase 700 seguidores maravilhosos!!! Pensamos, pensamos, e decidimos não tentar outra vez. Pelo menos por enquanto. Mas vamos reativar nossas contas no Twitter e no Snapchat. Ambas @casalcuidadoso. Então adicionem a gente lá e continuem enviando seus comentários sempre carinhosos e suas impressões sobre o blog, certo?

Bom final de semana, cheio de orgasmos gostosos pra todos!

Revelações

Lembram do post feriadão? Imaginem eu e Liz na cama, sem roupa. Estamos de frente um para o outro, com nossas pernas entrelaçadas. Luzes apagadas. Somente a claridade da tv dando o tom do ambiente. O canal? Playboy TV. Duas gatas se amassando numa grande cama vermelha.

O pescoço de Liz é meu alvo permanente. Beijinhos, lambidas, chamo ela de gostosa, de puta safada, mordisco a pontinha da sua orelha. Ela se arrepia e recua, mas imediatamente volta pedindo mais. Beijos constantes. Amo seus lábios. Amo quando morde os meus.

Meu pau já está duríssimo, é claro. Liz adora segurar e mexer nele. Diz que é o maior que já “pegou”. O maior que já botou na boca. Que já preencheu sua buceta.

Desvendo os contornos do seu rosto com meus lábios, aperto sua bunda com força.

R _ Sou louco pra sentir seu esse cuzinho.

L _ Eu sei, você não come cu, já me falou isso. Coitada de quem der pra você. Vai ficar arrombada.

R _ Nada, sou carinhoso.

L _ Qualquer hora eu tento dar pra você. Mas nem se anime por que não vai ser o primeiro.

Silêncio

R _ Você está mentindo.

L _ Não estou. Ja dei para meu primeiro namorado.

Silêncio

L _ Tá com ciúmes?

R _ Tô. Você nunca me contou.

L_ E precisava?

R _ Eh, não.

Me afasto. Volto as atenções para a TV. Liz vira para mim e pega de novo no meu pau. Sussurra no meu ouvido:

L _ Quer saber como foi?

Me arrepio todo. Meu corpo responde por mim.

_ Foi assim. Chegamos na casa dele após um passeio, num final de tarde de sábado. Estava muito quente. Ele se atirou na cama. Tirei a roupa e fui direto para o chuveiro. Ficamos conversando com a porta aberta. A água estava uma delícia.

R _ Tomava sempre banho na casa dele?

L _ Nos finais de semana, quando estávamos juntos. Quieto, senão eu paro.

R _ Não, continua.

L _ Ele ficou em silêncio, achei que tivesse cochilado.

R _ Não?

L _ Terminei o banho e fiquei em baixo da água. Pensando em algo. E comecei a me tocar. Devagar. Deu vontade. Estava de costas para o box. Fechei os olhos. Bom.

Liz continua a me masturbar. E cola a boca no meu ouvido.

L _ Não vi ele entrando. Nao sei quanto tempo me observou. Mas me pegou por tras com força. Senti o pau dele. Me pegou pelo cabelo, me pressionou na parede e ficou roçando o pau na minha bunda.

R _ Você tava gostando?

L _ Muito. Já estava molhada.

R _ Pronta pra levar pica.

L _ É.

R _ Tesão. Continua.

L _  Não haviam palavras, só queria aquele pau dentro de mim. Ficamos um pouco assim, ele passando a pica no meu rabo. Me segurando pelo cabelo, mordendo meu pescoço. Passou a mão em mim todinha.

A gente queria fuder, rápido. Abri as pernas um pouco. Ele dobrou os joelhos e colocou na minha buceta

R _ Entrou gostoso?

L _ Sim, tava melada de tesão.

R _ Sua buceta é melhor, amor.

L _ Ele socava gostoso, com força. Adoro assim. Deitados, em pé. De qualquer jeito gosto. Enfiava e me tocava no clitóris. Apertava os bicos do meu peito. Depois tirou. Me ajoelhei e botei o cacete dele na boca. Gosto de sentir meu cheiro num pau gostoso.

R _Que vadia!

L _ Sou, agora a sua vadia. Mas ja fui de outros.

L _ Chupei um pouco e saímos. Ele sentou no vaso sanitário e eu sentei no colo dele. Com o pau dentro de mim. Gostoso. Estávamos molhados. Ele ficou se tremendo e tirei. Ele ia gozar. Queria mais. Virei de costas e fiquei abri a bunda com as mãos pra ele ver  meu cú. Fiquei rebolando pra ele.

R _ Nossa, se fosse comigo eu ia lamber seu cu.

L _ Foi o q ele fez…

R _ Caralho amor quero te fuder.

L _ Não! Fica quieto, deixa eu terminar.

_ Nao sabia que era tão bom um lingua no cú. Deixei, tava toda arrepiada. Ele lambeu o dedo e colocou um pouco.

R _ Deve ter gemido gostoso.

L _ Sim. É bom…

L _ Fiquei rebolando e ele pegando do pau pra manter duro. Deixei o cuzinho bem aberto e desci pra ele encostar a cabecinha. É bom isso. Tava tâo melada e queria tanto aquele pau no meu cu! Botei na buceta um pouco pra lubrifica. Depois segurei e mirei de novo em mim, agora sem volta. Foi entrando devagarinho. Entrou metade. Tirei. Entrou de novo mais um pouco. Ai foi só me ajeitar. Pronto tinha um pau gostoso na minha bunda. Doía, mas tava gostoso. Quando tirava melava ele com o que saía da minha buceta. E ele colocava de novo.

R _ Caralho Liz, delícia!

L _ Fiquei de quatro pra ele, apoiada no vaso e ele meteu de novo sem dó. E comecou a socar rápido.

R _ Rápido quanto?

L _ Assim (me punhetando).

R_ Nossa que cu gostoso!

L _ Vai seu puto, goza.

R _ Ele gozou no seu rabinho?

L_ Claro que sim. Porra quente gostosa em mim. Socando forte e gozando…

R _ Caralho nao pára!

L_ Imagina a porra dele escorrendo de dentro de mim.

R _ Deixa eu gozar no seu cú.

L _ NÃO! Na minha mão.

R  _  Porra, Liz! Vai. Aaahh… Aaaaaaahhhhh!

L _ Goza, goza, goza!

R _ Caralhooooo ahhhhh….

L _ Vem me abraça.

Liz deitou em cima de mim.

R _ Voce sabe que vai ter que dar esse cú pra mim agora, né?

L _ Seja bonzinho e eu vou pensar no seu caso.

 Um beijo gostoso… Adormecemos. Nus. Sujos. Tv ligada. Imaginação estimulada. Relação alimentada.

DP – Capítulo 12

Uma dupla penetração prazerosa tem que ter ritmo, compasso. Se a fêmea não tem muita experiência, os paus de seus parceiros devem entrar e sair vagarosamente e alternadamente. Senão o prazer pode virar incomodo. Estocadas fortes já são para as gatas mais experientes. Não, eu nunca fiz uma DP! Mas adooooro ver isso nos filmes pornôs que assisto com Digo! E sabe do que gosto também? De ver paus gozando nas faces das atrizes. Banho de sêmen na boca! Hummm!

Rodrigo aprendeu direitinho nos filmes a fazer uma DP. Ele e Christian se entenderam rápido. As penetrações aceleravam e diminuíam harmoniosamente, sempre ao comando de Mile, que pedia e delirava cada vez mais. Roberto fazia da minha buceta um parque de diversões, não dando muita atenção ao que a esposa realizava ali na sua frente. E vou falar: ele pode não ter os atributos físicos que uma mulher sempre fantasia, mas sabe usar muito bem as qualidades que possui. Carisma, simpatia, um pau gostoso e uma língua…. ah que língua!!! Que dedos!! Não precisou muit Capítulo 12 – DP o para que eu finalmente gozasse. Segurei firme na cabeça dele, próximo à nuca, forçando seu rosto contra minha virilha. Abri bem as pernas e gozei, tremi de cima a baixo. Rob provou tudo e não desperdiçou nada. E só parou de chupar depois que lambeu todo o meu gozo. Então deitou ao meu lado. E no seu peito pude me confortar e relaxar, assistindo nossos parceiros em ação. Delicadamente, ele começou a fazer um cafuné em minha cabeça. Como retribuição, levei uma de minhas mãos ao seu membro acariciando-o devagar. Aos poucos, ele foi novamente enrijecendo.

_ Isso meu amor, faz assim, que gostoso, disse.

Do colo de Roberto, vi Milena sentar em Christian, de costas para ele, e preenchendo seu cuzinho com o membro do nosso amigo. Num leve movimento, ela se inclinou para trás, deitando totalmente sobre seu abdômen e seu peito sarados. Christian segurou-a pela cintura e as reboladas reiniciaram. Rodrigo, de pé, ficou apreciando a cena, masturbando-se. E logo, trocou o preservativo e se encaixou por cima de Milena, com os joelhos apoiados no sofá chaise, invadido o buraco que faltava.

_ Isso meus machos, me arrombem! Ai, ai, que delicia!

Rodrigo passou a penetrar Mile com força, como um cachorro no cio. Era hora dele gozar. Christian entendeu o recado e parou os movimentos, mas sem tirar o pau de dentro dela. Milena gemia e beijava meu noivo na boca, envolvendo seu pescoço com seus braços. Em certo momento, colou seu rosto no dele e disse:

_ Você quer gozar cavalo? Só vai quando eu mandar!

_ Você é uma puta sacana, disparou Rodrigo.

_ TAP! Milena dá um tapa surpreendente na cara dele.

_ Quer me enfrentar, seu filho da puta? E então vem um beijo ardente.

_ Quero te encher de porra, responde.

_ Então vem, vamos juntos, seu desgraçado. Milena falou a palavra mágica.

Ainda enrabada por Christian, Mile começa a forçar sua pélvis contra Rodrigo. E geme alto, como se não estivesse aguentando. Roberto pede para eu me afastar um pouco. Coloco a cabeça novamente na almofada e ele levanta. Ao lado do trio, continua sozinho a se masturbar, agora olhando sua mulher gemer de tesão com seus buracos todos invadidos.

_ Ela vai gozar, conheço esse choro!

Os movimentos aceleram, Roberto vê aquilo tudo como se estivesse em frente a uma montanha de dinheiro, ou como uma criança, quando ganha seu primeiro brinquedo.

E Milena goza incrivelmente, mais uma vez, tremendo dos pés à cabeça.

_ Caralhoooooo, ahhhhhhhhhh, isssooooooo, ahhhhhhh! Puta que o pariu!!!

Rodrigo, não aguenta mais, e percebe que Roberto quer gozar em cima da esposa. Ele levanta, puxa a camisinha para fora do pau e se posiciona ao lado dele. Mile sai então de cima de Christian e senta no sofá. Christian também se levanta e se ajoelha próximo ao rosto dela. Não demora muito para começar a receber os jatos de porra pelo seu corpo e sua face. Primeiro os de Rodrigo, e logo em seguida, os do marido e por ultimo, do chefe de cozinha. E eu ali no chão, estática, acabada e relaxada, curtindo tudo aquilo.

_ Ahhhhhhh, ohhhhhhh!

_ Isso meus cavalos, me encham de gala! Diz ela, extasiada, espalhando o presente recebido pelo corpo, com as mãos.

Rodrigo sempre soube que eu era safadinha, falávamos muita putaria na cama, sempre. Mas nunca poderia imaginar, que a partir de um flagrante na porta do banheiro, com um amigo dele, nossa vida sexual iria mudar completamente. E pra muito melhor. Estavamos ali, exaustos, no meio de uma suruba incrível, que não imaginávamos nem mesmo em nossas fantasias!

Um beijo quase “coletivo” (sem a troca entre os homens, é claro) encerrou aquela noite maravilhosa e celou de vez a nova amizade que se iniciava. Fomos todos para a piscina nos refrescar, beber mais alguma coisa e conversar. Carícias, amassos e sorrisos dentro da água, como se aquilo fosse rotina para nós. Poucos minutos mais tarde, Roberto, só de toalha, já cochilava na poltrona. Christian, sempre à serviço, dava uma ordem na área externa do apartamento e tomava uma cerveja. Milena como um peixinho, não saia da água. Tinha um papo maravilhoso, falava sobre suas viagens com Roberto ao exterior. E se divertia com nossas conversas sobre o início do relacionamento.

Demos mais alguns minutos e resolvemos ir embora. Vestimos nossas roupas, que já estavam organizadas por Christian em cima de uma cadeira. Nos despedimos. Rodrigo e Christian deram as mãos. E depois abraçou e deu mais um beijo quente e demorado em Milena. E lá estava eu agarrada mais uma vez naquele chef maravilhoso. E ali tive a certeza de que aquela noite ainda não havia acabado. Pelo menos pra nós dois.

_ A partir de hoje esta casa também é de vocês. Voltem sempre que quiserem! Disse Milena, abraçada em Christian, que parecia agora ser o esposo e chefe da casa.

_ Muito obrigado, respondi, já na chegada do elevador.

As portas se fecharam, e lá estávamos eu e Rodrigo, a sós no elevador, exaustos, sorrisos estampados de orelha a orelha e, certamente, muito mais apaixonados e unidos.