Na estrada – capítulo 8

Não fazia ideia de nosso destino. Mas Denise tomou o caminho do litoral sul do estado. Pelo caminho, íamos falando besteiras e ríamos muito sobre nossos relacionamentos anteriores frustrados. Ah, também cantarolávamos as músicas que tocavam no rádio do carro. O sol já estava forte mas ainda haviam poucos carros na estrada. Passamos pela região do Pontal, atravessamos o viaduto e seguimos adiante.
Pensei: ela vai parar na praia do Francês ou na Barra de São Miguel. Errado. Vi os acessos às duas praias cruzarem meus olhos, sem sinal de parada. Seguimos em frente. A cada troca de biquíni, um olhar safado de Denise e comentários do tipo
:
_ É, esse está bacana, separa…
_ Nãooo, muito grande, tira.
Num dos momentos em que fiquei sem a parte de baixo do biquíni. ela perguntou:
_ Lembra daquela foto da Galisteu na Playboy, dela se depilando?
_ Quem não lembra? Foi polêmica, respondi.
_ Faz uma coisa: encosta na porta, de frente pra mim. Abre um pouco as pernas. E olha pra sua vagina. Não tira os olhos dela.
Com uma mão no volante, Denise, com a outra, puxou a câmera do assoalho do carro. E tirou duas ou três fotos.
_ Legal! Toma, segura.
_ Câmera pesada! Onde eu bato?
_ Aí em cima, no botão vermelho.

Então virei a câmera em nossa direção, segurando-a com as duas mãos, como se fosse fazer uma “selfie”.

_ Vem vamos registrar esse dia. Cola aqui no meu rosto. Só cuidado com a estrada, alertei.

Denise largou o pé do acelerador e veio até mim para a foto. (click)
_ A um dia inesquecível e a nossa nova amizade, disse ela, olhando profundamente em uma olhos.

Dirigimos mais uns instantes e tomamos o acesso à praia do Gunga. Ali a paisagem muda bastante. Plantações imensas e intermináveis de cana de açúcar nos dois lados da pista.
Paramos no meio da estrada, numa área linda quase chegando no mirante do Gunga.

_ Por que paramos?
_ Quero ver o quanto você está afim de fazer essas fotos. Preparada? Disse ela, pegando a câmera em punho.
_ Ai ai, Denise. Diga logo o que pretende!
_ Vou ali fora. Tire toda a roupa. Quando eu disser, você sai do carro e vai até o meio da pista. Quero uma foto de frente e uma de costas.
_ Você está louca? E os carros?
_ Fique tranquila. So nós estaremos aqui.

Que maluquice eu estava prestes a fazer. Não vou conseguir, pensei. Espera, não tenho obrigação de fazer nada do que essa louca disser…

Denise saiu do carro. Olhei por uns instantes para a pista. O fluxo de carros era quase zero. Me imaginei ali, nua, como se estivesse viajado no tempo, apenas um minuto à frente. Respirei fundo tentando encontrar uma coragem que não tinha. Pensei em Rodrigo e como eu queria que ele estivesse aqui acompanhando tudo isso. E então comecei a tirar a camiseta e a calcinha do biquíni.

_ Venha de chinelos, o asfalto já esta quente, gritou Denise, la de fora. Quando eu disser agora, você vem para o meio da pista.
_ Ok!!!

Meu corpo tremia dos pés a cabeça, tensa. E junto veio aquele desconforto na barriga. Meu Deus, é loucura demais!

_ Agora!!!! Vem!
_ Respirei fundo mais uma vez. Então abri a porta do carro e na confiança de Denise, nem me preocupei se haviam outros carros passando ou não. E fui. Com o braço tentando esconder os seios e uma das mãos na virilha.

_ Tá escondendo o que gata, ja vi tudo isso ai!
_ Não é de você que estou escondendo.
_ É de quem? Tem mais alguém aqui?

Então olhei para os lados e só avistava a bela natureza local. O barulho era apenas dos pássaros e, ao fundo, da música que vinha do rádio. O céu estava incrivelmente limpo. E os raios de sol já penetravam em minha pele com força. Estava nervosa, como se estivesse infringindo alguma lei – e acho que estava mesmo. Uma sensação de liberdade e felicidade extrema surgiu. Então ergui os dois braços ao alto, deixando meu corpo nu exposto a quem quisesse apreciá-lo. Olhei para o céu e agradeci a Deus por aquilo. (Click, Click!)

_ De costas agora, precisamos ser rápidas. Tem um carro vindo lá longe.

Me virei, como Denise pediu. E coloquei as duas mãos na cintura. (Click, click, click)

_ Isso delícia, já é uma modelo profissional, gritou Denise. Agora vem pro carro, pois é um ônibus que está vindo.

Olhei para trás e pasmem, o ônibus estava chegando. Então acelerei o passo. E quando fui entrar no carro, ouço Denise:
_ Espera, não pensa em nada, só mais uma foto! De quatro, apoie os ombros no capô do carro, rápido!

Surtei, não pensei e obedeci. E apoiada no meu carro que estava no acostamento, só pude ver o ônibus, com alguns poucos passageiros, que provavelmente estavam indo passar o domingo na capital, cruzar, muito devagar ao meu lado. Vi olhares estáticos nas janelas. Só pude ouvir o buzinaço e o grito, provavelmente do motorista:

_ Eeeeeeeeeeeeeeee, delícia!

Abri a porta do carro e entrei como um foguete. E lá veio Denise, com sorriso estampado no rosto.

_ Você está louca é? Ficar pelada no meio da estrada?

Nos olhamos e caímos na gargalhada.

_ Meu Deus, o que eu fiz!
_ Arte. Olhe isso, respondeu Denise.

Era a foto que ela acabara de tirar. Eu, inclinada com os ombros no capô e olhando para o ônibus ao fundo, com seus passageiros e seus olhares incrédulos.

_ Que imagem linda, puta que pariu!
_ É isso que vamos fazer hoje, gata, arte!

Nos olhamos, satisfeitas com o resultado. É nos abraçamos, felizes. Eu ainda nua. Um abraço quente. Pude ouvir a respiração de Denise nos meus ouvidos. E senti uma das mãos dela tocar minhas coxas. Me arrepiei por inteira, inevitavelmente, os bicos dos meus seios ficaram duros. Seus lábios e sua língua começaram a percorrer meu pescoço suado e nossas bocas se encontraram num beijo ainda melhor do que aquele no estúdio. Meus mamilos tocavam suavemente os dela, que também enrijeceram, tocavam por cima do tecido da camiseta que vestia.
Sua mão direita segurava minha nuca para não deixar que eu saísse dali. A esquerda, que antes tocava minha coxa, já desvendava minha virilha. Minhas pernas foram se abrindo devagar, o sinal verde para que Denise me tocasse. Sua boca deixou meus lábios e começou a percorrer meu pescoço, e desceu até meus seios. Meu Deus, que gostoso! Pela primeira vez uma mulher me tocava daquele jeito, e ela sabia bem como fazer. Não demorou muito para minha buceta umedecer por completo. Como aquilo estava bom! Esqueci completamente do mundo em minha volta. Mas uma pena que Denise não esqueceu. Como se estivesse cometendo o crime mais hediondo, me largou e segurou ao volante.

_ Vamos gata, temos um dia inteiro pela frente ainda. É não podemos virar estrelas pornôs de expectadores no meio de uma estrada. E respirou fundo, soltando o ar com força, pela boca.

_ Tá certo! Vamos nessa.

Coloquei novamente minhas roupas, mas à contra gosto. Estava “possuída” por uma sensação da qual nunca havia passado antes. Denise segurava o volante com uma mão e com a outra já fazia carinhos em minha coxa, cheia de intimidade.

Passamos, sem parar, pelo mirante da Praia do Gunga, um dos principais pontos turísticos aqui de Alagoas.

_ Lá de cima dariam fotos ótimas, comentei com Denise.
_ Verdade, mas a essa hora já devem ter alguns turistas por lá.
_ E você pretende parar aonde?
_ Em Dunas de Marapé.
_ Lá é lindo, já estive algumas vezes. Mas fotos nuas? Tem muito turista lá.
_ Ainda e cedo, diferente do mirante, o pessoal começa a chegar por lá depois das nove.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Marina e Marcio

Todo casal iniciante e curioso, como nós, deve ter muitas dúvidas na cabeça, quando o assunto é relacionamento aberto: quando iniciar, como iniciar, se vai rolar ciúmes… Acreditamos também, que assim como nós, estes casais devam passear pelos milhares de sites e perfis de redes sociais que tratam do assunto, tanto nos brasileiros quanto os gringos.

Dias atrás, fomos surpreendidos por um blog muito bacana, de um casal swinger chamado Marina e Marcio. Um verdadeiro guia para quem já está ou quer iniciar nesta nova forma de relacionamento. Contos eróticos, dicas fantásticas de pousadas, hotéis e viagens liberais, testados e aprovados por eles mesmos. E até assuntos que causam uma certa polêmica. Ah, é claro, muitas fotos e vídeos do casal, para deleite de nossas imaginações.

Vale muito a pena navegar por todos os textos e áreas do blog. E dá pra notar que ele é feito com muito carinho pelo casal. A eles nossos beijos, abraços e agradecimentos pelo conteúdo maravilhoso.

Quem sabe não possamos conhece-los pessoalmente em breve.

www.marinaemarcio.com.br

Capítulo 6 – Sozinha

Colocamos nossas roupas e antes de nos despedirmos de Denise, ela nos ofereceu água e o café coado antes da sessão. Depois, pulou para frente do computador, para descarregar as imagens que acabara de registrar.

_ E ai? Curtiram a noite?
_ Estamos acabados, Digo respondeu. Mas quem tem que dizer se curtiu é você. Você é a fotógrafa.
_ Vocês foram ótimos. Mas nem começamos. Hoje foi só um aperitivo.
_ Proteja bem essas fotos hein, garota? Não queremos recebê-las em algum grupo de Whastapp, ironizou Digo.
_ Eu tenho cara de amadora, garoto? Hum… se bem que esse dedinho da Liz ia fazer sucesso na rede.
_ Hahaha, gargalhamos alto.
_ Nem brinque com isso, respondi.

Nos despedimos com beijos. E Denise não perdeu a oportunidade de me dar um selinho e um abraço apertado. Fiquei toda sem graça com a atitude dela, diante da presença do meu noivo.

_ E quando iniciamos pra valer?
_ Aguarde meu contato, esteja pronta.

Dentro carro, fizemos todo o trajeto, até em casa, de mãos dadas. A cada sinal fechado, beijos ardentes, como se fossemos namoradinhos recentes. Estávamos concluindo que a cada nova aventura, nosso relacionamento só melhorava. Passamos, mais uma vez, a cuidar mais um do outro, dentro e fora de casa. As mensagens amorosas pelo Whatsapp e os mimos tornaram-se mais frequentes. Mas eu estava um pouco incomodada com a situação do beijo em Denise durante as fotos. Então resolvi conversar, pois sabia que teria o conforto que eu precisava na palavra de Rodrigo.

_ Amor, hoje aconteceu uma coisa que eu precisava te contar.
_ O que, Liz?
_ Enquanto você estava fora do quarto, naquele momento em que eu fiquei tensa, eu e Denise… nos beijamos.
_ Hum, mas como foi?
_ Foi quente, intenso. Ela estava tentando me acalmar e se aproximou. Acho que perdemos o controle da situação.

Ele ficou em silencio por alguns instantes e perguntou:

_ Acha que isso pode gerar algum tipo de sentimento, sei lá?
_ Não amor, claro que não. Ela me acalmou. E todo aquele clima, sei lá. Eu estava super excitada. E o beijo me fez bem, me tranquilizou.
_ Tudo bem amor, eu entendo. Fique calma. Fico feliz que tenha me contado.

Era tudo que eu queria ouvir. Ter beijado Denise longe de Rodrigo me incomodava, mas estava absolutamente tranquila quanto aos sentimentos que aquele momento me proporcionaram.

_ Apertei a mão de Rodrigo e nos olhamos. Afinal foi ele quem me colocou naquela loucura. Entramos juntos nela. E sabia que sairíamos juntos. Daquela e de todas as outras.

Chegamos em casa, largamos as roupas na sala e fomos direto para o banho. Estávamos suados, quentes ainda, cheirando a sexo. Nos pegamos muito embaixo do chuveiro. Rodrigo, mesmo cansado, ainda conseguiu se excitar. Não perdi a oportunidade de mamar naquele pau gostoso novamente, antes de me penetrar em pé, eu de costas para ele. E gozou rápido. Dentro de mim. Amo quando ele faz isso. Na minha opinião, gozar dentro é o ápice da intimidade entre duas pessoas. A entrega total um ao outro. Dois corpos se transformando em um só.

Já na cama, nos abraçamos e ele me perguntou:

_ Aquilo que fez comigo foi… foi… interessante.
_ Você gostou, amor?
_ Sensação diferente. Seu boquete ficou muito melhor.
_ Está se sentindo bem? Esta com medo de gostar e querer experimentar sensações… maiores? (Risos)

_ NUNCA! Gosto de buceta, entendeu? B U C E T A! Nada contra quem gosta, mas o que me da tesão é o que você tem entre as pernas!
_ Tá, amor, entendi! Mas hoje você descobriu que gosta também de dedinho, D E D I N H O!!!
_ Erh… o seu Liz, e só o seu! Tá me ouvindo?
_ Claro amor, como quiser! (Risos)
_ Agora vamos dormir, temos que acordar cedo amanhã.

Como foi difícil obedecer o despertador na manhã seguinte. Estávamos exaustos da noite anterior. Durante o café, prontos para sair, recebemos uma mensagem de Denise:

Bom dia. Dormiram bem, amores? Podemos continuar no domingo pela manhã?

_ Olha a mensagem de Denise, amor. Disse Rodrigo, me passando o celular.
_ Hum, por mim tudo bem. Fazemos as fotos e depois vamos direto pra casa da minha mãe almoçar.
_ Certo, deixa eu respondê-la.

Tudo certo, Denise, estaremos aí. Que horas quer começar?

Estejam aqui as seis em ponto.

Pqp, pq tão cedo?

Vamos passear, queridos!

Passear? Não vamos tirar as fotos no seu estúdio?

No meu estúdio? Estamos em Alagoas, você quer um
trabalho excelente, não quer?

É Claro.

Então deixe eu usar as minhas armas. Sol, calor e o mar.
E sem mais perguntas!

Ok, fotógrafa até domingo.

Tudo combinado para domingo. Estava tensa e ansiosa para saber o que Denise ia aprontar comigo. Ela deixou no ar que faríamos fotos ao ar livre. Mas onde? Em público?

Na quarta a tarde, no meio do expediente, Rodrigo manda uma mensagem frustrante:

_ Amor. Tô puto aqui. Ari programou uma viajem para mim
amanhã até Recife. Para aquela reunião que lhe falei.
Volto apenas no domingo, à noite.

_ Mas amor, e o ensaio?

_ Pois é, eu tentei resolver de outra maneira, disse que
tínhamos um compromisso, mas ele justificou ser
essencial minha presença lá. Estamos fechando
um grande negócio, você sabe.

_ Poxa, Digo…

_ Mas não desmarque. Vá sozinha. Acredito que vai ficar
mais tranquila. E eu, mais ansioso pelo resultado do ensaio.

_ Tem certeza?

_ Sim.

_ Amor, estou com medo que Denise tente
alguma coisa.

_ Amor, vocês vão passear, lembra? Ela não vai ser louca
de te atacar em público. E nós estaremos conversando
o tempo todo por aqui.

_ Tá certo. Até mais tarde então.

_ Até, amo você!

_ Tbem!

(continua…)

Fotos deste post de propriedade e enviadas por um casal leitor de nosso blog.

Mansão Playboy no Rio

Festas liberais. Algo que certamente, em breve, vamos conhecer e, se tudo der certo, percorrer o Brasil visitando as melhores casas do meio. Alagoas não possui nenhuma ainda, pelo que sabemos (nos corrijam, se estivermos errados). Mas em centros maiores do Nordeste (Recife, Salvador, Fortaleza) elas fazem muito sucesso, há muito tempo. Nosso desejo é relatar nossas experiências e impressões, em cada uma por onde passarmos.

Vivenciar estas experiências já estão deixando de ser apenas um desejo e se tornando cada vez mais uma necessidade para nós. Fazer um blog não é fácil, ainda mais como este, onde o produto principal oferecido são textos. Mas o retorno maravilhoso que estamos recebendo de vocês leitores (tráfego e comentários) só nos fazem querer torná-lo cada vez melhor, e isso é quase impossível se não colocarmos nossas fantasias em prática, sensações e desejos à prova.

Recentemente, fomos convidados para participar de um grupo virtual, administrado por um dos caras que mais entende de festas liberais no Brasil. Carlão as promove já há algum tempo, e pelo grupo, podemos observar que são eventos incríveis e inesquecíveis.

Em dezembro, ele vai promover outra grande festa, a Mansão Playboy. Uma programação imperdível para quem estiver em São Paulo, por estes dias.

E nossos queridos leitores? São frequentadores de encontros liberais? Curtem as grandes festas, ou só encontros privados? Tem alguma coisa bacana pra relatar pra gente?

Beijos e abraços meus e da Liz. Uma ótima semana a todos. Na terça, mais um capítulo das Histórias de Liz, desta vez com surpresas muito gostosas enviadas por um casal leitor.