Dominadora – Capítulo 11

  _ Seu gosto é bom moça. Esfrega mais.
_ Limpa minha buceta toda Aílton! Humm, nossa, que gostoso!
Não sei onde estava com a cabeça. Rodrigo à quilômetros de distância e eu esfregando minha xaninha melada de gozo no rosto de um desconhecido. Mas Aílton tinha uma língua maravilhosa e sua boca, sua barba por fazer, roçando minha pele, me davam arrepios e me faziam tremer, de cima a baixo.
Extasiada e cansada, me deitei sobre o corpo dele, ainda com as pernas abertas e a bunda próxima ao seu rosto. Me aninhei em sua virilha, frente à frente com a cabeça do pau, que ainda estava amolecido, mas já ameaçava algum movimento. Então resolvi testar a capacidade de recuperação de nosso ajudante. Comecei a passar a ponta da língua na sua glande. Recebi em troca movimentos involuntários. Então, me estiquei um pouco mais e coloquei ela toda na boca, mamando bem devagar. Às vezes tirava e observava. Mas, quando segurei com os dentes a base da cabeça e comecei a passar a língua em toda sua extensão, a reação foi imediata. Senti ele crescendo e endurecendo novamente.
Então olhei Denise. Estava parada no rio, de costas pra nós, parecia pensativa. Frustrando qualquer nova expectativa de Aílton, larguei o membro dele, levantei e caminhei lentamente até a água. Enquanto me aproximava, Denise submergiu. E, ao mesmo tempo mergulhei, em sua direção. Voltamos à superfície praticamente juntas. Ela se assustou com minha presença. Eu precisava saciar aquele desejo que me consumia, de vez. E não ia existir melhor oportunidade. Não como aquela, onde tudo era perfeito e favorável. Nosso encontro definitivo tinha que acontecer naquela hora.
Abracei-a por trás, lambendo e beijando seu pescoço:
_ Gostosa, eu quero você, preciso de você, falei.
_ Ai, Liz, como você demorou, como pode ser tão insaciável?!
_ Sou. Mas agora sou sua, é só o que importa.
Os bicos dos seios volumosos de Denise estavam duríssimos; ela sussurrava baixinho a cada beliscãozinho que eu dava neles. Meus dedos molhados também sabiam tocá-los, suavemente, provocando arrepios. Como era bom apertá-la, toda fofinha, mas com tudo no lugar, durinha. Uma delícia de mulher! Percorria com as mãos todo seu corpo molhado e quente. A água e o sol que invadiam nossos poros. Minha fotógrafa já estava entregue. Primeiro no estúdio, depois no carro. Sabíamos que uma hora aquilo ia acontecer.
Toquei sua virilha e comecei a acariciar seus pelinhos. Desci um pouco mais, e pude preencher minha mão com uma buceta grande e macia. Na hora desejei ela na minha boca. Não demorou para que eu encontrasse seu grelo. Denise gemeu forte, ergueu os braços, e entrelaçou os dedos atrás do meu pescoço.
_ Ahhhhh! Assim…
Virou-se para cima e seus olhos me encontraram.
_ Você é a mulher mais gostosa que eu já toquei. Desejei você desde o primeiro momento que te vi. E me beijou… um beijo ainda mais quente e gostoso que os anteriores.
Denise se virou e nos ajoelhamos, uma de frente para a outra, ficando apenas com as cabeças para fora da água. Nos abraçamos forte e ela se pendurou no meu pescoço, cruzando as pernas por trás de mim, como se estivesse no meu colo. Nossas bocas não se desgrudavam um segundo. Turistas poderiam aparecer a qualquer hora. Um risco enorme. Mas nada tiraria aquele momento de nós duas.
Aílton… Onde vocês estariam se estivessem na pele do Aílton? Claro, dentro da água, próximo a nós, se masturbando, com aquela respeituosidade de sempre. Um homem todo “bruto”, mas que soube entender que aquele lance era só nosso. Que não haveria espaço pra mais um. Então, o restava vistoriar todos os lados, em busca de um bote chegando ou de pessoas observando. Mas também olhava para nós, cheio de desejo. A água chacoalhava perto dele. Era sua mão, manobrando sua pica grande, em busca de mais um orgasmo.
Denise estava “pendurada” em mim. Meu braço direito a enlaçava pelas costas e minha mão direita aproveitava para desvendar sua buceta gostosa. Comecei acariciando seu clitóris, lentamente, e assim que percebi que ela estava lubrificada, coloquei o dedo médio dentro dela. Sua reação foi pressionar meu corpo contra o dela ainda mais. Aos poucos ia acelerando os movimentos. E não demorou para o dedo indicador também fazer parte da brincadeira. Denise gemia alto:
_ Ahhhh, puta que pariu, Liz, não tô acostumada com uma mulher me dominando, hummm, isso!
_ Prefere estar no meu lugar, é?
_ Até hoje eu preferia, mas com você é diferente… ai!
_ É? Sou sua putinha gostosa sou?
_ Você é um tesão, gata!
_ E você é minha “bolacheira” safada. Vou fazer você gozar gostoso!
_ Isso, faz, eu quero, muito. Ahhh!
Aquilo era novidade pra mim. Nunca imaginei que outra mulher ia me proporcionar um sarro tão gostoso. Amassos, apertões, beijos, mordidas, carícias. Trepar com homens é bom demais, mas com outra mulher é ainda melhor. Uma mulher entende o que a outra quer, e como quer. Porque é exatamente isso que ela também deseja. E, particularmente, aquela situação revelava em mim uma mulher dominadora, que até então não sabia que existia. Não sei se era porque já havia gozado na cara de Aílton, estava teoricamente “satisfeita”, mas estar no comando era novo, intenso e sensacional.
Nossos corpos pareciam ímãs dentro da água. Denise demonstrava querer ficar ali mesmo, gozar ali mesmo. Mas eu precisava explorar mais aquela nova situação. Nos soltamos e virei em direção à margem. E levei Denise comigo, puxada pelo braço. Aílton continuava ali, ao lado do bote, sentado e atento a tudo, apalpando sua pica como um adolescente punheteiro. Saímos da água e fiz minha fotógrafa deitar na areia, perto da margem. Deitei por cima dela, encontrei sua boca, mais uma vez. Era hora de percorrer todo seu corpo com a língua.
(continua…)
* Que delícia quando recebemos pedidos para publicarmos fotos de nossos leitores no blog. Muitos relatam que gozam lendo nossos contos e, para nós isso é a recompensa. As fotos deste capítulo são dos queridos @coupletesao. #adoramos

Ajudinha ao ajudante – capítulo 10

_ Bora, Liz. Coloque este biquíni.
_ Ok.
Olhei para os lados e não havia ninguém além de nós. Então saquei o shorts, a camiseta e, por último, a parte da baixo do biquíni que havia colocado ainda dentro do carro. E percebi que Aílton me olhava incansavelmente, talvez ainda não acreditando que eu faria fotos nuas no barco dele, bem embaixo dos seus olhos. O bote estava num local um pouco fundo e, de dentro água, sua visão estava um pouco prejudicada. Mas, por uma ou duas vezes, fiz questão de abrir as pernas enquanto colocava um dos biquínis que usaríamos nas fotos, pra que ele pudesse apreciar o que, com certeza, já havia imaginado em sua mente pervertida. A tensão era clara em seu corpo. Ficava ali, estático, me olhando, mas quando eu devolvia um sorriso maroto em sinal de aprovação, ele virava o rosto, meio envergonhado, como se estivesse procurando algo pra fazer.
_ Tudo pronto aqui, iluminação natural e perfeita. Vamos tentar algumas poses, Liz.
_ Já te disse que não estou muito acostumada com isso, então tenha paciência comigo. Ainda mais, assim, à céu aberto.
_ Quero apenas que olhe para a natureza. Pode inclinar seu pescoço para cima, em direção ao céu. Depois para baixo. Olhe para seu corpo. Sentada mesmo. Movimente um pouco as pernas, quando quiser. O resto é comigo, ok?
_ Assim? (Click, Click, click)
_ Isso, ótimo! (Click). Em mim agora. Olhe pra mim com desejo. Você consegue! (Click! Click!)
_ Hum, Isso é fácil, respondi.
_ Não me provoca sua doida… Aí, garota! Ótimo (Click, click)! Senta no chão do bote. É apertado mas acho que dá…
_ Assim?
_ É. Segure nos seus seios, com as duas mãos embaixo dele, como se fosse levantá-los. Olhe pra eles… tire o biquini devagar, por cima. Legal! Já te disse que tem seios lindos? Sou doida neles.
_ Você é uma safada, isso sim!
_ Então somos duas… Apoie um dos cotovelos no assento. Quero que com a outra mão puxe a calcinha para o lado. Me mostra essa bucetinha linda… Boa garota! Está bem? Tá relaxada?
_ Acho que sim.
_ Continue assim. Só estamos nós aqui, se passar algum bote com turistas, paramos e você se cobre.
_ Sei, eu vi lá na estrada.
_ Menina, ali era a foto perfeita, não poderia perdê-la! Prometo que não farei de novo. Confie.
_ Ta certo.
 
A sessão de fotos seguiu em frente. Que manhã gostosa! Lugar lindo, sol, céu azul, obra de Deus. Trocas de biquínis, fotos somente coma parte de baixo, sem biquíni. Já estávamos na beira do rio. Bote “encalhado” na areia. Aílton ia perdendo a timidez e se tornando um misto de ajudante e expectador. Já havia enterrado um guarda sol para nos proteger durante as pausas. O calor era grande e as fotos já não aconteciam somente dentro do barco. Na areia e próximo ao manguezal também. Sempre muito prestativo, ele era o responsável por colocar a toalha em mim, sempre que pessoas em outros poucos barcos de turistas se aproximavam. Quem passava, percebia na hora que estávamos ali a trabalho. As garrafinhas de água que nos refrescavam, vinham de um isopor cheio de gelo, que ele mesmo tratou de preparar, antes da nossa partida. Entre uma pausa e outra, eu entrava novamente naquele rio de águas calmas e claras para baixar a “quentura” do corpo. Quando ficava nua, era tomada por uma sensação deliciosa, que me fazia ainda ter mais vontade de conhecer uma praia naturista. Tirar a roupa diante da natureza me fazia sentir parte dela.
Denise, a cada click, revelava ser, cada vez mais, a excelente profissional que imaginávamos, desde o início. Muito detalhista, não parava de fotografar um instante, mesmo quando não estávamos concentradas naquilo. Percebi que ela não queria fotografar apenas a Liz vadia do noivo, mas também uma outra Liz. A Liz do dia-a-dia, a menina ao mesmo tempo tímida, sonhadora, forte, intensa e determinada. Já nosso ajudante parecia feliz, sorriso largo, dedicado ao extremo, sem tirar os olhos de nós, talvez porque sabia que não aconteceria outro passeio como aquele. E o bichinho gostava muito do que estava vendo. Volta e meia eu o pegava mexendo no seu pau por fora da bermuda, como aqueles adolescentes diante do primeiro filme pornô, sabe?
Num dos raros momentos de descanso, estávamos os três sentados na areia, eu enrolada na toalha, entre Denise e Aílton, e resolvi provocar:
_ Tá gostando, Aílton? Obrigada por seu apoio, viu?
_ Nossa, vocês são bonitas mesmo, e gente fina.
_ Olha pra Denise, recebendo elogios!
_ Hum, tá certo…
_ Gosta do corpo da Denise também, Aílton?
_ Menina, quer parar com isso? Retrucou ela.
_ Nossa, muito! É o meu número.
_ Hahahaha, hoje sai romance daqui.
_ Tá maluca garota? Aílton, nem começe. Eu gosto da mesma coisa que você.
_ C c c c c como assim? Você é…
_ Bolacheira sim! Esse termo nojento que o povo daqui inventou pra quem, como eu sai com mulher.
_ Ah, desculpe, moça, ligue pra mim não, eu dou muita bola fora.
_ Tá perdoado. Mas fiquei feliz que me achou bonita.
_ Você é linda Denise, por dentro e por fora, reforcei.
Nos olhamos e sorrimos, uma para a outra.
_ Bora trabalhar?
_ Ah, chefa, espera mais um pouco, vamos curtir esse lugar lindo.
_ Quinze minutos e retomamos, certo?
_ Claro, relaxe ai um pouco e vamos aproveitar esse sol.
_ Tudo bem garota. Estava até afim de mergulhar um pouco.
Denise levantou-se, olhou por uns instantes ao redor e, surpreendentemente, levou ao chão seu biquíni, ficando completamente nua, para delírio meu e de Aílton.
_ Meu Jesus! Exclamou nosso ajudante.
_ Uhú, gostoooooosa! Gritei alto.
Sem olhar pra trás, ela desapareceu nas águas calmas e claras.
_ E, me conte Liz, essas fotos, vão aparecer em alguma revista?
_ Não, amigo. Eu e meu noivo contratamos Denise para que fizesse umas fotos íntimas minhas, é um presente pra ele.
_ Sério? E tem gente que gasta dinheiro com isso? Porque ele mesmo não veio fazer?
_ Porque são fotos profissionais, diferenciadas. Tú tem Whatsapp, Aílton?
_ Tenho.
_ Então, depois que estiverem prontas, envio algumas pra você ver. E aproveito pra marcar um passeio com meu noivo aqui pra você conhecê-lo.
_ Mas vai contar pra ele que eu estou aqui com vocês?
_ Claro que sim. Não escondo nada dele.
_ Mas ele vai ficar com ciúmes.
_ Relaxe, ele vai ficar é muito excitado.
_ Excitado? Como pode?
_ É. Posso te contar um segredo? Já transei com ele e um amigo juntos.
_ Meu Jesuis!  Botou gaia nele na frente dele?
_ Digamos que sim. E ele gostou. Trepamos nós três.
_ Nossa dna… Liz. Eu eu..
_ Você o que? Fala homem! Já sei, você tá de pau duro, Aílton?
_ Eh… estou.
_ Mostra ele pra mim.
_ Aqui?
_ Ué? Só estamos nós! Olha isso aqui.
Abri a tolha que me cobria e fiquei nuazinha mais uma vez na frente daquele homem.
_ Gosta disso Ailton?
_ Muito, vontade de lhe agarrar.
_ Olha minha buceta. Esta rapaspadinha. Aposto que nunca comeu uma buceta como esta.
_ Nunquinha.
_ Se me mostrar seu pau deixo você pegar nela, que tal?
Nosso ajudante não pensou duas vezes. Levantou-se e abaixou a bermuda na minha frente, colocando a pica dura bem perto do meu rosto. Era um pouco curvada para o lado esquerdo e num tamanho bem interessante para um cara pequeno como ele. Por entre as pernas dele vi Denise, dentro da água, nos observando. E antes que ele pudesse pensar em chegar perto para que eu o chupasse, deitei na areia e abri a pernas pra ele.
_ Fica ai. Quero que bata uma punheta bem gostosa, olhando pra mim. Olha minha buceta como está melada. Seu pau está me deixando excitada…
_ Ai moça como a senhora é gostosa!
_ Você é um safado, Aílton. Aposto que está com vontade de gozar desde a hora que me viu pelada pela primeira vez.
_ Quero gozar em você!
_ Faz quanto tempo que não vê uma buceta, Aílton? Perguntei, me tocando e introduzindo os dedos na minha xaninha melada, bem provocativa.
_ Muito tempo, dona.
_ Vem cá deixa eu pegar nele.
Sentei novamente e deixei ele se aproximar. Aílton não era um homem atraente. Jamais transaria com um homem como ele, mas devia estar tão doido, e estava sendo tão prestativo conosco, que não o deixaria na mão. O deixaria na minha mão. Sentada, peguei no pau dele e iniciei uma punheta gostosa. Com a mão que sobrou, ora tocava na minha buceta, ora massageava as suas bolas.
_ Tá gostando, tarado?
_ Nossa, assim eu vou gozar. Como tá bom!
_ Vai gozar nos meus peitos. Quero sua gala quente.
Por entre as pernas de Aílton, percebi que Denise parecia excitada com tudo aquilo. Ela olhava para nós e apertava os bicos dos seios com os dedos. Com a outra mão era certo que se masturbava. De vez em quando, olhava para os lados para ver se avistava algum bote com turistas vindo em nossa direção e então continuava.
Eu estava super excitada. Daria tudo pra ter a pica do meu noivinho dentro de mim naquele momento. Mas ver Denise daquele jeito dentro da água, fez brotar novamente aquele desejo que nos havia consumido, horas atrás, dentro do carro. Não era Aílton que eu queria. Era Denise.
Pedi para Ailton se ajoelhar por entre minhas pernas. Ele obedeceu. Eu estava sentada, inclinei o corpo um pouco para trás e apoiei uma das mãos na areia. Com a outra, continuei a punhetá-lo, mas desta vez muito mais rápido.
_ Vem gozar em mim, cavalão! Aqui na minha boca… foi a palavra mágica.
_ Nossa sinhora! Ah, ah, ah… aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!
Antes que o primeiro jato pudesse atingir meu rosto, coloquei o pinto dele para baixo. Em direção aos meus seus seios. Inclinei o corpo para frente novamente e continuei a balançar aquele membro rijo e viril com as duas mãos, uma por cima da outra. Jatos fortes e numa quantidade que eu jamais havia visto. Como se ele estivesse à décadas sem gozar e tudo estava ali acumulado em suas bolas.
_ Que delícia. Nunca vi ninguém gozar assim!
_ Hummm, nossa dona Liz, que gostoso que foi.
Me ajoelhei em frente à ele e o abracei. Nossos peitos nus se encontraram e a porra que estava em cima de mim, agora também estava espalhada em seu torax magro.
_ Olha como você me deixou quente.
_ Você está queimando.
_ Estou. Não queria tocar na minha buceta? Porque não aproveita?
Ainda com o corpo trêmulo, ele olhou em meus olhos. Me segurou pela cintura com uma das mãos e levou a outra até meu clitóris. Mãos duras, calejadas. Mãos de trabalhador.
_ Devagarinho, tá?
_ Assim?
_ É. Ta vendo como ela está babada?
_ Tá.
Enquanto deixava Aílton brincar com meu corpo, olhava para Denise. Nos encarávamos, cheias de desejo.
_ Hummm Liz, sua buceta deve ser saborosa.
_ Ela é. E como você tem sido um bom menino, Vou deixar você sentir ela. Vem, deita aqui.
Aílton se acomodou em cima da toalha que eu usava. Me aproximei do seu rosto fiquei de joelhos bem em cima dele, de costas e virada pra Denise, de forma que pudesse me chupar. Então, lentamente, comecei a me esfregar na sua língua. Os quadris se movimentavam para frente e para trás. Minha bunda e meu cu eram a unica visão dele. Segurei novamente em seu pau, na intenção de deixa-lo duro mais uma vez, mas ele estava nocauteado. A gozada o levou à lona. Denise olhava tudo, paralisada.
_ Vai seu viado, chupa essa buceta!
Aílton não falava. Nem conseguia. Acho que se eu o asfixiasse com minha buceta, ele morreria feliz. Só segurava minha bunda e enfiava o dedo no meu buraquinho de traz. Apoiei os braços em suas coxas e acelerei. Sentia dentro de mim sua língua, seu nariz. Sua barba por fazer roçava minha virilha, por inteira.
_ Me faz gozar filho da puta! Vou melar sua cara! Vai, isso! Porraaaa! Ahhhhhhh, Ahhhhhh isso seu puto!!!! Ahhhhhh!!!
(Continua…)

Sugerimos que nossos fãs queridos, Carla e Edu contribuíssem com este capítulo. E não é que levaram bem à serio?
Muito obrigada, amigos deliciosos!

Sigam esse casal maravilhoso no Instagram: @carlaeeducasal e @carlaeeducasal3

Jequiá – Capítulo 9

Destino revelado, seguimos em frente. Ainda podia sentir minha buceta quente e molhada, resultado do tesão incontrolável que nos consumiu, momentos atrás. Chegamos em Dunas de Marapé, ponto turístico de Jequiá da Praia, perto das nove horas. Denise encostou o carro num pequeno estacionamento. E pela primeira vez lembrei que Rodrigo poderia estar preocupado comigo. Peguei o celular, acreditando que haveriam várias mensagens dele. Mas para minha surpresa, apenas uma:

“Aproveite seu dia com toda a intensidade que ele merece. Estou com você. Ontem, hoje e sempre. Ansioso pelo resultado! Te amo, Digo.”

Feliz com a sensibilidade de sempre dele, respondi: “Estamos bem meu amor, tentarei fazer da melhor maneira. Estou fazendo por você, é tudo para você. Te amo”.

Saindo do estacionamento, chegamos à entrada da área que dá acesso ao rio. Um local muito bonito e tranquilo. Uma pequena estrutura, com bares e restaurantes, quase particular, com águas calmas e de temperatura sempre agradável. Marido, mulher, sogra, criança, cachorro. Algumas poucas famílias já começavam a se organizar para passar o dia por ali.
Logo, fomos abordadas por um homem baixo, corpo magro de aparentemente uns 45 anos. Depois fui descobrir que tinha 34. O constante contato com o sol, judia a pele das pessoas e as faz parecerem mais velhas aqui no Nordeste.
_ Bom dia senhoritas. Gostariam de fazer um passeio?
_ Claro que sim, mas nosso passeio é profissional. Como é seu nome?
_ Ailton, ao seu dispor.
_ Prazer Ailton, somos Denise e Liz. Estamos à trabalho. Se eu lhe der um extra, pode nos acompanhar até o final do job?
_ Eh… job?
_ Sim, job. Trabalho.
_ Ah, ajudo sim.
_ Pode iniciar buscando umas coisas que estão lá no nosso carro. Aqui está a chave.
_ Claro, claro!
_ Aquele é meu bote. Se quiserem, podem aguardar lá.

Aílton calçou os chinelos que segurava na mão e saiu a passos largos.

_ Lembra quando eu disse que tinha vários ajudantes? Aílton é um deles.
_ Mas você nem o conhece!
_ E precisa? (risos)
_ Agora me conta, quando foi a última vez que ficou nua na frente de outro homem que não Rodrigo?
_ Hum não faz muito tempo. Mas ao livre o Aírton…
_ Aílton, com L.
_ Aílton, sim, será o primeiro.
_ E qual a diferença de ficar pelada pra Rodrigo, Aílton, João, Pedro? Homem é tudo igual!
_ Tooooooda! Quer saber Denise, você é doida, literalmente! Quando topei isso, achei que íamos ficar dentro de um estúdio!
_ Quer mais estúdio mais incrível que este? Cores, iluminação natural… E olhe só, seu noivinho tarado quer o melhor trabalho, e é isso que estou tentando fazer.
_ Tá bem, tá bem, você está certa!

Já sabia que Denise era esperta, mas ali começava a perceber que era também muito “desenrolada”. Comecei então a ficar preocupada com quem seriam os outros “ajudantes” dela.

_ Senhoritas? Acho que já está tudo aqui. Podemos ir.
_ Obrigada Ailton, muito prestativo.

Há embarcações que diversos tamanhos que levam os turistas para o passeio em Dunas de Marapé. Para duas ou três pessoas são utilizados aqueles feitos em fibra de carbono, com os lugares já construídos no molde de fábrica dele. Um motor de popa os leva para cima e para baixo, pelo rio. Só não é possível, com ele, atravessar para a praia, ao final do percurso. Esta parte do passeio deve ser feita a pé.
Aílton, cheio de curiosidade, perguntou:

_ Vocês são fotógrafas de quê? Natureza? Aqui é um lugar lindo. Posso mostrar os pequenos animais, as plantas, o manguezal…
_ Eu sou a fotógrafa. Liz é minha modelo. Pretendemos fazer um ensaio aqui. Pode nos levar a pontos bonitos e calmos?
_ Ah, é tipo aquelas meninas que fazem fotos e colocam no Face? Legal!
_ Hahaha, ri alto. É, mais ou menos, Ailton. Você tem Facebook?
_ Tenho sim moça, minha filha fez um pra eu arranjar namorada.
_ Que Legal! Espero que encontre logo, respondi.
_ Ah senhorita é muito bonita, Liz. Tem namorado? Perguntou ele, meio envergonhado, cabeça baixa, como se estivesse tentando engatar uma cantada.
_ Sim, tenho um noivo. Queremos casar em breve… Ai meu Deus! Ele gostou de mim. E vou ter que ficar nua na frente dele. Esse homem vai ficar doido, pensei.

Bote na água, sol quente, dia lindo. As fotos tinham tudo à seu favor para ficarem encantadoras. Denise estava à vontade, só de biquíni, bem mais comportado que o meu, mas que revelava todas as suas gordurinhas. Dobras firmes e muito sensuais. Eu prestava atenção nela, e ela ao redor, talvez em busca de um local interessante para a fotos. Enquanto observava, aproveitava para passar protetor solar no corpo.

_ Tome Liz, passe este protetor, não vai lhe deixar “melada” nas fotos. Aílton, a essa hora não vem muitos barcos por aqui né?
_ Ainda é cedo moça, vem um ou outro de vez em quando. Dona Liz, não precisa ficar envergonhada.Todo mundo faz foto pra mandar pros outros hoje.
_ Hahaha! Você é engraçado, Aílton, gostei de você. Sua próxima namorada vai ser uma mulher de sorte, respondi.
_ Obrigado dona Liz, completou nosso ajudante, com um leve sorriso no rosto.

Aílton parecia realmente divertido. Mas eu precisava “quebrar o gelo”. Afinal ia ter que ficar nua na frente dele. Então olhei para os lados pra me certificar que não havia ninguém por perto, e levantei a parte de baixo da camiseta branca, a única vestimenta que protegia meus seios, passando-a por trás do pescoço.
Ele estava distraído, ajustando alguma coisa no motor do pequeno barco.

_ Aílton, não queria sujar as mãos, você pode me ajudar aqui?

Numa reação engraçadíssima, ele deu um pulo pra trás e colocou a mãos em frente aos olhos, tentando não ver meus seios desnudos.
_ Dona Liz, o que é isso meu Deus! Não precisa passar protetor aí não. O biquíni protege!
_ (Risos) E quem disse que eu vou fazer foto de biquíni, homi?
_ Ddddddna Liz! Não? Como vai ser?
_ Peladinha, Aílton.
Denise gargalhava sem parar.
_ Algum problema, Aílton? Hoje é seu dia de sorte.
_ Mas isso é ganhar na loteria acumulada, dona!
_ Deixa de timidez homem, oxe! Toma, passa aqui em mim.
_ Tá.

Eu já havia passado protetor pelo corpo todo dentro do carro, momentos antes de chegarmos, mas precisava de um pretexto para deixar Aílton mais relaxado e preparado para o que ia presenciar. Suas mãos trêmulas quase não conseguiam executar a tarefa simples que eu havia dado a ele. Seus olhos estavam fixos nos meus peitos. Em segundos, transformei ele em uma criança que a acabara de ganhar o melhor dos presentes de Natal.
Ele passava com cuidado, devagar, de um lado para o outro, mas evitava tocar a as auréolas. Denise, a essa hora já fazia algumas fotos e cuidava dos preparativos para o ensaio.

_ Aílton, se não passar nos bicos eles podem queimar, não acha?
_ Eh… Sim, dna. Liz, vão.

Ao primeiro toque tímido nos meus bicos, os senti arrepiarem e endurecerem. Aquilo excitou de vez nosso “comandante”. E seu pau mostrou-se rijo por baixo da bermuda. E parecia grande para o pequeno homem que nos acompanhava.

_ Aílton, porque chama Denise de moça e eu de dona?
_ Sei não, dona Liz.
_ Liz, Aílton…
_ Tá bem. Liz..
_ Pronto, assim está melhor. Gosta dos meus seios, Aílton?
_ Muito, são bonitos e suaves… Pronto acho que já está bom.
_ Sim, obrigada, muito gentil, respondi cobrindo novamente os seios com a camiseta.
_ Denise nos olhou e com um ar de pouco caso, disse:
_ Depois eu é que sou a doida (tsc, tsc)…

Percorremos mais alguns metros pelas águas calmas do rio. A maré estava baixa, revelando alguns pontos de areia.
_ Aílton, aqui esta bacana. Podemos parar?
_ Sim. Quer que eu vá até a margem?
_ Não, aqui está ótimo. Mas se importa de descer do bote e nos controlar até chegarmos lá?

_ Sim, sem problema.
_ A maré vai te ajudar, não? Disse Denise, com câmera em punho.
_ Vai, está nos puxando para o raso.
_ Então tá. Quero fazer umas fotos de Liz aqui em cima, mas o bote é pequeno para nós quatro…
_ Sim, nós três e a câmera fotográfica.
_ Ok, fiquem tranquilas, vou levando a gente pra lá, bem devagar.
_ Obrigada, depois faremos umas fotos na areia.

(continua…)

Capítulo 6 – Sozinha

Colocamos nossas roupas e antes de nos despedirmos de Denise, ela nos ofereceu água e o café coado antes da sessão. Depois, pulou para frente do computador, para descarregar as imagens que acabara de registrar.

_ E ai? Curtiram a noite?
_ Estamos acabados, Digo respondeu. Mas quem tem que dizer se curtiu é você. Você é a fotógrafa.
_ Vocês foram ótimos. Mas nem começamos. Hoje foi só um aperitivo.
_ Proteja bem essas fotos hein, garota? Não queremos recebê-las em algum grupo de Whastapp, ironizou Digo.
_ Eu tenho cara de amadora, garoto? Hum… se bem que esse dedinho da Liz ia fazer sucesso na rede.
_ Hahaha, gargalhamos alto.
_ Nem brinque com isso, respondi.

Nos despedimos com beijos. E Denise não perdeu a oportunidade de me dar um selinho e um abraço apertado. Fiquei toda sem graça com a atitude dela, diante da presença do meu noivo.

_ E quando iniciamos pra valer?
_ Aguarde meu contato, esteja pronta.

Dentro carro, fizemos todo o trajeto, até em casa, de mãos dadas. A cada sinal fechado, beijos ardentes, como se fossemos namoradinhos recentes. Estávamos concluindo que a cada nova aventura, nosso relacionamento só melhorava. Passamos, mais uma vez, a cuidar mais um do outro, dentro e fora de casa. As mensagens amorosas pelo Whatsapp e os mimos tornaram-se mais frequentes. Mas eu estava um pouco incomodada com a situação do beijo em Denise durante as fotos. Então resolvi conversar, pois sabia que teria o conforto que eu precisava na palavra de Rodrigo.

_ Amor, hoje aconteceu uma coisa que eu precisava te contar.
_ O que, Liz?
_ Enquanto você estava fora do quarto, naquele momento em que eu fiquei tensa, eu e Denise… nos beijamos.
_ Hum, mas como foi?
_ Foi quente, intenso. Ela estava tentando me acalmar e se aproximou. Acho que perdemos o controle da situação.

Ele ficou em silencio por alguns instantes e perguntou:

_ Acha que isso pode gerar algum tipo de sentimento, sei lá?
_ Não amor, claro que não. Ela me acalmou. E todo aquele clima, sei lá. Eu estava super excitada. E o beijo me fez bem, me tranquilizou.
_ Tudo bem amor, eu entendo. Fique calma. Fico feliz que tenha me contado.

Era tudo que eu queria ouvir. Ter beijado Denise longe de Rodrigo me incomodava, mas estava absolutamente tranquila quanto aos sentimentos que aquele momento me proporcionaram.

_ Apertei a mão de Rodrigo e nos olhamos. Afinal foi ele quem me colocou naquela loucura. Entramos juntos nela. E sabia que sairíamos juntos. Daquela e de todas as outras.

Chegamos em casa, largamos as roupas na sala e fomos direto para o banho. Estávamos suados, quentes ainda, cheirando a sexo. Nos pegamos muito embaixo do chuveiro. Rodrigo, mesmo cansado, ainda conseguiu se excitar. Não perdi a oportunidade de mamar naquele pau gostoso novamente, antes de me penetrar em pé, eu de costas para ele. E gozou rápido. Dentro de mim. Amo quando ele faz isso. Na minha opinião, gozar dentro é o ápice da intimidade entre duas pessoas. A entrega total um ao outro. Dois corpos se transformando em um só.

Já na cama, nos abraçamos e ele me perguntou:

_ Aquilo que fez comigo foi… foi… interessante.
_ Você gostou, amor?
_ Sensação diferente. Seu boquete ficou muito melhor.
_ Está se sentindo bem? Esta com medo de gostar e querer experimentar sensações… maiores? (Risos)

_ NUNCA! Gosto de buceta, entendeu? B U C E T A! Nada contra quem gosta, mas o que me da tesão é o que você tem entre as pernas!
_ Tá, amor, entendi! Mas hoje você descobriu que gosta também de dedinho, D E D I N H O!!!
_ Erh… o seu Liz, e só o seu! Tá me ouvindo?
_ Claro amor, como quiser! (Risos)
_ Agora vamos dormir, temos que acordar cedo amanhã.

Como foi difícil obedecer o despertador na manhã seguinte. Estávamos exaustos da noite anterior. Durante o café, prontos para sair, recebemos uma mensagem de Denise:

Bom dia. Dormiram bem, amores? Podemos continuar no domingo pela manhã?

_ Olha a mensagem de Denise, amor. Disse Rodrigo, me passando o celular.
_ Hum, por mim tudo bem. Fazemos as fotos e depois vamos direto pra casa da minha mãe almoçar.
_ Certo, deixa eu respondê-la.

Tudo certo, Denise, estaremos aí. Que horas quer começar?

Estejam aqui as seis em ponto.

Pqp, pq tão cedo?

Vamos passear, queridos!

Passear? Não vamos tirar as fotos no seu estúdio?

No meu estúdio? Estamos em Alagoas, você quer um
trabalho excelente, não quer?

É Claro.

Então deixe eu usar as minhas armas. Sol, calor e o mar.
E sem mais perguntas!

Ok, fotógrafa até domingo.

Tudo combinado para domingo. Estava tensa e ansiosa para saber o que Denise ia aprontar comigo. Ela deixou no ar que faríamos fotos ao ar livre. Mas onde? Em público?

Na quarta a tarde, no meio do expediente, Rodrigo manda uma mensagem frustrante:

_ Amor. Tô puto aqui. Ari programou uma viajem para mim
amanhã até Recife. Para aquela reunião que lhe falei.
Volto apenas no domingo, à noite.

_ Mas amor, e o ensaio?

_ Pois é, eu tentei resolver de outra maneira, disse que
tínhamos um compromisso, mas ele justificou ser
essencial minha presença lá. Estamos fechando
um grande negócio, você sabe.

_ Poxa, Digo…

_ Mas não desmarque. Vá sozinha. Acredito que vai ficar
mais tranquila. E eu, mais ansioso pelo resultado do ensaio.

_ Tem certeza?

_ Sim.

_ Amor, estou com medo que Denise tente
alguma coisa.

_ Amor, vocês vão passear, lembra? Ela não vai ser louca
de te atacar em público. E nós estaremos conversando
o tempo todo por aqui.

_ Tá certo. Até mais tarde então.

_ Até, amo você!

_ Tbem!

(continua…)

Fotos deste post de propriedade e enviadas por um casal leitor de nosso blog.

Entrega – capítulo 4

_ Vamos fazer diferente. Fique em pé, de costas para mim. Apoie as mãos no encosto da cadeira.
_ Assim?
_ Isso. Que bunda linda você tem…
_ Pare, Denise, respondi sorrindo.
_ Tá bem, tá bem!

_ Então faça o seguinte. Feche os olhos. E pense em algo que te de muito tesão.
_ Meu Deus, não faço ideia.
Então percebo Rodrigo entrando no quarto.

_ Pense em André, amor. Pense nele tomando banho lá em casa. Pense em vocês dois no chuveiro.
_ André me deu tesão, muito…

Uma música ao estilo lounge com uma certa “pegada” indiana, começou a tocar vindo do notebook. E os clicks recomeçaram. Meus pensamentos voltaram no tempo. E lá estava André, comigo embaixo do chuveiro do quarto de hóspedes. Minha cintura começou a balançar, para um lado e para o outro, ao ritmo da melodia.

_ O que fizeram no chuveiro Liz? Denise provocou. (Click!)

_ Nos pegamos muito. Ele beija bem. Boca gostosa… Hum… Bati uma punheta gostosa pra ele.

Ouvi Denise dizer:

_ Abaixa o corpo gata e empina essa bunda. Não pára. (Click! Click!)

Só obedeci, sem tirar os pensamentos de André. E então, foi a vez de Rodrigo perguntar:

_ E o que mais, amor? Você deu sua buceta pra ele?
_ Não amor, mas ele tentou. Esfregou o pau pelo meu corpo todo. Apertou minha bunda. Me comeu com os dedos. Colocou o dedinho no meu cu.

_ Nossa, já estou de pau duro aqui. O que mais? (Click! Click!)
_ Mamou muito em meus seios. (Click!) Mordiscou meus bicos. Me ensaboou todinha, lentamente. Ele me pegou como você nunca fez.
_ É você mamou no pau daquele filho da puta?
_ Eu quis, mas naquela hora não aconteceu. (Click! Click!)
_ Deixa eu olhar você, Liz, Denise intercedeu.

Me virei em direção à eles. Já sentia minha buceta úmida. Naturalmente minhas pernas se abriram, como Denise anteriormente desejava.

_ Isso gata, você é divina! (click, click)

Meus dedos passaram a tocar todas as partes da minha buceta. Me contorcia e gemia baixinho, lembrando de André. Meu dedo médio naquela hora, na minha fantasia, se transformava na sua língua saboreando meu clitóris, percorrendo meus grandes, pequenos lábios. O polegar e o indicador da outra mão eram seus dentes, mordendo o bico do meu seio. (Click!)

_ Sente na cadeira, Liz.

Sentei, e olhei para baixo e vi meu corpo sob a luz dos holofotes. E então encontrei uma Liz que eu nunca havia reparado. Pude perceber detalhes de mim que antes passavam desapercebido. Eu estava linda, sentindo-me poderosa, decidida, dona de mim mesma, do meu próprio nariz, do meu destino. A responsável única pela minha própria felicidade. Nua, na mira das lentes de uma fotógrafa, percebi, então, que conseguia olhar claramente pra dentro de mim. Denise acabara não só de me despir por fora. Mas também por dentro. Por inteiro.
(Click! Click!)

_ Rodrigo, venha me ajudar. Tire sua camisa e seus sapatos. Ele vestia uma calca jeans, camisa e sapatos sociais.
_ Eu modelo? Não, por favor!

_ Venha logo, olhe pra sua mulher, cara, ela está ardendo de tesão. Você tem que foder ela, ou vai foder com nossas fotos!!!

Pensei: “Lá vem o coleguinha da classe, que adorava tomar bronca da professora exigente, pra perto de mim” (rsrsrs).

_ Quero você em pé, atrás dela, ordenou Denise.

Senti as mãos de Rodrigo acariciando meus ombros e meu pescoço.

_ Você está linda, Liz! Amo olhar pra você…

Queimando em fogo, tratei logo de cortar o romantismo dele.

_ Ama? Do mesmo jeito que amou ver André me comendo?
_ Sim, foi perfeito. Fiquei louco quando ele te pegou de quatro. Sente a língua dele na sua buceta amor. Chupando você todinha.
_ Aí, vem André, macho gostoso! Ahhh! Hummm!

Já estava completamente fora de mim. Já nem lembrava quem era Denise, muito menos Rodrigo.
Comecei a acelerar os movimentos dos dedos na minha xaninha encharcada. Rodrigo acariciava meus seios, apertava com cuidado os bicos, mordiscava minha orelha e tratava de lembrar lances da transa com André. De como ele me penetrou gostoso, depois de me chupar. Da cavalgada que dei na pica do nosso amigo, fazendo ele explodir de tesão. Não dava mais para parar. No vai e vem frenético dos meus dedos, o gozo veio. Forte, intenso. Como um choque de 2000 voltz.

Ahhhhhhhhhhhhhhh, puta que pariu, aaaaaaaaaahhhhhhhh!

Rodrigo teve que segurar a cadeira para eu não cair para o lado, tamanho o êxtase. Aos poucos, lentamente, comecei a reconhecer os cliques vindos da máquina de Denise. Rodrigo se posicionou ao meu lado, se abaixou e me deu beijo ardente na boca. Enquanto me beijava, segurei o pau dele, duríssimo, por fora da calça e comecei a massageá-lo. Sem tirar os lábios da minha boca, ele desabotoou a calça e a desceu um pouco, revelando à nossa amiga fotógrafa seu pau lindo e grande. Nossas bocas se desencontraram. Puxei Rodrigo contra mim, segurando em sua bunda.
_ Olha pra mim, filho da puta! Olha pra sua cadela. Toca uma punheta na minha cara!

(continua…)

As fotos que ilustram o capítulo pertencem e foram enviadas gentilmente pelo Casal 2.7.
Novos amigos virtuais e leitores do blog.

Onde a magia acontece – capítulo 3

Durante o caminho entre o café e o estúdio, deixamos de lado um pouco o assunto “fotos” e conversamos sobre nossa relação, nossas origens. Denise nos contou como surgiu o gosto pela fotografia, da mãe falecida e das influencias de seu pai.

_ É aqui neste prédio, chegamos. Pode parar o carro por aqui.

Denise residia em um prédio de 5 andares, bem antigo. Ele fazia esquina para uma rua de grande movimento da cidade e um beco, que durante o dia ficava bem movimentado, repleto de lojas comerciais. Mas quando anoitecia, se transformava em um ambiente sombrio e até um pouco perigoso. Suas marquises, nesta hora, davam espaço para sem tetos e alguns usuários de drogas. Na outra extremidade, o beco dava acesso a uma outra rua da região, bem próxima ao calçadão do comércio.
Paramos o carro bem em frente e subimos três lances de escadas. Já era tarde, mas ainda haviam crianças brincando na recepção do prédio.Quando entramos no apartamento, avistamos uma belíssima decoração. Um misto de contemporâneo com uns toques de elementos mais antigos, com um pezinho na cultura indiana. bem a cara daqueles spas de relaxamento. Um ambiente bem agradável e acolhedor.

_ Vou fazer mais um café para nós. Fiquem à vontade.

Rodrigo sentou no sofá e tomei a liberdade de olhar a prateleira de livros. Lá encontrei diversos títulos, dos mais variados assuntos. Arqueologia, muitos de fotografia, é claro; Osho, Kama Sutra, Tantra, que me chamaram a atenção. E os mais inusitados, falando sobre fusca. Sim, o carro.

Fomos surpreendidos pela volta de Denise. Com apenas uma camiseta regata branca deixando a lateral dos seios um pouco à mostra. E um shorts jeans, que revelava de vez seus quilinhos a mais, e várias outras tatuagens que havíamos visto anteriormente, pelo Instagram.

_ Qual mais gostou? Disse ela.
_Jamais imaginaria que uma fotógrafa seria fã de fusca.
_ Pois é, mais uma influência do meu pai. Ele é um apaixonado por fuscas, e em toda sua vida, só teve fuscas. Não consigo relembrar da minha infância dentro de outro carro. Cresci e acabei me apaixonando por eles também. Gosto do seu design, das curvas deles; lembram as curvas femininas. O capô, por exemplo, parece muito com a sua bunda linda Liz, completou ela, rindo e olhando fixamente para meus olhos, me deixando um pouco desconsertada.
_ Eh… e por que não tem o seu? Respondi, timidamente.
_ É o meu sonho, pretendo comprar ou reformar um em breve.
_ Vai conseguir logo, vai ter muito sucesso como fotógrafa, seu trabalho é fantástico, disse Rodrigo.
_ Deus te ouça… Então, é aqui que eu vivo. Gostaram? Tem dois quartos: o meu e outro utilizo como estúdio. Um banheiro e uma pequena cozinha com a área de serviço conjugada.
_ Sim, gostamos muito, É bem aconchegante. Você mora sozinha aqui?
_ Sim. Ainda busco o amor da minha vida. Mas enquanto ele não vem, me divirto com alguma amiga ou outra.

Nos olhamos novamente.

_ Amiga? Só namora mulheres? Perguntei.
_ Sim, não tenho paciência pra homem. E pinto que cresce e goza dentro de mim, jamais. Pinto pra mim tem que ser de borracha e vir com peito e buceta (risos).
_ Já foi chupada por uma mulher, Liz?

Abismada com nossa fotógrafa audaciosa e cheia de perguntas, fingi que não ouvi.

_ Isso é um não, já entendi. Devia experimentar. Não vai querer outra língua em você. Venham, venham conhecer o estúdio!

Denise fez do quarto principal – um pouco maior que o outro – o pequeno estúdio. Assim que entramos, ela acendeu as luzes e fechou a cortina preta, eliminando a pouca luminosidade que vinha de fora. O quarto não tinha nada além de uma mesa com um notebook, uma prateleira de metal repleta de lentes de câmeras, cd’s e dvd’s. Também 2 pedestais com lampadas de iluminação e um qie acredito ser um flash. Uma cadeira e uma sombrinha armada. Em uma das paredes, Denise adaptou para aqueles fundos curvos pra dar a noção de infinito.
_ E então? O que acharam?
_ Bonito, simples e muito funcional. Gostei muito, falou Digo.
_ Obrigado! Você realmente é observador! Procurei buscar isso mesmo, respondeu ela, ligando um dos holofotes e entrelaçando a alça da câmera na mão esquerda.
_ Tire a roupa, Liz.

Tomei um susto.

_ Oi? Como assim? Não iríamos combinar outro dia para a sessão?
_ Sim, hoje não serão fotos oficiais. Vamos Liz, só quero testar a iluminação em seu corpo. Quero entregar para vocês o melhor resultado. Se quiser, pode usar o banheiro, enquanto ajeito umas coisas.

Rodrigo abriu um sorriso. Respirei firme e resolvi ficar ali mesmo. Afinal, ficar nua não era problema. Mas aquela nova situação passou a gerar uma certa tensão em mim.

_ Rodrigo, se incomoda em colocar esta cadeira ali no centro?

Ele ficou sem entender, mas atendeu ao pedido. Agarrou a cadeira e levou para o meio do pequeno quarto.
Denise não tirou os olhos de mim enquanto tirava a roupa. Estava concentrada nos ajustes para as fotos, mas fugia a atenção em minha direção sempre. Pensei: calma Liz, ela vai te fotografar, é so um trabalho… Mas ela acabou de dizer que é lésbica! Será? Ai meu Deusss!

_ Vou procurar valorizar cada curva desse seu corpo lindo Liz. Senta ali na cadeira.
_ Tá certo.

Nossa fotógrafa girou um pedestal pra direita, pra esquerda, se posicionou em.minha frente e começou a clicar.

_ Se já viu outros ensaios já sabe o que tem que ser feito né?
_ Acho que sim, respondi.
_ Então vamos lá querida. Vou te ajudando, certo?
_ Ok. Respirei fundo e olhei para Rodrigo. Ele estava em pé, encostado no batente da porta. E parecia hipnotizado.
_ Eh, o que eu faço? Estou meio perdida com os braços…

Rodrigo, mais tarado impossível, já estava com o celular na mão para também registrar o momento.

_ Cruze as pernas, apoie os braços nos encostos.da cadeira. Isso… Agora coloque sua cabeça para trás.

E assim fiz.

_ Ótimo.
_ Com os olhos fechados e ainda um pouco nervosa, pude ouvir uma sequência grande de clicks que vinham da câmera de Denise.
_ Agora quero que nesta posição você descruze as pernas e abra elas um pouco…

Descruzei, mas não conseguia abri-las. Algo me travou e aquilo que aparentemente parecia fácil começou a ficar complicado.

_ Tudo bem? Disse Denise.
_ Sim, acho que estou um pouco nervosa, só isso.
_ Não se preocupe. Se solte, relaxe. Recomeçamos. Rodrigo que tal colocar este celular no bolso e pedir uma comida para nós? Tem dinheiro em cima da mesa da sala.
_ Claro vou pedir. O que prefere?
_ O que você decidir está bacana, Denise respondeu.
_ Certo, mas deixe que eu acerto a conta.
_ Como quiser. Agora me deixe um pouco a sós com Liz.
_ Tudo bem. E saiu parecendo aqueles garotos de colégio que acaram de levar uma bronca da professora.

Eu estava ali, nua, e nervosa na frente de uma desconhecida fotógrafa lésbica. Não conseguia encarar Denise de frente. Percebi que ela voltava a fazer alguns ajustes na iluminação. Então plugou a câmera no notebook, que já estava ligado e escolheu uma das poucas fotos que havia tirado.

_ Esta é você. O que acha?
_ Nossa… Ficou linda!

Denise então me abracou por trás. E senti meu corpo arrepiar de cima abaixo.

_ Pode ficar muito melhor, ela disse, esticando o pescoço para o lado, em direção à tela. Mas precisa me ajudar.
_ Sim eu sei, vou tentar.
_ Você quer fazer isso? Ou é um desejo só dele?
_ Partiu de Rodrigo sim. Relutei no começo. Mas depois passei a curtir a ideia. Por isso estamos os dois aqui.

Ficamos em silêncio por uns instantes. Denise passou por mais umas duas ou três fotos. Eu olhava fixadamente para a tela do computador, procurando descobrir qual Liz deveria estar ali.

_ Ei, exclamou.
_ Olhei para o lado e nos encaramos.

Ela segurou em.meus braços e disse:

_ Traga pra cá a Liz que fez você vir até mim.

Nossos olhos não conseguiam desgrudar um do outro. Senti uma atração louca, diferente. E numa reação impensada, quase irresponsável, beijei Denise. Nossas bocas se encontraram estáticas. Mas antes que elas se soltassem, Denise me abraçou forte. E então nossas línguas se cruzaram num amasso quente e demorado. Um beijo de cumplicidade única, um beijo de entrega.

_ Desculpe, eu não queria…
_ Não? Me entristece dizendo isso, Liz.
_ Não, calma. Meu corpo quis sim. Mas não foi certo.
_ Se foi certo ou não, nós vamos descobrir. Mas foi bom.
_ Sim, foi muito bom. Sorrimos.
_ Vamos tentar de novo?
_ Sim.

(continua…)

Decidimos voltar ao Instagram, até ele nos bloquear de novo. Nos sigam por lá! @lizedigo

A primeira vez

Ahhhhhhhhhhh! Gozeeeeeei…

Gozei como ninguém havia feito eu gozar antes. Nenhum ex-namorado. Nem mesmo Rodrigo. Tenho certa dificuldade pra chegar lá apenas com penetração. Fato. O orgasmo vem normalmente nos dedos. Mas nem por isso sinto menos prazer numa transa. Adoro um pau dentro de mim. Duro, grande. Fico louca. Mas o que senti desta vez foi diferente. Foi de um jeito único, novo. Sensação como aquela jamais havia sentido antes…

Não sou nenhuma miss ou musa fitness, longe disso. Confesso que devia me cuidar um pouco mais. E tenho um adversário terrível, que é a preguiça. Mas como Digo sempre diz, fui abençoada pela natureza (risos). Acho que é porque ainda mantenho tudo no lugar. Mas torço diariamente, no espelho, para que as consequencias da idade demorem muito a chegar.

Rodrigo tem tesão pelo meu corpo. Diz ele que jamais sentiu algo parecido com mulher nenhuma. “Nossa química é perfeita”, diz ele. Adora me olhar. Me tarar durante o banho, ou numa simples troca de roupa. E eu amo saber que ele sente isso. Quem não gosta de se sentir desejada? Em nossos momentos íntimos, adoramos tirar fotos, trocar nudes pelo Whatsapp enquanto falamos sacanagens, essas coisas. Meu lado vadia floresce quando estou com meu celular na mão. E a gente se diverte durante o dia, trocando essas fotos. Uma vez acabei mandando por engano, para um primo distante, uma foto da minha bunda. Meu Deus! O pior foi ele ter respondido com um coração e a mensagem “obrigado pelo presente”. Fui obrigada a pedir desculpas e dizer que era para Rodrigo. Nem quero pensar no que ele fez com essa foto!

Volta e meia Rodrigo insinuava que tinha vontade que eu fizesse um ensaio fotográfico sensual com um profissional. No início achei que era apenas mais uma ideia da cabeça pervertida dele. Como naquelas cenas de filmes, onde o fotógrafo acaba sempre comendo a modelo depois do ensaio. Mas, aos poucos vi que não. A preocupação dele era mesmo no resultado das fotos. E com o tesão que ele sente no meu corpo.
Fiquei animada no inicio com a nova experiencia mas, com o passar dos dias criei, naturalmente, uma barreira dentro de mim. Não sei, acho que não conseguiria ficar à vontade sendo fotografada por outra pessoa que não fosse Rodrigo. Mas como ele já estava empenhado em encontrar alguém que pudesse realizar esse nosso desejo, deixei que seguisse em frente.

Digo fez contato com alguns fotógrafos, dois deles, seus amigos. Mas, sinceramente não me senti confortável com nenhum deles. Imaginava que, por serem amigos, tratariam do assunto com naturalidade. Mas dava pra ver no olho deles o “desejo” de realizar o trabalho. Fotógrafos profissionais MESMO, com certeza não agem assim.
Já estávamos meio frustrados com a ideia, quando encontramos, num perfil do Instagram, aquele – ou melhor dizendo – aquela que se encaixaria perfeitamente dentro do que imaginávamos. E aparentemente perfeita e apta a realizar o trabalho.
Seu nome era Denise. Claro! Uma fotógrafa! Por que não pensamos nisso antes? No perfil da rede social entitulava-se fotógrafa profissional especialista em produtos. Mas algumas das fotos (selfies, partes de um corpo tatuado que parecia ser o seu) nos chamaram muito a atenção, pois também revelavam uma qualidade absurda quando o assunto eram corpos masculinos e, principalmente, os femininos. Um tato incrível para detalhes que muitas vezes não reparamos, um dom que separa os fotógrafos comuns, dos grandes profissionais.

No perfil havia um telefone e pensamos inicialmente em ligar no dia seguinte. Já estávamos prontos pra dormir. Eram quase 11 horas da noite. Pensamos melhor e decidimos arriscar. Rodrigo tomou a iniciativa e colocou o celular no viva-voz. Poucos toques e então, do outro lado uma voz rouca atende:

_ Denise Reis. Quem fala?
_ Olá Denise, sou Rodrigo, minha noiva Liz nos ouve pelo viva-voz, tudo bem? Desculpe o horário. Estamos procurando os serviços de um fotógrafo e encontramos você no Instagram.
_ Olá, que bom que ligaram. Não se preocupem, estou iniciando um serviço agora. Que tipo de produto vendem?
_ Eh, não é bem um produto. Gostaríamos de fazer um ensaio sensual com a Liz.
_ Hum, minha especialidade são produtos…

Antes que pudesse completar Digo disparou:

_ Sim sabemos, mas suas fotos do perfil são fantásticas e temos certeza que vai tirar de letra.
_ Bem, obrigado pelos elogios mas nunca fiz ensaios desse tipo profisssionalmente, mas… que tal um café para nos conhecermos e para que eu possa saber exatamente o que desejam?
_ Claro, que tal amanhã no fim da tarde.
_ Perfeito!
_ Maravilha, depois nos falamos para combinar o horário e o local.
_ Certo, beijos.
_ Tchau, até amanhã.

Legal! Agora tínhamos nossa provável fotógrafa. E eu voltava a ficar excitada com a mais uma loucura de Rodrigo.

_Vamos dormir, amor?
_ Vou já, só preciso fazer uma coisinha aqui no celular mesmo.
_ Certo, boa noite. Trocamos um beijo gostoso e me acomodei no peito dele como quase todas as noites. Ele retribuia sempre com cafuné gostoso na minha cabeça.

Estava muito cansada e o sono veio rápido. Na manhã do dia seguinte, como de costume, levantamos, tomamos café da manhã, nos arrumamos e partimos para o trabalho. Estava um pouco tensa pois sabia que seria um dia atribulado na empresa, com reuniões e possíveis fechamentos de negócios. Era mais ou menos dez e meia quando fui surpreendida com uma mensagem de Rodrigo no Whatsapp. Junto dela, uma foto minha apenas de rosto, dormindo.

“Vou adorar seu ensaio, da mesma maneira que adoro ver você no meu peito e nos braços de Morfeu. Te amo!”

Que lindo, meu noivo abusando do romantismo! A correria estava tão grande que respondi apenas com coraçõezinhos e um beijinho. Dez minutos depois, outra foto. Eu, ainda dormindo, todinha nua, de costas pra ele. E ele, também nú, como sempre gostamos de dormir, segurando seu mastro, duro como pedra. Na mensagem os dizeres: “Já que não se empolgou com a primeira, te mostro o que aconteceu depois que dormiu. Pensei tanto em você posando para as lentes da Denise que acabei gozando. Love you!”.

Na mesma hora, por instantes, veio na minha mente a imagem de alguém qualquer me fotografando num estúdio, e Digo ali, me olhando, com aquela carinha de tarado que só ele tem… Ainda estou pra ver homem mais safado e mais apaixonado, pensei. Mas não era hora para safadezas. O trabalho me chamava.

(continua…)