Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Luxúria – capítulo 7

Estávamos excitadíssimos com a nova sessão de fotos. Denise cheia de segredos e, pra piorar, a viagem de Rodrigo. Por um lado, ela veio em boa hora, pois pude passar mais tempo com meus pais durante aqueles dias. Mas estava muito difícil pensar naquilo tudo que estávamos realizando e não querer estar com Digo, trepar gostoso com Digo. Sem ele, só me restava brincar sozinha com meus dedos e brinquedinhos. Falávamos sacanagens o dia todo pelo Whatsapp e, na sexta-feira,cheguei a me tocar e gozar no banheiro do trabalho.
No sábado, resolvi dormir cedo para acordar bem disposta no dia seguinte. Mas a ansiedade não permitia que o sono chegasse. Passei o final da noite toda no quarto, com a TV e notebook ligados, sem conseguir me concentrar direito em nada. Eram quase 10 horas quando Rodrigo liga do hotel, em Recife:

_ Oi meu tesão. Está fazendo o quê? Pronta para amanhã?
_ Aí amor, estou um pouco tensa, apreensiva. Queria que estivesse aqui.
_ Eu estou aí, não está sentindo?
_ Eu sei amor, mas é diferente. Seu carinho me protege, me acalma. Eu estou quente…
_ O dia de amanhã é uma incógnita e isso está te deixando nervosa, não é? (Risos)
_ Pára Digo, é sério.
_ Faz o seguinte: onde está Agora?
_ Na nossa cama, vendo uns e-mails de trabalho no notebook.
_ Está nua?
_ Não totalmente, só de calcinha. Estava me tocando agora pouco e pensando em nós. Mas perdi a vontade. Não é a mesma coisa sem você aqui.
_ Então entra no Lust Cinema e escolhe um daqueles filmes.
_ Mas amor, prometemos que só íamos assistir os vídeos desse site juntos.
_ Tudo bem, depois assistimos novamente aquele que você assistir agora. Mas assista.

_ Pera… Pronto, entrei. Escolhi um chamado “We know you are whatching”.
_ O que significa Liz, sabe que sou péssimo em Inglês…
_ Significa: Nós sabemos que você está olhando.
_ Hum… olhar adoro. Clica ai e vai me contando.

_ É uma jovem, ela é linda. Está tomando café e olhando pela janela. Ela tem vizinhos no prédio em frente. Um casal. Nooossa… Hum… eles estão se pegando com a janela aberta. E ela observado…
_ Ela é tipo Rob e Mile? Safadinhos?
_ Tipo você também.
_ É, eu gosto… E o que mais?
_ Hummm eles perceberam que ela os olhava. Deixaram-na toda sem graça. Estão trocando mensagens escritas em papel pela janela. Ai que delícia, convidaram ela pra visitá-los!
_ Hummmm, o bicho vai pegar!
_ O marido abriu a porta e ela está entrando… Caraca amor que casal gostoso. Eu quero fuder com um assim!
_ Vou te dar essa fantasia, amor. O que você está fazendo agora? Já estou me masturbando aqui, imaginando você ai. Imagine que você é a vizinha.
_ Amor, vou colocar no viva voz.
_ Porque?
_ Não consigo me tocar e segurar o telefone… Caralho amor, eles são muito gostosos, puta que pariu. Tô molhada aqui. O pau dele parece com o seu! Aff… hummm!
_ Me conta, o que estão fazendo?
_ Estão na cama tirando a roupa dela.
_ Elas estão se pegando gostoso. E ele acariciando a esposa. Ai, que delícia, tesão da porra. Eu quero, quero ser ela.
_ Isso, amor, que tesão. Seja ela, imagine-se ali. Pega ela gostoso…
_ Beijo gostoso que ela tem, amor. Nossa. Estou sentindo as mãos dele em mim… macho gostoso!

Nessa hora, eu já estava sem a calcinha, deitada na cama e encostada nos travesseiros, com as pernas bem abertas e o notebook no meio delas.

_ Ele quer te foder, amor?
_ Quer Digo, você deixa?
_ Claro que eu deixo.
_ Estamos mamando as duas no pau dele. Que tesão! Pau grande, cheiroso…
_ Isso cadela, chupa e imagina que eu estou observando vocês.
_ Hummm, agora ele veio me chupar amor.
_ Ai, boca gostosa… Ela esta na cama de quatro me beijando, enquanto ele me chupa. Minha buceta está toda babada amor, quer gozar!

_ Goza gostosa! Meu pau está duro aqui. Vou gozar gostoso pensando nessa safadeza!

_ Agora ele está comendo ela de quatro. Que delicia de casal….Vem, me come vizinho tesudo… cavalo gostoso! Ele vai me comer amor. Estou com as pernas arreganhadas na frente dele. Hummm…
_ Amor que pau gostoso ele tem puta que o pariu! Macho! Vem me fode gostoso!!!

_ Hummmmmmm Aiii, assim!
_ Amor, me fala… Amor?
_ Veeeem, vemmm, me faz gozar! Ahhhhhhh! Sim!!! Caralho que delícia! Huuuuummmm!
(Silêncio)…
_ Amor, amorzinho?

Acordei com o despertador sem saber o que havia acontecido direito. Estava nua. O notebook desligado, provavelmente por falta de bateria. E o celular ao meu lado. Meu Deus, apaguei e deixei Rodrigo no telefone sozinho. Mas não tinha tempo pra nada. Precisava me preparar para as fotos.

Olhei para fora e o céu estava limpo. Sinal de um dia de muito calor. Comi rápido. E tomei uma ducha gelada para refrescar. Coloquei apenas um short jeans, uma camiseta branca e chinelos. Uma maquiagem leve e pronto. Rua.
Cheguei ao prédio de Denise com uns 15 minutos de atraso. Ela já me esperava la embaixo. Junto dela, seus apetrechos.

_ Bom dia, Denise!
_ Vem aqui atrasadinha, vamos levar isso para o porta malas. Cadê Rodrigo?

Pude perceber que além da câmera, Denise carregava uma iluminação pequena e uma espécie de pano dourado em formato oval
.
_ Um “bom dia” também é bacana né? Só por isso nao vai ganhar selinho, provoquei.

Ela me olhou contrariada.

_ Rodrigo não vem. Teve que viajar.
_ Sério? Ele te liberou?
_ Claro… como vai manusear todos estes equipamentos e ainda fotografar?
_ Tenho vários ajudantes espalhados por ai. Você vai conhecê-los.

_ Como?

Denise apenas sorriu, ironicamente.
_ E esse pano dourado pra que serve?
_ É um rebatedor de luz. Quando usarmos eu te explico melhor como ele funciona. Agora vai, pula para o carona. Eu que vou dirigir. Já sei onde serão nossas locações. E pegue esta sacola. Tem biquínis e cangas ai dentro. Vai provando eles no caminho.

(continua…)


Assista na íntegra

Onde a magia acontece – capítulo 3

Durante o caminho entre o café e o estúdio, deixamos de lado um pouco o assunto “fotos” e conversamos sobre nossa relação, nossas origens. Denise nos contou como surgiu o gosto pela fotografia, da mãe falecida e das influencias de seu pai.

_ É aqui neste prédio, chegamos. Pode parar o carro por aqui.

Denise residia em um prédio de 5 andares, bem antigo. Ele fazia esquina para uma rua de grande movimento da cidade e um beco, que durante o dia ficava bem movimentado, repleto de lojas comerciais. Mas quando anoitecia, se transformava em um ambiente sombrio e até um pouco perigoso. Suas marquises, nesta hora, davam espaço para sem tetos e alguns usuários de drogas. Na outra extremidade, o beco dava acesso a uma outra rua da região, bem próxima ao calçadão do comércio.
Paramos o carro bem em frente e subimos três lances de escadas. Já era tarde, mas ainda haviam crianças brincando na recepção do prédio.Quando entramos no apartamento, avistamos uma belíssima decoração. Um misto de contemporâneo com uns toques de elementos mais antigos, com um pezinho na cultura indiana. bem a cara daqueles spas de relaxamento. Um ambiente bem agradável e acolhedor.

_ Vou fazer mais um café para nós. Fiquem à vontade.

Rodrigo sentou no sofá e tomei a liberdade de olhar a prateleira de livros. Lá encontrei diversos títulos, dos mais variados assuntos. Arqueologia, muitos de fotografia, é claro; Osho, Kama Sutra, Tantra, que me chamaram a atenção. E os mais inusitados, falando sobre fusca. Sim, o carro.

Fomos surpreendidos pela volta de Denise. Com apenas uma camiseta regata branca deixando a lateral dos seios um pouco à mostra. E um shorts jeans, que revelava de vez seus quilinhos a mais, e várias outras tatuagens que havíamos visto anteriormente, pelo Instagram.

_ Qual mais gostou? Disse ela.
_Jamais imaginaria que uma fotógrafa seria fã de fusca.
_ Pois é, mais uma influência do meu pai. Ele é um apaixonado por fuscas, e em toda sua vida, só teve fuscas. Não consigo relembrar da minha infância dentro de outro carro. Cresci e acabei me apaixonando por eles também. Gosto do seu design, das curvas deles; lembram as curvas femininas. O capô, por exemplo, parece muito com a sua bunda linda Liz, completou ela, rindo e olhando fixamente para meus olhos, me deixando um pouco desconsertada.
_ Eh… e por que não tem o seu? Respondi, timidamente.
_ É o meu sonho, pretendo comprar ou reformar um em breve.
_ Vai conseguir logo, vai ter muito sucesso como fotógrafa, seu trabalho é fantástico, disse Rodrigo.
_ Deus te ouça… Então, é aqui que eu vivo. Gostaram? Tem dois quartos: o meu e outro utilizo como estúdio. Um banheiro e uma pequena cozinha com a área de serviço conjugada.
_ Sim, gostamos muito, É bem aconchegante. Você mora sozinha aqui?
_ Sim. Ainda busco o amor da minha vida. Mas enquanto ele não vem, me divirto com alguma amiga ou outra.

Nos olhamos novamente.

_ Amiga? Só namora mulheres? Perguntei.
_ Sim, não tenho paciência pra homem. E pinto que cresce e goza dentro de mim, jamais. Pinto pra mim tem que ser de borracha e vir com peito e buceta (risos).
_ Já foi chupada por uma mulher, Liz?

Abismada com nossa fotógrafa audaciosa e cheia de perguntas, fingi que não ouvi.

_ Isso é um não, já entendi. Devia experimentar. Não vai querer outra língua em você. Venham, venham conhecer o estúdio!

Denise fez do quarto principal – um pouco maior que o outro – o pequeno estúdio. Assim que entramos, ela acendeu as luzes e fechou a cortina preta, eliminando a pouca luminosidade que vinha de fora. O quarto não tinha nada além de uma mesa com um notebook, uma prateleira de metal repleta de lentes de câmeras, cd’s e dvd’s. Também 2 pedestais com lampadas de iluminação e um qie acredito ser um flash. Uma cadeira e uma sombrinha armada. Em uma das paredes, Denise adaptou para aqueles fundos curvos pra dar a noção de infinito.
_ E então? O que acharam?
_ Bonito, simples e muito funcional. Gostei muito, falou Digo.
_ Obrigado! Você realmente é observador! Procurei buscar isso mesmo, respondeu ela, ligando um dos holofotes e entrelaçando a alça da câmera na mão esquerda.
_ Tire a roupa, Liz.

Tomei um susto.

_ Oi? Como assim? Não iríamos combinar outro dia para a sessão?
_ Sim, hoje não serão fotos oficiais. Vamos Liz, só quero testar a iluminação em seu corpo. Quero entregar para vocês o melhor resultado. Se quiser, pode usar o banheiro, enquanto ajeito umas coisas.

Rodrigo abriu um sorriso. Respirei firme e resolvi ficar ali mesmo. Afinal, ficar nua não era problema. Mas aquela nova situação passou a gerar uma certa tensão em mim.

_ Rodrigo, se incomoda em colocar esta cadeira ali no centro?

Ele ficou sem entender, mas atendeu ao pedido. Agarrou a cadeira e levou para o meio do pequeno quarto.
Denise não tirou os olhos de mim enquanto tirava a roupa. Estava concentrada nos ajustes para as fotos, mas fugia a atenção em minha direção sempre. Pensei: calma Liz, ela vai te fotografar, é so um trabalho… Mas ela acabou de dizer que é lésbica! Será? Ai meu Deusss!

_ Vou procurar valorizar cada curva desse seu corpo lindo Liz. Senta ali na cadeira.
_ Tá certo.

Nossa fotógrafa girou um pedestal pra direita, pra esquerda, se posicionou em.minha frente e começou a clicar.

_ Se já viu outros ensaios já sabe o que tem que ser feito né?
_ Acho que sim, respondi.
_ Então vamos lá querida. Vou te ajudando, certo?
_ Ok. Respirei fundo e olhei para Rodrigo. Ele estava em pé, encostado no batente da porta. E parecia hipnotizado.
_ Eh, o que eu faço? Estou meio perdida com os braços…

Rodrigo, mais tarado impossível, já estava com o celular na mão para também registrar o momento.

_ Cruze as pernas, apoie os braços nos encostos.da cadeira. Isso… Agora coloque sua cabeça para trás.

E assim fiz.

_ Ótimo.
_ Com os olhos fechados e ainda um pouco nervosa, pude ouvir uma sequência grande de clicks que vinham da câmera de Denise.
_ Agora quero que nesta posição você descruze as pernas e abra elas um pouco…

Descruzei, mas não conseguia abri-las. Algo me travou e aquilo que aparentemente parecia fácil começou a ficar complicado.

_ Tudo bem? Disse Denise.
_ Sim, acho que estou um pouco nervosa, só isso.
_ Não se preocupe. Se solte, relaxe. Recomeçamos. Rodrigo que tal colocar este celular no bolso e pedir uma comida para nós? Tem dinheiro em cima da mesa da sala.
_ Claro vou pedir. O que prefere?
_ O que você decidir está bacana, Denise respondeu.
_ Certo, mas deixe que eu acerto a conta.
_ Como quiser. Agora me deixe um pouco a sós com Liz.
_ Tudo bem. E saiu parecendo aqueles garotos de colégio que acaram de levar uma bronca da professora.

Eu estava ali, nua, e nervosa na frente de uma desconhecida fotógrafa lésbica. Não conseguia encarar Denise de frente. Percebi que ela voltava a fazer alguns ajustes na iluminação. Então plugou a câmera no notebook, que já estava ligado e escolheu uma das poucas fotos que havia tirado.

_ Esta é você. O que acha?
_ Nossa… Ficou linda!

Denise então me abracou por trás. E senti meu corpo arrepiar de cima abaixo.

_ Pode ficar muito melhor, ela disse, esticando o pescoço para o lado, em direção à tela. Mas precisa me ajudar.
_ Sim eu sei, vou tentar.
_ Você quer fazer isso? Ou é um desejo só dele?
_ Partiu de Rodrigo sim. Relutei no começo. Mas depois passei a curtir a ideia. Por isso estamos os dois aqui.

Ficamos em silêncio por uns instantes. Denise passou por mais umas duas ou três fotos. Eu olhava fixadamente para a tela do computador, procurando descobrir qual Liz deveria estar ali.

_ Ei, exclamou.
_ Olhei para o lado e nos encaramos.

Ela segurou em.meus braços e disse:

_ Traga pra cá a Liz que fez você vir até mim.

Nossos olhos não conseguiam desgrudar um do outro. Senti uma atração louca, diferente. E numa reação impensada, quase irresponsável, beijei Denise. Nossas bocas se encontraram estáticas. Mas antes que elas se soltassem, Denise me abraçou forte. E então nossas línguas se cruzaram num amasso quente e demorado. Um beijo de cumplicidade única, um beijo de entrega.

_ Desculpe, eu não queria…
_ Não? Me entristece dizendo isso, Liz.
_ Não, calma. Meu corpo quis sim. Mas não foi certo.
_ Se foi certo ou não, nós vamos descobrir. Mas foi bom.
_ Sim, foi muito bom. Sorrimos.
_ Vamos tentar de novo?
_ Sim.

(continua…)

Decidimos voltar ao Instagram, até ele nos bloquear de novo. Nos sigam por lá! @lizedigo

No sofá da sala – capitulo 4

Tudo o que eu desejava passava a acontecer a partir daquele momento. Eu, Rodrigo e nosso amigo juntos, explorando novas sensações, novas formas de enxergar o prazer. Estávamos ainda de pé, em frente à varanda. Eu, de toalha, de costas para Rodrigo e protegida pelo seu abraço. André, nú, de frente pra mim. Os três conversando e degustando o vinho maravilhoso. André nos contava sobre o congresso que estava participando e sobre uma situação engraçada durante o seu último relacionamento frustrado. E tudo ia acontecendo naturalmente. Me desvencilhava de Rodrigo, abraçava e dava selinhos em André; Rodrigo fazia carinhos e pequenas massagens em meus ombros, então virava o beijava também. A conversa estava tão gostosa que nem percebemos que havíamos secado a garrafa em minutos.

Coloquei minha taça sobre um aparador olhei para André e disparei:

_ Mas amigo, me conta. Essa sua ex era gostosa como eu?

A tolha que me cobria foi então ao chão. Ele fixou os olhos em mim e com aquele sorriso maroto disse:

_ Não chega aos seus pés. Você é maravilhosa!

Então colei meu corpo nú ao dele e desta vez trocamos um beijo quente, demorado e lento. Nossas mãos buscavam todas as partes possíveis um do outro. Rodrigo, presenciando tudo aquilo, tratou de tirar a bermuda, e não demorou para que também encostasse sua pele à minha, num sanduiche gostoso e erótico. A música começou a embalar os movimentos dos três. Que sensação única sentir o pau de André roçando minhas coxas e o de Rodrigo minha bunda. Não demorou nada para eu ficar novamente muito molhada.

Rodrigo então, recuou. Me deu um beijo e sentou-se na poltrona que fica ao lado do nosso sofá, levando as mãos ao pênis ereto.

Descolei a boca dos lábios de André, me virei e fiquei olhando para Rodrigo com ar de desejo, agora muito mais tranquila, pois tinha certeza que ele estava amando me ver entregue a outro homem. Continuamos dançando. Pela primeira vez na vida me senti uma puta de verdade.

_ Você gosta de olhar, meu amor?
_ Gosto muito, ele respondeu.
_ Então continua olhando pra sua vadia e para o macho novo dela. Nós vamos fazer um showzinho bem safado pra você!
_ Isso, Liz, é isso que eu quero!

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Ainda embalados pela musica eletrônica, segurei o pau de André e voltei a punhetá-lo.

_ Vai Rodrigo, pega no seu também. Mexe nele que eu quero ver.
_ Assim amor?
_ Isso. Acho lindo ele duro, respondi.

Voltei minhas atenções a André. Rodrigo estava seguro e bem entretido na poltrona da sala. Me agachei, e pela primeira vez abocanhei o mastro enorme do meu novo amigo. Aos poucos, minha língua ia sentindo o sabor e a textura maravilhosa dele. Meus dedos apalpavam suas bolas com carinho. Era realmente um instrumento grande, lindo e saboroso.

_ Mostra pra André como você sabe deixar uma pica louca, amor! Disse Rodrigo.

Chupava André como se fosse a última vez que um pau entraria na minha boca. Passava a língua em toda a sua extensão; mordiscava e sugava a cabeça num vai e vem frenético. André segurava minha nuca e se apoiava na porta da varanda. Instantes depois, me pegou pelos braços e me levantou, guiando-me até o sofá. Foi a vez dele retribuir. Se ajoelhou no tapete, abriu minhas coxas e começou a dar beijinhos gostosos na minha buceta. Logo sua língua passou a saborear cada centímetro dela. E não demorou muito pra que seus dedos me invadissem carinhosamente enquanto me lambia. Assim como Rodrigo, André mostrou ser um cara que se preocupa com o prazer da parceira. Que boca gostosa! Como eu queria que aquilo durasse a vida inteira!

Uma vela, a ducha e o amante – capítulo 3

Água caindo em nossos corpos, bocas grudadas e uma de minhas mãos acariciando a pica de André delicadamente. Na minha frente, um macho completamente entregue aos meus desejos. Um escravo gemendo gostoso no meu ouvido.

_ Vem, beija meus seios.
_ São lindos, respondeu ele.
_ Aproveite, pois aqui, agora, eles são só seus.

André largou então minha cintura, agarrou meus peitos e começou a beijá-los, lambê-los com suavidade, intercalando com algumas chupadinhas e mordidinhas. Ele sabia como fazer as coisas! Que boca gostosa ele tinha! Não via a hora de tê-la no meio das minhas pernas.

Ficamos assim por uns minutos, nos beijando e ele dando atenção aos meus seios. Com uma das mãos, buscava minha bunda e a apartava, enquanto sua vara grande e grossa tocava minha virilha, roçando em meus poucos pelos pubianos, mas doido para me invador por completo. Estava tão louco que já não se preocupava com camisinha. Grudava minhas costas na parede, me beijando e tentando em vão penetrar minha vagina. A cada tentativa eu me afastava e voltava a segurar seu pênis.

_Vire de costas, disse a ele.
_ Quero fazer o que vi você fazendo.

Peguei o sabonete, esfreguei-o algumas vezes em minhas mãos e abracei aquele homem lindo por trás, deslizando as duas mãos em seu pau, para frente e para trás, bem devagar. André olhava para aquilo e repetia:

_ Como é bom, como é bom!

Após alguns segundos, foi a vez dele explorar meu corpo úmido – por dentro e por fora – com o sabonete. Me abraçou forte e iniciou pelas costas, beijando minha boca. As mãos foram descendo até encontrar novamente minha bunda. Depois foi a minha vez de ficar de costas pra ele. André agarrava meus peitos e brincava com seus dedos em meu clitóris, como um leão sedento, pronto para engolir sua presa.

Era maravilhosa a forma como ele me masturbava. O dedo médio deslizava na entrada da minha buceta, enquanto o polegar acariciava meu clitóris. No meu ouvido, palavras sacanas o tempo todo:

_ Você é muito gostosa, uma vadia! Hoje eu quero você e não tô nem ai para o que seu noivinho vai dizer, aquele corno!

Foi então que meus pensamentos se voltaram novamente a Rodrigo. Olhei para o lado com a certeza de que o avistaria se deliciando com aquela cena. Que maravilhoso seria se ele quisesse também entrar na ducha conosco! Mas ele não estava ali.

Um sentimento de preocupação veio à tona. Rorigo sempre seria o dono da situação, mas a ausência dele ali na porta poderia ter algum motivo ruim. Então segurei as ações de André e parei.

_ Vem, vamos sair daqui. Quero ver o que Rodrigo está fazendo.
_ Ok, disse André, talvez meio chateado pela forma como encerrei aquele sarro todo. Coitado, acredito que tenha pensado inclusive qu seus planos poderiam ir por água abaixo naquela noite.

Saí do chuveiro, me enrolei na toalha e fui em busca de Rodrigo. Para minha surpresa, o encontrei na sala, apenas de bermuda, encostado na porta que dá acesso à varanda. As cortinas estavam entreabertas. As luzes da sala apagadas. A tv, sem som, estava sintonizada em um canal pornô. Nas caixas, conectadas via wi-fi ao celular de Rodrigo, um som eletrônico, estilo lounge,  ao mesmo tempo calmo e ritmado. Na imagem da televisão, uma loira peituda se deliciava com dois machos negros e fortes. Velas acesas por todos os lados, davam o tom erótico e sensual ao ambiente, perfeito para uma noite inesquecível, em companhia do nosso amigo.

Apenas vestindo a toalha que estava reservada para André, me dirigi lentamente à varanda e abracei Rodrigo pela cintura. Ainda no chuveiro imaginei que a situação pudesse ter trazido alguma sentimento ruim, insegurança, ciúmes. Ele virou, olhou com ternura pra mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado.

_Você está bem? Perguntei a ele.
_ Estou, você estava maravilhosa dentro daquele chuveiro, ele disse.
_ Jamais podia imaginar que chegaríamos nessa situação. Ainda mais vendo você curtir isso tudo.
_ Temos muito pra conhecer ainda um do outro, amor. Mas pra mim, não tem nada mais excitante do que deixar nossos corpos falarem, e nos entregarmos por completo a novas sensações. Estou vendo seu corpo falar. E quando ele fala me deixa muito excitado!

Meus olhos se fixaram nos olhos de Rodrigo e desta vez foi minha vez de beijá-lo.

_ Eu amo você, e serei sempre sua, de corpo e alma!
_ Eu sinto, Rodrigo respondeu.
_ E será pra sempre, tenho certeza, conclui.

Um sorriso largo se estampou em nossas faces. O tesão ainda percorria nossos corpos. André, nú em pelo, talvez percebendo a sintonia que acabara de presenciar entre o casal, se afastou e, enquanto conversávamos, como um verdadeiro gentleman, foi até a cozinha e voltou de lá com três taças e uma garrafa de vinho nas mãos.

Eu e Rodrigo estávamos abraçados. André se aproximou e nos entregou as taças.

_ Um brinde, a esta noite, que vai ficar gravada em nossa memória, por toda a vida!
_ Tin Tin!

No flagra – capítulo 2

Demorei alguns minutos no banheiro. Rodrigo, meu noivo, tantava entender o restante do filme que havíamos acabado de perder. Ao me dirigir à sala, notei que André havia deixado a porta da suíte destinada às visitas aberta. Dava pra ouvir bem o barulho do chuveiro. Neste momento, um misto de excitação, curiosidade e peraltice tomou conta do meu corpo. Como será ele nú? Será que tem um abdomen tanquinho? Um pau grande e gostoso? Meu corpo estava sob tensão total. E ainda muito excitada com as preliminares, maluca pra gozar. Mas não podia ser pega pelo meu noivo, espionando. Como ele iria reagir?

Recuei… Mas meu corpo queria que eu fosse em frente. Então fui. Olhei para Rodrigo na sala. Ele estava entretido com alguma coisa que passava na tv. Então tomei toda a coragem do mundo e empurrei com muito cuidado a porta da suíte que estava entreaberta. A luz do quarto apagada e a do banheiro acesa, impedindo André de notar minha presença.

Me vi então diante de um corpo lindo para um homem de 46 anos. Ele devia ter em torno de um metro e setenta oito e uns oitenta quilos, bem distribuídos. Uma bunda redondinha, algo que meu noivo não tem, mas que acho lindo nos homens. Na hora, imaginei minhas mãos nela… ui! Quando ele virou de frente, não tive como não reparar no seu mastro. Relaxado tinha um tamanho muito bom. Fiquei louca quando começou a ensaboá-lo. Mil pensamentos sórdidos começaram a bagunçar minha cabeça.

Derrepente, ele começa a se excitar, ainda ensaboando seu pau, bem devagar. Parecia até que sentia que eu estava ali, à sua espreita. Ou então relembrando um pouco do que havia acabado de   presenciar, na sala. Uma cena maravilhosa e um corpo tomado pelo tesão, por completo. Seria uma injustiça com minhas fantasias pensar no meu noivo naquele momento. Era hora e sonhar com uma situação incrível, erótica e excitante.

Permaneci quietinha, me acariciando por dentro do shorts e apreciando aquele corpo macho e viril se masturbando bem diante dos meus olhos. André fechava os olhos, como se estivesse fantasiando. Aos pouco ia acelerando os movimentos, parava por uns instantes e então, recomeçava, devagar.

O tempo havia parado ali, naquele momento. Perdi os sentidos e só fui recuperá-los no momento em que fui surpreendida pela mão do meu noivo tapando a minha boca, como se não quisesse que eu fizesse qualquer barulho.

_ Pshhhh! Sussurrou ele.

Um susto! Tremi de cima abaixo, já preocupada com a desculpa que teria que ainda inventar. Ele então, me puxou delicadamente para a porta do quarto, colocando o dedo indicador na boca, pedindo novamente para eu fazer silêncio. Na outra mão uma vela aromática acesa (temos algumas em casa e adoramos tomar banho juntos, com elas acesas).

Eu tremia dos pés a cabeça, e no momento em que ia pedir desculpas ele disse baixinho:

_ É isso que você gosta não é?

_ Naaaa… , amor, calma, por favor.

_ Gosta, eu sei que gosta. Vai ter que me obedecer agora, ok? Tire a roupa rápido, apague as luzes e entre no banheiro com a vela.

_ Você ficou louco, Rodrigo?

_ Pshhhhhhh! Fale baixo, porra!

_ Quem está louca aqui é você… de tesão. Vamos nos divertir com nosso amigo!

Eu não queria acreditar naquilo que eu acabara de ouvir. O nervosismo tomou conta de mim, e o tesão falava muito, mas muito alto. A partir daquele momento minha fantasia se tornaria realidade, e ainda melhor, com o aval do meu noivo, pois ele estava ali e eu sabia que iria tomar controle de qualquer situação. Me despi por inteiro, tremendo muito, e mal conseguia segurar a vela, tamanho o nervosismo.

Apaguei a luz do banheiro e entrei. André ficou paralisado segurando seu penis duríssimo, não acreditando no que estava vendo na frente dele. Não tinha como não perceber meu nervosismo.

Então ele desligou a água que caia sobre seu corpo e falou:

_ Você é doida? Onde está o Rodrigo???

Lentamente coloquei a vela sobre a pia e muito nervosa caminhei em silêncio em direção àquele homem. Abri o box que nos separava, coloquei as mãos em sua cintura, olhei nos seus olhos e disse:

_ Não se preocupe, ele não vai perder nenhum lance disso. Ligue a água, preciso de um banho frio. Fiquei te olhando o banho todo. E eu to ardendo de tesão!

E assim ele fez, me agarrou forte pela cintura e me beijou com uma vontade enorme. Senti o pau dele latejando entre minhas pernas e minha buceta umedecer na hora. Ainda beijando-o, segurei forte no seu membro e pude concluir minhas expectativas. Nunca tive em minha mão um pau tão rijo. E como previ era enorme, talvez maior que o do meu noivo.

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(continua…)

A visita – capítulo 1

Início de mais uma noite de verão em Alagoas. Aqui, quase todos os dias, o calor é intenso e sugestivo. Sugere praia, mar, sol, roupas curtas e coladas… e sexo. Pelo menos pra mim.

Ah, muito prazer meu nome é Liz, sou noiva de um cara maravilhoso chamado Rodrigo. Maravilhoso porque até conhecê-lo, minha vida sexual era uma monotonia. Não que meus ex namorados não gostassem de sexo, não é isso. Mas faziam o sexo “água com açucar”, aquele básico, suficiente, sabe? De todos eles, o primeiro foi um pouco melhor. Talvez justo por ser o primeiro e aquilo tudo ser uma grande novidade, tanto pra mim quando pra ele. Sabia como me pegar e me deixar molhada. Mas com Rodrigo é diferente. Juntos levamos o sexo a um outro patamar. Estamos juntos a pouco tempo mas nos conhecemos perfeitamente. Sabemos como direcionar o outro a lugares inimagináveis na cama, ou fora dela. Ele me entende, me dá segurança para sentir e viver o que eu quiser. E uma escorpiana como eu quer muito. E quanto mais me fizer gozar, melhor fica.

Rodrigo estava recebendo em casa um amigo de fora, André, que chegou à cidade para acompanhar uma feira de franquias que estava acontecendo no Centro de Convenções. Naquela noite de sexta, André avisou que chegaria tarde, pois ao sair do último dia de congresso e palestras, iria confraternizar com os colegas em algum bar da cidade. Mas no dia seguinte, sairíamos juntos para aproveitar um pouco a companhia e apresentar-lhe um alguns pontos turísticos da cidade, sua orla, suas praias e atrativos maravilhosos. Durante a semana, devido aos compromissos normais de trabalho e família, não conseguíamos nos encontrar.

Resolvemos então aproveitar a noite em casa. Para tanto, compramos umas cervejas e uma comidinha japonesa, torcendo para que a TV à cabo transmitisse algum filme interessante. E assim aconteceu. Fizemos um jantar a dois, regado a um bom papo (adoramos conversar, trocar experiencias e relatar nosso dia). Logo depois, nos acomodamos no sofá e começamos a assistir o filme. Um drama, com umas pegadas sensuais, bem chatinho. Mas a cerveja ia nos deixando animados.

Rodrigo é um cara que sempre priorizou bom sexo, cheio de tesão e safadezas. Não demorou muito para ele começar a me beijar e tocar meu corpo. Ele vestia apenas uma bermuda. Eu estava com um shorts curto e uma camiseta folgada. A intensidade dos nossos beijos aumentava a cada cena do filme. Eu arrepiava a cada toque dos lábios dele no meu pescoço, e de seus dedos ágeis e carinhosos acariciando minha coxa.

É claro que logo o filme já não era mais interessante para nós. Rodrigo queria mais era brincar em meus seios, por dentro da minha camiseta, tentando tirá-la à todo instante. Fiquei preocupada, pois sabia que o amigo dele poderia chegar a qualquer momento, e mal o conhecia.

_ Não se preocupe amor, ele não vai vir agora, ligou dizendo que vai sair com o pessoal do congresso.

Pensei: bem, se ele chegar conseguiremos disfarçar, pois a campainha vai tocar, teremos que abrir a porta e tal. Então relaxei e resolvi curtir aquele momento especial.

Ainda sentada no sofá, tive a camiseta tirada pelo meu noivo, que logo comecou a beijar meus seios, modéstia a parte, muito bonitos e empinados. Adoro ser beijada ali, a sensibilidade é muito grande e não demorei muito para ficar toda molhada. Como ele sabe muito bem que isso acontece rápido, enquanto lambia carinhosamente meus bicos, desabotoou meu short e delicadamente comecou a me tocar por dentro da calcinha. Parou por um instante e me olhou com ar de satisfação:

_ Esta molhada, do jeitinho que eu gosto.

_ Sim, respondi gemendo baixinho.

Não se contentando, desceu todo o meu short e viu uma calcinha branca, tão encharcada que já era possível ver o que ela escondia. Não perdeu tempo e começou a beijar minha buceta, por cima da calcinha, me deixando louca.

Quando isso acontece, quero sentir logo o pau dele dentro de mim. Ordenei que ele sentasse no sofá e retirei a bermuda e a cueca samba canção que ele usava, deixando à minha vista aquele pau enorme e duro que eu tanto amo.

Me excita demais masturbá-lo. Por isso, me ajoelhei no tapete, com uma das mãos acariciando minha buceta e com a outra ora masturbando, ora chupando a pica e as bolas dele, que neste momento já estava latejando de excitação.

Rodrigo estava descontrolado, se contorcia como nunca e senti que se prolongasse um pouco mais o boquete faria-o gozar. Então parei e sentei no seu colo, na intenção e provocá-lo ainda mais, e sentir aquela vara enorme roçando minha calcinha. Ele me agarrava pela cintura, beijava minha boca, meus seios, me chamava de puta, vagabunda (eu adoro!) e dizia que me amava como nunca amou outra mulher na vida.

556c50efaad9f0cf89a6580e1ad7338a.mp4-preview-14Ficamos neste sarro por uns instantes, mas estava louca pra ter aquele pau dentro de mim. Afastei finalmente a calcinha e sentei devagar nele. Os movimentos, no início, eram bem lentos e gostosos, daqueles que nos fazem sentir o membro do cara nos preenchendo toda. Aos poucos, eles começaram a acelerar. Rodrigo, enquanto me penetrava, me beijava na boca com vontade e segurava minha bunda, na tentativa de controlar meus movimentos e, consequentemente, sua gozada. Nada mais nos importava, apenas viver e aproveitar mais uma trepada maravilhosa.

De repente, a porta da sala se abre… Num movimento institivo, pulei de cima de Rodrigo e tentei pegar, ao chão, a camiseta que vestia, na tentativa de cobrir algo em meu corpo. Tudo em vão. Como ainda estava de calcinha, me encolhi no sofá e cobri os seios com os braços, cheia de vergonha. André, pego de surpresa, não sabia como reagir. Ficamos os três estáticos, um olhando para o outro.

_ Gente, me desculpem, não imaginava que estavam aqui.

_ Nem nós, que ia chegar tão cedo, respondeu Rodrigo, sentado no sofá e completamente nú.

_ O pessoal desistiu de sair para confraternizar, então resolvi vir pra cá pra saber o que estavam fazendo, e que quem sabe, sairmos pra comer algo e papear.

_ Que pena, eu disse, ainda trêmula. Comemos agora pouco.

_ Ah, então não se preocupem, afinal não avisei. Vou tomar um banho e comer alguma coisa no quarto.

E se retirou.

Olhei para Rodrigo e começamos a rir da situação, ainda assustados. Enquanto nos recompúnhamos e colocávamos as roupas, ele explicou que havia deixado uma cópia da chave com André para que ficasse mais à vontade e não se preocupasse com horários. Maluco, como ele faz isso comigo??!!

Dei um beijo gostoso nele e completei:

_ Vou ao banheiro, mais tarde a gente termina isso lá no quarto. (continua…)

Nosso primeiro post

Este é um blog para os apreciadores da leitura erótica. Aqui nós vamos dividir com vocês aquilo que gostamos de falar ao pé do ouvido, quando estamos na cama, em nossa mais profunda intimidade. Sim, nós somos um casal bem pervertido e quem sabe um dia as histórias que vocês vão ler aqui, periodicamente, virem uma gostosa e inesquecível realidade. Comentem, critiquem, excitem-se, divirtam-se e gozem com as Histórias de Liz.

Beijos e abraços,

Liz & Digo
@casalcuidadoso