Na íntegra – André, Mile e Rob

* Capítulo 1 – Visita

Início de mais uma noite de verão em Alagoas. Aqui, quase todos os dias, o calor é intenso e sugestivo. Sugere praia, mar, sol, roupas curtas e coladas… e sexo. Pelo menos pra mim.
Ah, muito prazer meu nome é Liz, sou noiva de um cara maravilhoso chamado Rodrigo. Maravilhoso porque até conhecê-lo, minha vida sexual era uma monotonia. Não que meus ex namorados não gostassem de sexo, não é isso. Mas faziam o sexo “água com açúcar”, aquele básico, suficiente, sabe? De todos eles, o primeiro foi um pouco melhor. Talvez justo por ser o primeiro e aquilo tudo ser uma grande novidade, tanto pra mim quando pra ele. Sabia como me pegar e me deixar molhada. Mas com Rodrigo é diferente. Juntos levamos o sexo a um outro patamar. Estamos juntos a pouco tempo mas nos conhecemos perfeitamente. Sabemos como direcionar o outro a lugares inimagináveis na cama, ou fora dela. Ele me entende, me dá segurança para sentir e viver o que eu quiser. E uma escorpiana como eu quer muito. E quanto mais me fizer gozar, melhor fica.

Rodrigo estava recebendo em casa um amigo de fora, André, que chegou à cidade para acompanhar uma feira de franquias que estava acontecendo no Centro de Convenções. Naquela noite de sexta, André avisou que chegaria tarde, pois ao sair do último dia de congresso e palestras, iria confraternizar com os colegas em algum bar da cidade. Mas no dia seguinte, sairíamos juntos para aproveitar um pouco a companhia e apresentar-lhe um alguns pontos turísticos da cidade, sua orla, suas praias e atrativos maravilhosos. Durante a semana, devido aos compromissos normais de trabalho e família, não conseguíamos nos encontrar.
Resolvemos então aproveitar a noite em casa. Para tanto, compramos umas cervejas e uma comidinha japonesa, torcendo para que a TV à cabo transmitisse algum filme interessante. E assim aconteceu. Fizemos um jantar a dois, regado a um bom papo (adoramos conversar, trocar experiencias e relatar nosso dia). Logo depois, nos acomodamos no sofá e começamos a assistir o filme. Um drama, com umas pegadas sensuais, bem chatinho. Mas a cerveja ia nos deixando animados.

Rodrigo é um cara que sempre priorizou bom sexo, cheio de tesão e safadezas. Não demorou muito para ele começar a me beijar e tocar meu corpo. Ele vestia apenas uma bermuda. Eu estava com um shorts curto e uma camiseta folgada. A intensidade dos nossos beijos aumentava a cada cena do filme. Eu arrepiava a cada toque dos lábios dele no meu pescoço, e de seus dedos ágeis e carinhosos acariciando minha coxa.
É claro que logo o filme já não era mais interessante para nós. Rodrigo queria mais era brincar em meus seios, por dentro da minha camiseta, tentando tirá-la à todo instante. Fiquei preocupada, pois sabia que o amigo dele poderia chegar a qualquer momento, e mal o conhecia.

_ Não se preocupe amor, ele não vai vir agora, ligou dizendo que vai sair com o pessoal do congresso.

Pensei: bem, se ele chegar conseguiremos disfarçar, pois a campainha vai tocar, teremos que abrir a porta e tal. Então relaxei e resolvi curtir aquele momento especial.
Ainda sentada no sofá, tive a camiseta tirada pelo meu noivo, que logo comecou a beijar meus seios, modéstia a parte, muito bonitos e empinados. Adoro ser beijada ali, a sensibilidade é muito grande e não demorei muito para ficar toda molhada. Como ele sabe muito bem que isso acontece rápido, enquanto lambia carinhosamente meus bicos, desabotoou meu short e delicadamente comecou a me tocar por dentro da calcinha. Parou por um instante e me olhou com ar de satisfação:

_ Esta molhada, do jeitinho que eu gosto.
_ Sim, respondi gemendo baixinho.

Não se contentando, desceu todo o meu short e viu uma calcinha branca, tão encharcada que já era possível ver o que ela escondia. Não perdeu tempo e comecou a beijar minha buceta, por cima da calcinha, me deixando louca.
Quando isso acontece, quero sentir logo o pau dele dentro de mim. Ordenei que ele sentasse no sofá e retirei a bermuda e a cueca samba canção que ele usava, deixando à minha vista aquele pau enorme e duro que eu tanto amo.
Me excita demais masturbá-lo. Por isso, me ajoelhei no tapete, com uma das mãos acariciando minha buceta e com a outra ora masturbando, ora chupando a pica e as bolas dele, que neste momento já estava latejando de excitação.
Rodrigo estava decontrolado, se contorcia como nunca e senti que se prolongasse um pouco mais o boquete faria-o gozar. Então parei e sentei no seu colo, na intenção e provocá-lo ainda mais, e sentir aquela vara enorme roçando minha calcinha. Ele me agarrava pela cintura, beijava minha boca, meus seios, me chamava de puta, vagabunda (eu adoro!) e dizia que me amava como nunca amou outra mulher na vida.
Ficamos neste sarro por uns instantes, mas estava louca pra ter aquele pau dentro de mim. Afastei finalmente a calcinha e sentei devagar nele. Os movimentos, no início, eram bem lentos e gostosos, daqueles que nos fazem sentir o membro do cara nos preenchendo toda. Aos poucos, eles começaram a acelerar. Rodrigo, enquanto me penetrava, me beijava na boca com vontade e segurava minha bunda, na tantativa de controlar meus movimentos e, consequentemente, sua gozada. Nada mais nos importava, apenas viver e aproveitar mais uma trepada maravilhosa.

De repente, a porta da sala se abre… Num movimento instintivo, pulei de cima de Rodrigo e tentei pegar, ao chão, a camiseta que vestia, na tentativa de cobrir algo em meu corpo. Tudo em vão. Como ainda estava de calcinha, me encolhi no sofá e cobri os seios com os braços, cheia de vergonha. André, pego de surpresa, não sabia como reagir. Ficamos os três estáticos, um olhando para o outro.

_ Gente, me desculpem, não imaginava que estavam aqui.
_ Nem nós, que ia chegar tão cedo, respondeu Rodrigo, sentado no sofá e completamente nú.
_ O pessoal desistiu de sair para confraternizar, então resolvi vir pra cá pra saber o que estavam fazendo, e que quem sabe, sairmos pra comer algo e papear.
_ Que pena, eu disse, ainda trêmula. Comemos agora pouco.
_ Ah, então não se preocupem, afinal não avisei. Vou tomar um banho e comer alguma coisa no quarto.
E se retirou.

Olhei para Rodrigo e começamos a rir da situação, ainda assustados. Enquanto nos recompúnhamos e colocávamos as roupas, ele explicou que havia deixado uma cópia da chave com André para que ficasse mais à vontade e não se preocupasse com horários. Maluco, como ele faz isso comigo??!!
Dei um beijo gostoso nele e completei:

_ Vou ao banheiro, mais tarde a gente termina isso lá no quarto.

** Capítulo 2 – No flagra

Demorei alguns minutos no banheiro. Rodrigo, meu noivo, tentava entender o restante do filme que havíamos acabado de perder. Ao me dirigir à sala, notei que André havia deixado a porta da suíte destinada às visitas aberta. Dava pra ouvir bem o barulho do chuveiro. Neste momento, um misto de excitação, curiosidade e peraltice tomou conta do meu corpo. Como será ele nú? Será que tem um abdômen tanquinho? Um pau grande e gostoso? Meu corpo estava sob tensão total. E ainda muito excitada com as preliminares, maluca pra gozar. Mas não podia ser pega pelo meu noivo, espionando. Como ele iria reagir?
Recuei… Mas meu corpo queria que eu fosse em frente. Então fui. Olhei para Rodrigo na sala. Ele estava entretido com alguma coisa que passava na TV. Então tomei toda a coragem do mundo e empurrei com muito cuidado a porta da suíte que estava entreaberta. A luz do quarto apagada e a do banheiro acesa, impedindo André de notar minha presença.
Me vi então diante de um corpo lindo para um homem de 46 anos. Ele devia ter em torno de um metro e setenta oito e uns oitenta quilos, bem distribuídos. Uma bunda redondinha, algo que meu noivo não tem, mas que acho lindo nos homens. Na hora, imaginei minhas mãos nela… ui! Quando ele virou de frente, não tive como não reparar no seu mastro. Relaxado tinha um tamanho muito bom. Fiquei louca quando começou a ensaboá-lo. Mil pensamentos sórdidos começaram a bagunçar minha cabeça.
De repente, ele começa a se excitar, ainda ensaboando seu pau, bem devagar. Parecia até que sentia que eu estava ali, à sua espreita. Ou então relembrando um pouco do que havia acabado de presenciar, na sala. Uma cena maravilhosa e um corpo tomado pelo tesão, por completo. Seria uma injustiça com minhas fantasias pensar no meu noivo naquele momento. Era hora e sonhar com uma situação incrível, erótica e excitante.
Permaneci quietinha, me acariciando por dentro do shorts e apreciando aquele corpo macho e viril se masturbando bem diante dos meus olhos. André fechava os olhos, como se estivesse fantasiando. Aos pouco ia acelerando os movimentos, parava por uns instantes e então, recomeçava, devagar.

O tempo havia parado ali, naquele momento. Perdi os sentidos e só fui recuperá-los no momento em que fui surpreendida pela mão do meu noivo tapando a minha boca, como se não quisesse que eu fizesse qualquer barulho.

_ Pshhhh! Sussurrou ele.

Um susto! Tremi de cima abaixo, já preocupada com a desculpa que teria que ainda inventar.
Ele então, me puxou delicadamente para a porta do quarto, colocando o dedo indicador na boca, pedindo novamente para eu fazer silêncio. Na outra mão uma vela aromática acesa (temos algumas em casa e adoramos tomar banho juntos, com elas acesas).

Eu tremia dos pés a cabeça, e no momento em que ia pedir desculpas ele disse baixinho:

_ É isso que você gosta não é?
_ Naaaa… , amor, calma, por favor.
_ Gosta, eu sei que gosta. Vai ter que me obedecer agora, ok? Tire a roupa rápido, apague as luzes e entre no banheiro com a vela.
_ Você ficou louco, Rodrigo?
_ Pshhhhhhh! Fale baixo, porra!
_ Quem está louca aqui é você… de tesão. Vamos nos divertir com nosso amigo!

Eu não queria acreditar naquilo que eu acabara de ouvir. O nervosismo tomou conta de mim, e o tesão falava muito, mas muito alto. A partir daquele momento minha fantasia se tornaria realidade, e ainda melhor, com o aval do meu noivo, pois ele estava ali e eu sabia que iria tomar controle de qualquer situação. Me despi por inteiro, tremendo muito, e mal conseguia segurar a vela, tamanho o nervosismo.
Apaguei a luz do banheiro e entrei. André ficou paralisado segurando seu penis duríssimo, não acreditando no que estava vendo na frente dele. Não tinha como não perceber meu nervosismo.
Então ele desligou a água que caia sobre seu corpo e falou:

_ Você é doida? Onde está o Rodrigo???

Lentamente coloquei a vela sobre a pia e muito nervosa caminhei em silêncio em direção àquele homem. Abri o box que nos separava, coloquei as mãos em sua cintura, olhei nos seus olhos e disse:

_ Não se preocupe, ele não vai perder nenhum lance disso. Ligue a água, preciso de um banho frio. Fiquei te olhando o banho todo. E eu to ardendo de tesão!

E assim ele fez, me agarrou forte pela cintura e me beijou com uma vontade enorme. Senti o pau dele latejando entre minhas pernas e minha buceta umedecer na hora. Ainda beijando-o, segurei forte no seu membro e pude concluir minhas expectativas. Nunca tive em minha mão um pau tão rijo. E como previ era enorme, talvez maior que o do meu noivo.

*** Capítulo 3 – Vela, ducha e o amigo

Água caindo em nossos corpos, bocas grudadas e uma de minhas mãos acariciando a pica de André delicadamente. Na minha frente, um macho completamente entregue aos meus desejos. Um escravo gemendo gostoso no meu ouvido.

_ Vem, beija meus seios.
_ São lindos, respondeu ele.
_ Aproveite, pois aqui, agora, eles são só seus.

André largou então minha cintura, agarrou meus peitos e começou a beijá-los, lambê-los com suavidade, intercalando com algumas chupadinhas e mordidinhas. Ele sabia como fazer as coisas! Que boca gostosa ele tinha! Não via a hora de tê-la no meio das minhas pernas.
Ficamos assim por uns minutos, nos beijando e ele dando atenção aos meus seios. Com uma das mãos, buscava minha bunda e a apartava, enquanto sua vara grande e grossa tocava minha virilha, roçando em meus poucos pelos pubianos, mas doido para me invador por completo. Estava tão louco que já não se preocupava com camisinha. Grudava minhas costas na parede, me beijando e tentando em vão penetrar minha vagina. A cada tentativa eu me afastava e voltava a segurar seu pênis.

_Vire de costas, disse a ele.
_ Quero fazer o que vi você fazendo.

Peguei o sabonete, esfreguei-o algumas vezes em minhas mãos e abracei aquele homem lindo por trás, deslizando as duas mãos em seu pau, para frente e para trás, bem devagar. André olhava para aquilo e repetia:

_ Como é bom, como é bom!

Após alguns segundos, foi a vez dele explorar meu corpo úmido – por dentro e por fora – com o sabonete. Me abraçou forte e iniciou pelas costas, beijando minha boca. As mãos foram descendo até encontrar novamente minha bunda. Depois foi a minha vez de ficar de costas pra ele. André agarrava meus peitos e brincava com seus dedos em meu clitóris, como um leão sedento, pronto para engolir sua presa.
Era maravilhosa a forma como ele me masturbava. O dedo médio deslizava na entrada da minha buceta, enquanto o polegar acariciava meu clitóris. No meu ouvido, palavras sacanas o tempo todo:

_ Você é muito gostosa, uma vadia! Hoje eu quero você e não tô nem ai para o que seu noivinho vai dizer, aquele corno!

Foi então que meus pensamentos se voltaram novamente a Rodrigo. Olhei para o lado com a certeza de que o avistaria se deliciando com aquela cena. Que maravilhoso seria se ele quisesse também entrar na ducha conosco!
Mas ele não estava ali.
Um sentimento de preocupação veio à tona. Rorigo sempre seria o dono da situação, mas a ausência dele ali na porta poderia ter algum motivo ruim. Então segurei as ações de André e parei.

_ Vem, vamos sair daqui. Quero ver o que Rodrigo está fazendo.
_ Ok, disse André, talvez meio chateado pela forma como encerrei aquele sarro todo. Coitado, acredito que tenha pensado inclusive qu seus planos poderiam ir por água abaixo naquela noite.

Saí do chuveiro, me enrolei na toalha e fui em busca de Rodrigo. Para minha surpresa, o encontrei na sala, apenas de bermuda, encostado na porta que dá acesso à varanda. As cortinas estavam entreabertas. As luzes da sala apagadas. A tv, sem som, estava sintonizada em um canal pornô. Nas caixas, conectadas via wi-fi ao celular de Rodrigo, um som eletrônico, estilo lounge, ao mesmo tempo calmo e ritmado. Na imagem da televisão, uma loira peituda se deliciava com dois machos negros e fortes. Velas acesas por todos os lados, davam o tom erótico e sensual ao ambiente, perfeito para uma noite inesquecível, em companhia do nosso amigo.

Apenas vestindo a toalha que estava reservada para André, me dirigi lentamente à varanda e abracei Rodrigo pela cintura. Ainda no chuveiro imaginei que a situação pudesse ter trazido alguma sentimento ruim, insegurança, ciúmes. Ele virou, olhou com ternura pra mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado.

_Você está bem? Perguntei a ele.
_ Estou, você estava maravilhosa dentro daquele chuveiro, ele disse.
_ Jamais podia imaginar que chegaríamos nessa situação. Inda mais vendo você curtir isso tudo.
_ Temos muito pra conhecer ainda um do outro, amor. Mas pra mim, não tem nada mais excitante do que deixar nossos corpos falarem, e nos entregarmos por completo a novas sensações. Estou vendo seu corpo falar. E quando ele fala me deixa muito excitado!

Meus olhos se fixaram nos olhos de Rodrigo e desta vez foi minha vez de beijá-lo.

_ Eu amo você, e serei sempre sua, de corpo e alma!
_ Eu sinto, Rodrigo respondeu.
_ E será pra sempre, tenho certeza, conclui.

Um sorriso largo se estampou em nossas faces. O tesão ainda percorria nossos corpos. André, nú em pelo, talvez percebendo a sintonia que acabara de presenciar entre o casal, se afastou e, enquanto conversávamos, como um verdadeiro gentleman, foi até a cozinha e voltou de lá com três taças e uma garrafa de vinho nas mãos.

Eu e Rodrigo estávamos abraçados. André se aproximou e nos entregou as taças.

_ Um brinde, a esta noite, que vai ficar gravada em nossa memória, por toda a vida!
_ Tin Tin!

**** Capítulo 4 – No sofá da sala

Tudo o que eu desejava passava a acontecer a partir daquele momento. Eu, Rodrigo e nosso amigo juntos, explorando novas sensações, novas formas de enxergar o prazer. Estávamos ainda de pé, em frente à varanda. Eu, de toalha, de costas para Rodrigo e protegida pelo seu abraço. André, nú, de frente pra mim. Os três conversando e degustando o vinho maravilhoso. André nos contava sobre o congresso que estava participando e sobre uma situação engraçada durante o seu último relacionamento frustrado. E tudo ia acontecendo naturalmente. Me desvencilhava de Rodrigo, abraçava e dava selinhos em André; Rodrigo fazia carinhos e pequenas massagens em meus ombros, então virava o beijava também. A conversa estava tão gostosa que nem percebemos que havíamos secado a garrafa em minutos.

Coloquei minha taça sobre um aparador olhei para André e disparei:

_ Mas amigo, me conta. Essa sua ex era gostosa como eu?
A tolha que me cobria foi então ao chão.
Ele fixou os olhos em mim e com aquele sorriso maroto disse:
_ Não chega aos seus pés. Você é maravilhosa!

Então colei meu corpo nú ao dele e desta vez trocamos um beijo quente, demorado e lento. Nossas mãos buscavam todas as partes possíveis um do outro. Rodrigo, presenciando tudo aquilo, tratou de tirar a bermuda, e não demorou para que também encostasse sua pele à minha, num sanduiche gostoso e erótico. A música começou a embalar os movimentos dos três. Que sensação única sentir o pau de André roçando minhas coxas e o de Rodrigo minha bunda. Não demorou nada para eu ficar novamente muito molhada.
Rodrigo então, recuou. Me deu um beijo e sentou-se na poltrona que fica ao lado do nosso sofá, levando as mãos ao pênis ereto.
Descolei a boca dos lábios de André, me virei e fiquei olhando para Rodrigo com ar de desejo, agora muito mais tranquila, pois tinha certeza que ele estava amando me ver entregue a outro homem. Continuamos dançando. Pela primeira vez na vida me senti uma puta de verdade.

_ Você gosta de olhar, meu amor?
_ Gosto muito, ele respondeu.
_ Então continua olhando pra sua vadia e para o macho novo dela. Nós vamos fazer um showzinho bem safado pra você!
_ Isso, Liz, é isso que eu quero!

Ainda embalados pela musica eletrônica, segurei o pau de André e voltei a punhetá-lo.

_ Vai Rodrigo, pega no seu também. Mexe nele que eu quero ver.
_ Assim amor?
_ Isso. Acho lindo ele duro, respondi.

Voltei minhas atenções a André. Rodrigo estava seguro e bem entretido na poltrona da sala. Me agaixei, e pela primeira vez abocanhei o mastro enorme do meu novo amigo. Aos poucos, minha lingua ia sentindo o sabor e a textura maravilhosa dele. Meus dedos apalpavam suas bolas com carinho. Era realmente um instrumento grande, lindo e saboroso.

_ Mostra pra André como você sabe deixar uma pica louca, amor! Disse Rodrigo.

Chupava André como se fosse a última vez que um pau entraria na minha boca. Passava a língua em toda a sua extensão; mordiscava e sugava a cabeça num vai e vem frenético. André segurava minha nuca e se apoiava na porta da varanda. Instantes depois, me pegou pelos braços e me levantou, guiando-me até o sofá. Foi a vez dele retribuir. Se ajoelhou no tapete, abriu minhas coxas e começou a dar beijinhos gostosos na minha buceta. Logo sua língua passou a saborear cada centímetro dela. E não demorou muito pra que seus dedos me invadissem carinhosamente enquanto me lambia. Assim como Rodrigo, André mostrou ser um cara que se preocupa com o prazer da parceira. Que boca gostosa! Como eu queria que aquilo durasse a vida inteira!

***** Capítulo 5 – Orgasmos

Sempre tive muita dificuldade pra gozar. E apesar de gostar muito, sabia que a chupada de André não me faria chegar lá. Nunca aconteceu durante o sexo oral. Com penetração, foram apenas duas vezes. Mesmo assim, todas estas sensações me deixam com muito tesão. Mas, no fim das contas, quem sempre me fez gozar foram os dedinhos. Os meus ou os do meu parceiro.
Só que naquela noite eu queria que fosse diferente…

Me ajeitei no sofá e coloquei a pica de André de novo na boca, a fim de prepará-la para invadir minha buceta. Segurando ele pela bunda, sugava com força aquela vara maravilhosa.
_ Vem logo, coloca a camisinha seu safado. Me come!
Enquanto André se concentrava pra encapar o pau, virei de costas e fiquei de joelhos, de quatro no sofá, revelando minha bunda. André ajeitava a camisinha e enchia meu rabo de beijos e lambidas. Me arrepiava a cada passada de língua pela porta do meu cú. Que delícia.

André então me segurou pela cintura e encostou a cabeça da sua rola na portinha da minha vagina. Era o que Rodrigo precisava pra se aproximar novamente. Meu voyeur não queria perder aquela cena por nada. Senti minha buceta se abrindo vagarosamente. O pau de André ia preenchendo cada espaço dela. Virei a cabeça na sua direção. Quando colocou por completo, parou uns segundos como se quisesse sentir o calor dela. Olhou para mim e gemeu.

_ Hummmm!
_ Vai gato, mexe.

André me segurou pelos cabelos e começou a socar sua pica imensa.
Meus olhos procuraram Rodrigo mais uma vez. Ele estava ajoelhado ao nosso olhado, mexendo no seu pau e se deliciando com o que via. Resolveu testar minha capacidade de dominar machos. Subiu no sofá e veio para a minha frente em pé, colocando sua rola na minha boca.

_ Vai putona, chupa!

Lá estava eu, sendo devorada por dois homens gostosos e cheios de amor pra dar. O tesão os consumia por completo, via isso em seus olhos a cada movimento. Senti que era hora de cavalgar, a posição que mais me deixa louca. Rodrigo sentou no sofá e André deitou no tapete. Desci, e sem pensar muito sentei em cima de André, manobrando sua pica até entrar toda novamente em mim.
Rodrigo voltou a se masturbar e agora era minha vez de controlar os movimentos. Quem sabe aquela atmosfera toda me faria gozar gostoso?
Brincava de foder o pau de André como uma criança brinca com um pirulito. Inevitavelmente, os movimentos de nossos corpos aceleravam. André segurou forte na minha bunda e passou a me penetrar com força e velocidade.
E a sensação de um orgasmo único começou a chegar.

_ Ahhh, ahhhh… Não pára, por favor, não pára!!!

Rodrigo, percebendo que eu poderia gozar, sorriu pra mim e acenou com a cabeça, como se estivesse dando permissão pra aquilo. Sozinhos, dificilmente conseguiríamos. Mas naquela situação, nova, erótica e depravada, era completamente diferente.
Nossos gemidos eram altos e André continuava metendo com força. Rodrigo acompanhava os movimentos, se masturbando, como se a pica dele também estivesse dentro de mim.

_ Vem amor goza pra gente ver, enche o pau do Dé de porra, disse Rodrigo.

Aquilo soou como uma palavra mágica.

_ Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhh!

Como um verdadeiro vulcão em erupção o gozo chegou muito forte. Cerca de 20 segundos intermináveis. Quando isso acontece, a respiração pára, tudo gira e o corpo treme numa sobrecarga de 2000 volts. Único, intenso, inesquecível e perfeito.
Me virei, tirei a camisinha e abocanhei a pica do nosso amigo, oferecendo pra ele minha buceta enxarcada e “acabada” num 69 gostoso.

_ Sente a minha buceta na sua boca. Gosta dela!
_ Hummm ela é deliciosa, respondeu ele, sugando e lambendo-a por inteiro.

Rodrigo se ajoelhou e minha frente, ergueu minha cabeça e meteu a língua em minha boca.

_ Isso foi incrível, amor!

Empurrou minha cabeça em direção da rola de André e aproximou a sua. Passei a chupá-la com vontade enquanto masturbava nosso amigo. Ele gemia, se contorcia todo, e se divertia com minha buceta em seu rosto.
Não demorou para Rodrigo encher minha cara com seu sêmem quente. Um gozo forte e demorado.
E com André não foi diferente. Toda melada da porra de Rodrigo, passei a punhetá-lo e chupá-lo com rapidez. Ainda ouvia meu noivo gemendo de prazer pós orgasmo quando a porra de André invadiu minha boca. Ele segurou minha nuca com força e gozou como jamais presenciei em outro homem. Gritava de prazer, dizia palavrões e tremia muito, algo de quase um minuto.
Me virei e deitei com parte do corpo em cima de André ainda no chão, colocando a cabeça em seu peito. Conseguia ouvir rua respiração ofegante e o corpo tremendo.

_ Liz, essa foi a melhor gozada que tive em minha vida. Não vai sair da minha memória.

Uau! Feliz em saber que fui responsavel por aquilo. Olhei com paixão para ele dei um beijo em sua boca, exausta e respondi:
_ Vou esperar ansiosa sua próxima visita! Quero mais, muito mais!
Não restou quase nada de nós naquela noite. Estávamos acabados. Rodrigo desligou a TV, diminuiu um pouco o volume da música e deitou-se ao meu lado. Então apagamos, nus, no meio da sala.
O dia seguinte, como combinado, foi reservado aos passeios pela cidade. Acabamos nos atrasando num deles e tive que me contentar apenas com um beijo ardente do nosso amigo dentro do carro, assim que chegamos ao aeroporto.
Mas ainda tinha meu noivo e a noite terminou cheia de sexo e tesão, mas desta vez apenas com as lembranças de André em nossa fantasia.

****** Capítulo 6 – A carta

Iniciamos a semana com a certeza de que nossa vida sexual havia mudado completamente. Mas aquilo tudo acabou despertando em mim algumas curiosidades sobre Rodrigo. E, definitivamente, achei que era hora de entendê-lo um pouco mais. Puxei assunto, durante nosso café da manhã.

_ Sabe, fiquei impressionada como curtiu me ver com outro homem, ainda mais sendo um grande amigo seu. Como conseguiu encarar isso com tanta tranquilidade? Já havia feito algo assim antes?

Rodrigo ficou imóvel durante alguns segundos, olhando para o nada, com a xícara de café na mão.

_ Sabe amor, sexo pra mim é algo além do que a maioria das pessoas imagina. A Internet sempre me deu acesso e me ajudou a entender certas coisas que passavam na minha cabeça, desde jovem. Então descobri que haviam outras pessoas que também viam o sexo de uma forma fora do convencional. E elas experimentavam. E relatavam suas aventuras em blogs e sites pessoais. Até que um dia tudo aquilo saiu da minha fantasia. Vivi algumas coisas interessantes ao longo destes anos. Poucas, mas situações bem gostosas. Situações estas que adoraria conversar com você. Mas não agora pois estamos atrasados, né? Completou ele, sorrindo.

_ Certo vamos conversar mais sobre isso, quero muito saber, concluí.
_ Ok meu amor, vou nessa. Ah, o porteiro ligou dizendo que tinha uma carta pra nós lá embaixo. Você pega antes de sair?
_ Claro, amor. Bom trabalho, até mais tarde.
_ Amo você, vai ser dificil ficar concentrado em contratos hoje! Sorriu ele, sarcástico.
Me deu um beijo gostoso e saiu.

Terminei de me maquiar, calcei os sapatos e desci. Chegando na garagem, lembrei do envelope que estava na portaria, mas como estava atrasada, optei por deixar para a volta, à noite.
Durante todo o dia, os momentos com André não saiam de minha cabeça. E da imaginação de Rodrigo também não. Era difícil me concentrar nas obrigações no escritório, e pra piorar, a todo tempo recebia mensagens do meu gato pelo WhatsApp. Algumas carinhosas, mas a maioria muito safadas. Coisas tipo:

_ Vou foder muito você hoje, amanhã, a semana toda!

Estava tão excitada que cheguei ir até o banhero e tirar uma foto da minha buceta enxarcada e enviei a ele. Não demorou muito pra ele responder:

_ André te deixou assim, amor? Nossa, quero você rebolando em outra pica grande muito em breve!

Aquele sarro virtual estava muito, mas muito bom!!!

À noite, passei na casa de meus pais e jantei com eles, como de costume todas as segundas-feiras. Lá pelas 9 horas, cheguei em casa, e enquanto estacionava, lembrei da carta que estava na portaria.

_ Boa noite seu Jurandir, esposa vai bem, Jorginho? Tem um envelope para nós ai, não?
_ Boa noite dona Liz, a senhora parece bem feliz, que coisa boa! A patroa e Jorge estão ótimos, obrigado por lembrar. _ Tem sim. Aqui está, disse ele.

Parei por uns instantes para analisar o envelope. Apenas o número do apartamento nele.

_ Sabe qem deixou, seu Jurandir?
_ Também estranhei não ter remetente, dna Liz. O porteiro da manhã disse que a pessoa saiu do prédio em frente.
_ Ah, ok. Obrigado pelo elogio e minhas lembranças aos dois, seu Jurandir, obrigado! Respondi, já saindo.
_ Boa noite Dna. Liz.

Me dirigi ao elevador. Segurei o enveope com os lábios enquanto procurava as chaves de casa. Encontrei-as, entrei no elevador, coloquei a bolsa embaixo do braço e então abri o envelope. Nele apenas os dizeres:

“Ficamos muito excitados com a festinha ontem! beijos Mile e Rob.”

Meu coração foi parar na boca. Meu Deus! Como pode? Meu corpo tremia mais do que “vara verde”.

Ao chegar em casa, não conseguia colocar a chave no buraco da porta. Rodrigo percebendo isso, gritou pelo lado de dentro:

_ Amor, não é essa chave. É a outra, kakaka!
_ Abre essa porra, Rodrigo, por favor, gritei.

Rodrigo abriu a porta, entrei rápidamente, larguei o envelope na mão dele. Fechei as cortinas e sentei no sofá, apreensiva.

_ O que é isso, Liz? O que está acontecendo?
_ Abra, leia, respondi.

Rodrigo, abriu o envelope e após alguns segundos esboçou um sorriso, como se aquilo fosse um presente que acabara de ganhar.

_ Você tá doido? Tira esse sorriso da cara! Nos viram trepando com André ontem, não percebeu? Podem ter nos filmado, colocado na Internet, cacete!

Rodrigo lentamente abriu a cortina. Vestia apenas a calça jeans que havia usado para trabalhar. Seu tórax nú e sarado é um das partes que mais gosto em seu corpo. Apagou a luz da sala, deixando apenas o abajur ligado. Ficou de frente pra mim, se inclinou e me deu um beijo quante e demorado. Enquanto me beijava, passava uma das mãos em minha coxa e com a outra puxou minha mão direita até o volume que já aumentava em sua calça.

_ Esperei o dia todo por este momento, Liz.
_ Rodrigo, calma, estou nervosa, feche essa cortina.
_ Fechar prá que? E tirar a diversão de quem está adorando nos ver?
_ Mas… m. não deixou eu terminar de falar e enfiou a língua em minha boca, me beijando com força.

Comecei a ficar excitada com aquilo tudo, ainda mais por saber que alguém poderia estar nos olhando novamente. O pior de tudo isso era saber que estava noiva de um “doente mental” e pervertido. Mas aquilo me completava. Me preeenchia, e estava me deixando cada vez mais louca e satisfeita sexualmente.

Abri o zíper da calca de Rodrigo, puxei o membro já duro dele pra fora e abocanhei-o com força. Fiquei louca pra foder o dia todo, pensando no que havia acontecido na noite anterior. E era isso que meu corpo pedia.

Que pica suculenta tem meu noivo! Chupava a cabeça dela enquanto acariciava suas bolas. Fazia minha língua percorrer toda a sua extensão. Quando voltava para a glande, Rodrigo controlava meus movimentos, empurrando minha nuca, ora para frente, ora para trás. Volta e meia ambos olhávamos paara a varanda, tentando descobrir quem eram nossos voyeurs.

_ Chupa sua puta! Oh, como é bom, só você faz assim. É uma profissional!
_ Voce gosta não é seu cachorro. Adorou ver eu mamando no pauzão do André ontem, não?
_ Adorei, morri de tesão! Você é minha vagabunda!
_ Então vem seu corno, fode minha buceta, quero sua porra quente dentro dela!

Larguei a pica dele e saquei minhas roupas num instante. Me ajoelhei em cima do sofá, de costas para Rodrigo, revelando a bunda que ele tanto adora, grande, redonda e lisinha.

_ Uau, você está cada dia mais linda!
_ Você é que está cada dia mais apaixonado, amor. Vem, me come, respondi, rebolando a bunda pra ele.

Rodrigo me pegou pela cintura e meteu sua vara sem dó. Sentia o poder de suas estocadas na entrada do útero. Dificilmente olhava para mim, me comia e olhava para for a, em busca de algum vulto, algum movimento. Em vão.

_ Isso meu cavalo, come sua égua sedenta! Gritava pra ele.
_ É a buceta mais gostosa que eu já comi, ele respondeu.
_ Quero comer esse seu cú.
_ Seu pau é muito grande, não entra nele. Se contente com essa buceta quente.

Aquilo serviu como uma provocação. Rodrigo então aproximou seu rosto do meu, agarrou meus cabelos, como se estivesse domando uma égua brava e começou a beijar e chupar minha nuca e minha orelha. Passou os dedos da outra mão na minha boca para que eu pudesse chupá-los. Ai, meu Deus, eu sabia no que isso ia dar. Logo eles estavam acariciando meu clitóris. Nossa, como esse maldito sabe fazer as coisas! Sabe do que eu gosto! Ahhhh!

_ Vai gozar no meu pau sua piranha, dizia ele no meu ouvido.
_ Soca seu filho da puta!!!! Soca vaaaaaai, vou gozar!!!! Ahhhhh!!!
_ Ahhhhhhh to gozando também!
_ Isso goza, quero sentir sua porra quente dentro de mim.
_ Ahhhhhhhhhhh! Ohhh! Ahhhh!

A real sensação de quem alguém nos olhava nos proporcionou um orgasmo maravilhoso. Sem tirar o pau de dentro de mim, Rodrigo me empurrou para a extensão sofá e ali ficamos na posição conchinha. Foi tão bom que adormecemos ali mesmo.

******* Capítulo 7 – Vizinhos

As noites se passaram e nem sinal de nossa plateia, ou melhor, de nossos vizinhos voyeurs. Numa delas até arriscamos transar novamente na sala com as cortinas um pouco abertas para tentar descobrir de onde eles nos observavam. Em frente ao nosso prédio há outros dois e como moramos no oitavo e penúltimo andar concluímos que só nos andares superiores é que poderiam nos avistar.
Mas as tentativas ao longo dos dias foram em vão. Nenhum sinal dos tais Mile e Rob.
Na quinta, a surpresa. Ao chegar em casa, Rodrigo recebe do porteiro um novo envelope. Entusiasmado e já sabendo a origem do remetente ele abriu sem pensar duas vezes.

“Vocês são nossos convidados para um jantar inesquecível sábado a noite. Edifício Ontário, bem aí na frente, apartamento 1001. beijos Mile e Rob”.

_ Amor, e ai, vamos?
_ Meu coração subiu até a garganta. O que esse casal queria de nós, numa “noite inesquecível”? Uma sessão de exibicionismo gratuita pra eles? Uma suruba? E se eles forem feios, meu Deus? Como vamos sair de lá?

O misto de curiosidade e medo tornaram da nossa semana uma epopeia. Os minutos ora pareciam segundos ora pareciam horas. Uma dúvida enorme pairava sobre nossas cabeças.
Na sexta estava no trabalho, com dificuldade para me concentrar. E comecei a imaginar as coisas que pudessem acontecer naquele encontro. Fantasiar com o estereótipo deles, com os corpos deles. E nessa hora, a imaginação só traz imagens que beiram a perfeição. Aquilo que representa a fantasia ideal. No meu caso corpos gostosos, sarados, paus grandes e rijos. Fiquei super excitada.
Ora, por que não? Estamos na frente de casa, que mal pode acontecer conosco?
Enviei um whats para Rodrigo na mesma hora.

_Amor vamos, estou muito excitada pra recusar esse convite.
_Tem certeza amor?
_Absoluta.
_ Ok! Vamos sim, também iria propor isso a você. Coloque seu vestido mais sexy. Quero que babem na mulher linda gostosa que eu tenho.
_ Você é um safado, completei.

Chegamos em casa quase no mesmo horário naquele final de tarde. Fizemos um lanche, Rodrigo colocou uma música gostosa na sala e comecamos a nos arrumar. Ele foi para o banho enquanto eu escolhia a langerie e a roupa perfeita para o momento que estava por vir.
Entrei no banheiro e vi Rodrigo com o pênis totalmente ereto. Ele também estava excitado com toda aquela situação. Meu corpo acendeu na hora. Tirei a calcinha branca que vestia. Ele estava de costas. Entrei no box e o surpreendi abracando o por trás e colocando as duas mãos no seu pau gostoso. Ele tomou um susto. Estava mesmo com a cabeça em outro lugar.

_ Fantasiando muito meu querido?
_ Pare amor, não agora, quero guardar tudo para mais tarde.
_ Que safadoooo! Só vou te obedecer porque é isso que eu quero também, viu?

Ele então saiu do chuveiro e deixou-o todinho pra mim.

_ Nao demore Liz, jaja temos que ir. Não é bom nos atrasarmos no primeiro encontro, kkkk!
_ Não demoro amor, prometo.

Roupas, maquiagem, perfumes. Era chegada a hora.
Entramos no elevador e nos demos as mãos. Ambas suavam muito. O nervosismo era aparente. Nenhuma palavra. Só olhares e sorrisos tensos.
Ao passarmos pela portaria, o cumprimento do seu Jurandir, o porteiro.

_ Boa noite seu Rodrigo, dna Liz. Estão aguardando taxi?
_ Bbbbboa noite Jurandir. Não, vamos aqui em frente mesmo.
_ Oxe, fazer o que?
_ Silêncio.
_ Vocês estão bem? Perguntou o porteiro.
_ Sim Jurandir, ótimos! Acontece que descobrimos que temos amigos que não víamos há muito tempo morando ai em frente. Vamos visita-los, respondi prontamente.
_ Ah sim, boa diversão então!
_ Teremos seu Jurandir, teremos!!

Nos olhamos e rimos. Atravessamos a rua e nos apresentamos na portaria do prédio em frente.

******** Capítulo 8 – Milena, Roberto e Christian

_ Apartamento 1001 por favor! Eles nos aguardam.
_ Boa noite, como se chamam?
_ Rodrigo e Liz.
_ Só um minuto, por favor.
_ Podem subir, o senhor Roberto e a sra. Milena os aguardam. O 1001 fica na cobertura. Só tem ele.
_ Obrigado!

Estávamos muito, mas muito nervosos. Não tínhamos ideia do que e de quem íamos encontrar la em cima.
Enquanto o elevador descia…

_ Você esta bem, amor? Está certo que quer fazer isso?
_ Sim! Estamos juntos e é o que importa. Aproveite a sua noite meu amor. Então nos beijamos.
_ Para, vai tirar meu batom!

Entramos no elevador e para nossa surpresa quando ele abriu, segundos depois, estávamos praticamente dentro do apartamento. Avistamos de imediato uma grande sala de estar e lá ao fundo a área onde aparentemente ficava a piscina e a uma churrasqueira.

_ Sejam bem vindos! Que bom que aceitaram nosso convite!

Este era Roberto, que veio nos recepcionar. Sua fisionomia no inicio não me pareceu estranha. E não demorou muito para lembrarmos que ele era um ex jogador de futebol local, que chegou a jogar em times grandes do eixo Rio-São Paulo na década de 90.

_ Não sejam tímidos, venham conhecer nosso apartamento. Não vou negar que é grande mas habitado por pessoas muito simples a amorosas!
_ Roberto já era um homem grisalho, alto, de pele morena e uma barriga saliente. Pernas grossas, resultado de anos jogando futebol. Nos pulsos, um relógio e um palseira, ambos dourados, e que deviam valer uma nota preta! Definitivamente um homem que jamais faria o meu tipo. Fiquei um pouco frustrada no início, afinal se algo fosse rolar naquela noite, que fosse com um gato sarado, como meu Rodrigo.
_ Roberto fez questão de nos mostrar todos os cômodos do apartamento e aproveitou para nos contar um pouco da sua vida e de como conquistou tudo aquilo. E aos poucos foi nos deixando muito à vontade, colocando para fora toda sua simpatia.

Voltamos para a sala. Roberto abriu então uma garrafa de whyski.

_ Esta garrafa estava esperando por você, eh… como se chama?

Incrível já estávamos ali há uns 15 minutos e não havíamos dito ainda nossos nomes.

_ Rodrigo, kkk muito prazer Roberto, esta e Liz minha noiva, quase esposa.

Preenchendo o copo de Rodrigo, Roberto respondeu:

_ E aquele amigo que você fez gozar com tanta maestria semana passada Liz, como e o nome dele?
_ Que audácia! Como ele pôde fazer aquilo comigo? Meu desejo era que se abrisse um buraco no chão do apartamento para eu enfiar a cabeça!
_Rodrigo sentiu o mesmo, mas sua reação foi dar uma gargalhada intensa…
_ André é o nome dele, Roberto. Meu amigo sortudo.
_ Ele tem muita sorte mesmo. Liz você é ainda mais encantadora pessoalmente. E vou te revelar um segredo. Me fez gozar muito gostoso aquela noite.
_ Pronto, agora eu não sei o que faço mesmo. Quero ir voando pra casa! Pela varanda mesmo!
_ E sua esposa onde está? Queremos conhece-la, disparou Rodrigo.
_ Ah, sim venham conhecer nossa área de lazer! Milena esta lá ansiosa para conhecê-los.

Atravessamos a sala e chegamos à enorme varanda. Lá uma piscina imensa e iluminada por dentro nos aguardava. Ao lado uma mesa já pronta para nosso jantar. E ao fundo uma cozinha gourmet fantástica com tudo o que se tinha direito.
E lá estava Milena, aos beijos com outro cara. Um homem alto, másculo e muito bonito.
Sem duvidas a situação mais estranha a qual ja havíamos presenciado.

_Milena, Chistian, venham cumprimentar nossos convidados.
Rodrigo ja estava muito á vontade e animado. Milena era uma coroa linda, com um corpo escultural, moldado na academia.
_ Olá meus queridos, sejam bem vindos. Primeiro veio até mim. E nao perdeu a oportinidade de me dar um selinho. Foi então até Rodrigo. E repetiu a atitide, mas desta vez um pouco mais demorada.
_ Este é Chris, nosso grande amigo e um super chef de cozinha. Foi ele quem preparou o jantar maravilhoso que nos espera.

Senti ciumes afinal era a primeira vez que via Rodrigo beijar uma mulher. E a coisa agora começava a fazer sentido. Um ex jogador de futebol que adora diversão, ama olhar os outros em momentos íntimos e gosta de ver a esposa com outro. Provavelmente deve sofrer de problemas eréteis ou de ejaculação precoce e não consegue satisfazer a esposa.
Milena estava muito provocante. Vestia apenas um micro short branco e a parte de cima de um bikini. Os cabelos amarrados e sem qualquer penteado revelavam que ela deva ter passado o dia na piscina. Cristian, o chef de cozinha, uma sunga e um avental de cozinheiro por cima. Não tive como não me imaginar grudada naquele corpo. Espero que Milena deixe um pouquinho dele pra mim hoje.

_ Por favor, sentem-se, vocês estão em casa, disparou Roberto.
Sentamos os quatro na mesa redonda que estava ao lado da piscina. Entrada, prato principal, sobremesa, bebida. Um papo maravilhoso e divertido que realmente nos deixou muito à vontade. Naquela altura do campeonato ja se passavam das 11 da noite.
Roberto entao pediu licença e levantou-se.
Vou trocar este dvd e ja volto. Colocou entao uma música suave e comandou pelo celular as luzes da sala e da varanda para que o clima ficasse ainda mais excitante.
Cristian cumpria seu papel de chef muito bem. A cada prato q nos servia revelava o q era e como era feito. Servia champanhe a Milena sempre. Mas nao bebia conosco. Roberto voltou para a area da piscina e puxou Milena para dançar.
Foi quando Rodrigo me chamou. Ele estava em pé, olhando virado para o parapeito.

_ Olhe lá nosso apartamento. Com certeza era daqui que nos olhavam. Com as luzes apagadas realmente era muito difícil que pudéssemos descobrir quem eram nossos apreciadores.
_ É verdade amor, respondi.
_ Voce esta bem? Ele pergunta.
_Sim muito, nao me arrependi nem um pouco de ter vindo.
_ Eu tambem não. Voce confia em.mim?
_ Muito voce sabe disso.
_ Entao vamos nos divertir.

Rodrigo me abracou por tras e ali mesmo, olhando para nosso predio, comecamos.a tambem nos.embalar ao ritmo da musica. Por uns instantes esquecemos que eramos convidados de outras pessoas.
Quando nos viramos uma surpresa. Milena já nua, banhava-se na piscina As luzes baixas deixavam a mostra apenas a silhueta do seu corpo lindo.

_ Liz, Rodrigo venham, a água esta ótima!

Rodrigo então me olhou como se estivesse me pedindo autorização.

_ Vá, vou ficar apreciando vocês daqui de fora.
_ Rodrigo então sacou as roupas e se atirou na água. E não foi sozinho. Christian também voltou da.cozinha completamente nu e sentou a beira da piscina próximo a Milena.

Que corpo! Nunca vi um macho tao gostoso assim como ele.
Milena então, de dentro da água, se apoiou nas coxas de Christian e abocanhou seu pênis. Quanto mais duro ficava mais lindo ele se mostrava. De tamanho normal, como o de Rodrigo, mas com.aquelas veias grossas que me deixaram com muito mas.muito tesão. Eu não sairia dali sem prova-lo. Com toda certeza.

********* Capítulo 9 – Pool Party

Do parapeito da varanda pude ver Rodrigo nadando até Milena. Enquanto ela se dedicava em sugar o pau de Christian carinhosamente, meu noivo passou a acariciá-la, e logo deu para perceber que os dedos de uma das mãos já estavam brincando com a buceta dela. Os movimentos eram tão claros que faziam nossa amiga tirar a boca do chef para gemer gostoso. Por vezes, olhava para Rodrigo com aquela cara safada em sinal de aprovação e novamente abocanhava o pau de Christian. Este por sua vez, delirava de tesão e segurava os cabelos longos de Milena, como num filme pornô, onde a câmera precisa captar o melhor ângulo da cena. E naquela hora, os espectadores eramos nós.
Era uma cena tão excitante que havia esquecido completamente de Roberto. Mas lá estava ele, concentrado no que estava presenciando, com uma das mãos segurando o copo de whyski e com a outra apalpando firme, por fora da bermuda, seu membro, em movimentos intensos. Nestas horas a cabeça não pensa, e nossos corpos são controlados unicamente pelo prazer, pelas sensações. Sai de onde estava, fiquei de frente para aquele homem que acabara de conhecer, e sem dizer uma palavra, comecei a dançar ao som da música e fazer um strip tease. A partir dali ele esqueceu quem era sua esposa, o chefe de cozinha e seu convidado. Seus olhos estavam direcionados unicamente para mim. Eu era seu brinquedo, a sua puta da boate. Cada peça de roupa que eu tirava arremessava em sua direção.

_ Você é muito mais gostosa aqui de perto! Isso meu amor tira tudo, dizia ele.
Até que sobraram apenas o salto e a calcinha.
_ Quer ela pra você?
_ Quero muito, tira quero sentir seu cheiro nela, disse ele.
_ Então me mostra o seu pau.

De uma só vez, ele tirou a bermuda e a cueca que naquela hora o incomodavam, colocando a mostra um pinto imenso e grosso, colocando por terra tudo aquilo que eu imaginei inicialmente dele. Broxa, pinto pequeno? Meu Deus, esse cara vai me arrombar!
_Você quer que eu tire, safado?
_ Quero!
_ Então mexe nele, deixa essa vara enorme dura pra mim.

Minha buceta já estava enxarcada. Cheguei então bem perto dele e me virei de costas, abaixando a coluna e empinando minha bunda para que pudesse apreciar meu corpo pelo ângulo mais gostoso. O copo de whiski já havia desaparecido e duas mãos agora me acariciavam. Então, ao movimento da música gostosa que nos guiava, sentei no colo de Roberto, ainda de calcinha, roçando aquele pau enorme no meio de minhas pernas. Ele tremia e se segurava no braço da cadeira. Em certos momentos me abraçava apalpando os seios. E de costas para Roberto pude ver o que acontecia com as outras pessoas da casa. Naquele momento, vi meu homem e o chef de cozinha em pé, um de frente para o outro, enquanto Milena, de joelhos, preocupava-se em punhetar e sugar ambos os membros, alternadamente, dentro de sua boca. Uma cena maravilhosa de se ver. Dois machos nus e sarados sendo devorados por uma coroa igualmente gostosa e pervertida. Naquela hora já não havia mais ciúmes. O ambiente exalava prazer, tesão, satisfação!

Minha xaninha ardia de tesão e só um pau dentro dela faria-a acalmá-la. E ele estava ali, duro no meio de minhas pernas. Na mesa próxima, um punhado de preservativos estrategicamente aguardando para serem usados. Me levantei e, como prometido, tirei a calcinha e a arremessei para aquele macho sedento por sexo. Com um sorriso ele agradeceu e a levou até seu nariz, extasiado.
Me ajoelhei em frente a ele e comecei a mamar naquele pau grande e cheiroso apenas para deixá-lo em ponto de bala. Então, de frente, sentei no seu colo, fazendo com que ele me preenchesse por completo. Nossas bocas se encontraram; suas mãos em minhas nádegas serviram de apoio para que eu pudesse comandar o entra e sai do seu pau gostoso. Como isso é bom! Iniciar as estocadas ao ritmo da música em movimentos suaves; para então, momentos depois, acelerar, e novamente diminuir. Você vai fazer um cara nunca mais esquecer daquela trepada.
Roberto estava alucinado. Beijava minha boca e meus seios como se eu fosse a mulher dele. Nas horas em que eu acelerava os movimentos, ele me agarrava com força como se aquilo o fizesse controlar o orgasmo.

_ Ainda não, eu quero muito dessa pica gostosa!
_ Vem bebê, como rebola gostoso, disse ele, inclinado meu corpo um pouco para trás e segurando meus cabelos.

Definitivamente, acabava de aprender que quando o sexo é bom, quando o cara sabe te deixar louca, o corpo é o que menos importa. Esqueci do mundo sentada naquele macho gostoso. Mas logo lembrei do meu homem, aquele que vai me comer o resto da vida.
E lá estava ele, agora num delicioso 69 com Milena à beira da piscina. Christian de pé, em frente a ela, exibindo sua ferramenta dura, segurava seus cabelos como um rabo de cavalo. Ela, como um agradecimento, em determinados momentos, levantava o tronco e também o presenteava com sua boca gulosa. Mas peripécias sexuais num chão duro à beira da piscina não devem ser nada agradável, e não demorou muito para que eles deixassem a área externa. E foi naquele momento em que Digo pode finalmente prestar atenção no que eu estava fazendo.

********** Capítulo 10 – Gozada

Rodrigo adora foder de quatro. Seja de joelhos na cama, seja montando em mim como se eu fosse uma cadela, ou em pé. Eu é que não consigo muito executar essas manobras com ele por conta do tamanho do seu pau. Me incomoda um pouquinho, sabe? Mesmo assim, não perco uma boa oportunidade. E foi assim que Digo me viu com Roberto. Eu em pé, me apoiando com os braços da poltrona, de quatro para nosso vizinho, que socava sem dó na minha buceta. Com o polegar esquerdo, massageava meu cu, deixando-o entrar na minha portinha por diversas vezes. Milena então se atira no grande sofá chaise que decorava a sala de estar e passa a nos olhar e se tocar, com as pernas bem abertas. Rodrigo, ao passar por nós, para e me dá um beijo quente.

_ Amo te ver sendo socada por uma vara gostosa, minha puta.
_ Eu sei, respondo, gemendo.

Christian também para ao meu lado e começa a acariciar um dos meus seios. Instantaneamente, pego no seu pau rijo e o aperto com força. Que delicia de pica! Tenho, por alguns instantes três machos gostosos só pra mim: o dono da casa, Rodrigo e o chef de cozinha mais safado da cidade.

_ Venham meus machos, estou esperando, ordena Milena, que é atendida de imediato. Rodrigo, coloca a camisinha, e inicia um papai e mamãe quente com nossa anfitriã.

_ Ah, sim, é assim que eu gosto, me fode, garoto!

Milena cruza as pernas pressionando Rodrigo para dentro dela. De onde eu estava, enquanto punhetava Christian, conseguia ver o pau de Rodrigo invadido o ventre de Milena, num entra em sai frenético. Roberto também virou um espectador e aquilo fez com que acelerasse as estocadas dentro de mim.

_ Vem, senta na poltrona, disse Roberto.

Sem discordar, obedeci. Mas Christian sentou primeiro, e me restou seu colo para que eu sentasse e compartilhasse do seu cheiro gostoso, do seu corpo quente e do seu tesão. Juro que na hora tive uma vontade imensa de enfiar a pica daquele gostoso de imediato em mim. Mas não havia tempo pra camisinha. Pelo menos não antes do gozo de Roberto. Passei a esfregar meu corpo em Christian para cima e para baixo. Ele por sua vez, me tocava por inteiro. Barriga, virilha, seios. Seu abraço por trás me fazia sentir protegida naquele ambiente novo. Sentia seus lábios quentes tocando meu pescoço e minha orelha. Roberto, olhava tudo aquilo; nós, sua esposa sendo invadida por Rodrigo, e se masturbava. Até que o primeiro orgasmo da noite finalmente chegou.

_ Goza em mim, seu vadio, falei. Ele se aproximou e se posicionou entre minhas pernas.
_ Ahhhhhhhhh, ohhhhhh!

Sua porra quente atingiu meus seios por diversas vezes. Incrível aquele homem gozando! De imediato me veio à lembrança um ator pornô das antigas. Famoso pelos orgasmos prolongados e volumosos. Peter North o nome dele. Acho que Rodrigo era meio fã desse cara na adolescência. A fase da punheta. Já havia me mostrado tanto as cenas dele em ação que até acabei fantasiando uma vez um pau grande esporrando jatos no meu rosto.

Agarrei o pau de Roberto e continuei a masturbá-lo devagar. Sua porra escorria pela minha barriga. Ele gemia gostoso, olhava para mim e sorria.
Logo em seguida se abaixou, me deu um beijo gostoso e, como um gentleman, agradeceu.

_ Obrigado, isso foi maravilhoso!
_ Que delicia de noite está nos proporcionando. Se depender de nos não será a única, respondi.
_ As chaves de vocês do apartamento já estão em cima da mesa, brincou.
_ Obaaaaaaa, respondi, lhe dando mais um beijo e um abraco apertado.

Christian, trouxe para nós papel e toalhas úmidas e aquecidas, para que pudéssemos nos limpar. Parei alguns instantes para analisar a relação deles. Meio amigo, meio funcionário, chef amante da esposa. Meu Deus, o que mais ele faz nessa casa? Sera que também fode gostoso as visitas?

Milena está sentada em Rodrigo, cavalgando forte no meu noivo. Christian então, me pega pelo braço e nos aproximamos. Ele sobe na chaise e em pé, apoiado com as costas na parede, oferece a pica, que precisava novamente de um trato para endurecer, à Milena. Vejo Rodrigo, deitado, como se estivesse fora de órbita, participando de tudo aquilo. E sua boca gostosa dando sopa. Me ajoelho por cima de seu rosto, e, de frente para Milena, começo a esfregar minha buceta em sua cara. Ao mesmo tempo que sua língua começa a sugar o liquido que escorre de minhas entranhas, percebo que tenho em minha frente a boca de Milena e o pau de Cristian. Então, juntas, começamos a dividir aquele membro por inteiro. Lambidas, sugadinhas sem esquecer de nenhum centímetro.

*********** Capítulo 11 – Corpos nus e um sofá

Enquanto Mile chupava o membro de Christian pela frente, iniciando na cabeça, me dediquei à suas bolas. Que pau lindo, todo raspadinho, cheio de veias, cheiroso, daqueles que nos deixa toda arrepiada. Passamos então, as duas, a percorrer todo aquele membro. Naquele vai e vem molhado, nossas bocas se encontravam e nossas línguas se entrelaçavam, loucamente. O chef gemia e se apoiava segurando nossas cabeças, enquanto o pau de Rodrigo era sugado pela buceta quente de nossa anfitriã. Ao mesmo tempo eu despejava em sua face o fruto de tanto tesão. Minha xaninha umedecia mais a cada passada de língua do meu noivo.

De repente, percebi que Mile estava chegando ao orgasmo. Os movimentos em cima de Rodrigo aceleraram, o volume dos gemidos aumentou. Mile largou o pau de Christian, deixando-o todo pra mim e passou a se dedicar exclusivamente ao outro, dentro dela. Me inclinei para cima e tirei a buceta do rosto de Rodrigo. Ele precisava estar 100% dedicado em nossa parceira para que o orgasmo fosse perfeito. E foi.
Mile inclinou seu corpo para frente, colocando a cabeça no peito de Rodrigo, agarrando a parte de trás de minhas coxas com as mãos. E socou naquele pau. Com força. Rodrigo, também com seus bracos entrelaçados em minhas pernas, apoiou os calcanhares na chaise e inclinou seu corpo para cima, indo de encontro aos movimentos de Mile.

_ Isso, vai garoto, soca essa pica em mim, vai que eu vou gozaaaaaaar!!!! AHHHHHHHH!
_ Não paaaaaaara!!! Aiiiiiii, que tesão!!!!

Tirei a boca do pau de Christian e apenas segurei-o pra poder curtir também o gozo de nossa nova amiga. Eu estava louca de tesão e preparada para receber aquele pau gostoso de Christian, mas tive que esperar um pouco mais.
Os movimentos foram desacelerando. Rodrigo pareceu não curtir muito. Não acreditei como ele não gozou também. Quando fazemos posição parecida em casa ele ejacula com muita facilidade. Mas parecia que desta vez, Milena o controlava, era ela quem dava as ordens. E para minha surpresa Mile queria mais.

_ Vem Christian, quero você no meu cu!

Uauuuu! Que mulher é essa? Insaciável, pensei.
Como um “funcionário” obediente que é, ele atendeu na hora. Mas antes de se posicionar, peguei-o pelo pescoço, dei um beijo em sua boca e disse ao pé do ouvido:

_ Não goza, eu quero você.

Ele devolveu apenas um sorriso. Então colocou a camisinha, molhou os dedos com um pouco de lubrificante e por alguns instantes, acariciou o rabo de Mile. Ela gemia baixinho e rebolava com leveza em Rodrigo. Christian então montou, se apoiando com as duas mãos nas costas nuas dela.
Sai do sofá chaise e deitei no tapete macio, buscando uma das diversas almofadas espalhadas pelo chão para apoiar a cabeça. De frente para a cena, abri as pernas e, naturalmente, meus dedos começaram a acariciar meu clitoris. Que tensão insano!
Do chão, consegui ver o pau de Rodrigo entrando e saindo de Mile, em movimentos suaves. E vi também Christian invadido seu ânus. Primeiro colocando a cabeça, devagar. Para minha surpresa Rodrigo gemeu alto, um gemido de dor e prazer. Culpa de Milenar, que acabara de encravar as unhas no peito dele, na hora em que o pau de Christian se acomodou todo dentro dela.
Quem estava acompanhando tudo de perto também era Roberto. Primeiro da poltrona, sem descansar a mão do copo e da garrafa de whyski; e depois, novamente mostrando toda sua gentileza, deitando-se com a cabeça no meio de minhas pernas, colocando sua língua e sua boca à minha inteira disposição. Eu como uma vadia que sou, aceitei prontamente.

************ Capítulo 12 – DP

Uma dupla penetração prazerosa tem que ter ritmo, compasso. Se a fêmea não tem muita experiência, os paus de seus parceiros devem entrar e sair vagarosamente e alternadamente. Senão o prazer pode virar incomodo. Estocadas fortes já são para as gatas mais experientes. Não, eu nunca fiz uma DP! Mas adooooro ver isso nos filmes pornôs que assisto com Digo! E sabe do que gosto também? De ver paus gozando nas faces das atrizes. Banho de sêmen na boca! Hummm!

Rodrigo aprendeu direitinho nos filmes a fazer uma DP. Ele e Christian se entenderam rápido. As penetrações aceleravam e diminuíam harmoniosamente, sempre ao comando de Mile, que pedia e delirava cada vez mais. Roberto fazia da minha buceta um parque de diversões, não dando muita atenção ao que a esposa realizava ali na sua frente. E vou falar: ele pode não ter os atributos físicos que uma mulher sempre fantasia, mas sabe usar muito bem as qualidades que possui. Carisma, simpatia, um pau gostoso e uma língua…. ah que língua!!! Que dedos!! Não precisou muit Capítulo 12 – DP o para que eu finalmente gozasse. Segurei firme na cabeça dele, próximo à nuca, forçando seu rosto contra minha virilha. Abri bem as pernas e gozei, tremi de cima a baixo. Rob provou tudo e não desperdiçou nada. E só parou de chupar depois que lambeu todo o meu gozo. Então deitou ao meu lado. E no seu peito pude me confortar e relaxar, assistindo nossos parceiros em ação. Delicadamente, ele começou a fazer um cafuné em minha cabeça. Como retribuição, levei uma de minhas mãos ao seu membro acariciando-o devagar. Aos poucos, ele foi novamente enrijecendo.

_ Isso meu amor, faz assim, que gostoso, disse.

Do colo de Roberto, vi Milena sentar em Christian, de costas para ele, e preenchendo seu cuzinho com o membro do nosso amigo. Num leve movimento, ela se inclinou para trás, deitando totalmente sobre seu abdômen e seu peito sarados. Christian segurou-a pela cintura e as reboladas reiniciaram. Rodrigo, de pé, ficou apreciando a cena, masturbando-se. E logo, trocou o preservativo e se encaixou por cima de Milena, com os joelhos apoiados no sofá chaise, invadido o buraco que faltava.

_ Isso meus machos, me arrombem! Ai, ai, que delicia!

Rodrigo passou a penetrar Mile com força, como um cachorro no cio. Era hora dele gozar. Christian entendeu o recado e parou os movimentos, mas sem tirar o pau de dentro dela. Milena gemia e beijava meu noivo na boca, envolvendo seu pescoço com seus braços. Em certo momento, colou seu rosto no dele e disse:

_ Você quer gozar cavalo? Só vai quando eu mandar!
_ Você é uma puta sacana, disparou Rodrigo.

_ TAP! Milena dá um tapa surpreendente na cara dele.
_ Quer me enfrentar, seu filho da puta? E então vem um beijo ardente.
_ Quero te encher de porra, responde.
_ Então vem, vamos juntos, seu desgraçado. Milena falou a palavra mágica.

Ainda enrabada por Christian, Mile começa a forçar sua pélvis contra Rodrigo. E geme alto, como se não estivesse aguentando. Roberto pede para eu me afastar um pouco. Coloco a cabeça novamente na almofada e ele levanta. Ao lado do trio, continua sozinho a se masturbar, agora olhando sua mulher gemer de tesão com seus buracos todos invadidos.

_ Ela vai gozar, conheço esse choro!

Os movimentos aceleram, Roberto vê aquilo tudo como se estivesse em frente a uma montanha de dinheiro, ou como uma criança, quando ganha seu primeiro brinquedo.

E Milena goza incrivelmente, mais uma vez, tremendo dos pés à cabeça.

_ Caralhoooooo, ahhhhhhhhhh, isssooooooo, ahhhhhhh! Puta que o pariu!!!

Rodrigo, não aguenta mais, e percebe que Roberto quer gozar em cima da esposa. Ele levanta, puxa a camisinha para fora do pau e se posiciona ao lado dele. Mile sai então de cima de Christian e senta no sofá. Christian também se levanta e se ajoelha próximo ao rosto dela. Não demora muito para começar a receber os jatos de porra pelo seu corpo e sua face. Primeiro os de Rodrigo, e logo em seguida, os do marido e por ultimo, do chefe de cozinha. E eu ali no chão, estática, acabada e relaxada, curtindo tudo aquilo.

_ Ahhhhhhh, ohhhhhhh!
_ Isso meus cavalos, me encham de gala! Diz ela, extasiada, espalhando o presente recebido pelo corpo, com as mãos.

Rodrigo sempre soube que eu era safadinha, falávamos muita putaria na cama, sempre. Mas nunca poderia imaginar, que a partir de um flagrante na porta do banheiro, com um amigo dele, nossa vida sexual iria mudar completamente. E pra muito melhor. Estavamos ali, exaustos, no meio de uma suruba incrível, que não imaginávamos nem mesmo em nossas fantasias!

Um beijo quase “coletivo” (sem a troca entre os homens, é claro) encerrou aquela noite maravilhosa e celou de vez a nova amizade que se iniciava. Fomos todos para a piscina nos refrescar, beber mais alguma coisa e conversar. Carícias, amassos e sorrisos dentro da água, como se aquilo fosse rotina para nós. Poucos minutos mais tarde, Roberto, só de toalha, já cochilava na poltrona. Christian, sempre à serviço, dava uma ordem na área externa do apartamento e tomava uma cerveja. Milena como um peixinho, não saia da água. Tinha um papo maravilhoso, falava sobre suas viagens com Roberto ao exterior. E se divertia com nossas conversas sobre o início do relacionamento.

Demos mais alguns minutos e resolvemos ir embora. Vestimos nossas roupas, que já estavam organizadas por Christian em cima de uma cadeira. Nos despedimos. Rodrigo e Christian deram as mãos. E depois abraçou e deu mais um beijo quente e demorado em Milena. E lá estava eu agarrada mais uma vez naquele chef maravilhoso. E ali tive a certeza de que aquela noite ainda não havia acabado. Pelo menos pra nós dois.

_ A partir de hoje esta casa também é de vocês. Voltem sempre que quiserem! Disse Milena, abraçada em Christian, que parecia agora ser o esposo e chefe da casa.

_ Muito obrigado, respondi, já na chegada do elevador.

As portas se fecharam, e lá estávamos eu e Rodrigo, a sós no elevador, exaustos, sorrisos estampados de orelha a orelha e, certamente, muito mais apaixonados e unidos.