Mansão Playboy no Rio

Festas liberais. Algo que certamente, em breve, vamos conhecer e, se tudo der certo, percorrer o Brasil visitando as melhores casas do meio. Alagoas não possui nenhuma ainda, pelo que sabemos (nos corrijam, se estivermos errados). Mas em centros maiores do Nordeste (Recife, Salvador, Fortaleza) elas fazem muito sucesso, há muito tempo. Nosso desejo é relatar nossas experiências e impressões, em cada uma por onde passarmos.

Vivenciar estas experiências já estão deixando de ser apenas um desejo e se tornando cada vez mais uma necessidade para nós. Fazer um blog não é fácil, ainda mais como este, onde o produto principal oferecido são textos. Mas o retorno maravilhoso que estamos recebendo de vocês leitores (tráfego e comentários) só nos fazem querer torná-lo cada vez melhor, e isso é quase impossível se não colocarmos nossas fantasias em prática, sensações e desejos à prova.

Recentemente, fomos convidados para participar de um grupo virtual, administrado por um dos caras que mais entende de festas liberais no Brasil. Carlão as promove já há algum tempo, e pelo grupo, podemos observar que são eventos incríveis e inesquecíveis.

Em dezembro, ele vai promover outra grande festa, a Mansão Playboy. Uma programação imperdível para quem estiver em São Paulo, por estes dias.

E nossos queridos leitores? São frequentadores de encontros liberais? Curtem as grandes festas, ou só encontros privados? Tem alguma coisa bacana pra relatar pra gente?

Beijos e abraços meus e da Liz. Uma ótima semana a todos. Na terça, mais um capítulo das Histórias de Liz, desta vez com surpresas muito gostosas enviadas por um casal leitor.

Onde a magia acontece – capítulo 3

Durante o caminho entre o café e o estúdio, deixamos de lado um pouco o assunto “fotos” e conversamos sobre nossa relação, nossas origens. Denise nos contou como surgiu o gosto pela fotografia, da mãe falecida e das influencias de seu pai.

_ É aqui neste prédio, chegamos. Pode parar o carro por aqui.

Denise residia em um prédio de 5 andares, bem antigo. Ele fazia esquina para uma rua de grande movimento da cidade e um beco, que durante o dia ficava bem movimentado, repleto de lojas comerciais. Mas quando anoitecia, se transformava em um ambiente sombrio e até um pouco perigoso. Suas marquises, nesta hora, davam espaço para sem tetos e alguns usuários de drogas. Na outra extremidade, o beco dava acesso a uma outra rua da região, bem próxima ao calçadão do comércio.
Paramos o carro bem em frente e subimos três lances de escadas. Já era tarde, mas ainda haviam crianças brincando na recepção do prédio.Quando entramos no apartamento, avistamos uma belíssima decoração. Um misto de contemporâneo com uns toques de elementos mais antigos, com um pezinho na cultura indiana. bem a cara daqueles spas de relaxamento. Um ambiente bem agradável e acolhedor.

_ Vou fazer mais um café para nós. Fiquem à vontade.

Rodrigo sentou no sofá e tomei a liberdade de olhar a prateleira de livros. Lá encontrei diversos títulos, dos mais variados assuntos. Arqueologia, muitos de fotografia, é claro; Osho, Kama Sutra, Tantra, que me chamaram a atenção. E os mais inusitados, falando sobre fusca. Sim, o carro.

Fomos surpreendidos pela volta de Denise. Com apenas uma camiseta regata branca deixando a lateral dos seios um pouco à mostra. E um shorts jeans, que revelava de vez seus quilinhos a mais, e várias outras tatuagens que havíamos visto anteriormente, pelo Instagram.

_ Qual mais gostou? Disse ela.
_Jamais imaginaria que uma fotógrafa seria fã de fusca.
_ Pois é, mais uma influência do meu pai. Ele é um apaixonado por fuscas, e em toda sua vida, só teve fuscas. Não consigo relembrar da minha infância dentro de outro carro. Cresci e acabei me apaixonando por eles também. Gosto do seu design, das curvas deles; lembram as curvas femininas. O capô, por exemplo, parece muito com a sua bunda linda Liz, completou ela, rindo e olhando fixamente para meus olhos, me deixando um pouco desconsertada.
_ Eh… e por que não tem o seu? Respondi, timidamente.
_ É o meu sonho, pretendo comprar ou reformar um em breve.
_ Vai conseguir logo, vai ter muito sucesso como fotógrafa, seu trabalho é fantástico, disse Rodrigo.
_ Deus te ouça… Então, é aqui que eu vivo. Gostaram? Tem dois quartos: o meu e outro utilizo como estúdio. Um banheiro e uma pequena cozinha com a área de serviço conjugada.
_ Sim, gostamos muito, É bem aconchegante. Você mora sozinha aqui?
_ Sim. Ainda busco o amor da minha vida. Mas enquanto ele não vem, me divirto com alguma amiga ou outra.

Nos olhamos novamente.

_ Amiga? Só namora mulheres? Perguntei.
_ Sim, não tenho paciência pra homem. E pinto que cresce e goza dentro de mim, jamais. Pinto pra mim tem que ser de borracha e vir com peito e buceta (risos).
_ Já foi chupada por uma mulher, Liz?

Abismada com nossa fotógrafa audaciosa e cheia de perguntas, fingi que não ouvi.

_ Isso é um não, já entendi. Devia experimentar. Não vai querer outra língua em você. Venham, venham conhecer o estúdio!

Denise fez do quarto principal – um pouco maior que o outro – o pequeno estúdio. Assim que entramos, ela acendeu as luzes e fechou a cortina preta, eliminando a pouca luminosidade que vinha de fora. O quarto não tinha nada além de uma mesa com um notebook, uma prateleira de metal repleta de lentes de câmeras, cd’s e dvd’s. Também 2 pedestais com lampadas de iluminação e um qie acredito ser um flash. Uma cadeira e uma sombrinha armada. Em uma das paredes, Denise adaptou para aqueles fundos curvos pra dar a noção de infinito.
_ E então? O que acharam?
_ Bonito, simples e muito funcional. Gostei muito, falou Digo.
_ Obrigado! Você realmente é observador! Procurei buscar isso mesmo, respondeu ela, ligando um dos holofotes e entrelaçando a alça da câmera na mão esquerda.
_ Tire a roupa, Liz.

Tomei um susto.

_ Oi? Como assim? Não iríamos combinar outro dia para a sessão?
_ Sim, hoje não serão fotos oficiais. Vamos Liz, só quero testar a iluminação em seu corpo. Quero entregar para vocês o melhor resultado. Se quiser, pode usar o banheiro, enquanto ajeito umas coisas.

Rodrigo abriu um sorriso. Respirei firme e resolvi ficar ali mesmo. Afinal, ficar nua não era problema. Mas aquela nova situação passou a gerar uma certa tensão em mim.

_ Rodrigo, se incomoda em colocar esta cadeira ali no centro?

Ele ficou sem entender, mas atendeu ao pedido. Agarrou a cadeira e levou para o meio do pequeno quarto.
Denise não tirou os olhos de mim enquanto tirava a roupa. Estava concentrada nos ajustes para as fotos, mas fugia a atenção em minha direção sempre. Pensei: calma Liz, ela vai te fotografar, é so um trabalho… Mas ela acabou de dizer que é lésbica! Será? Ai meu Deusss!

_ Vou procurar valorizar cada curva desse seu corpo lindo Liz. Senta ali na cadeira.
_ Tá certo.

Nossa fotógrafa girou um pedestal pra direita, pra esquerda, se posicionou em.minha frente e começou a clicar.

_ Se já viu outros ensaios já sabe o que tem que ser feito né?
_ Acho que sim, respondi.
_ Então vamos lá querida. Vou te ajudando, certo?
_ Ok. Respirei fundo e olhei para Rodrigo. Ele estava em pé, encostado no batente da porta. E parecia hipnotizado.
_ Eh, o que eu faço? Estou meio perdida com os braços…

Rodrigo, mais tarado impossível, já estava com o celular na mão para também registrar o momento.

_ Cruze as pernas, apoie os braços nos encostos.da cadeira. Isso… Agora coloque sua cabeça para trás.

E assim fiz.

_ Ótimo.
_ Com os olhos fechados e ainda um pouco nervosa, pude ouvir uma sequência grande de clicks que vinham da câmera de Denise.
_ Agora quero que nesta posição você descruze as pernas e abra elas um pouco…

Descruzei, mas não conseguia abri-las. Algo me travou e aquilo que aparentemente parecia fácil começou a ficar complicado.

_ Tudo bem? Disse Denise.
_ Sim, acho que estou um pouco nervosa, só isso.
_ Não se preocupe. Se solte, relaxe. Recomeçamos. Rodrigo que tal colocar este celular no bolso e pedir uma comida para nós? Tem dinheiro em cima da mesa da sala.
_ Claro vou pedir. O que prefere?
_ O que você decidir está bacana, Denise respondeu.
_ Certo, mas deixe que eu acerto a conta.
_ Como quiser. Agora me deixe um pouco a sós com Liz.
_ Tudo bem. E saiu parecendo aqueles garotos de colégio que acaram de levar uma bronca da professora.

Eu estava ali, nua, e nervosa na frente de uma desconhecida fotógrafa lésbica. Não conseguia encarar Denise de frente. Percebi que ela voltava a fazer alguns ajustes na iluminação. Então plugou a câmera no notebook, que já estava ligado e escolheu uma das poucas fotos que havia tirado.

_ Esta é você. O que acha?
_ Nossa… Ficou linda!

Denise então me abracou por trás. E senti meu corpo arrepiar de cima abaixo.

_ Pode ficar muito melhor, ela disse, esticando o pescoço para o lado, em direção à tela. Mas precisa me ajudar.
_ Sim eu sei, vou tentar.
_ Você quer fazer isso? Ou é um desejo só dele?
_ Partiu de Rodrigo sim. Relutei no começo. Mas depois passei a curtir a ideia. Por isso estamos os dois aqui.

Ficamos em silêncio por uns instantes. Denise passou por mais umas duas ou três fotos. Eu olhava fixadamente para a tela do computador, procurando descobrir qual Liz deveria estar ali.

_ Ei, exclamou.
_ Olhei para o lado e nos encaramos.

Ela segurou em.meus braços e disse:

_ Traga pra cá a Liz que fez você vir até mim.

Nossos olhos não conseguiam desgrudar um do outro. Senti uma atração louca, diferente. E numa reação impensada, quase irresponsável, beijei Denise. Nossas bocas se encontraram estáticas. Mas antes que elas se soltassem, Denise me abraçou forte. E então nossas línguas se cruzaram num amasso quente e demorado. Um beijo de cumplicidade única, um beijo de entrega.

_ Desculpe, eu não queria…
_ Não? Me entristece dizendo isso, Liz.
_ Não, calma. Meu corpo quis sim. Mas não foi certo.
_ Se foi certo ou não, nós vamos descobrir. Mas foi bom.
_ Sim, foi muito bom. Sorrimos.
_ Vamos tentar de novo?
_ Sim.

(continua…)

Decidimos voltar ao Instagram, até ele nos bloquear de novo. Nos sigam por lá! @lizedigo

Excluídos

Estamos muito “p” da vida aqui, pois nossa conta do Instagram foi excluída hoje.  “Tomanocu” Instagram! Quase 700 seguidores maravilhosos!!! Pensamos, pensamos, e decidimos não tentar outra vez. Pelo menos por enquanto. Mas vamos reativar nossas contas no Twitter e no Snapchat. Ambas @casalcuidadoso. Então adicionem a gente lá e continuem enviando seus comentários sempre carinhosos e suas impressões sobre o blog, certo?

Bom final de semana, cheio de orgasmos gostosos pra todos!

Denise – capítulo 2

No meio da tarde, recebo mais uma mensagem de Rodrigo. Desta vez acompanhada de um “print” de uma das fotos de Denise.
_ Falei com ela. Marcamos no Ilha Café, às 7. Consegue chegar?
_ Claro, nos encontramos lá, respondi.
_ Estou ansioso, completou.
_ Tô ocupada, bjo, bjo, te amo, finalizei, frustrando Rodrigo da continuidade do assunto.

Às 7, como combinado, chegamos ao café. Saí do carro e logo avistei Rodrigo deixando o dele. Ambos com as roupas de trabalho, sem mesmo um banho para conhecer Denise, pensei. Seria fácil reconhecer nossa fotógrafa, afinal “varremos” o Instagram dela na noite anterior. E lá estava ela, sentada numa das últimas mesas do café, bem próximo ao balcão de atendimento. É claro, não nos reconheceu de imediato. Mas à medida em que íamos nos aproximando, abriu um sorriso.
Denise era bem simpática pessoalmente. As fotos, na maioria das vezes sérias, não revelavam esta característica. Ela era baixa e um pouco acima do peso, mas não menos charmosa por isso. Cabelos claros e os braços cheios de tatuagens. Vestia uma camiseta da banda AC/DC – caiu no gosto de Rodrigo, um grande fã de rock – e uma calça jeans.

_ Olá, Liz, olá Rodrigo, nos recebeu, com beijinhos no rosto.
_ Estava curiosa para conhecê-los! Confesso que fiquei surpresa com a ligação de vocês, ontem.
_ Por que curiosa? Perguntei.
_ Como não? Estava eu em minha casa iniciando um trabalho de fotos de cupcakes e seu marido liga querendo fazer fotos suas sensuais! Confesso que pensei em passar o trabalho para um colega, mas parece que vocês fazem questão em fazer comigo.
_ Sim, seu trabalho é incrível, Digo respondeu.
_ Vamos perdir três cafés, disse Denise?
_ Claro sem problema, o meu com leite, por favor, respondi.
_ Susi, por favor, dois expressos e um com leite, por favor? Disse Denise, em tom alto, já íntima da garçonete.
_Vem sempre aqui? Disparou Rodrigo.
_ Sim, quase todos os dias. Gosto de trabalhar neste lugar. Sento, peço meu café, abro meu notebook, cuido das minhas fotos e aproveito para olhar as pessoas.
_ Olhar? Os clientes?
_ Sim. Gosto de entender o comportamento deles. Como se vestem, o que consomem, o que dizem. Não sei, mas acho que ajuda no meu trabalho.
_ Entendemos… ou não! Disse, caindo na risada.

Denise abriu um sorriso largo.

_ É, eu sou meio doida mesmo. Não liguem.
_ Eu te entendo, emendou Rodrigo.
_ Acho que sou um pouco assim também. Dá pra perceber isso nas fotos. Sua tentativa de enxergar o que nem mesmo os modelos das fotos enxergam.
_ Pronto já me ganharam! Quando começamos? Disse Denise, dando uma sonora gargalhada.

Eis que chega Susi com os cafés.

_ Desejam mais alguma coisa?
_ Não, muito obrigada, resnpondi!
_ Mas me contem, por que as fotos?

Nos olhamos por um instante, como se estivéssemos na duvida de quem tomar a iniciativa de responder. Rodrigo assumiu o controle.

_ Bem, primeiro é importante que você saiba que nos amamos muito. Somos muito cúmplices e verdadeiros um com o outro. E temos uma relação muito transparente.
_ Vocês tem uma relação aberta? Transam com outras pessoas?

Silêncio… E nós dois nos olhando de novo, apavorados com a conclusão da fotógrafa. Meu coração veio parar na boca. Será que estava tão na cara assim???

_ Ah gente, não precisa responder. Pela cara que vocês fizeram já deu pra entender, disse Denise.
_ Eh, já tivemos algumas poucas experiências, falei.
_ Você tem cara que gosta de ver Liz em situações apimentadas, Rodrigo. Acertei?
_Eh, gosto. Sou meio “voyeur”. Além disso sou apaixonado pelo corpo da Liz, é sexy, lindo! Adoro vê-la em langeries pequenas, sensuais. Adoro vê-la nua também. Ela é perfeita.
_ E ele é um grande mentiroso, disparei, um pouco envegonhada.
_ Você gosta de ver ela nua sendo penetrada por outro, Rodrigo? Gosta de ver ela com outra mulher?
_ É, eu gosto sim. Tivemos experiencias boas, mas ainda não vi ela com outra mulher de fato, respondeu. Mas… como teve tanta certeza disso?
_ Como lhe falei, eu observo as pessoas. E bem. Você tem cara de safado. Pervertido.

Eita porra, agora ela tem bola de cristal, pensei.

_ Algum problema em relação ao trabalho? Questionei.
_ Nenhum, nenhum, isso só facilita, concluiu Denise, disparando em minha direção um sorrisinho maroto.
_ Mas enfim, como imaginam estas fotos? Locação, roupas. Somente ela? Vocês dois juntos?
_ Somente ela, não me sairia bem em frente às cameras, brincou Rodrigo.
_ Vejo na TV as modelos posando para fotos e gostaria de tentar. Mas com relação ao restante da pergunta, não fazemos a mínima ideia, conclui. Queremos deixar na sua mão. Mas adoramos originalidade e criatividade.
_ Certo vou pensar em alguma coisa. Me contem: imaginam quanto eu vou cobrar por isso?
_ Não mesmo, disse Digo.
_ Mil e duzentos é justo? Posso dar uma parcelada…

Rodrigo parou para pensar um pouco.

_ Te pago seiscentos antes do trabalho e os outros seiscentos quando nos entregar o material, que tal?
_ Fechado, sem problema. Show!
_ E que tal encerrarmos a conta e vocês conhecerem o estúdio? É perto daqui. Estão com algum comoromisso?
_ Estamos não, vamos Digo? Disse.
_ Está de carro, Denise?
_ Não tenho carro, infelizmente.
_ Então façamos assim: deixe seu carro aqui amor e vamos em um só. Na volta passamos aqui para pegá-lo.

(continua…)

Seiren

Se tem algo que nos deixa excitado é uma boa história, uma trama bem contada. Acho que é por isso que decidimos levar as nossas histórias e fantasias pra vocês. Ainda estamos aprendendo, mas torcendo para que nossos leitores, que tem aumentado a cada dia, estejam gostando e fantasiando conosco.

Há alguns dias, descobrimos um site muito bacana, especializado em quadrinhos eróticos. Gostamos tanto, que resolvemos assinar: Seiren. A assinatura é super barata e a quantidade de quadrinhos é enorme. Acredito que não lemos nem a metade ainda.
Mas um deles ganhou destaque, e vou falar, conseguiu me deixar de pau duro e Liz bem molhada. “Ousadias de Casal” é o nome. Dividido em 5 capítulos (espero que venham mais), ele conta, é claro, sobre as aventuras sexuais de um casal apaixonado. Uma narrativa bem elaborada e ilustrações campeãs de um super profissional chamado Nill. Destaque também para uma versão bem humorada dos Flintstones. Wilma e Welma super gostosas e safadas!

A Nill e toda equipe Seiren nossos parabéns e nossos agradecimentos, afinal nossos objetivos se cruzam de maneiras semelhantes: proporcionar tesão e belos orgasmos através de nossas histórias.

Quem sabe eles não resolvem um dia transformar a Histórias de Liz em quadrinhos?

A primeira vez

Ahhhhhhhhhhh! Gozeeeeeei…

Gozei como ninguém havia feito eu gozar antes. Nenhum ex-namorado. Nem mesmo Rodrigo. Tenho certa dificuldade pra chegar lá apenas com penetração. Fato. O orgasmo vem normalmente nos dedos. Mas nem por isso sinto menos prazer numa transa. Adoro um pau dentro de mim. Duro, grande. Fico louca. Mas o que senti desta vez foi diferente. Foi de um jeito único, novo. Sensação como aquela jamais havia sentido antes…

Não sou nenhuma miss ou musa fitness, longe disso. Confesso que devia me cuidar um pouco mais. E tenho um adversário terrível, que é a preguiça. Mas como Digo sempre diz, fui abençoada pela natureza (risos). Acho que é porque ainda mantenho tudo no lugar. Mas torço diariamente, no espelho, para que as consequencias da idade demorem muito a chegar.

Rodrigo tem tesão pelo meu corpo. Diz ele que jamais sentiu algo parecido com mulher nenhuma. “Nossa química é perfeita”, diz ele. Adora me olhar. Me tarar durante o banho, ou numa simples troca de roupa. E eu amo saber que ele sente isso. Quem não gosta de se sentir desejada? Em nossos momentos íntimos, adoramos tirar fotos, trocar nudes pelo Whatsapp enquanto falamos sacanagens, essas coisas. Meu lado vadia floresce quando estou com meu celular na mão. E a gente se diverte durante o dia, trocando essas fotos. Uma vez acabei mandando por engano, para um primo distante, uma foto da minha bunda. Meu Deus! O pior foi ele ter respondido com um coração e a mensagem “obrigado pelo presente”. Fui obrigada a pedir desculpas e dizer que era para Rodrigo. Nem quero pensar no que ele fez com essa foto!

Volta e meia Rodrigo insinuava que tinha vontade que eu fizesse um ensaio fotográfico sensual com um profissional. No início achei que era apenas mais uma ideia da cabeça pervertida dele. Como naquelas cenas de filmes, onde o fotógrafo acaba sempre comendo a modelo depois do ensaio. Mas, aos poucos vi que não. A preocupação dele era mesmo no resultado das fotos. E com o tesão que ele sente no meu corpo.
Fiquei animada no inicio com a nova experiencia mas, com o passar dos dias criei, naturalmente, uma barreira dentro de mim. Não sei, acho que não conseguiria ficar à vontade sendo fotografada por outra pessoa que não fosse Rodrigo. Mas como ele já estava empenhado em encontrar alguém que pudesse realizar esse nosso desejo, deixei que seguisse em frente.

Digo fez contato com alguns fotógrafos, dois deles, seus amigos. Mas, sinceramente não me senti confortável com nenhum deles. Imaginava que, por serem amigos, tratariam do assunto com naturalidade. Mas dava pra ver no olho deles o “desejo” de realizar o trabalho. Fotógrafos profissionais MESMO, com certeza não agem assim.
Já estávamos meio frustrados com a ideia, quando encontramos, num perfil do Instagram, aquele – ou melhor dizendo – aquela que se encaixaria perfeitamente dentro do que imaginávamos. E aparentemente perfeita e apta a realizar o trabalho.
Seu nome era Denise. Claro! Uma fotógrafa! Por que não pensamos nisso antes? No perfil da rede social entitulava-se fotógrafa profissional especialista em produtos. Mas algumas das fotos (selfies, partes de um corpo tatuado que parecia ser o seu) nos chamaram muito a atenção, pois também revelavam uma qualidade absurda quando o assunto eram corpos masculinos e, principalmente, os femininos. Um tato incrível para detalhes que muitas vezes não reparamos, um dom que separa os fotógrafos comuns, dos grandes profissionais.

No perfil havia um telefone e pensamos inicialmente em ligar no dia seguinte. Já estávamos prontos pra dormir. Eram quase 11 horas da noite. Pensamos melhor e decidimos arriscar. Rodrigo tomou a iniciativa e colocou o celular no viva-voz. Poucos toques e então, do outro lado uma voz rouca atende:

_ Denise Reis. Quem fala?
_ Olá Denise, sou Rodrigo, minha noiva Liz nos ouve pelo viva-voz, tudo bem? Desculpe o horário. Estamos procurando os serviços de um fotógrafo e encontramos você no Instagram.
_ Olá, que bom que ligaram. Não se preocupem, estou iniciando um serviço agora. Que tipo de produto vendem?
_ Eh, não é bem um produto. Gostaríamos de fazer um ensaio sensual com a Liz.
_ Hum, minha especialidade são produtos…

Antes que pudesse completar Digo disparou:

_ Sim sabemos, mas suas fotos do perfil são fantásticas e temos certeza que vai tirar de letra.
_ Bem, obrigado pelos elogios mas nunca fiz ensaios desse tipo profisssionalmente, mas… que tal um café para nos conhecermos e para que eu possa saber exatamente o que desejam?
_ Claro, que tal amanhã no fim da tarde.
_ Perfeito!
_ Maravilha, depois nos falamos para combinar o horário e o local.
_ Certo, beijos.
_ Tchau, até amanhã.

Legal! Agora tínhamos nossa provável fotógrafa. E eu voltava a ficar excitada com a mais uma loucura de Rodrigo.

_Vamos dormir, amor?
_ Vou já, só preciso fazer uma coisinha aqui no celular mesmo.
_ Certo, boa noite. Trocamos um beijo gostoso e me acomodei no peito dele como quase todas as noites. Ele retribuia sempre com cafuné gostoso na minha cabeça.

Estava muito cansada e o sono veio rápido. Na manhã do dia seguinte, como de costume, levantamos, tomamos café da manhã, nos arrumamos e partimos para o trabalho. Estava um pouco tensa pois sabia que seria um dia atribulado na empresa, com reuniões e possíveis fechamentos de negócios. Era mais ou menos dez e meia quando fui surpreendida com uma mensagem de Rodrigo no Whatsapp. Junto dela, uma foto minha apenas de rosto, dormindo.

“Vou adorar seu ensaio, da mesma maneira que adoro ver você no meu peito e nos braços de Morfeu. Te amo!”

Que lindo, meu noivo abusando do romantismo! A correria estava tão grande que respondi apenas com coraçõezinhos e um beijinho. Dez minutos depois, outra foto. Eu, ainda dormindo, todinha nua, de costas pra ele. E ele, também nú, como sempre gostamos de dormir, segurando seu mastro, duro como pedra. Na mensagem os dizeres: “Já que não se empolgou com a primeira, te mostro o que aconteceu depois que dormiu. Pensei tanto em você posando para as lentes da Denise que acabei gozando. Love you!”.

Na mesma hora, por instantes, veio na minha mente a imagem de alguém qualquer me fotografando num estúdio, e Digo ali, me olhando, com aquela carinha de tarado que só ele tem… Ainda estou pra ver homem mais safado e mais apaixonado, pensei. Mas não era hora para safadezas. O trabalho me chamava.

(continua…)

Revelações

Lembram do post feriadão? Imaginem eu e Liz na cama, sem roupa. Estamos de frente um para o outro, com nossas pernas entrelaçadas. Luzes apagadas. Somente a claridade da tv dando o tom do ambiente. O canal? Playboy TV. Duas gatas se amassando numa grande cama vermelha.

O pescoço de Liz é meu alvo permanente. Beijinhos, lambidas, chamo ela de gostosa, de puta safada, mordisco a pontinha da sua orelha. Ela se arrepia e recua, mas imediatamente volta pedindo mais. Beijos constantes. Amo seus lábios. Amo quando morde os meus.

Meu pau já está duríssimo, é claro. Liz adora segurar e mexer nele. Diz que é o maior que já “pegou”. O maior que já botou na boca. Que já preencheu sua buceta.

Desvendo os contornos do seu rosto com meus lábios, aperto sua bunda com força.

R _ Sou louco pra sentir seu esse cuzinho.

L _ Eu sei, você não come cu, já me falou isso. Coitada de quem der pra você. Vai ficar arrombada.

R _ Nada, sou carinhoso.

L _ Qualquer hora eu tento dar pra você. Mas nem se anime por que não vai ser o primeiro.

Silêncio

R _ Você está mentindo.

L _ Não estou. Ja dei para meu primeiro namorado.

Silêncio

L _ Tá com ciúmes?

R _ Tô. Você nunca me contou.

L_ E precisava?

R _ Eh, não.

Me afasto. Volto as atenções para a TV. Liz vira para mim e pega de novo no meu pau. Sussurra no meu ouvido:

L _ Quer saber como foi?

Me arrepio todo. Meu corpo responde por mim.

_ Foi assim. Chegamos na casa dele após um passeio, num final de tarde de sábado. Estava muito quente. Ele se atirou na cama. Tirei a roupa e fui direto para o chuveiro. Ficamos conversando com a porta aberta. A água estava uma delícia.

R _ Tomava sempre banho na casa dele?

L _ Nos finais de semana, quando estávamos juntos. Quieto, senão eu paro.

R _ Não, continua.

L _ Ele ficou em silêncio, achei que tivesse cochilado.

R _ Não?

L _ Terminei o banho e fiquei em baixo da água. Pensando em algo. E comecei a me tocar. Devagar. Deu vontade. Estava de costas para o box. Fechei os olhos. Bom.

Liz continua a me masturbar. E cola a boca no meu ouvido.

L _ Não vi ele entrando. Nao sei quanto tempo me observou. Mas me pegou por tras com força. Senti o pau dele. Me pegou pelo cabelo, me pressionou na parede e ficou roçando o pau na minha bunda.

R _ Você tava gostando?

L _ Muito. Já estava molhada.

R _ Pronta pra levar pica.

L _ É.

R _ Tesão. Continua.

L _  Não haviam palavras, só queria aquele pau dentro de mim. Ficamos um pouco assim, ele passando a pica no meu rabo. Me segurando pelo cabelo, mordendo meu pescoço. Passou a mão em mim todinha.

A gente queria fuder, rápido. Abri as pernas um pouco. Ele dobrou os joelhos e colocou na minha buceta

R _ Entrou gostoso?

L _ Sim, tava melada de tesão.

R _ Sua buceta é melhor, amor.

L _ Ele socava gostoso, com força. Adoro assim. Deitados, em pé. De qualquer jeito gosto. Enfiava e me tocava no clitóris. Apertava os bicos do meu peito. Depois tirou. Me ajoelhei e botei o cacete dele na boca. Gosto de sentir meu cheiro num pau gostoso.

R _Que vadia!

L _ Sou, agora a sua vadia. Mas ja fui de outros.

L _ Chupei um pouco e saímos. Ele sentou no vaso sanitário e eu sentei no colo dele. Com o pau dentro de mim. Gostoso. Estávamos molhados. Ele ficou se tremendo e tirei. Ele ia gozar. Queria mais. Virei de costas e fiquei abri a bunda com as mãos pra ele ver  meu cú. Fiquei rebolando pra ele.

R _ Nossa, se fosse comigo eu ia lamber seu cu.

L _ Foi o q ele fez…

R _ Caralho amor quero te fuder.

L _ Não! Fica quieto, deixa eu terminar.

_ Nao sabia que era tão bom um lingua no cú. Deixei, tava toda arrepiada. Ele lambeu o dedo e colocou um pouco.

R _ Deve ter gemido gostoso.

L _ Sim. É bom…

L _ Fiquei rebolando e ele pegando do pau pra manter duro. Deixei o cuzinho bem aberto e desci pra ele encostar a cabecinha. É bom isso. Tava tâo melada e queria tanto aquele pau no meu cu! Botei na buceta um pouco pra lubrifica. Depois segurei e mirei de novo em mim, agora sem volta. Foi entrando devagarinho. Entrou metade. Tirei. Entrou de novo mais um pouco. Ai foi só me ajeitar. Pronto tinha um pau gostoso na minha bunda. Doía, mas tava gostoso. Quando tirava melava ele com o que saía da minha buceta. E ele colocava de novo.

R _ Caralho Liz, delícia!

L _ Fiquei de quatro pra ele, apoiada no vaso e ele meteu de novo sem dó. E comecou a socar rápido.

R _ Rápido quanto?

L _ Assim (me punhetando).

R_ Nossa que cu gostoso!

L _ Vai seu puto, goza.

R _ Ele gozou no seu rabinho?

L_ Claro que sim. Porra quente gostosa em mim. Socando forte e gozando…

R _ Caralho nao pára!

L_ Imagina a porra dele escorrendo de dentro de mim.

R _ Deixa eu gozar no seu cú.

L _ NÃO! Na minha mão.

R  _  Porra, Liz! Vai. Aaahh… Aaaaaaahhhhh!

L _ Goza, goza, goza!

R _ Caralhooooo ahhhhh….

L _ Vem me abraça.

Liz deitou em cima de mim.

R _ Voce sabe que vai ter que dar esse cú pra mim agora, né?

L _ Seja bonzinho e eu vou pensar no seu caso.

 Um beijo gostoso… Adormecemos. Nus. Sujos. Tv ligada. Imaginação estimulada. Relação alimentada.

DP – Capítulo 12

Uma dupla penetração prazerosa tem que ter ritmo, compasso. Se a fêmea não tem muita experiência, os paus de seus parceiros devem entrar e sair vagarosamente e alternadamente. Senão o prazer pode virar incomodo. Estocadas fortes já são para as gatas mais experientes. Não, eu nunca fiz uma DP! Mas adooooro ver isso nos filmes pornôs que assisto com Digo! E sabe do que gosto também? De ver paus gozando nas faces das atrizes. Banho de sêmen na boca! Hummm!

Rodrigo aprendeu direitinho nos filmes a fazer uma DP. Ele e Christian se entenderam rápido. As penetrações aceleravam e diminuíam harmoniosamente, sempre ao comando de Mile, que pedia e delirava cada vez mais. Roberto fazia da minha buceta um parque de diversões, não dando muita atenção ao que a esposa realizava ali na sua frente. E vou falar: ele pode não ter os atributos físicos que uma mulher sempre fantasia, mas sabe usar muito bem as qualidades que possui. Carisma, simpatia, um pau gostoso e uma língua…. ah que língua!!! Que dedos!! Não precisou muit Capítulo 12 – DP o para que eu finalmente gozasse. Segurei firme na cabeça dele, próximo à nuca, forçando seu rosto contra minha virilha. Abri bem as pernas e gozei, tremi de cima a baixo. Rob provou tudo e não desperdiçou nada. E só parou de chupar depois que lambeu todo o meu gozo. Então deitou ao meu lado. E no seu peito pude me confortar e relaxar, assistindo nossos parceiros em ação. Delicadamente, ele começou a fazer um cafuné em minha cabeça. Como retribuição, levei uma de minhas mãos ao seu membro acariciando-o devagar. Aos poucos, ele foi novamente enrijecendo.

_ Isso meu amor, faz assim, que gostoso, disse.

Do colo de Roberto, vi Milena sentar em Christian, de costas para ele, e preenchendo seu cuzinho com o membro do nosso amigo. Num leve movimento, ela se inclinou para trás, deitando totalmente sobre seu abdômen e seu peito sarados. Christian segurou-a pela cintura e as reboladas reiniciaram. Rodrigo, de pé, ficou apreciando a cena, masturbando-se. E logo, trocou o preservativo e se encaixou por cima de Milena, com os joelhos apoiados no sofá chaise, invadido o buraco que faltava.

_ Isso meus machos, me arrombem! Ai, ai, que delicia!

Rodrigo passou a penetrar Mile com força, como um cachorro no cio. Era hora dele gozar. Christian entendeu o recado e parou os movimentos, mas sem tirar o pau de dentro dela. Milena gemia e beijava meu noivo na boca, envolvendo seu pescoço com seus braços. Em certo momento, colou seu rosto no dele e disse:

_ Você quer gozar cavalo? Só vai quando eu mandar!

_ Você é uma puta sacana, disparou Rodrigo.

_ TAP! Milena dá um tapa surpreendente na cara dele.

_ Quer me enfrentar, seu filho da puta? E então vem um beijo ardente.

_ Quero te encher de porra, responde.

_ Então vem, vamos juntos, seu desgraçado. Milena falou a palavra mágica.

Ainda enrabada por Christian, Mile começa a forçar sua pélvis contra Rodrigo. E geme alto, como se não estivesse aguentando. Roberto pede para eu me afastar um pouco. Coloco a cabeça novamente na almofada e ele levanta. Ao lado do trio, continua sozinho a se masturbar, agora olhando sua mulher gemer de tesão com seus buracos todos invadidos.

_ Ela vai gozar, conheço esse choro!

Os movimentos aceleram, Roberto vê aquilo tudo como se estivesse em frente a uma montanha de dinheiro, ou como uma criança, quando ganha seu primeiro brinquedo.

E Milena goza incrivelmente, mais uma vez, tremendo dos pés à cabeça.

_ Caralhoooooo, ahhhhhhhhhh, isssooooooo, ahhhhhhh! Puta que o pariu!!!

Rodrigo, não aguenta mais, e percebe que Roberto quer gozar em cima da esposa. Ele levanta, puxa a camisinha para fora do pau e se posiciona ao lado dele. Mile sai então de cima de Christian e senta no sofá. Christian também se levanta e se ajoelha próximo ao rosto dela. Não demora muito para começar a receber os jatos de porra pelo seu corpo e sua face. Primeiro os de Rodrigo, e logo em seguida, os do marido e por ultimo, do chefe de cozinha. E eu ali no chão, estática, acabada e relaxada, curtindo tudo aquilo.

_ Ahhhhhhh, ohhhhhhh!

_ Isso meus cavalos, me encham de gala! Diz ela, extasiada, espalhando o presente recebido pelo corpo, com as mãos.

Rodrigo sempre soube que eu era safadinha, falávamos muita putaria na cama, sempre. Mas nunca poderia imaginar, que a partir de um flagrante na porta do banheiro, com um amigo dele, nossa vida sexual iria mudar completamente. E pra muito melhor. Estavamos ali, exaustos, no meio de uma suruba incrível, que não imaginávamos nem mesmo em nossas fantasias!

Um beijo quase “coletivo” (sem a troca entre os homens, é claro) encerrou aquela noite maravilhosa e celou de vez a nova amizade que se iniciava. Fomos todos para a piscina nos refrescar, beber mais alguma coisa e conversar. Carícias, amassos e sorrisos dentro da água, como se aquilo fosse rotina para nós. Poucos minutos mais tarde, Roberto, só de toalha, já cochilava na poltrona. Christian, sempre à serviço, dava uma ordem na área externa do apartamento e tomava uma cerveja. Milena como um peixinho, não saia da água. Tinha um papo maravilhoso, falava sobre suas viagens com Roberto ao exterior. E se divertia com nossas conversas sobre o início do relacionamento.

Demos mais alguns minutos e resolvemos ir embora. Vestimos nossas roupas, que já estavam organizadas por Christian em cima de uma cadeira. Nos despedimos. Rodrigo e Christian deram as mãos. E depois abraçou e deu mais um beijo quente e demorado em Milena. E lá estava eu agarrada mais uma vez naquele chef maravilhoso. E ali tive a certeza de que aquela noite ainda não havia acabado. Pelo menos pra nós dois.

_ A partir de hoje esta casa também é de vocês. Voltem sempre que quiserem! Disse Milena, abraçada em Christian, que parecia agora ser o esposo e chefe da casa.

_ Muito obrigado, respondi, já na chegada do elevador.

As portas se fecharam, e lá estávamos eu e Rodrigo, a sós no elevador, exaustos, sorrisos estampados de orelha a orelha e, certamente, muito mais apaixonados e unidos.

Corpos nus e um sofá – capítulo 11

Enquanto Mile chupava o membro de Christian pela frente, iniciando na cabeça, me dediquei às suas bolas. Que pau lindo, todo raspadinho, cheio de veias, cheiroso, daqueles que nos deixa toda arrepiada. Passamos então, as duas, a percorrer todo aquele membro. Naquele vai e vem molhado, nossas bocas se encontravam e nossas línguas se entrelaçavam, loucamente. O chef gemia e se apoiava segurando nossas cabeças, enquanto o pau de Rodrigo era sugado pela buceta quente de nossa anfitriã. Ao mesmo tempo eu despejava em sua face o fruto de tanto tesão. Minha buceta umedecia mais a cada passada de língua do meu noivo.

0111367_010b

Derrepente, percebi que Mile estava chegando ao orgasmo. Os movimentos em cima de Rodrigo aceleravam, o volume dos gemidos aumentava. Mile largou o pau de Christian, deixando-o todo pra mim e passou a se dedicar exclusivamente ao outro, dentro dela. Me inclinei para cima e tirei a buceta do rosto de Rodrigo. Ele precisava estar 100% dedicado em nossa parceira para que o orgasmo fosse perfeito… E foi.

Mile inclinou seu corpo para frente, colocando a cabeça no peito de Rodrigo, agarrando a parte de trás de minhas coxas com as mãos. E socou naquele pau. Com força. Rodrigo, também com seus bracos entrelaçados em minhas pernas, apoiou os calcanhares na chaise e inclinou seu corpo para cima, indo de encontro aos movimentos de Mile.

_ Isso, vai garoto, soca essa pica em mim, vai que eu vou  gozaaaaaaar!!!! AHHHHHHHH!
_ Não paaaaaaara!!! Aiiiiiii, que tesão!!!!

Tirei a boca do pau de Christian e apenas segurei-o pra poder curtir também o gozo de nossa nova amiga. Eu estava louca de tesão e preparada para receber aquele pau gostoso de Christian, mas tive que esperar um pouco mais.

Os movimentos foram desacelerando. Rodrigo pareceu não curtir muito. Não acreditei como ele não gozou também. Sempre que executamos posição parecida em casa, ele ejacula com muita facilidade. Mas parecia que desta vez, Milena o controlava, era ela quem dava as ordens. E para minha surpresa, ela queria mais.

_ Vem Christian, quero você no meu cu!

Uauuuu! Que mulher é essa? Insaciável, pensei.

Como um “funcionário” obediente que é, atendeu na hora. Mas antes de se posicionar, peguei-o pelo pescoço, dei um beijo em sua boca e disse ao pé do ouvido:

_ Não goza, eu quero você.

Ele devolveu apenas um sorriso. Então colocou a camisinha, molhou os dedos com um pouco de lubrificante e por alguns instantes, acariciou o rabo de Mile. Ela gemia baixinho e rebolava com leveza em Rodrigo. Christian então montou, se apoiando com as duas mãos nas costas nuas dela.

Sai do sofá chaise e deitei no tapete macio, buscando uma das diversas almofadas espalhadas pelo chão para apoiar a cabeça e relaxar um pouco. De frente para a cena, abri as pernas e, naturalmente, meus dedos começaram a acariciar meu clitóris. Que tesão insano! Do chão, consegui ver Rodrigo olhando com desejo para mim e seu pau entrando e saindo de Mile, em movimentos suaves. E vi também Christian invadido seu ânus. Primeiro colocando a cabeça, devagar.

_ Aaaaahhhhhhh!

Para minha surpresa Rodrigo gemeu alto, um gemido de dor e prazer. Culpa de Milena, que acabara de encravar as unhas no peito dele, na hora em que o pau de Christian se acomodou todo dentro dela.

Quem estava acompanhando tudo de perto também era Roberto. Primeiro da poltrona, sem descansar a mão do copo e da garrafa de whiski; e depois, novamente mostrando toda sua gentileza, deitando-se com a cabeça no meio de minhas pernas, colocando sua língua e sua boca à minha inteira disposição. Eu como uma vadia que sou, aceitei prontamente.

(Continua…)

Inspiração

Boa noite queridos, como foram de feriado? O nosso foi muito proveitoso, no interior, ao lado da família e dos amigos. Em dias assim, o sexo fica até em segundo plano, não é mesmo? Mas não perdemos a oportunide de dar umas gozadinhas gostosas. Daquelas bem quietinhas para não acordar os pais que dormiam no quarto ao lado! Rsrs. 

Mas já estamos de volta, e como sempre, cheios de tesão. Como já devem saber, começamos a publicar nossas fantasias  no site Climax Contos Eróticos e o número de acessos e comentários nos incentivaram a ir um pouco mais longe. Além de escritores, somos fãs e leitores assíduos de lá. Nosso blog também tem muita inspiração em outro blog que fez sucesso entre os casais swinguers no início dos anos 2000. O Fantasias de Casados (alguém  lembra?) era um espaço onde um casal, chamados de “Marido e Esposa”, narravam suas peripécias sexuais, semanalmente. O sucesso vinha do relacionamento próximo com seus leitores, dos textos muito bem elaborados, e das fotos, sempre ousadas e muito sensuais, na grande maioria, da bela esposa. Pelas informações que temos, eles acabaram se separando, infelizmente, e o blog chegou ao fim. Mas o que nos impressiona hoje, mesmo com tantas tecnologias – redes sociais, recursos de transmissão em de áudio e vídeo em tempo real – é que os blogs continuem na preferência de milhares de internautas pelo Brasil e pelo mundo. 

E vocês? Quais blogs costumam ler para apimentar sua vida sexual? Se quiserem mandar links nos comentários acessaremos e comentaremos com o maior prazer! E aguardem, pois nesta semana publicaremos mais um capítulo das Histórias de Liz e o fim da festa no apartamento de Mile e Rob.

Beijos, abraços e uma linda semana!

Twitter e Instagram: @casalcuidadoso