Dominadora – Capítulo 11

  _ Seu gosto é bom moça. Esfrega mais.
_ Limpa minha buceta toda Aílton! Humm, nossa, que gostoso!
Não sei onde estava com a cabeça. Rodrigo à quilômetros de distância e eu esfregando minha xaninha melada de gozo no rosto de um desconhecido. Mas Aílton tinha uma língua maravilhosa e sua boca, sua barba por fazer, roçando minha pele, me davam arrepios e me faziam tremer, de cima a baixo.
Extasiada e cansada, me deitei sobre o corpo dele, ainda com as pernas abertas e a bunda próxima ao seu rosto. Me aninhei em sua virilha, frente à frente com a cabeça do pau, que ainda estava amolecido, mas já ameaçava algum movimento. Então resolvi testar a capacidade de recuperação de nosso ajudante. Comecei a passar a ponta da língua na sua glande. Recebi em troca movimentos involuntários. Então, me estiquei um pouco mais e coloquei ela toda na boca, mamando bem devagar. Às vezes tirava e observava. Mas, quando segurei com os dentes a base da cabeça e comecei a passar a língua em toda sua extensão, a reação foi imediata. Senti ele crescendo e endurecendo novamente.
Então olhei Denise. Estava parada no rio, de costas pra nós, parecia pensativa. Frustrando qualquer nova expectativa de Aílton, larguei o membro dele, levantei e caminhei lentamente até a água. Enquanto me aproximava, Denise submergiu. E, ao mesmo tempo mergulhei, em sua direção. Voltamos à superfície praticamente juntas. Ela se assustou com minha presença. Eu precisava saciar aquele desejo que me consumia, de vez. E não ia existir melhor oportunidade. Não como aquela, onde tudo era perfeito e favorável. Nosso encontro definitivo tinha que acontecer naquela hora.
Abracei-a por trás, lambendo e beijando seu pescoço:
_ Gostosa, eu quero você, preciso de você, falei.
_ Ai, Liz, como você demorou, como pode ser tão insaciável?!
_ Sou. Mas agora sou sua, é só o que importa.
Os bicos dos seios volumosos de Denise estavam duríssimos; ela sussurrava baixinho a cada beliscãozinho que eu dava neles. Meus dedos molhados também sabiam tocá-los, suavemente, provocando arrepios. Como era bom apertá-la, toda fofinha, mas com tudo no lugar, durinha. Uma delícia de mulher! Percorria com as mãos todo seu corpo molhado e quente. A água e o sol que invadiam nossos poros. Minha fotógrafa já estava entregue. Primeiro no estúdio, depois no carro. Sabíamos que uma hora aquilo ia acontecer.
Toquei sua virilha e comecei a acariciar seus pelinhos. Desci um pouco mais, e pude preencher minha mão com uma buceta grande e macia. Na hora desejei ela na minha boca. Não demorou para que eu encontrasse seu grelo. Denise gemeu forte, ergueu os braços, e entrelaçou os dedos atrás do meu pescoço.
_ Ahhhhh! Assim…
Virou-se para cima e seus olhos me encontraram.
_ Você é a mulher mais gostosa que eu já toquei. Desejei você desde o primeiro momento que te vi. E me beijou… um beijo ainda mais quente e gostoso que os anteriores.
Denise se virou e nos ajoelhamos, uma de frente para a outra, ficando apenas com as cabeças para fora da água. Nos abraçamos forte e ela se pendurou no meu pescoço, cruzando as pernas por trás de mim, como se estivesse no meu colo. Nossas bocas não se desgrudavam um segundo. Turistas poderiam aparecer a qualquer hora. Um risco enorme. Mas nada tiraria aquele momento de nós duas.
Aílton… Onde vocês estariam se estivessem na pele do Aílton? Claro, dentro da água, próximo a nós, se masturbando, com aquela respeituosidade de sempre. Um homem todo “bruto”, mas que soube entender que aquele lance era só nosso. Que não haveria espaço pra mais um. Então, o restava vistoriar todos os lados, em busca de um bote chegando ou de pessoas observando. Mas também olhava para nós, cheio de desejo. A água chacoalhava perto dele. Era sua mão, manobrando sua pica grande, em busca de mais um orgasmo.
Denise estava “pendurada” em mim. Meu braço direito a enlaçava pelas costas e minha mão direita aproveitava para desvendar sua buceta gostosa. Comecei acariciando seu clitóris, lentamente, e assim que percebi que ela estava lubrificada, coloquei o dedo médio dentro dela. Sua reação foi pressionar meu corpo contra o dela ainda mais. Aos poucos ia acelerando os movimentos. E não demorou para o dedo indicador também fazer parte da brincadeira. Denise gemia alto:
_ Ahhhh, puta que pariu, Liz, não tô acostumada com uma mulher me dominando, hummm, isso!
_ Prefere estar no meu lugar, é?
_ Até hoje eu preferia, mas com você é diferente… ai!
_ É? Sou sua putinha gostosa sou?
_ Você é um tesão, gata!
_ E você é minha “bolacheira” safada. Vou fazer você gozar gostoso!
_ Isso, faz, eu quero, muito. Ahhh!
Aquilo era novidade pra mim. Nunca imaginei que outra mulher ia me proporcionar um sarro tão gostoso. Amassos, apertões, beijos, mordidas, carícias. Trepar com homens é bom demais, mas com outra mulher é ainda melhor. Uma mulher entende o que a outra quer, e como quer. Porque é exatamente isso que ela também deseja. E, particularmente, aquela situação revelava em mim uma mulher dominadora, que até então não sabia que existia. Não sei se era porque já havia gozado na cara de Aílton, estava teoricamente “satisfeita”, mas estar no comando era novo, intenso e sensacional.
Nossos corpos pareciam ímãs dentro da água. Denise demonstrava querer ficar ali mesmo, gozar ali mesmo. Mas eu precisava explorar mais aquela nova situação. Nos soltamos e virei em direção à margem. E levei Denise comigo, puxada pelo braço. Aílton continuava ali, ao lado do bote, sentado e atento a tudo, apalpando sua pica como um adolescente punheteiro. Saímos da água e fiz minha fotógrafa deitar na areia, perto da margem. Deitei por cima dela, encontrei sua boca, mais uma vez. Era hora de percorrer todo seu corpo com a língua.
(continua…)
* Que delícia quando recebemos pedidos para publicarmos fotos de nossos leitores no blog. Muitos relatam que gozam lendo nossos contos e, para nós isso é a recompensa. As fotos deste capítulo são dos queridos @coupletesao. #adoramos

4 opiniões sobre “Dominadora – Capítulo 11

  • Fevereiro 1, 2018 em 5:15 pm
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    Gozei com esse conto,minha pica fica explodindo de tezao.

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    • Fevereiro 9, 2018 em 2:41 am
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      Volte sempre amigo!!!! Abraços e beijos da Liz!

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  • Fevereiro 8, 2018 em 12:58 pm
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    Liz do Céu, estou acostumado a viver na nuvens (sou piloto), mas desta vez vc me levou as nuvens sem avião !!!!
    Que delicia de leitura, que momento mais gostoso vc viveu……
    Existem pessoas que passam por uma vida inteira sem nem passar perto de momentos assim, por não se permitirem
    Falo de cátedra porque ja vivi momentos como este teu.
    Sinceros e gostosos parabens Liz e Rodrigo……vcs sabem BEM VIVER!!!

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    • Fevereiro 9, 2018 em 2:40 am
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      Que bacana receber seus elogios! Quem sabe um dia possamos fazer um vôo especial com nosso fã piloto e relatar aqui no blog!
      Beijos e abraços!

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