A primeira vez

Ahhhhhhhhhhh! Gozeeeeeei…

Gozei como ninguém havia feito eu gozar antes. Nenhum ex-namorado. Nem mesmo Rodrigo. Tenho certa dificuldade pra chegar lá apenas com penetração. Fato. O orgasmo vem normalmente nos dedos. Mas nem por isso sinto menos prazer numa transa. Adoro um pau dentro de mim. Duro, grande. Fico louca. Mas o que senti desta vez foi diferente. Foi de um jeito único, novo. Sensação como aquela jamais havia sentido antes…

Não sou nenhuma miss ou musa fitness, longe disso. Confesso que devia me cuidar um pouco mais. E tenho um adversário terrível, que é a preguiça. Mas como Digo sempre diz, fui abençoada pela natureza (risos). Acho que é porque ainda mantenho tudo no lugar. Mas torço diariamente, no espelho, para que as consequencias da idade demorem muito a chegar.

Rodrigo tem tesão pelo meu corpo. Diz ele que jamais sentiu algo parecido com mulher nenhuma. “Nossa química é perfeita”, diz ele. Adora me olhar. Me tarar durante o banho, ou numa simples troca de roupa. E eu amo saber que ele sente isso. Quem não gosta de se sentir desejada? Em nossos momentos íntimos, adoramos tirar fotos, trocar nudes pelo Whatsapp enquanto falamos sacanagens, essas coisas. Meu lado vadia floresce quando estou com meu celular na mão. E a gente se diverte durante o dia, trocando essas fotos. Uma vez acabei mandando por engano, para um primo distante, uma foto da minha bunda. Meu Deus! O pior foi ele ter respondido com um coração e a mensagem “obrigado pelo presente”. Fui obrigada a pedir desculpas e dizer que era para Rodrigo. Nem quero pensar no que ele fez com essa foto!

Volta e meia Rodrigo insinuava que tinha vontade que eu fizesse um ensaio fotográfico sensual com um profissional. No início achei que era apenas mais uma ideia da cabeça pervertida dele. Como naquelas cenas de filmes, onde o fotógrafo acaba sempre comendo a modelo depois do ensaio. Mas, aos poucos vi que não. A preocupação dele era mesmo no resultado das fotos. E com o tesão que ele sente no meu corpo.
Fiquei animada no inicio com a nova experiencia mas, com o passar dos dias criei, naturalmente, uma barreira dentro de mim. Não sei, acho que não conseguiria ficar à vontade sendo fotografada por outra pessoa que não fosse Rodrigo. Mas como ele já estava empenhado em encontrar alguém que pudesse realizar esse nosso desejo, deixei que seguisse em frente.

Digo fez contato com alguns fotógrafos, dois deles, seus amigos. Mas, sinceramente não me senti confortável com nenhum deles. Imaginava que, por serem amigos, tratariam do assunto com naturalidade. Mas dava pra ver no olho deles o “desejo” de realizar o trabalho. Fotógrafos profissionais MESMO, com certeza não agem assim.
Já estávamos meio frustrados com a ideia, quando encontramos, num perfil do Instagram, aquele – ou melhor dizendo – aquela que se encaixaria perfeitamente dentro do que imaginávamos. E aparentemente perfeita e apta a realizar o trabalho.
Seu nome era Denise. Claro! Uma fotógrafa! Por que não pensamos nisso antes? No perfil da rede social entitulava-se fotógrafa profissional especialista em produtos. Mas algumas das fotos (selfies, partes de um corpo tatuado que parecia ser o seu) nos chamaram muito a atenção, pois também revelavam uma qualidade absurda quando o assunto eram corpos masculinos e, principalmente, os femininos. Um tato incrível para detalhes que muitas vezes não reparamos, um dom que separa os fotógrafos comuns, dos grandes profissionais.

No perfil havia um telefone e pensamos inicialmente em ligar no dia seguinte. Já estávamos prontos pra dormir. Eram quase 11 horas da noite. Pensamos melhor e decidimos arriscar. Rodrigo tomou a iniciativa e colocou o celular no viva-voz. Poucos toques e então, do outro lado uma voz rouca atende:

_ Denise Reis. Quem fala?
_ Olá Denise, sou Rodrigo, minha noiva Liz nos ouve pelo viva-voz, tudo bem? Desculpe o horário. Estamos procurando os serviços de um fotógrafo e encontramos você no Instagram.
_ Olá, que bom que ligaram. Não se preocupem, estou iniciando um serviço agora. Que tipo de produto vendem?
_ Eh, não é bem um produto. Gostaríamos de fazer um ensaio sensual com a Liz.
_ Hum, minha especialidade são produtos…

Antes que pudesse completar Digo disparou:

_ Sim sabemos, mas suas fotos do perfil são fantásticas e temos certeza que vai tirar de letra.
_ Bem, obrigado pelos elogios mas nunca fiz ensaios desse tipo profisssionalmente, mas… que tal um café para nos conhecermos e para que eu possa saber exatamente o que desejam?
_ Claro, que tal amanhã no fim da tarde.
_ Perfeito!
_ Maravilha, depois nos falamos para combinar o horário e o local.
_ Certo, beijos.
_ Tchau, até amanhã.

Legal! Agora tínhamos nossa provável fotógrafa. E eu voltava a ficar excitada com a mais uma loucura de Rodrigo.

_Vamos dormir, amor?
_ Vou já, só preciso fazer uma coisinha aqui no celular mesmo.
_ Certo, boa noite. Trocamos um beijo gostoso e me acomodei no peito dele como quase todas as noites. Ele retribuia sempre com cafuné gostoso na minha cabeça.

Estava muito cansada e o sono veio rápido. Na manhã do dia seguinte, como de costume, levantamos, tomamos café da manhã, nos arrumamos e partimos para o trabalho. Estava um pouco tensa pois sabia que seria um dia atribulado na empresa, com reuniões e possíveis fechamentos de negócios. Era mais ou menos dez e meia quando fui surpreendida com uma mensagem de Rodrigo no Whatsapp. Junto dela, uma foto minha apenas de rosto, dormindo.

“Vou adorar seu ensaio, da mesma maneira que adoro ver você no meu peito e nos braços de Morfeu. Te amo!”

Que lindo, meu noivo abusando do romantismo! A correria estava tão grande que respondi apenas com coraçõezinhos e um beijinho. Dez minutos depois, outra foto. Eu, ainda dormindo, todinha nua, de costas pra ele. E ele, também nú, como sempre gostamos de dormir, segurando seu mastro, duro como pedra. Na mensagem os dizeres: “Já que não se empolgou com a primeira, te mostro o que aconteceu depois que dormiu. Pensei tanto em você posando para as lentes da Denise que acabei gozando. Love you!”.

Na mesma hora, por instantes, veio na minha mente a imagem de alguém qualquer me fotografando num estúdio, e Digo ali, me olhando, com aquela carinha de tarado que só ele tem… Ainda estou pra ver homem mais safado e mais apaixonado, pensei. Mas não era hora para safadezas. O trabalho me chamava.

(continua…)

No sofá da sala – capitulo 4

Tudo o que eu desejava passava a acontecer a partir daquele momento. Eu, Rodrigo e nosso amigo juntos, explorando novas sensações, novas formas de enxergar o prazer. Estávamos ainda de pé, em frente à varanda. Eu, de toalha, de costas para Rodrigo e protegida pelo seu abraço. André, nú, de frente pra mim. Os três conversando e degustando o vinho maravilhoso. André nos contava sobre o congresso que estava participando e sobre uma situação engraçada durante o seu último relacionamento frustrado. E tudo ia acontecendo naturalmente. Me desvencilhava de Rodrigo, abraçava e dava selinhos em André; Rodrigo fazia carinhos e pequenas massagens em meus ombros, então virava o beijava também. A conversa estava tão gostosa que nem percebemos que havíamos secado a garrafa em minutos.

Coloquei minha taça sobre um aparador olhei para André e disparei:

_ Mas amigo, me conta. Essa sua ex era gostosa como eu?

A tolha que me cobria foi então ao chão. Ele fixou os olhos em mim e com aquele sorriso maroto disse:

_ Não chega aos seus pés. Você é maravilhosa!

Então colei meu corpo nú ao dele e desta vez trocamos um beijo quente, demorado e lento. Nossas mãos buscavam todas as partes possíveis um do outro. Rodrigo, presenciando tudo aquilo, tratou de tirar a bermuda, e não demorou para que também encostasse sua pele à minha, num sanduiche gostoso e erótico. A música começou a embalar os movimentos dos três. Que sensação única sentir o pau de André roçando minhas coxas e o de Rodrigo minha bunda. Não demorou nada para eu ficar novamente muito molhada.

Rodrigo então, recuou. Me deu um beijo e sentou-se na poltrona que fica ao lado do nosso sofá, levando as mãos ao pênis ereto.

Descolei a boca dos lábios de André, me virei e fiquei olhando para Rodrigo com ar de desejo, agora muito mais tranquila, pois tinha certeza que ele estava amando me ver entregue a outro homem. Continuamos dançando. Pela primeira vez na vida me senti uma puta de verdade.

_ Você gosta de olhar, meu amor?
_ Gosto muito, ele respondeu.
_ Então continua olhando pra sua vadia e para o macho novo dela. Nós vamos fazer um showzinho bem safado pra você!
_ Isso, Liz, é isso que eu quero!

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Ainda embalados pela musica eletrônica, segurei o pau de André e voltei a punhetá-lo.

_ Vai Rodrigo, pega no seu também. Mexe nele que eu quero ver.
_ Assim amor?
_ Isso. Acho lindo ele duro, respondi.

Voltei minhas atenções a André. Rodrigo estava seguro e bem entretido na poltrona da sala. Me agachei, e pela primeira vez abocanhei o mastro enorme do meu novo amigo. Aos poucos, minha língua ia sentindo o sabor e a textura maravilhosa dele. Meus dedos apalpavam suas bolas com carinho. Era realmente um instrumento grande, lindo e saboroso.

_ Mostra pra André como você sabe deixar uma pica louca, amor! Disse Rodrigo.

Chupava André como se fosse a última vez que um pau entraria na minha boca. Passava a língua em toda a sua extensão; mordiscava e sugava a cabeça num vai e vem frenético. André segurava minha nuca e se apoiava na porta da varanda. Instantes depois, me pegou pelos braços e me levantou, guiando-me até o sofá. Foi a vez dele retribuir. Se ajoelhou no tapete, abriu minhas coxas e começou a dar beijinhos gostosos na minha buceta. Logo sua língua passou a saborear cada centímetro dela. E não demorou muito pra que seus dedos me invadissem carinhosamente enquanto me lambia. Assim como Rodrigo, André mostrou ser um cara que se preocupa com o prazer da parceira. Que boca gostosa! Como eu queria que aquilo durasse a vida inteira!

Uma vela, a ducha e o amante – capítulo 3

Água caindo em nossos corpos, bocas grudadas e uma de minhas mãos acariciando a pica de André delicadamente. Na minha frente, um macho completamente entregue aos meus desejos. Um escravo gemendo gostoso no meu ouvido.

_ Vem, beija meus seios.
_ São lindos, respondeu ele.
_ Aproveite, pois aqui, agora, eles são só seus.

André largou então minha cintura, agarrou meus peitos e começou a beijá-los, lambê-los com suavidade, intercalando com algumas chupadinhas e mordidinhas. Ele sabia como fazer as coisas! Que boca gostosa ele tinha! Não via a hora de tê-la no meio das minhas pernas.

Ficamos assim por uns minutos, nos beijando e ele dando atenção aos meus seios. Com uma das mãos, buscava minha bunda e a apartava, enquanto sua vara grande e grossa tocava minha virilha, roçando em meus poucos pelos pubianos, mas doido para me invador por completo. Estava tão louco que já não se preocupava com camisinha. Grudava minhas costas na parede, me beijando e tentando em vão penetrar minha vagina. A cada tentativa eu me afastava e voltava a segurar seu pênis.

_Vire de costas, disse a ele.
_ Quero fazer o que vi você fazendo.

Peguei o sabonete, esfreguei-o algumas vezes em minhas mãos e abracei aquele homem lindo por trás, deslizando as duas mãos em seu pau, para frente e para trás, bem devagar. André olhava para aquilo e repetia:

_ Como é bom, como é bom!

Após alguns segundos, foi a vez dele explorar meu corpo úmido – por dentro e por fora – com o sabonete. Me abraçou forte e iniciou pelas costas, beijando minha boca. As mãos foram descendo até encontrar novamente minha bunda. Depois foi a minha vez de ficar de costas pra ele. André agarrava meus peitos e brincava com seus dedos em meu clitóris, como um leão sedento, pronto para engolir sua presa.

Era maravilhosa a forma como ele me masturbava. O dedo médio deslizava na entrada da minha buceta, enquanto o polegar acariciava meu clitóris. No meu ouvido, palavras sacanas o tempo todo:

_ Você é muito gostosa, uma vadia! Hoje eu quero você e não tô nem ai para o que seu noivinho vai dizer, aquele corno!

Foi então que meus pensamentos se voltaram novamente a Rodrigo. Olhei para o lado com a certeza de que o avistaria se deliciando com aquela cena. Que maravilhoso seria se ele quisesse também entrar na ducha conosco! Mas ele não estava ali.

Um sentimento de preocupação veio à tona. Rorigo sempre seria o dono da situação, mas a ausência dele ali na porta poderia ter algum motivo ruim. Então segurei as ações de André e parei.

_ Vem, vamos sair daqui. Quero ver o que Rodrigo está fazendo.
_ Ok, disse André, talvez meio chateado pela forma como encerrei aquele sarro todo. Coitado, acredito que tenha pensado inclusive qu seus planos poderiam ir por água abaixo naquela noite.

Saí do chuveiro, me enrolei na toalha e fui em busca de Rodrigo. Para minha surpresa, o encontrei na sala, apenas de bermuda, encostado na porta que dá acesso à varanda. As cortinas estavam entreabertas. As luzes da sala apagadas. A tv, sem som, estava sintonizada em um canal pornô. Nas caixas, conectadas via wi-fi ao celular de Rodrigo, um som eletrônico, estilo lounge,  ao mesmo tempo calmo e ritmado. Na imagem da televisão, uma loira peituda se deliciava com dois machos negros e fortes. Velas acesas por todos os lados, davam o tom erótico e sensual ao ambiente, perfeito para uma noite inesquecível, em companhia do nosso amigo.

Apenas vestindo a toalha que estava reservada para André, me dirigi lentamente à varanda e abracei Rodrigo pela cintura. Ainda no chuveiro imaginei que a situação pudesse ter trazido alguma sentimento ruim, insegurança, ciúmes. Ele virou, olhou com ternura pra mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado.

_Você está bem? Perguntei a ele.
_ Estou, você estava maravilhosa dentro daquele chuveiro, ele disse.
_ Jamais podia imaginar que chegaríamos nessa situação. Ainda mais vendo você curtir isso tudo.
_ Temos muito pra conhecer ainda um do outro, amor. Mas pra mim, não tem nada mais excitante do que deixar nossos corpos falarem, e nos entregarmos por completo a novas sensações. Estou vendo seu corpo falar. E quando ele fala me deixa muito excitado!

Meus olhos se fixaram nos olhos de Rodrigo e desta vez foi minha vez de beijá-lo.

_ Eu amo você, e serei sempre sua, de corpo e alma!
_ Eu sinto, Rodrigo respondeu.
_ E será pra sempre, tenho certeza, conclui.

Um sorriso largo se estampou em nossas faces. O tesão ainda percorria nossos corpos. André, nú em pelo, talvez percebendo a sintonia que acabara de presenciar entre o casal, se afastou e, enquanto conversávamos, como um verdadeiro gentleman, foi até a cozinha e voltou de lá com três taças e uma garrafa de vinho nas mãos.

Eu e Rodrigo estávamos abraçados. André se aproximou e nos entregou as taças.

_ Um brinde, a esta noite, que vai ficar gravada em nossa memória, por toda a vida!
_ Tin Tin!