Isso que dá transar com garotos

Essa semana minha esposa foi ao oculista adquirir uma lente de contato. Enquanto aguardava a consulta, um outro paciente, um garotão de uns 23 anos começou a olhar insistentemente para as pernas. Estava de saia curta e tem pernas bonitas e gostosas. Aproveitando uma oportunidade ele puxou conversa e foi se apresentando, sempre sem tirar os olhos das pernas dela. E ela quis ver até onde ele ia. Me mandou um zap relatando que estava a fim de ver o que o garoto faria e eu disse ok, segue em frente.

Quando acabaram a consulta, ele ofereceu carona para ela, que aceitou prontamente e me mandou o localizador do zap para acompanhá-la. Vi e acompanhei o caminho deles o tempo todo. E óbvio, o carinha foi direto para um motel. Isso me deixou ansioso e de pau duro.

Preparei-me para receber alguma imagem ou notícias dela. Eis que vinte minutos depois, vejo que estão se movimentando. Eles saíram do local, ficando evidente que estavam vindo em direção à nossa casa. Quando percebi que se aproximavam de casa, fui à portaria do prédio para recebê-la. O cara não acreditou quando abri a porta do carro para que ela saísse, dando um beijo bem gostoso e molhado nela. O garoto ficou branco quando me viu. Ficou paralisado dentro do carro. Foi fantástico ver a cara dele. Convidei ele para subir ao apartamento, mas sem muita ideia do que se passava, ele disse que não podia, e assim que fechei a porta do carro, saiu em disparada.

Subimos para o apartamento e ela foi me contando que no motel ele, desesperado, só queria enfiar. Mal se despiram e ele, alucinado, não conseguia calma suficiente para achar sua buceta. Me contou que, tentando acalmá-lo, pediu para que ele deitasse de costas e subiu nele. Vendo seu desespero, sentou em seu pau e, quando deu um leve gemido de satisfação, o carinha gozou tudo de uma só vez, murchando completamente, a ponto de sair de dentro.

Disse querer ir embora todo envergonhado e já levantou indo ao banheiro para se limpar. Ela foi atrás para tentar mais alguma coisa, mas ele se fechou e saiu correndo para se vestir, pedindo insistentemente para que fossem embora. Pediu a conta pelo interfone e sem se quer olhar pra ela, foi saindo e pedindo para ela se apressar.

Aí, claro, dei o trato que ela sempre merece. Trepamos por mais de uma hora, onde senti como ela estava molhada e ansiosa por uma foda.

– conto gentilmente cedido pelo Casal Total

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Começamos a escrever sem muitas pretensões, ou melhor, nenhuma pretensão. E, normalmente, é assim com todos que começam a escrever. Começam com um ou dois parágrafos; depois partem para um texto de 15 linhas; e logo capítulos e obras inteiras, num piscar de olhos. A questão é: o que escrever? O que me dá prazer de narrar e compartilhar? Já pensamos em poesia, música. Mas nós gostamos de contos. Será um dom escrever contos eróticos? Será? kkkk!

Frequentemente estamos fantasiamos com alguma situação que nos excita. Pode ser em casa, no trabalho, no supermercado, em qualquer lugar. E não tem hora pra acontecer. Mas quando acontece, sempre dividimos um com o outro, sem frescuras, sem pudores. Por telefone, mensagens de whatsapp, no meio de uma reunião chata, no banheiro e, claro, trepando gostoso na cama ou em qualquer outro lugar.

Vocês nos perguntam: mas os textos que publicam são exatamente o que fantasiam? No início até acontecia assim. Mas hoje, em quase 100% das vezes, damos uma “floreada” em nossos textos. E por vários motivos. O principal deles é sempre estamos tentando entender o que você, nosso leitor, quer de nós. É simples: através das ferramentas que temos em mãos (relatórios online e em tempo real, feedbacks) conseguimos entender que resposta cada capítulo representa para vocês. Então, as interferências nos textos são constantes, sempre com o objetivo de deixá-los ainda mais excitantes.

E se escrever já nos dá prazer, escrever sobre nossas fantasias nos dá prazer dobrado. Quer dizer, triplicado, se levarmos em consideração que gozamos fantasiando tudo aquilo que vocês leem ou ainda vão ler.
Aos poucos, começamos a receber contatos das pessoas, sempre muito amáveis e simpáticas, relatando algo como: “Já gozei várias vezes lendo vocês”. “Eu e meu marido sempre transamos depois que lemos os seus contos”! Já nos perguntaram até se as Histórias de Liz poderiam virar um roteiro de filme. Seria maravilhoso por um lado, mas por outro temos muito receio. Pois seria um filme baseado na percepção de alguém sobre nossas aventuras imaginárias. Que é diferente da nossa percepção, da percepção de vocês. É como ler 50 Tons de Cinza e depois assistir o filme. Nós não curtimos o filme tanto quanto o livro. Porque o texto se completa com a imaginação. Este é o grande charme da leitura. O certo é que nossa brincadeira sem pretensão, que já é quase um ofício, cumpre o papel que sempre desejamos: faz as pessoas gozar com palavras. E, gente, isto é incrível e só nos enche de felicidade.

Temos recebido sempre fotos ousadas de casais para serem postadas junto aos capítulos. Mas, na última semana fomos surpreendidos com o contato de um de nossos maiores fãs, aqueles que não perdem um capítulo, que sempre nos prestigiam e enviam comentários, tão logo a gente publica um novo texto. Pelo Whatsapp, nos pediram para avaliar um conto que eles escreveram juntos. Este aí de cima, que vocês acabaram de ler. Algo que nunca fizeram, mas que por influência nossa, resolveram tentar. Que incrível!!!! Fazemos as pessoas gozarem, se amarem, e agora incentivamos elas também a escrever.

Independente de qualquer avaliação, é lógico que não deixaríamos jamais de publicar esse presente, com as devidas permissões dos autores. Queremos agradecer imensamente ao casal por todo carinho e pela coragem de expor uma de suas fantasias para todos nós.

Um carnaval consciente e de muita paz para todos! Tem um texto especial saindo do forno. Vamos ver se dá tempo de publicar antes da quarta-feira de cinzas!!!!!

Beijos e abraços meus e da Liz!

Ajudinha ao ajudante – capítulo 10

_ Bora, Liz. Coloque este biquíni.
_ Ok.
Olhei para os lados e não havia ninguém além de nós. Então saquei o shorts, a camiseta e, por último, a parte da baixo do biquíni que havia colocado ainda dentro do carro. E percebi que Aílton me olhava incansavelmente, talvez ainda não acreditando que eu faria fotos nuas no barco dele, bem embaixo dos seus olhos. O bote estava num local um pouco fundo e, de dentro água, sua visão estava um pouco prejudicada. Mas, por uma ou duas vezes, fiz questão de abrir as pernas enquanto colocava um dos biquínis que usaríamos nas fotos, pra que ele pudesse apreciar o que, com certeza, já havia imaginado em sua mente pervertida. A tensão era clara em seu corpo. Ficava ali, estático, me olhando, mas quando eu devolvia um sorriso maroto em sinal de aprovação, ele virava o rosto, meio envergonhado, como se estivesse procurando algo pra fazer.
_ Tudo pronto aqui, iluminação natural e perfeita. Vamos tentar algumas poses, Liz.
_ Já te disse que não estou muito acostumada com isso, então tenha paciência comigo. Ainda mais, assim, à céu aberto.
_ Quero apenas que olhe para a natureza. Pode inclinar seu pescoço para cima, em direção ao céu. Depois para baixo. Olhe para seu corpo. Sentada mesmo. Movimente um pouco as pernas, quando quiser. O resto é comigo, ok?
_ Assim? (Click, Click, click)
_ Isso, ótimo! (Click). Em mim agora. Olhe pra mim com desejo. Você consegue! (Click! Click!)
_ Hum, Isso é fácil, respondi.
_ Não me provoca sua doida… Aí, garota! Ótimo (Click, click)! Senta no chão do bote. É apertado mas acho que dá…
_ Assim?
_ É. Segure nos seus seios, com as duas mãos embaixo dele, como se fosse levantá-los. Olhe pra eles… tire o biquini devagar, por cima. Legal! Já te disse que tem seios lindos? Sou doida neles.
_ Você é uma safada, isso sim!
_ Então somos duas… Apoie um dos cotovelos no assento. Quero que com a outra mão puxe a calcinha para o lado. Me mostra essa bucetinha linda… Boa garota! Está bem? Tá relaxada?
_ Acho que sim.
_ Continue assim. Só estamos nós aqui, se passar algum bote com turistas, paramos e você se cobre.
_ Sei, eu vi lá na estrada.
_ Menina, ali era a foto perfeita, não poderia perdê-la! Prometo que não farei de novo. Confie.
_ Ta certo.
 
A sessão de fotos seguiu em frente. Que manhã gostosa! Lugar lindo, sol, céu azul, obra de Deus. Trocas de biquínis, fotos somente coma parte de baixo, sem biquíni. Já estávamos na beira do rio. Bote “encalhado” na areia. Aílton ia perdendo a timidez e se tornando um misto de ajudante e expectador. Já havia enterrado um guarda sol para nos proteger durante as pausas. O calor era grande e as fotos já não aconteciam somente dentro do barco. Na areia e próximo ao manguezal também. Sempre muito prestativo, ele era o responsável por colocar a toalha em mim, sempre que pessoas em outros poucos barcos de turistas se aproximavam. Quem passava, percebia na hora que estávamos ali a trabalho. As garrafinhas de água que nos refrescavam, vinham de um isopor cheio de gelo, que ele mesmo tratou de preparar, antes da nossa partida. Entre uma pausa e outra, eu entrava novamente naquele rio de águas calmas e claras para baixar a “quentura” do corpo. Quando ficava nua, era tomada por uma sensação deliciosa, que me fazia ainda ter mais vontade de conhecer uma praia naturista. Tirar a roupa diante da natureza me fazia sentir parte dela.
Denise, a cada click, revelava ser, cada vez mais, a excelente profissional que imaginávamos, desde o início. Muito detalhista, não parava de fotografar um instante, mesmo quando não estávamos concentradas naquilo. Percebi que ela não queria fotografar apenas a Liz vadia do noivo, mas também uma outra Liz. A Liz do dia-a-dia, a menina ao mesmo tempo tímida, sonhadora, forte, intensa e determinada. Já nosso ajudante parecia feliz, sorriso largo, dedicado ao extremo, sem tirar os olhos de nós, talvez porque sabia que não aconteceria outro passeio como aquele. E o bichinho gostava muito do que estava vendo. Volta e meia eu o pegava mexendo no seu pau por fora da bermuda, como aqueles adolescentes diante do primeiro filme pornô, sabe?
Num dos raros momentos de descanso, estávamos os três sentados na areia, eu enrolada na toalha, entre Denise e Aílton, e resolvi provocar:
_ Tá gostando, Aílton? Obrigada por seu apoio, viu?
_ Nossa, vocês são bonitas mesmo, e gente fina.
_ Olha pra Denise, recebendo elogios!
_ Hum, tá certo…
_ Gosta do corpo da Denise também, Aílton?
_ Menina, quer parar com isso? Retrucou ela.
_ Nossa, muito! É o meu número.
_ Hahahaha, hoje sai romance daqui.
_ Tá maluca garota? Aílton, nem começe. Eu gosto da mesma coisa que você.
_ C c c c c como assim? Você é…
_ Bolacheira sim! Esse termo nojento que o povo daqui inventou pra quem, como eu sai com mulher.
_ Ah, desculpe, moça, ligue pra mim não, eu dou muita bola fora.
_ Tá perdoado. Mas fiquei feliz que me achou bonita.
_ Você é linda Denise, por dentro e por fora, reforcei.
Nos olhamos e sorrimos, uma para a outra.
_ Bora trabalhar?
_ Ah, chefa, espera mais um pouco, vamos curtir esse lugar lindo.
_ Quinze minutos e retomamos, certo?
_ Claro, relaxe ai um pouco e vamos aproveitar esse sol.
_ Tudo bem garota. Estava até afim de mergulhar um pouco.
Denise levantou-se, olhou por uns instantes ao redor e, surpreendentemente, levou ao chão seu biquíni, ficando completamente nua, para delírio meu e de Aílton.
_ Meu Jesus! Exclamou nosso ajudante.
_ Uhú, gostoooooosa! Gritei alto.
Sem olhar pra trás, ela desapareceu nas águas calmas e claras.
_ E, me conte Liz, essas fotos, vão aparecer em alguma revista?
_ Não, amigo. Eu e meu noivo contratamos Denise para que fizesse umas fotos íntimas minhas, é um presente pra ele.
_ Sério? E tem gente que gasta dinheiro com isso? Porque ele mesmo não veio fazer?
_ Porque são fotos profissionais, diferenciadas. Tú tem Whatsapp, Aílton?
_ Tenho.
_ Então, depois que estiverem prontas, envio algumas pra você ver. E aproveito pra marcar um passeio com meu noivo aqui pra você conhecê-lo.
_ Mas vai contar pra ele que eu estou aqui com vocês?
_ Claro que sim. Não escondo nada dele.
_ Mas ele vai ficar com ciúmes.
_ Relaxe, ele vai ficar é muito excitado.
_ Excitado? Como pode?
_ É. Posso te contar um segredo? Já transei com ele e um amigo juntos.
_ Meu Jesuis!  Botou gaia nele na frente dele?
_ Digamos que sim. E ele gostou. Trepamos nós três.
_ Nossa dna… Liz. Eu eu..
_ Você o que? Fala homem! Já sei, você tá de pau duro, Aílton?
_ Eh… estou.
_ Mostra ele pra mim.
_ Aqui?
_ Ué? Só estamos nós! Olha isso aqui.
Abri a tolha que me cobria e fiquei nuazinha mais uma vez na frente daquele homem.
_ Gosta disso Ailton?
_ Muito, vontade de lhe agarrar.
_ Olha minha buceta. Esta rapaspadinha. Aposto que nunca comeu uma buceta como esta.
_ Nunquinha.
_ Se me mostrar seu pau deixo você pegar nela, que tal?
Nosso ajudante não pensou duas vezes. Levantou-se e abaixou a bermuda na minha frente, colocando a pica dura bem perto do meu rosto. Era um pouco curvada para o lado esquerdo e num tamanho bem interessante para um cara pequeno como ele. Por entre as pernas dele vi Denise, dentro da água, nos observando. E antes que ele pudesse pensar em chegar perto para que eu o chupasse, deitei na areia e abri a pernas pra ele.
_ Fica ai. Quero que bata uma punheta bem gostosa, olhando pra mim. Olha minha buceta como está melada. Seu pau está me deixando excitada…
_ Ai moça como a senhora é gostosa!
_ Você é um safado, Aílton. Aposto que está com vontade de gozar desde a hora que me viu pelada pela primeira vez.
_ Quero gozar em você!
_ Faz quanto tempo que não vê uma buceta, Aílton? Perguntei, me tocando e introduzindo os dedos na minha xaninha melada, bem provocativa.
_ Muito tempo, dona.
_ Vem cá deixa eu pegar nele.
Sentei novamente e deixei ele se aproximar. Aílton não era um homem atraente. Jamais transaria com um homem como ele, mas devia estar tão doido, e estava sendo tão prestativo conosco, que não o deixaria na mão. O deixaria na minha mão. Sentada, peguei no pau dele e iniciei uma punheta gostosa. Com a mão que sobrou, ora tocava na minha buceta, ora massageava as suas bolas.
_ Tá gostando, tarado?
_ Nossa, assim eu vou gozar. Como tá bom!
_ Vai gozar nos meus peitos. Quero sua gala quente.
Por entre as pernas de Aílton, percebi que Denise parecia excitada com tudo aquilo. Ela olhava para nós e apertava os bicos dos seios com os dedos. Com a outra mão era certo que se masturbava. De vez em quando, olhava para os lados para ver se avistava algum bote com turistas vindo em nossa direção e então continuava.
Eu estava super excitada. Daria tudo pra ter a pica do meu noivinho dentro de mim naquele momento. Mas ver Denise daquele jeito dentro da água, fez brotar novamente aquele desejo que nos havia consumido, horas atrás, dentro do carro. Não era Aílton que eu queria. Era Denise.
Pedi para Ailton se ajoelhar por entre minhas pernas. Ele obedeceu. Eu estava sentada, inclinei o corpo um pouco para trás e apoiei uma das mãos na areia. Com a outra, continuei a punhetá-lo, mas desta vez muito mais rápido.
_ Vem gozar em mim, cavalão! Aqui na minha boca… foi a palavra mágica.
_ Nossa sinhora! Ah, ah, ah… aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!
Antes que o primeiro jato pudesse atingir meu rosto, coloquei o pinto dele para baixo. Em direção aos meus seus seios. Inclinei o corpo para frente novamente e continuei a balançar aquele membro rijo e viril com as duas mãos, uma por cima da outra. Jatos fortes e numa quantidade que eu jamais havia visto. Como se ele estivesse à décadas sem gozar e tudo estava ali acumulado em suas bolas.
_ Que delícia. Nunca vi ninguém gozar assim!
_ Hummm, nossa dona Liz, que gostoso que foi.
Me ajoelhei em frente à ele e o abracei. Nossos peitos nus se encontraram e a porra que estava em cima de mim, agora também estava espalhada em seu torax magro.
_ Olha como você me deixou quente.
_ Você está queimando.
_ Estou. Não queria tocar na minha buceta? Porque não aproveita?
Ainda com o corpo trêmulo, ele olhou em meus olhos. Me segurou pela cintura com uma das mãos e levou a outra até meu clitóris. Mãos duras, calejadas. Mãos de trabalhador.
_ Devagarinho, tá?
_ Assim?
_ É. Ta vendo como ela está babada?
_ Tá.
Enquanto deixava Aílton brincar com meu corpo, olhava para Denise. Nos encarávamos, cheias de desejo.
_ Hummm Liz, sua buceta deve ser saborosa.
_ Ela é. E como você tem sido um bom menino, Vou deixar você sentir ela. Vem, deita aqui.
Aílton se acomodou em cima da toalha que eu usava. Me aproximei do seu rosto fiquei de joelhos bem em cima dele, de costas e virada pra Denise, de forma que pudesse me chupar. Então, lentamente, comecei a me esfregar na sua língua. Os quadris se movimentavam para frente e para trás. Minha bunda e meu cu eram a unica visão dele. Segurei novamente em seu pau, na intenção de deixa-lo duro mais uma vez, mas ele estava nocauteado. A gozada o levou à lona. Denise olhava tudo, paralisada.
_ Vai seu viado, chupa essa buceta!
Aílton não falava. Nem conseguia. Acho que se eu o asfixiasse com minha buceta, ele morreria feliz. Só segurava minha bunda e enfiava o dedo no meu buraquinho de traz. Apoiei os braços em suas coxas e acelerei. Sentia dentro de mim sua língua, seu nariz. Sua barba por fazer roçava minha virilha, por inteira.
_ Me faz gozar filho da puta! Vou melar sua cara! Vai, isso! Porraaaa! Ahhhhhhh, Ahhhhhh isso seu puto!!!! Ahhhhhh!!!
(Continua…)

Sugerimos que nossos fãs queridos, Carla e Edu contribuíssem com este capítulo. E não é que levaram bem à serio?
Muito obrigada, amigos deliciosos!

Sigam esse casal maravilhoso no Instagram: @carlaeeducasal e @carlaeeducasal3

No colinho do Papai

Uma de minhas maiores frustrações de infância é nunca ter tirado uma foto com Papai Noel. Minha mãe sempre dizia que, quando eu era pequena, tinha muito medo de chegar perto dele. Até tentou uma vez, mas eu chorei tanto, que acabou desistindo.
Pois é, o clima natalino está no ar e eles estão por toda parte. Nas festas, confraternizações, shopping centers. E são dos mais variados tipos. Altos, baixos, gordos, magros com barrigas postiças. E nunca se viu tantos Papais Noéis como antes. Em tempos de crise, fazer um bico como “bom velhinho” é necessidade e quase um privilégio para muitos.
O que acontece é que hoje, quando encontro um, vem uma vontade louca de desfazer todos os mau-entendidos de pequena. Eu amo Papai Noel!!! Queria muito poder agarrar na barba de um, tirar uma foto com ele. Mas junto também vem a vergonha. Já pensou eu no meio de um shopping, sentada no colo do Papai Noel? Que micooooo!
Mas tudo mudou numa tarde de sábado. Encontrei o Papai Noel que me fez perder todos os medos. E por uma ironia do destino, ele apareceu na confraternização de fim de ano da empresa onde eu trabalho. Uma grande festa para funcionários e seus familiares. Churrasco, bebidas de todos os tipos, boa música e muita alegria. Tivemos um ano de excelentes resultados, e nosso chefe não mediu forças para valorizar e reconhecer o trabalho de toda equipe. É claro que também, naquele dia, não faltou a tradicional troca de presentes, no amigo secreto.
Cheguei um pouco atrasada, pois havia deixado para a última hora o presente que entregaria à minha amiga secreta. Mas consegui um lugarzinho perto dos colegas mais chegados. E lá estava ele, quase que de frente para mim, em sua poltrona vermelha, com diversos presentes à sua volta, e sempre disponível para as fotos com as crianças e seus pais orgulhosos. Dava para notar que o homem por trás daquela fantasia não era gordo, muito menos barbudo. Era jovem e, aparentemente, parecia incomodado dentro de todas aquelas roupas. Mas não deixou de perceber minha movimentação na chegada. Cruzamos nossos olhos e o fiz perder a concentração por completo, diante dos convidados.
Fiquei sentada alguns minutos na mesa, comendo alguma coisa e batendo papo com as pessoas em volta. Os olhares do velhinho eram frequentes. E a cada investida, eu ficava mais curiosa pra saber como era aquele homem por trás das vestimentas vermelhas.
Minutos depois, decidi ir até o banheiro ajeitar a maquiagem e fazer aquele xixi. Passei em frente à ele, e mais uma vez, recebi um sorriso como presente. Antes de sair do banheiro, puxei um pedaço de papel e uma caneta da bolsa. Não daria tempo de fazer uma cartinha pra ele, mas certamente, realizaria o meu desejo de Natal.

“Querido Papai Noel. Meu desejo de Natal é sentar no seu colo gostoso e tirar uma foto com você. Mas tem que ser agora. Vou te esperar na sala do chefe, daqui meia hora.”

Ao voltar para mesa, fui até ele e estendi a mão, passando o bilhete. Cheguei pertinho do seu ouvido e provoquei:

_ O senhor é meu desejo de Natal. E tenho certeza, pelos olhares, que eu sou o seu!

E então sai.

Ele abriu o bilhete e me olhou com um sorriso maroto, voltando sua atenção à duas crianças, logo depois.

O tempo passava e meu tesão aumentava a cada encarada dele. Ele também demonstrava isso, passando a luva branca na testa suada o tempo inteiro. E, como prometido, meia hora depois, levantei-me e segui em direção ao corredor de acesso à casa. O chefe já havia bebido bastante e estava bem alterado. Rindo muito e passeando pelas mesas, dava toda a atenção aos convidados. Com certeza, ele não seria um problema.
Cheguei na sua do chefe, e para minha alegria, ela estava aberta, com as chaves na porta, para o lado de dentro. Em sua mesa, os seus pertences pessoais e as chaves do carro, sinal que em breve voltaria para pegá-los.
As persianas estavam fechadas, mas a claridade que vinha de fora e atravessava suas lâminas, era suficiente para o que eu e Papai Noel desejávamos naquele lugar.

Sentei na cadeira confortável e ouvi passos fortes e lentos vindo em minha direção.

_ Oi, demorei?
_ Nenhum pouco! Como fez para sair?
_ Disse que não estava me sentindo bem e que precisava descansar um pouco no banheiro.
_ Ótimo, não temos muito tempo. Tranque a porta. A chave está aí.
_ Você é louca. Fuder na sala do seu chefe…
_ Não vou fuder. Vou realizar um sonho de infância.

Ele se aproximou de mim…

_ Ah é? Você queria comer Papai Noel quando pequena?
_ Kkkkkk não! Queria sentar no seu colo. Mas sempre tive medo.
_ E quem garante que você não vai sentir medo do presente que que tenho pra te dar?
_ Tu é um Papai Noel muito do convencido, sabia? Então senta aqui e bota esse pinto para fora, que eu quero ver! Rápido, precisamos voltar pra festa!
_ Ok, vadiazinha, mas antes quero provar esse seu corpo todo!
_ É? O senhor é um Papai Noel bem tarado, né?
_ Sou, adoro fuder minhas ajudantes. Mas hoje vou abrir uma exceção e fuder você.
_ É, seu safado? Se não fizer direito falo pra todo mundo que você é um velho broxa.

Com um pouco de dificuldade, ele abriu a cinta enorme e brilhante e puxou a calça vermelha toda para baixo. Seu pau era enorme e gostoso, e já estava muito duro. Me ajoelhei em frente ao homem quase embaixo da mesa do chefe, e comecei a lamber e punhetar aquela vara toda, começando pelas bolas. Colocava elas toda na boca, uma de cada vez, e então subia e descia com a língua, deixando-a toda babada. Pra terminar, um mamada bem gostosa na cabeça, com direito a lambidas, mordidas e aquele vai e vem frenético entrando e saindo da boca, que deixa qualquer macho louco. Papai Noel gemia gostoso e se tremia todo na poltrona.

_ Puta que pariu, é a melhor chupada que já recebi. Como você é vadia!
_ Tá gostando Noel? Meu marido também fala a mesma coisa.
_ Maridinho? Você é casada? Nossa, então ele e um corninho bem sortudo.
_ É sim, sou a vagabunda dele, sempre serei.

Me levantei, virei de costas e comecei a tirar a roupa.
_ Isso, caralho como você é gostosa. Deve ser a putinha desse escritório!
_ Ainda não, mas tem um monte de caras aqui doidos pra me comer!
_ E você já deu pra algum deles?
_ Como você é curioso Papai Noel! Vai, deixa eu ver esse corpo gostoso também. Tira a fantasia, seu tarado!
_ Nos olhávamos fixamente enquanto sacávamos nossas roupas. Não havia muito tempo. Eu precisava gozar e papai Noel voltar para suas entregas de presentes. Estava ali na sala do meu chefe, semi nua, sedenta por uma boa foda, e na minha frente um papai Noel gostoso, só de botas, barba postiça, gorro e um pau grande que eu desejava dentro de mim. Pronto, eu enfim realizava o sonho de uma vida, sentar no colo do Papai Noel!
_ Vem vagabunda, senta aqui no meu pau.
_ Vou velho safado, como ele está duro!!
_ Está, desde a hora que te vi chegando!
Baixei a calcinha me inclinando toda para baixo, colocando meu rabo praticamente na cara do velhinho. Ele me segurou pela cintura forçando meu corpo para que minha buceta encontrasse sua vara.
_ Senta logo no colinho do Papai Noel, senão não vai ganhar presente!
De costas para o Noel, segurei no pau dele para que deslizasse gostoso dentro de mim. Mas antes, uma esfregadinha básica por toda minha vulva. Junto dela um gemido gostoso e forte:

_ Aaaaaahhhhh, filha da puta, enfia logo!
_ Calma Papai Noel tarado, sente como minha buceta está molhada. Esfrega seu pauzão nela.
_ Ahhhh, que deliciosa! Enfia, quero sentir seu buraquinho quente.

Os braços da cadeira favoreciam a posição. Com as duas mãos apoiadas neles, pude descer lentamente, preenchendo toda minha buceta com o pau do Noel. É uma delicia interromper o movimento com ele lá dentro. Sentir o macho te possuindo por completo. E assim fiz por uns instantes. Logo depois, comecei a subir e descer em movimentos suaves e constantes.

_ Isso, que delícia, você é uma gostosa da porra.
_ Tá gostando da visão, Noel?
_ Meu pau arrombando sua buceta é lindo de se ver, tesão do caralho!
_ Uhhhh, isso, que vadia! Vem cá!

Noel agarrou meu peitos e me puxou para seu encontro.

_ Coloca os pés aqui na poltrona.

Com as mãos, uma de cada vez, arrancou os meus saltos, me abraçou forte e começou a controlar os movimentos. Nos ajeitamos de modo a ficarmos confortáveis naquela posição. Agora era ele quem levantava e abaixava os quadris, comigo em seu colo. Meu rosto estava colado com o dele. Queria beijá-lo, mas a barba postiça atrapalhava. Ele já estava louco de tesão. Me segurava com uma das mãos e com a outra, começou a me tocar sem interromper as estocadas, cada vez mais frenéticas e intensas.

_ Assim é golpe baixo, vai me fazer gozar seu velho filho da puta!
_ Eu sei que vou! Goza com meu pau ai dentro, vai!
_ Então soca gostoso, vaaaaai, isso!

Quanta desenvoltura desse Papai Noel, puta que o pariu! Como fodia gostoso. E sabia muito como fazer uma mulher chegar ao orgasmo.
_ Aí, tá vindo, tá vindo, não pára, por favor!
_ Ahhh, ahhh, hummm, AAAAHHHHHHHH!

Gozei e melei o pau todo daquele homem gostoso, como à muito tempo não acontecia. E a adrenalina de trepar às escondidas, num lugar repleto de gente, na sala do seu chefe, tornava aquele momento ainda mais incrível e único.
As pernas já não respondiam direito, mas eu ainda queria receber toda a porra daquela vara gostosa. Saí de cima dele e sentei novamente, desta vez de frente. Com ambos os joelhos apoiados na cadeira. Assim o domínio é todo meu. Faço qualquer homem gozar, na hora que eu quiser.

_Pega na minha bunda Noel, seu presente vai chegar já!
_ Rebola esse rabo gostoso que eu quero te encher de porra!

Ele segurou firme e abochanhou meus peitos. A barba atrapalhava bastante mas sua língua os deixou eriçados rapidamente.

Movimentos intensos, alternando os quadris, de cima para baixo, para frente e para trás, sucessivamente. Era hora de Noel gozar.

_ Onde quer minha porra, não vou engravidar a mulher do corninho.
_ Vem, aqui na meu rostinho…

Me levantei rápido e fiquei de joelhos no chão, em frente à ele. Não deu tempo nem de uma última mamada. Os jatos vieram com força, melando toda minha face. Então ele se levantou e começou a passar a pica pelo meu rosto. Espalhando toda sua gala quente.

_ Ahhh, hummm, chupa piranha, suga tudo o que sobrou ai dentro! Ahhh, como é bom!

Deitamos abraçados no chão, pois precisávamos descansar uns instantes, quando então lembrei da festa que acontecia lá fora.

_ Pura que pariu amor, vista as roupas, precisamos voltar.
_ Já? Tá bem… Obrigado por me convidar para ser Papai Noel na sua empresa, Liz. Não vou esquecer jamais desta tarde.
_ Obrigada amor, pelo menos você tirou essa fantasia do armário mais uma vez! Ei… espera! Papai Noel, faltou a foto! Meu Deus!!!
_ Vai, pega o celular e senta aqui no meu colo.

Tirei o celular da bolsa, coloquei no modo “selfie” e então, finalmente, pude realizar meu sonho. Completamente, nua, com o rosto todo melado, abraçada com melhor Papai Noel do mundo, com o meu Papai Noel. Aquele que me ajuda a realizar todos os meus sonhos, todos os dias. Click! Uma foto pra guardar pra sempre! E a sete chaves!!!

O Natal já passou mas desejamos a todos nossos leitores, um 2018 repleto de saúde, tesão, felicidade, orgasmos, fantasias e muitos sonhos realizados!

@digoeliz

Jequiá – Capítulo 9

Destino revelado, seguimos em frente. Ainda podia sentir minha buceta quente e molhada, resultado do tesão incontrolável que nos consumiu, momentos atrás. Chegamos em Dunas de Marapé, ponto turístico de Jequiá da Praia, perto das nove horas. Denise encostou o carro num pequeno estacionamento. E pela primeira vez lembrei que Rodrigo poderia estar preocupado comigo. Peguei o celular, acreditando que haveriam várias mensagens dele. Mas para minha surpresa, apenas uma:

“Aproveite seu dia com toda a intensidade que ele merece. Estou com você. Ontem, hoje e sempre. Ansioso pelo resultado! Te amo, Digo.”

Feliz com a sensibilidade de sempre dele, respondi: “Estamos bem meu amor, tentarei fazer da melhor maneira. Estou fazendo por você, é tudo para você. Te amo”.

Saindo do estacionamento, chegamos à entrada da área que dá acesso ao rio. Um local muito bonito e tranquilo. Uma pequena estrutura, com bares e restaurantes, quase particular, com águas calmas e de temperatura sempre agradável. Marido, mulher, sogra, criança, cachorro. Algumas poucas famílias já começavam a se organizar para passar o dia por ali.
Logo, fomos abordadas por um homem baixo, corpo magro de aparentemente uns 45 anos. Depois fui descobrir que tinha 34. O constante contato com o sol, judia a pele das pessoas e as faz parecerem mais velhas aqui no Nordeste.
_ Bom dia senhoritas. Gostariam de fazer um passeio?
_ Claro que sim, mas nosso passeio é profissional. Como é seu nome?
_ Ailton, ao seu dispor.
_ Prazer Ailton, somos Denise e Liz. Estamos à trabalho. Se eu lhe der um extra, pode nos acompanhar até o final do job?
_ Eh… job?
_ Sim, job. Trabalho.
_ Ah, ajudo sim.
_ Pode iniciar buscando umas coisas que estão lá no nosso carro. Aqui está a chave.
_ Claro, claro!
_ Aquele é meu bote. Se quiserem, podem aguardar lá.

Aílton calçou os chinelos que segurava na mão e saiu a passos largos.

_ Lembra quando eu disse que tinha vários ajudantes? Aílton é um deles.
_ Mas você nem o conhece!
_ E precisa? (risos)
_ Agora me conta, quando foi a última vez que ficou nua na frente de outro homem que não Rodrigo?
_ Hum não faz muito tempo. Mas ao livre o Aírton…
_ Aílton, com L.
_ Aílton, sim, será o primeiro.
_ E qual a diferença de ficar pelada pra Rodrigo, Aílton, João, Pedro? Homem é tudo igual!
_ Tooooooda! Quer saber Denise, você é doida, literalmente! Quando topei isso, achei que íamos ficar dentro de um estúdio!
_ Quer mais estúdio mais incrível que este? Cores, iluminação natural… E olhe só, seu noivinho tarado quer o melhor trabalho, e é isso que estou tentando fazer.
_ Tá bem, tá bem, você está certa!

Já sabia que Denise era esperta, mas ali começava a perceber que era também muito “desenrolada”. Comecei então a ficar preocupada com quem seriam os outros “ajudantes” dela.

_ Senhoritas? Acho que já está tudo aqui. Podemos ir.
_ Obrigada Ailton, muito prestativo.

Há embarcações que diversos tamanhos que levam os turistas para o passeio em Dunas de Marapé. Para duas ou três pessoas são utilizados aqueles feitos em fibra de carbono, com os lugares já construídos no molde de fábrica dele. Um motor de popa os leva para cima e para baixo, pelo rio. Só não é possível, com ele, atravessar para a praia, ao final do percurso. Esta parte do passeio deve ser feita a pé.
Aílton, cheio de curiosidade, perguntou:

_ Vocês são fotógrafas de quê? Natureza? Aqui é um lugar lindo. Posso mostrar os pequenos animais, as plantas, o manguezal…
_ Eu sou a fotógrafa. Liz é minha modelo. Pretendemos fazer um ensaio aqui. Pode nos levar a pontos bonitos e calmos?
_ Ah, é tipo aquelas meninas que fazem fotos e colocam no Face? Legal!
_ Hahaha, ri alto. É, mais ou menos, Ailton. Você tem Facebook?
_ Tenho sim moça, minha filha fez um pra eu arranjar namorada.
_ Que Legal! Espero que encontre logo, respondi.
_ Ah senhorita é muito bonita, Liz. Tem namorado? Perguntou ele, meio envergonhado, cabeça baixa, como se estivesse tentando engatar uma cantada.
_ Sim, tenho um noivo. Queremos casar em breve… Ai meu Deus! Ele gostou de mim. E vou ter que ficar nua na frente dele. Esse homem vai ficar doido, pensei.

Bote na água, sol quente, dia lindo. As fotos tinham tudo à seu favor para ficarem encantadoras. Denise estava à vontade, só de biquíni, bem mais comportado que o meu, mas que revelava todas as suas gordurinhas. Dobras firmes e muito sensuais. Eu prestava atenção nela, e ela ao redor, talvez em busca de um local interessante para a fotos. Enquanto observava, aproveitava para passar protetor solar no corpo.

_ Tome Liz, passe este protetor, não vai lhe deixar “melada” nas fotos. Aílton, a essa hora não vem muitos barcos por aqui né?
_ Ainda é cedo moça, vem um ou outro de vez em quando. Dona Liz, não precisa ficar envergonhada.Todo mundo faz foto pra mandar pros outros hoje.
_ Hahaha! Você é engraçado, Aílton, gostei de você. Sua próxima namorada vai ser uma mulher de sorte, respondi.
_ Obrigado dona Liz, completou nosso ajudante, com um leve sorriso no rosto.

Aílton parecia realmente divertido. Mas eu precisava “quebrar o gelo”. Afinal ia ter que ficar nua na frente dele. Então olhei para os lados pra me certificar que não havia ninguém por perto, e levantei a parte de baixo da camiseta branca, a única vestimenta que protegia meus seios, passando-a por trás do pescoço.
Ele estava distraído, ajustando alguma coisa no motor do pequeno barco.

_ Aílton, não queria sujar as mãos, você pode me ajudar aqui?

Numa reação engraçadíssima, ele deu um pulo pra trás e colocou a mãos em frente aos olhos, tentando não ver meus seios desnudos.
_ Dona Liz, o que é isso meu Deus! Não precisa passar protetor aí não. O biquíni protege!
_ (Risos) E quem disse que eu vou fazer foto de biquíni, homi?
_ Ddddddna Liz! Não? Como vai ser?
_ Peladinha, Aílton.
Denise gargalhava sem parar.
_ Algum problema, Aílton? Hoje é seu dia de sorte.
_ Mas isso é ganhar na loteria acumulada, dona!
_ Deixa de timidez homem, oxe! Toma, passa aqui em mim.
_ Tá.

Eu já havia passado protetor pelo corpo todo dentro do carro, momentos antes de chegarmos, mas precisava de um pretexto para deixar Aílton mais relaxado e preparado para o que ia presenciar. Suas mãos trêmulas quase não conseguiam executar a tarefa simples que eu havia dado a ele. Seus olhos estavam fixos nos meus peitos. Em segundos, transformei ele em uma criança que a acabara de ganhar o melhor dos presentes de Natal.
Ele passava com cuidado, devagar, de um lado para o outro, mas evitava tocar a as auréolas. Denise, a essa hora já fazia algumas fotos e cuidava dos preparativos para o ensaio.

_ Aílton, se não passar nos bicos eles podem queimar, não acha?
_ Eh… Sim, dna. Liz, vão.

Ao primeiro toque tímido nos meus bicos, os senti arrepiarem e endurecerem. Aquilo excitou de vez nosso “comandante”. E seu pau mostrou-se rijo por baixo da bermuda. E parecia grande para o pequeno homem que nos acompanhava.

_ Aílton, porque chama Denise de moça e eu de dona?
_ Sei não, dona Liz.
_ Liz, Aílton…
_ Tá bem. Liz..
_ Pronto, assim está melhor. Gosta dos meus seios, Aílton?
_ Muito, são bonitos e suaves… Pronto acho que já está bom.
_ Sim, obrigada, muito gentil, respondi cobrindo novamente os seios com a camiseta.
_ Denise nos olhou e com um ar de pouco caso, disse:
_ Depois eu é que sou a doida (tsc, tsc)…

Percorremos mais alguns metros pelas águas calmas do rio. A maré estava baixa, revelando alguns pontos de areia.
_ Aílton, aqui esta bacana. Podemos parar?
_ Sim. Quer que eu vá até a margem?
_ Não, aqui está ótimo. Mas se importa de descer do bote e nos controlar até chegarmos lá?

_ Sim, sem problema.
_ A maré vai te ajudar, não? Disse Denise, com câmera em punho.
_ Vai, está nos puxando para o raso.
_ Então tá. Quero fazer umas fotos de Liz aqui em cima, mas o bote é pequeno para nós quatro…
_ Sim, nós três e a câmera fotográfica.
_ Ok, fiquem tranquilas, vou levando a gente pra lá, bem devagar.
_ Obrigada, depois faremos umas fotos na areia.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Mansão Playboy no Rio

Festas liberais. Algo que certamente, em breve, vamos conhecer e, se tudo der certo, percorrer o Brasil visitando as melhores casas do meio. Alagoas não possui nenhuma ainda, pelo que sabemos (nos corrijam, se estivermos errados). Mas em centros maiores do Nordeste (Recife, Salvador, Fortaleza) elas fazem muito sucesso, há muito tempo. Nosso desejo é relatar nossas experiências e impressões, em cada uma por onde passarmos.

Vivenciar estas experiências já estão deixando de ser apenas um desejo e se tornando cada vez mais uma necessidade para nós. Fazer um blog não é fácil, ainda mais como este, onde o produto principal oferecido são textos. Mas o retorno maravilhoso que estamos recebendo de vocês leitores (tráfego e comentários) só nos fazem querer torná-lo cada vez melhor, e isso é quase impossível se não colocarmos nossas fantasias em prática, sensações e desejos à prova.

Recentemente, fomos convidados para participar de um grupo virtual, administrado por um dos caras que mais entende de festas liberais no Brasil. Carlão as promove já há algum tempo, e pelo grupo, podemos observar que são eventos incríveis e inesquecíveis.

Em dezembro, ele vai promover outra grande festa, a Mansão Playboy. Uma programação imperdível para quem estiver em São Paulo, por estes dias.

E nossos queridos leitores? São frequentadores de encontros liberais? Curtem as grandes festas, ou só encontros privados? Tem alguma coisa bacana pra relatar pra gente?

Beijos e abraços meus e da Liz. Uma ótima semana a todos. Na terça, mais um capítulo das Histórias de Liz, desta vez com surpresas muito gostosas enviadas por um casal leitor.