Na estrada – capítulo 8

Não fazia ideia de nosso destino. Mas Denise tomou o caminho do litoral sul do estado. Pelo caminho, íamos falando besteiras e ríamos muito sobre nossos relacionamentos anteriores frustrados. Ah, também cantarolávamos as músicas que tocavam no rádio do carro. O sol já estava forte mas ainda haviam poucos carros na estrada. Passamos pela região do Pontal, atravessamos o viaduto e seguimos adiante.
Pensei: ela vai parar na praia do Francês ou na Barra de São Miguel. Errado. Vi os acessos às duas praias cruzarem meus olhos, sem sinal de parada. Seguimos em frente. A cada troca de biquíni, um olhar safado de Denise e comentários do tipo
:
_ É, esse está bacana, separa…
_ Nãooo, muito grande, tira.
Num dos momentos em que fiquei sem a parte de baixo do biquíni. ela perguntou:
_ Lembra daquela foto da Galisteu na Playboy, dela se depilando?
_ Quem não lembra? Foi polêmica, respondi.
_ Faz uma coisa: encosta na porta, de frente pra mim. Abre um pouco as pernas. E olha pra sua vagina. Não tira os olhos dela.
Com uma mão no volante, Denise, com a outra, puxou a câmera do assoalho do carro. E tirou duas ou três fotos.
_ Legal! Toma, segura.
_ Câmera pesada! Onde eu bato?
_ Aí em cima, no botão vermelho.

Então virei a câmera em nossa direção, segurando-a com as duas mãos, como se fosse fazer uma “selfie”.

_ Vem vamos registrar esse dia. Cola aqui no meu rosto. Só cuidado com a estrada, alertei.

Denise largou o pé do acelerador e veio até mim para a foto. (click)
_ A um dia inesquecível e a nossa nova amizade, disse ela, olhando profundamente em uma olhos.

Dirigimos mais uns instantes e tomamos o acesso à praia do Gunga. Ali a paisagem muda bastante. Plantações imensas e intermináveis de cana de açúcar nos dois lados da pista.
Paramos no meio da estrada, numa área linda quase chegando no mirante do Gunga.

_ Por que paramos?
_ Quero ver o quanto você está afim de fazer essas fotos. Preparada? Disse ela, pegando a câmera em punho.
_ Ai ai, Denise. Diga logo o que pretende!
_ Vou ali fora. Tire toda a roupa. Quando eu disser, você sai do carro e vai até o meio da pista. Quero uma foto de frente e uma de costas.
_ Você está louca? E os carros?
_ Fique tranquila. So nós estaremos aqui.

Que maluquice eu estava prestes a fazer. Não vou conseguir, pensei. Espera, não tenho obrigação de fazer nada do que essa louca disser…

Denise saiu do carro. Olhei por uns instantes para a pista. O fluxo de carros era quase zero. Me imaginei ali, nua, como se estivesse viajado no tempo, apenas um minuto à frente. Respirei fundo tentando encontrar uma coragem que não tinha. Pensei em Rodrigo e como eu queria que ele estivesse aqui acompanhando tudo isso. E então comecei a tirar a camiseta e a calcinha do biquíni.

_ Venha de chinelos, o asfalto já esta quente, gritou Denise, la de fora. Quando eu disser agora, você vem para o meio da pista.
_ Ok!!!

Meu corpo tremia dos pés a cabeça, tensa. E junto veio aquele desconforto na barriga. Meu Deus, é loucura demais!

_ Agora!!!! Vem!
_ Respirei fundo mais uma vez. Então abri a porta do carro e na confiança de Denise, nem me preocupei se haviam outros carros passando ou não. E fui. Com o braço tentando esconder os seios e uma das mãos na virilha.

_ Tá escondendo o que gata, ja vi tudo isso ai!
_ Não é de você que estou escondendo.
_ É de quem? Tem mais alguém aqui?

Então olhei para os lados e só avistava a bela natureza local. O barulho era apenas dos pássaros e, ao fundo, da música que vinha do rádio. O céu estava incrivelmente limpo. E os raios de sol já penetravam em minha pele com força. Estava nervosa, como se estivesse infringindo alguma lei – e acho que estava mesmo. Uma sensação de liberdade e felicidade extrema surgiu. Então ergui os dois braços ao alto, deixando meu corpo nu exposto a quem quisesse apreciá-lo. Olhei para o céu e agradeci a Deus por aquilo. (Click, Click!)

_ De costas agora, precisamos ser rápidas. Tem um carro vindo lá longe.

Me virei, como Denise pediu. E coloquei as duas mãos na cintura. (Click, click, click)

_ Isso delícia, já é uma modelo profissional, gritou Denise. Agora vem pro carro, pois é um ônibus que está vindo.

Olhei para trás e pasmem, o ônibus estava chegando. Então acelerei o passo. E quando fui entrar no carro, ouço Denise:
_ Espera, não pensa em nada, só mais uma foto! De quatro, apoie os ombros no capô do carro, rápido!

Surtei, não pensei e obedeci. E apoiada no meu carro que estava no acostamento, só pude ver o ônibus, com alguns poucos passageiros, que provavelmente estavam indo passar o domingo na capital, cruzar, muito devagar ao meu lado. Vi olhares estáticos nas janelas. Só pude ouvir o buzinaço e o grito, provavelmente do motorista:

_ Eeeeeeeeeeeeeeee, delícia!

Abri a porta do carro e entrei como um foguete. E lá veio Denise, com sorriso estampado no rosto.

_ Você está louca é? Ficar pelada no meio da estrada?

Nos olhamos e caímos na gargalhada.

_ Meu Deus, o que eu fiz!
_ Arte. Olhe isso, respondeu Denise.

Era a foto que ela acabara de tirar. Eu, inclinada com os ombros no capô e olhando para o ônibus ao fundo, com seus passageiros e seus olhares incrédulos.

_ Que imagem linda, puta que pariu!
_ É isso que vamos fazer hoje, gata, arte!

Nos olhamos, satisfeitas com o resultado. É nos abraçamos, felizes. Eu ainda nua. Um abraço quente. Pude ouvir a respiração de Denise nos meus ouvidos. E senti uma das mãos dela tocar minhas coxas. Me arrepiei por inteira, inevitavelmente, os bicos dos meus seios ficaram duros. Seus lábios e sua língua começaram a percorrer meu pescoço suado e nossas bocas se encontraram num beijo ainda melhor do que aquele no estúdio. Meus mamilos tocavam suavemente os dela, que também enrijeceram, tocavam por cima do tecido da camiseta que vestia.
Sua mão direita segurava minha nuca para não deixar que eu saísse dali. A esquerda, que antes tocava minha coxa, já desvendava minha virilha. Minhas pernas foram se abrindo devagar, o sinal verde para que Denise me tocasse. Sua boca deixou meus lábios e começou a percorrer meu pescoço, e desceu até meus seios. Meu Deus, que gostoso! Pela primeira vez uma mulher me tocava daquele jeito, e ela sabia bem como fazer. Não demorou muito para minha buceta umedecer por completo. Como aquilo estava bom! Esqueci completamente do mundo em minha volta. Mas uma pena que Denise não esqueceu. Como se estivesse cometendo o crime mais hediondo, me largou e segurou ao volante.

_ Vamos gata, temos um dia inteiro pela frente ainda. É não podemos virar estrelas pornôs de expectadores no meio de uma estrada. E respirou fundo, soltando o ar com força, pela boca.

_ Tá certo! Vamos nessa.

Coloquei novamente minhas roupas, mas à contra gosto. Estava “possuída” por uma sensação da qual nunca havia passado antes. Denise segurava o volante com uma mão e com a outra já fazia carinhos em minha coxa, cheia de intimidade.

Passamos, sem parar, pelo mirante da Praia do Gunga, um dos principais pontos turísticos aqui de Alagoas.

_ Lá de cima dariam fotos ótimas, comentei com Denise.
_ Verdade, mas a essa hora já devem ter alguns turistas por lá.
_ E você pretende parar aonde?
_ Em Dunas de Marapé.
_ Lá é lindo, já estive algumas vezes. Mas fotos nuas? Tem muito turista lá.
_ Ainda e cedo, diferente do mirante, o pessoal começa a chegar por lá depois das nove.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Vizinhos – capítulo 7

As noites se passaram e nem sinal de nossa plateia, ou melhor, de nossos vizinhos voyeurs. Numa delas até arriscamos transar novamente na sala com as cortinas um pouco abertas para tentar descobrir de onde eles nos observavam. Em frente ao nosso prédio há outros dois e como moramos no oitavo e penúltimo andar concluímos que só nos andares superiores é que poderiam nos avistar.

Mas as tentativas ao longo dos dias foram em vão. Nenhum sinal dos tais “Mile e Rob”.

Na quinta, a surpresa. Ao chegar em casa, Rodrigo recebe do porteiro um novo envelope. Entusiasmado e já sabendo a origem do remetente ele abriu sem pensar duas vezes.

“_ Vocês são nossos convidados para um jantar inesquecível sábado a noite. Edificio Ontário, bem aí na frente, apartamento 1001. beijos Mile e Rob”.

_ Amor, e ai, vamos?

_ Meu coração subiu até a garganta. O que esse casal queria de nós, numa “noite inesquecível”? Uma sessão de exibicionismo gratuíta pra eles? Uma suruba? E se eles forem feios, meu Deus? Como vamos sair de lá?

O misto de curiosidade e medo tornaram da nossa semana uma tormenta – no bom sentido da palavra. Os minutos ora pareciam segundos ora pareciam horas. Uma dúvida enorme pairava sobre nossas cabeças.

Na sexta, estava no trabalho, com dificuldade para me concentrar. E comecei a imaginar as coisas que poderiam acontecer naquele encontro. Fantasiava tentando imaginar seus corpos. E nessa hora, a imaginação só traz imagens que beiram a perfeição. Aquilo que representa a fantasia ideal. No meu caso corpos gostosos, sarados, paus grandes e rijos.

Fiquei super excitada.

Ora, por que não? Estamos na frente de casa, que mal pode acontecer conosco?

Enviei um whats para Rodrigo na mesma hora.

_Amor vamos, estou muito excitada pra recusar esse convite.

_Tem certeza amor?

_Absoluta.

_ Ok! Vamos sim, também iria propor isso a você. Coloque seu vestido mais sexy. Quero que babem na mulher linda gostosa que eu tenho.

_ Você é um safado, completei.

Chegamos em casa quase no mesmo horário naquele final de tarde. Fizemos um lanche, Rodrigo colocou uma música gostosa na sala e começamos a nos arrumar. Ele foi para o banho enquanto eu escolhia a langerie e a roupa perfeita para o momento que estava por vir.

Entrei no banheiro e vi Rodrigo com o pênis totalmente ereto. Ele também estava excitado com toda aquela situação. Meu corpo acendeu na hora. Tirei a calcinha branca que vestia. Ele estava de costas. Entrei no box e o surpreendi abracando o por trás e colocando as duas mãos no seu pau gostoso. Ele tomou um susto. Estava mesmo com a cabeça em outro lugar.

_ Fantasiando muito meu querido?

_ Pare amor, não agora, quero guardar tudo para mais tarde.

_ Que safadoooo! Só vou te obedecer porque é isso que eu quero também, viu?

Ele então saiu do chuveiro e deixou-o todinho pra mim.

_ Nao demore Liz, já já temos que ir. Não é bom nos atrasarmos no primeiro encontro, kkkk!

_ Não demoro amor, prometo.

Roupas, maquiagem, perfumes. Era chegada a hora.

Entramos no elevador e nos demos as mãos. Ambas suavam muito. O nervosismo era aparente. Nenhuma palavra. Só olhares e sorrisos tensos.

Ao passarmos pela portaria, o cumprimento do seu Jurandir, o porteiro.

_ Boa noite seu Rodrigo, dona Liz. Estão aguardando táxi?

_ Bbbbboa noite Jurandir. Não, vamos aqui em frente mesmo.

_ Oxe, fazer o que?

Silêncio.

_ Vocês estão bem? Perguntou o porteiro.

_ Ssssim Jurandir, ótimos! Acontece que descobrimos que temos amigos que não viamos há muito tempo morando ai em frente. Vamos visita-los, respondi prontamente.

_ Ah sim, boa diversão então!

_ Teremos seu Jurandir, teremos!!

Nos olhamos e rimos. Atravessamos a rua e nos apresentamos na portaria do prédio em frente.

(continua…)

A carta – capítulo 6

Iniciamos a semana com a certeza de que nossa vida sexual havia mudado completamente. Mas aquilo tudo acabou despertando em mim algumas curiosidades sobre Rodrigo. E, definitivamente, achei que era hora de entendê-lo um pouco mais. Puxei assunto, durante nosso café da manhã.

_ Sabe, fiquei impressionada como curtiu me ver com outro homem, ainda mais sendo um grande amigo seu. Como conseguiu encarar isso com tanta tranquilidade? Já havia feito algo assim antes?

Rodrigo ficou imóvel durante alguns segundos, olhando para o nada, com a de café na mão.

_ Sabe amor, sexo pra mim é algo além do que a maioria das pessoas imagina. A Internet sempre me deu acesso e me ajudou a entender certas coisas que passavam na minha cabeça, desde jovem. Então descobri que haviam outras pessoas que também viam o sexo de uma forma fora do convencional. E elas experimentavam. E relatavam suas aventuras em blogs e sites pessoais. Até que um dia tudo aquilo saiu da minha fantasia. Vivi algumas coisas interessantes ao longo destes anos. Poucas, mas situações bem gostosas. Situações estas que adoraria conversar com você. Mas não agora pois estamos atrasados, né? Completou ele, sorrindo.

_ Certo vamos conversar mais sobre isso, quero muito saber, concluí.
_ Ok, meu amor, vou nessa. Ah, o porteiro ligou dizendo que tinha uma carta pra nós lá embaixo. Você pega antes de sair?
_ Claro, amor. Bom trabalho, até mais tarde.
_ Amo você, vai ser difícil ficar concentrado em contratos hoje! Sorriu ele, sarcástico.

Me deu um beijo gostoso e saiu.

Terminei de me maquiar, calcei os sapatos e desci. Chegando na garagem, lembrei do envelope que estava na portaria, mas como estava atrasada, optei por deixar para a volta, à noite.

Durante todo o dia, os momentos com André não saiam de minha cabeça. E da imaginação de Rodrigo também não. Era difícil me concentrar nas obrigações no escritório, e  pra piorar, a todo tempo recebia mensagens do meu gato pelo WhatsApp. Algumas carinhosas, mas a maioria muito safadas. Coisas tipo:

_Vou foder muito você hoje, amanhã, a semana toda!

Estava tão excitada que cheguei ir até o banheiro e tirar uma foto da minha buceta encharcada e enviei a ele. Não demorou muito pra ele responder:

_ André te deixou assim, amor? Nossa, quero você rebolando em outra pica grande muito em breve!

Aquele sarro virtual estava muito, mas muito bom!!!

À noite, passei na casa de meus pais e jantei com eles, como de costume todas as segundas-feiras. Lá pelas 9 horas, cheguei em casa, e enquanto estacionava, lembrei da carta que estava na portaria.

_ Boa noite seu Jurandir, esposa vai bem, Jorginho? Tem um envelope para nós ai, não?
_ Boa noite dona Liz, a senhora parece bem feliz, que coisa boa! A patroa e Jorge estão ótimos, obrigado por lembrar.
_ Tem sim. Aqui está, disse ele.

Parei por uns instantes para analisar o envelope. Apenas o número do apartamento nele.
_ Sabe quem deixou, seu Jurandir?
_ Também estranhei não ter remetente, dona Liz. O porteiro da manhã disse que a pessoa saiu do prédio em frente.
_ Ah, ok. Obrigado pelo elogio e minhas lembranças aos dois, seu Jurandir, obrigado! Respondi, já saindo.
_ Boa noite Dona. Liz.

Me dirigi ao elevador. Segurei o envelope com os lábios enquanto procurava as chaves de casa. Encontrei-as, entrei no elevador, coloquei a bolsa embaixo do braço e então abri o envelope. Nele apenas os dizeres:

“Ficamos muito excitados com a festinha ontem! beijos Mile e Rob.”

Meu coração foi parar na boca. Meu Deus! Como pode? Meu corpo tremia mais do que “vara verde”.

Ao chegar em casa, não conseguia colocar a chave no buraco da porta. Rodrigo percebendo isso, gritou pelo lado de dentro:

_ Amor, não é essa chave. É a outra, kakaka!
_ Abre essa porra, Rodrigo, por favor, gritei.

Rodrigo abriu a porta, entrei rapidamente, larguei o envelope na mão dele. Fechei as cortinas e sentei no sofá, apreensiva.

_ O que é isso, Liz? O que está acontecendo?
_ Abra, leia, respondi.

Rodrigo, abriu o envelope e após alguns segundos esboçou um sorriso, como se aquilo fosse um presente que acabara de ganhar.

_ Você tá doido? Tira esse sorriso da cara! Nos viram trepando com André ontem, não percebeu? Podem ter nos filmado, colocado na Internet, cacete!

Rodrigo lentamente abriu a cortina. Vestia apenas a calça jeans que havia usado para trabalhar. Seu tórax nú e sarado é um das partes que mais gosto em seu corpo. Apagou a luz da sala, deixando apenas o abajur ligado. Ficou de frente pra mim, se inclinou e me deu um beijo quente e demorado. Enquanto me beijava, passava uma das mãos em minha coxa e com a outra puxou minha mão direita até o volume que já aumentava em sua calça.

_ Esperei o dia todo por este momento, Liz.
_ Rodrigo, calma, estou nervosa, feche essa cortina.
_ Fechar prá que? E tirar a diversão de quem está adorando nos ver?
_ Mas… m. não deixou eu terminar de falar e enfiou a língua em minha boca, me beijando com força.

Comecei a ficar excitada com aquilo tudo, ainda mais por saber que alguém poderia estar nos olhando novamente. O pior de tudo isso era saber que estava noiva de um “doente mental” e pervertido. Mas aquilo me completava. Me preenchia, e estava me deixando cada vez mais louca e satisfeita sexualmente.

Abri o zíper da calca de Rodrigo, puxei o membro já duro dele pra fora e abocanhei-o com força. Fiquei louca pra foder o dia todo, pensando no que havia acontecido na noite anterior. E era isso que meu corpo pedia.

Que pica suculenta tem meu noivo! Chupava a cabeça dela enquanto acariciava suas bolas. Fazia minha língua percorrer toda a sua extensão. Quando voltava para a glande, Rodrigo controlava meus movimentos, empurrando minha nuca, ora para frente, ora para trás. Volta e meia ambos olhávamos para a varanda, tentando descobrir quem eram nossos voyeurs.

_ Chupa sua puta! Oh, como é bom, só você faz assim. É uma profissional!
_ Você gosta não é seu cachorro. Adorou ver eu mamando no pauzão do André ontem, não?
_ Adorei, morri de tesão! Você é minha vagabunda!
_ Então vem seu corno, fode minha buceta, quero sua porra quente dentro dela!

Larguei a pica dele e saquei minhas roupas num instante. Me ajoelhei em cima do sofá, de costas para Rodrigo, revelando a bunda que ele tanto adora, grande, redonda e lisinha.

_ Uau, você está cada dia mais linda!
_ Você é que está cada dia mais apaixonado, amor. Vem, me come, respondi, rebolando a bunda pra ele.

Rodrigo me pegou pela cintura e meteu sua vara sem dó. Sentia o poder de suas estocadas na entrada do útero. Dificilmente olhava para mim, me comia e olhava para for a, em busca de algum vulto, algum movimento. Em vão.

_ Isso meu cavalo, come sua égua sedenta! Gritava pra ele.
_ É a buceta mais gostosa que eu já comi, ele respondeu.
_ Quero comer esse seu cú.
_ Seu pau é muito grande, não entra nele. Se contente com essa buceta quente.

Aquilo serviu como uma provocação. Rodrigo então aproximou seu rosto do meu, agarrou meus cabelos, como se estivesse domando uma égua brava e começou a beijar e chupar minha nuca e minha orelha. Passou os dedos da outra mão na minha boca para que eu pudesse chupá-los. Ai, meu Deus, eu sabia no que isso ia dar. Logo eles estavam acariciando meu clitóris. Nossa, como esse maldito sabe fazer as coisas! Sabe do que eu gosto! Ahhhh!

_ Vai gozar no meu pau sua piranha, dizia ele no meu ouvido.
_ Soca seu filho da puta!!!! Soca vaaaaaai, vou gozar!!!! Ahhhhh!!!
_ Ahhhhhhh to gozando também!
_ Isso goza, quero sentir sua porra quente dentro de mim.
_ Ahhhhhhhhhhh! Ohhh! Ahhhh!

A real sensação de quem alguém nos olhava nos proporcionou um orgasmo maravilhoso. Sem tirar o pau de dentro de mim, Rodrigo me empurrou para a extensão sofá e ali ficamos na posição conchinha. Foi tão bom que adormecemos ali mesmo.

(continua…)

 

(continua…)

No sofá da sala – capitulo 4

Tudo o que eu desejava passava a acontecer a partir daquele momento. Eu, Rodrigo e nosso amigo juntos, explorando novas sensações, novas formas de enxergar o prazer. Estávamos ainda de pé, em frente à varanda. Eu, de toalha, de costas para Rodrigo e protegida pelo seu abraço. André, nú, de frente pra mim. Os três conversando e degustando o vinho maravilhoso. André nos contava sobre o congresso que estava participando e sobre uma situação engraçada durante o seu último relacionamento frustrado. E tudo ia acontecendo naturalmente. Me desvencilhava de Rodrigo, abraçava e dava selinhos em André; Rodrigo fazia carinhos e pequenas massagens em meus ombros, então virava o beijava também. A conversa estava tão gostosa que nem percebemos que havíamos secado a garrafa em minutos.

Coloquei minha taça sobre um aparador olhei para André e disparei:

_ Mas amigo, me conta. Essa sua ex era gostosa como eu?

A tolha que me cobria foi então ao chão. Ele fixou os olhos em mim e com aquele sorriso maroto disse:

_ Não chega aos seus pés. Você é maravilhosa!

Então colei meu corpo nú ao dele e desta vez trocamos um beijo quente, demorado e lento. Nossas mãos buscavam todas as partes possíveis um do outro. Rodrigo, presenciando tudo aquilo, tratou de tirar a bermuda, e não demorou para que também encostasse sua pele à minha, num sanduiche gostoso e erótico. A música começou a embalar os movimentos dos três. Que sensação única sentir o pau de André roçando minhas coxas e o de Rodrigo minha bunda. Não demorou nada para eu ficar novamente muito molhada.

Rodrigo então, recuou. Me deu um beijo e sentou-se na poltrona que fica ao lado do nosso sofá, levando as mãos ao pênis ereto.

Descolei a boca dos lábios de André, me virei e fiquei olhando para Rodrigo com ar de desejo, agora muito mais tranquila, pois tinha certeza que ele estava amando me ver entregue a outro homem. Continuamos dançando. Pela primeira vez na vida me senti uma puta de verdade.

_ Você gosta de olhar, meu amor?
_ Gosto muito, ele respondeu.
_ Então continua olhando pra sua vadia e para o macho novo dela. Nós vamos fazer um showzinho bem safado pra você!
_ Isso, Liz, é isso que eu quero!

images (6)

Ainda embalados pela musica eletrônica, segurei o pau de André e voltei a punhetá-lo.

_ Vai Rodrigo, pega no seu também. Mexe nele que eu quero ver.
_ Assim amor?
_ Isso. Acho lindo ele duro, respondi.

Voltei minhas atenções a André. Rodrigo estava seguro e bem entretido na poltrona da sala. Me agachei, e pela primeira vez abocanhei o mastro enorme do meu novo amigo. Aos poucos, minha língua ia sentindo o sabor e a textura maravilhosa dele. Meus dedos apalpavam suas bolas com carinho. Era realmente um instrumento grande, lindo e saboroso.

_ Mostra pra André como você sabe deixar uma pica louca, amor! Disse Rodrigo.

Chupava André como se fosse a última vez que um pau entraria na minha boca. Passava a língua em toda a sua extensão; mordiscava e sugava a cabeça num vai e vem frenético. André segurava minha nuca e se apoiava na porta da varanda. Instantes depois, me pegou pelos braços e me levantou, guiando-me até o sofá. Foi a vez dele retribuir. Se ajoelhou no tapete, abriu minhas coxas e começou a dar beijinhos gostosos na minha buceta. Logo sua língua passou a saborear cada centímetro dela. E não demorou muito pra que seus dedos me invadissem carinhosamente enquanto me lambia. Assim como Rodrigo, André mostrou ser um cara que se preocupa com o prazer da parceira. Que boca gostosa! Como eu queria que aquilo durasse a vida inteira!

Uma vela, a ducha e o amante – capítulo 3

Água caindo em nossos corpos, bocas grudadas e uma de minhas mãos acariciando a pica de André delicadamente. Na minha frente, um macho completamente entregue aos meus desejos. Um escravo gemendo gostoso no meu ouvido.

_ Vem, beija meus seios.
_ São lindos, respondeu ele.
_ Aproveite, pois aqui, agora, eles são só seus.

André largou então minha cintura, agarrou meus peitos e começou a beijá-los, lambê-los com suavidade, intercalando com algumas chupadinhas e mordidinhas. Ele sabia como fazer as coisas! Que boca gostosa ele tinha! Não via a hora de tê-la no meio das minhas pernas.

Ficamos assim por uns minutos, nos beijando e ele dando atenção aos meus seios. Com uma das mãos, buscava minha bunda e a apartava, enquanto sua vara grande e grossa tocava minha virilha, roçando em meus poucos pelos pubianos, mas doido para me invador por completo. Estava tão louco que já não se preocupava com camisinha. Grudava minhas costas na parede, me beijando e tentando em vão penetrar minha vagina. A cada tentativa eu me afastava e voltava a segurar seu pênis.

_Vire de costas, disse a ele.
_ Quero fazer o que vi você fazendo.

Peguei o sabonete, esfreguei-o algumas vezes em minhas mãos e abracei aquele homem lindo por trás, deslizando as duas mãos em seu pau, para frente e para trás, bem devagar. André olhava para aquilo e repetia:

_ Como é bom, como é bom!

Após alguns segundos, foi a vez dele explorar meu corpo úmido – por dentro e por fora – com o sabonete. Me abraçou forte e iniciou pelas costas, beijando minha boca. As mãos foram descendo até encontrar novamente minha bunda. Depois foi a minha vez de ficar de costas pra ele. André agarrava meus peitos e brincava com seus dedos em meu clitóris, como um leão sedento, pronto para engolir sua presa.

Era maravilhosa a forma como ele me masturbava. O dedo médio deslizava na entrada da minha buceta, enquanto o polegar acariciava meu clitóris. No meu ouvido, palavras sacanas o tempo todo:

_ Você é muito gostosa, uma vadia! Hoje eu quero você e não tô nem ai para o que seu noivinho vai dizer, aquele corno!

Foi então que meus pensamentos se voltaram novamente a Rodrigo. Olhei para o lado com a certeza de que o avistaria se deliciando com aquela cena. Que maravilhoso seria se ele quisesse também entrar na ducha conosco! Mas ele não estava ali.

Um sentimento de preocupação veio à tona. Rorigo sempre seria o dono da situação, mas a ausência dele ali na porta poderia ter algum motivo ruim. Então segurei as ações de André e parei.

_ Vem, vamos sair daqui. Quero ver o que Rodrigo está fazendo.
_ Ok, disse André, talvez meio chateado pela forma como encerrei aquele sarro todo. Coitado, acredito que tenha pensado inclusive qu seus planos poderiam ir por água abaixo naquela noite.

Saí do chuveiro, me enrolei na toalha e fui em busca de Rodrigo. Para minha surpresa, o encontrei na sala, apenas de bermuda, encostado na porta que dá acesso à varanda. As cortinas estavam entreabertas. As luzes da sala apagadas. A tv, sem som, estava sintonizada em um canal pornô. Nas caixas, conectadas via wi-fi ao celular de Rodrigo, um som eletrônico, estilo lounge,  ao mesmo tempo calmo e ritmado. Na imagem da televisão, uma loira peituda se deliciava com dois machos negros e fortes. Velas acesas por todos os lados, davam o tom erótico e sensual ao ambiente, perfeito para uma noite inesquecível, em companhia do nosso amigo.

Apenas vestindo a toalha que estava reservada para André, me dirigi lentamente à varanda e abracei Rodrigo pela cintura. Ainda no chuveiro imaginei que a situação pudesse ter trazido alguma sentimento ruim, insegurança, ciúmes. Ele virou, olhou com ternura pra mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado.

_Você está bem? Perguntei a ele.
_ Estou, você estava maravilhosa dentro daquele chuveiro, ele disse.
_ Jamais podia imaginar que chegaríamos nessa situação. Ainda mais vendo você curtir isso tudo.
_ Temos muito pra conhecer ainda um do outro, amor. Mas pra mim, não tem nada mais excitante do que deixar nossos corpos falarem, e nos entregarmos por completo a novas sensações. Estou vendo seu corpo falar. E quando ele fala me deixa muito excitado!

Meus olhos se fixaram nos olhos de Rodrigo e desta vez foi minha vez de beijá-lo.

_ Eu amo você, e serei sempre sua, de corpo e alma!
_ Eu sinto, Rodrigo respondeu.
_ E será pra sempre, tenho certeza, conclui.

Um sorriso largo se estampou em nossas faces. O tesão ainda percorria nossos corpos. André, nú em pelo, talvez percebendo a sintonia que acabara de presenciar entre o casal, se afastou e, enquanto conversávamos, como um verdadeiro gentleman, foi até a cozinha e voltou de lá com três taças e uma garrafa de vinho nas mãos.

Eu e Rodrigo estávamos abraçados. André se aproximou e nos entregou as taças.

_ Um brinde, a esta noite, que vai ficar gravada em nossa memória, por toda a vida!
_ Tin Tin!

No flagra – capítulo 2

Demorei alguns minutos no banheiro. Rodrigo, meu noivo, tantava entender o restante do filme que havíamos acabado de perder. Ao me dirigir à sala, notei que André havia deixado a porta da suíte destinada às visitas aberta. Dava pra ouvir bem o barulho do chuveiro. Neste momento, um misto de excitação, curiosidade e peraltice tomou conta do meu corpo. Como será ele nú? Será que tem um abdomen tanquinho? Um pau grande e gostoso? Meu corpo estava sob tensão total. E ainda muito excitada com as preliminares, maluca pra gozar. Mas não podia ser pega pelo meu noivo, espionando. Como ele iria reagir?

Recuei… Mas meu corpo queria que eu fosse em frente. Então fui. Olhei para Rodrigo na sala. Ele estava entretido com alguma coisa que passava na tv. Então tomei toda a coragem do mundo e empurrei com muito cuidado a porta da suíte que estava entreaberta. A luz do quarto apagada e a do banheiro acesa, impedindo André de notar minha presença.

Me vi então diante de um corpo lindo para um homem de 46 anos. Ele devia ter em torno de um metro e setenta oito e uns oitenta quilos, bem distribuídos. Uma bunda redondinha, algo que meu noivo não tem, mas que acho lindo nos homens. Na hora, imaginei minhas mãos nela… ui! Quando ele virou de frente, não tive como não reparar no seu mastro. Relaxado tinha um tamanho muito bom. Fiquei louca quando começou a ensaboá-lo. Mil pensamentos sórdidos começaram a bagunçar minha cabeça.

Derrepente, ele começa a se excitar, ainda ensaboando seu pau, bem devagar. Parecia até que sentia que eu estava ali, à sua espreita. Ou então relembrando um pouco do que havia acabado de   presenciar, na sala. Uma cena maravilhosa e um corpo tomado pelo tesão, por completo. Seria uma injustiça com minhas fantasias pensar no meu noivo naquele momento. Era hora e sonhar com uma situação incrível, erótica e excitante.

Permaneci quietinha, me acariciando por dentro do shorts e apreciando aquele corpo macho e viril se masturbando bem diante dos meus olhos. André fechava os olhos, como se estivesse fantasiando. Aos pouco ia acelerando os movimentos, parava por uns instantes e então, recomeçava, devagar.

O tempo havia parado ali, naquele momento. Perdi os sentidos e só fui recuperá-los no momento em que fui surpreendida pela mão do meu noivo tapando a minha boca, como se não quisesse que eu fizesse qualquer barulho.

_ Pshhhh! Sussurrou ele.

Um susto! Tremi de cima abaixo, já preocupada com a desculpa que teria que ainda inventar. Ele então, me puxou delicadamente para a porta do quarto, colocando o dedo indicador na boca, pedindo novamente para eu fazer silêncio. Na outra mão uma vela aromática acesa (temos algumas em casa e adoramos tomar banho juntos, com elas acesas).

Eu tremia dos pés a cabeça, e no momento em que ia pedir desculpas ele disse baixinho:

_ É isso que você gosta não é?

_ Naaaa… , amor, calma, por favor.

_ Gosta, eu sei que gosta. Vai ter que me obedecer agora, ok? Tire a roupa rápido, apague as luzes e entre no banheiro com a vela.

_ Você ficou louco, Rodrigo?

_ Pshhhhhhh! Fale baixo, porra!

_ Quem está louca aqui é você… de tesão. Vamos nos divertir com nosso amigo!

Eu não queria acreditar naquilo que eu acabara de ouvir. O nervosismo tomou conta de mim, e o tesão falava muito, mas muito alto. A partir daquele momento minha fantasia se tornaria realidade, e ainda melhor, com o aval do meu noivo, pois ele estava ali e eu sabia que iria tomar controle de qualquer situação. Me despi por inteiro, tremendo muito, e mal conseguia segurar a vela, tamanho o nervosismo.

Apaguei a luz do banheiro e entrei. André ficou paralisado segurando seu penis duríssimo, não acreditando no que estava vendo na frente dele. Não tinha como não perceber meu nervosismo.

Então ele desligou a água que caia sobre seu corpo e falou:

_ Você é doida? Onde está o Rodrigo???

Lentamente coloquei a vela sobre a pia e muito nervosa caminhei em silêncio em direção àquele homem. Abri o box que nos separava, coloquei as mãos em sua cintura, olhei nos seus olhos e disse:

_ Não se preocupe, ele não vai perder nenhum lance disso. Ligue a água, preciso de um banho frio. Fiquei te olhando o banho todo. E eu to ardendo de tesão!

E assim ele fez, me agarrou forte pela cintura e me beijou com uma vontade enorme. Senti o pau dele latejando entre minhas pernas e minha buceta umedecer na hora. Ainda beijando-o, segurei forte no seu membro e pude concluir minhas expectativas. Nunca tive em minha mão um pau tão rijo. E como previ era enorme, talvez maior que o do meu noivo.

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(continua…)

Nosso primeiro post

Este é um blog para os apreciadores da leitura erótica. Aqui nós vamos dividir com vocês aquilo que gostamos de falar ao pé do ouvido, quando estamos na cama, em nossa mais profunda intimidade. Sim, nós somos um casal bem pervertido e quem sabe um dia as histórias que vocês vão ler aqui, periodicamente, virem uma gostosa e inesquecível realidade. Comentem, critiquem, excitem-se, divirtam-se e gozem com as Histórias de Liz.

Beijos e abraços,

Liz & Digo
@casalcuidadoso