Ajudinha ao ajudante – capítulo 10

_ Bora, Liz. Coloque este biquíni.
_ Ok.
Olhei para os lados e não havia ninguém além de nós. Então saquei o shorts, a camiseta e, por último, a parte da baixo do biquíni que havia colocado ainda dentro do carro. E percebi que Aílton me olhava incansavelmente, talvez ainda não acreditando que eu faria fotos nuas no barco dele, bem embaixo dos seus olhos. O bote estava num local um pouco fundo e, de dentro água, sua visão estava um pouco prejudicada. Mas, por uma ou duas vezes, fiz questão de abrir as pernas enquanto colocava um dos biquínis que usaríamos nas fotos, pra que ele pudesse apreciar o que, com certeza, já havia imaginado em sua mente pervertida. A tensão era clara em seu corpo. Ficava ali, estático, me olhando, mas quando eu devolvia um sorriso maroto em sinal de aprovação, ele virava o rosto, meio envergonhado, como se estivesse procurando algo pra fazer.
_ Tudo pronto aqui, iluminação natural e perfeita. Vamos tentar algumas poses, Liz.
_ Já te disse que não estou muito acostumada com isso, então tenha paciência comigo. Ainda mais, assim, à céu aberto.
_ Quero apenas que olhe para a natureza. Pode inclinar seu pescoço para cima, em direção ao céu. Depois para baixo. Olhe para seu corpo. Sentada mesmo. Movimente um pouco as pernas, quando quiser. O resto é comigo, ok?
_ Assim? (Click, Click, click)
_ Isso, ótimo! (Click). Em mim agora. Olhe pra mim com desejo. Você consegue! (Click! Click!)
_ Hum, Isso é fácil, respondi.
_ Não me provoca sua doida… Aí, garota! Ótimo (Click, click)! Senta no chão do bote. É apertado mas acho que dá…
_ Assim?
_ É. Segure nos seus seios, com as duas mãos embaixo dele, como se fosse levantá-los. Olhe pra eles… tire o biquini devagar, por cima. Legal! Já te disse que tem seios lindos? Sou doida neles.
_ Você é uma safada, isso sim!
_ Então somos duas… Apoie um dos cotovelos no assento. Quero que com a outra mão puxe a calcinha para o lado. Me mostra essa bucetinha linda… Boa garota! Está bem? Tá relaxada?
_ Acho que sim.
_ Continue assim. Só estamos nós aqui, se passar algum bote com turistas, paramos e você se cobre.
_ Sei, eu vi lá na estrada.
_ Menina, ali era a foto perfeita, não poderia perdê-la! Prometo que não farei de novo. Confie.
_ Ta certo.
 
A sessão de fotos seguiu em frente. Que manhã gostosa! Lugar lindo, sol, céu azul, obra de Deus. Trocas de biquínis, fotos somente coma parte de baixo, sem biquíni. Já estávamos na beira do rio. Bote “encalhado” na areia. Aílton ia perdendo a timidez e se tornando um misto de ajudante e expectador. Já havia enterrado um guarda sol para nos proteger durante as pausas. O calor era grande e as fotos já não aconteciam somente dentro do barco. Na areia e próximo ao manguezal também. Sempre muito prestativo, ele era o responsável por colocar a toalha em mim, sempre que pessoas em outros poucos barcos de turistas se aproximavam. Quem passava, percebia na hora que estávamos ali a trabalho. As garrafinhas de água que nos refrescavam, vinham de um isopor cheio de gelo, que ele mesmo tratou de preparar, antes da nossa partida. Entre uma pausa e outra, eu entrava novamente naquele rio de águas calmas e claras para baixar a “quentura” do corpo. Quando ficava nua, era tomada por uma sensação deliciosa, que me fazia ainda ter mais vontade de conhecer uma praia naturista. Tirar a roupa diante da natureza me fazia sentir parte dela.
Denise, a cada click, revelava ser, cada vez mais, a excelente profissional que imaginávamos, desde o início. Muito detalhista, não parava de fotografar um instante, mesmo quando não estávamos concentradas naquilo. Percebi que ela não queria fotografar apenas a Liz vadia do noivo, mas também uma outra Liz. A Liz do dia-a-dia, a menina ao mesmo tempo tímida, sonhadora, forte, intensa e determinada. Já nosso ajudante parecia feliz, sorriso largo, dedicado ao extremo, sem tirar os olhos de nós, talvez porque sabia que não aconteceria outro passeio como aquele. E o bichinho gostava muito do que estava vendo. Volta e meia eu o pegava mexendo no seu pau por fora da bermuda, como aqueles adolescentes diante do primeiro filme pornô, sabe?
Num dos raros momentos de descanso, estávamos os três sentados na areia, eu enrolada na toalha, entre Denise e Aílton, e resolvi provocar:
_ Tá gostando, Aílton? Obrigada por seu apoio, viu?
_ Nossa, vocês são bonitas mesmo, e gente fina.
_ Olha pra Denise, recebendo elogios!
_ Hum, tá certo…
_ Gosta do corpo da Denise também, Aílton?
_ Menina, quer parar com isso? Retrucou ela.
_ Nossa, muito! É o meu número.
_ Hahahaha, hoje sai romance daqui.
_ Tá maluca garota? Aílton, nem começe. Eu gosto da mesma coisa que você.
_ C c c c c como assim? Você é…
_ Bolacheira sim! Esse termo nojento que o povo daqui inventou pra quem, como eu sai com mulher.
_ Ah, desculpe, moça, ligue pra mim não, eu dou muita bola fora.
_ Tá perdoado. Mas fiquei feliz que me achou bonita.
_ Você é linda Denise, por dentro e por fora, reforcei.
Nos olhamos e sorrimos, uma para a outra.
_ Bora trabalhar?
_ Ah, chefa, espera mais um pouco, vamos curtir esse lugar lindo.
_ Quinze minutos e retomamos, certo?
_ Claro, relaxe ai um pouco e vamos aproveitar esse sol.
_ Tudo bem garota. Estava até afim de mergulhar um pouco.
Denise levantou-se, olhou por uns instantes ao redor e, surpreendentemente, levou ao chão seu biquíni, ficando completamente nua, para delírio meu e de Aílton.
_ Meu Jesus! Exclamou nosso ajudante.
_ Uhú, gostoooooosa! Gritei alto.
Sem olhar pra trás, ela desapareceu nas águas calmas e claras.
_ E, me conte Liz, essas fotos, vão aparecer em alguma revista?
_ Não, amigo. Eu e meu noivo contratamos Denise para que fizesse umas fotos íntimas minhas, é um presente pra ele.
_ Sério? E tem gente que gasta dinheiro com isso? Porque ele mesmo não veio fazer?
_ Porque são fotos profissionais, diferenciadas. Tú tem Whatsapp, Aílton?
_ Tenho.
_ Então, depois que estiverem prontas, envio algumas pra você ver. E aproveito pra marcar um passeio com meu noivo aqui pra você conhecê-lo.
_ Mas vai contar pra ele que eu estou aqui com vocês?
_ Claro que sim. Não escondo nada dele.
_ Mas ele vai ficar com ciúmes.
_ Relaxe, ele vai ficar é muito excitado.
_ Excitado? Como pode?
_ É. Posso te contar um segredo? Já transei com ele e um amigo juntos.
_ Meu Jesuis!  Botou gaia nele na frente dele?
_ Digamos que sim. E ele gostou. Trepamos nós três.
_ Nossa dna… Liz. Eu eu..
_ Você o que? Fala homem! Já sei, você tá de pau duro, Aílton?
_ Eh… estou.
_ Mostra ele pra mim.
_ Aqui?
_ Ué? Só estamos nós! Olha isso aqui.
Abri a tolha que me cobria e fiquei nuazinha mais uma vez na frente daquele homem.
_ Gosta disso Ailton?
_ Muito, vontade de lhe agarrar.
_ Olha minha buceta. Esta rapaspadinha. Aposto que nunca comeu uma buceta como esta.
_ Nunquinha.
_ Se me mostrar seu pau deixo você pegar nela, que tal?
Nosso ajudante não pensou duas vezes. Levantou-se e abaixou a bermuda na minha frente, colocando a pica dura bem perto do meu rosto. Era um pouco curvada para o lado esquerdo e num tamanho bem interessante para um cara pequeno como ele. Por entre as pernas dele vi Denise, dentro da água, nos observando. E antes que ele pudesse pensar em chegar perto para que eu o chupasse, deitei na areia e abri a pernas pra ele.
_ Fica ai. Quero que bata uma punheta bem gostosa, olhando pra mim. Olha minha buceta como está melada. Seu pau está me deixando excitada…
_ Ai moça como a senhora é gostosa!
_ Você é um safado, Aílton. Aposto que está com vontade de gozar desde a hora que me viu pelada pela primeira vez.
_ Quero gozar em você!
_ Faz quanto tempo que não vê uma buceta, Aílton? Perguntei, me tocando e introduzindo os dedos na minha xaninha melada, bem provocativa.
_ Muito tempo, dona.
_ Vem cá deixa eu pegar nele.
Sentei novamente e deixei ele se aproximar. Aílton não era um homem atraente. Jamais transaria com um homem como ele, mas devia estar tão doido, e estava sendo tão prestativo conosco, que não o deixaria na mão. O deixaria na minha mão. Sentada, peguei no pau dele e iniciei uma punheta gostosa. Com a mão que sobrou, ora tocava na minha buceta, ora massageava as suas bolas.
_ Tá gostando, tarado?
_ Nossa, assim eu vou gozar. Como tá bom!
_ Vai gozar nos meus peitos. Quero sua gala quente.
Por entre as pernas de Aílton, percebi que Denise parecia excitada com tudo aquilo. Ela olhava para nós e apertava os bicos dos seios com os dedos. Com a outra mão era certo que se masturbava. De vez em quando, olhava para os lados para ver se avistava algum bote com turistas vindo em nossa direção e então continuava.
Eu estava super excitada. Daria tudo pra ter a pica do meu noivinho dentro de mim naquele momento. Mas ver Denise daquele jeito dentro da água, fez brotar novamente aquele desejo que nos havia consumido, horas atrás, dentro do carro. Não era Aílton que eu queria. Era Denise.
Pedi para Ailton se ajoelhar por entre minhas pernas. Ele obedeceu. Eu estava sentada, inclinei o corpo um pouco para trás e apoiei uma das mãos na areia. Com a outra, continuei a punhetá-lo, mas desta vez muito mais rápido.
_ Vem gozar em mim, cavalão! Aqui na minha boca… foi a palavra mágica.
_ Nossa sinhora! Ah, ah, ah… aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!
Antes que o primeiro jato pudesse atingir meu rosto, coloquei o pinto dele para baixo. Em direção aos meus seus seios. Inclinei o corpo para frente novamente e continuei a balançar aquele membro rijo e viril com as duas mãos, uma por cima da outra. Jatos fortes e numa quantidade que eu jamais havia visto. Como se ele estivesse à décadas sem gozar e tudo estava ali acumulado em suas bolas.
_ Que delícia. Nunca vi ninguém gozar assim!
_ Hummm, nossa dona Liz, que gostoso que foi.
Me ajoelhei em frente à ele e o abracei. Nossos peitos nus se encontraram e a porra que estava em cima de mim, agora também estava espalhada em seu torax magro.
_ Olha como você me deixou quente.
_ Você está queimando.
_ Estou. Não queria tocar na minha buceta? Porque não aproveita?
Ainda com o corpo trêmulo, ele olhou em meus olhos. Me segurou pela cintura com uma das mãos e levou a outra até meu clitóris. Mãos duras, calejadas. Mãos de trabalhador.
_ Devagarinho, tá?
_ Assim?
_ É. Ta vendo como ela está babada?
_ Tá.
Enquanto deixava Aílton brincar com meu corpo, olhava para Denise. Nos encarávamos, cheias de desejo.
_ Hummm Liz, sua buceta deve ser saborosa.
_ Ela é. E como você tem sido um bom menino, Vou deixar você sentir ela. Vem, deita aqui.
Aílton se acomodou em cima da toalha que eu usava. Me aproximei do seu rosto fiquei de joelhos bem em cima dele, de costas e virada pra Denise, de forma que pudesse me chupar. Então, lentamente, comecei a me esfregar na sua língua. Os quadris se movimentavam para frente e para trás. Minha bunda e meu cu eram a unica visão dele. Segurei novamente em seu pau, na intenção de deixa-lo duro mais uma vez, mas ele estava nocauteado. A gozada o levou à lona. Denise olhava tudo, paralisada.
_ Vai seu viado, chupa essa buceta!
Aílton não falava. Nem conseguia. Acho que se eu o asfixiasse com minha buceta, ele morreria feliz. Só segurava minha bunda e enfiava o dedo no meu buraquinho de traz. Apoiei os braços em suas coxas e acelerei. Sentia dentro de mim sua língua, seu nariz. Sua barba por fazer roçava minha virilha, por inteira.
_ Me faz gozar filho da puta! Vou melar sua cara! Vai, isso! Porraaaa! Ahhhhhhh, Ahhhhhh isso seu puto!!!! Ahhhhhh!!!
(Continua…)

Sugerimos que nossos fãs queridos, Carla e Edu contribuíssem com este capítulo. E não é que levaram bem à serio?
Muito obrigada, amigos deliciosos!

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Na segunda marcha

Olá queridos e queridas! Como vão?

Deixem eu contar: nosso 2018 sexual começou apenas na noite passada!

Por incrível que pareça, não tivemos tempo pra peripécias sexuais durante esses dias. E dificilmente temos em datas comemorativas como esta. Quando a casa está cheia de sobrinhos, primos, tios enfim, família reunida, é quase impossível achar um espaço na “agenda” e um lugar pra fazer sexo. Nem mesmo pensar em sexo a gente consegue, meu Deus!!! Só se pensa em passeios, fotos, ceias natalinas, de Ano Novo, champanhe, cerveja… e no maldito Engov no dia seguinte.
Mas ontem, finalmente, tiramos o atraso. E a trepada maravilhosa inspirou o post de hoje por um único motivo: Foi uma das raras vezes em que consegui gozar duas vezes em um intervalo curto de tempo – leia-se menos de meia hora. Liz, ao contrário, dificilmente fica só na primeira quando fazemos amor. Os carinhos, beijos, toques e palavras carinhosas a deixam muito excitada e pronta pra segunda. Mas é quase impossível um cara de quase meia idade como eu ir para o segundo orgasmo, quem diria engatar uma terceira. Mas aí vem a pergunta: quando a primeira já é maravilhosa, precisa de uma segunda? No mundo liberal é necessária a segunda? A terceira na mesma noite?
Ontem aconteceu. Depois que já havíamos gozado com a penetração, a fiz gozar novamente com meus “dedos mágicos”. É como ela os apelidou, pois, segundo a própria, são tão bons quanto um pênis – em certas situações até melhores. Mas naquele clima (quarto à meia luz, ela deitada na cama, eu de joelhos, ao mesmo tempo oferecendo o pau para ela chupar e a masturbando), me fez ficar excitado novamente. Sai daquela posição para um papai e mamãe básico, forte e ritmado, com aqueles palavrões safados de sempre em ambos os ouvidos. E acabei gozando mais uma vez. E foi fantástico, regado com um tesão inexplicável. Aeeeeeeeee!
Acabados, deitamos nus, e comecei a tentar lembrar quando algo semelhante havia acontecido, anteriormente. E não lembrei. Ou seja, nem em relacionamentos anteriores atingi tal proeza. Será a forma de relacionamento o principal responsável por orgasmos sempre intensos e gostosos?
Mesmo na juventude, sempre preferi a qualidade do sexo à quantidade. Ao contrário de muitos amigos, que sempre queriam demonstrar uma “super potência” na cama, inclusive se utilizando de métodos perigosos para a idade deles. Sim, na juventude já cheguei a dar duas e acredito que até três, numa mesma noite, mas em longos intervalos, com direito a cochilo, inclusive.
Mas a gente vai envelhecendo e percebe que o que te faz gozar ao longo dos anos muda muito. Quando você é novo, basta apenas uns peitinhos na boca e a buceta quentinha daquela namoradinha de colégio pra te fazer chegar lá. Ai você vai entrando nos 25, 30, e o que passa a te atrair é um corpo sarado, peitões, bunda grande e firme. E você vai em busca da mulher perfeita. Não precisa ter nada a ver com você, mas tem que ser “a gostosa”. Comigo foi assim. E a relação terminou com um belo par e chifres na testa.
Mas ai você chega aos 35, 40, já está casado, muitas vezes com com filhos. E a fantasia do final feliz com a garota da capa de revista termina. O amadurecimento vem, você passa a dar valor mais à beleza interior. Mas aqueles peitões duros e firmes, e as coxas torneadas ainda te deixam maluquinhos.

Não acredito que vá repetir a performance de ontem tão cedo. Mas confesso que fiquei bem animado. Hoje mesmo já comecei a ler algumas coisas sobre a relação dos hábitos saudáveis (alimentação balanceada, atividade física) com o desempenho sexual. E já coloquei como meta de 2018 melhorar este quesito. Mas, sinceramente, não existe afrodisíaco melhor para a performance sexual do que ter uma mulher linda – para você, pois para os outros não importa – safada, apaixonada e que se entregue por inteira a você. Não exija dela aquilo que você não pode dar. Antes de pensar na sua gozada, uma, duas, ou três vezes, pense na gozada dela. Pergunte como ela gosta, do que ela gosta. Não tenha vergonha de pedir pra ela te mostrar o que a deixa excitada. E deixe de ser um hipócrita ciumento se ela te disser que está fantasiando com outro, ou que tem vontade de trepar com outro. Afinal você sempre fantasiou vocês dois com outra, não é mesmo? Ela sabe disso? Conteeeeee! Conversem… Quem sabe não acontece?! E não seja maravilhoso? Os casais do meio estão ai aos montes para provar isso! Vai, finja que é aquele ator da novela que ela acha bonitão, porra! deixa de ser egoísta e faça ela gozar! Tenho certeza que se deixarem as fantasias fluírem, a Juliana Paes vai estar na sua frente, todas as noites, meu amigo!

E tem mais! Depois dos 35, você tem que ser meio Super Homem, pois não é só na cama que você faz a mulher gozar. É num presentinho fora de hora, é numa palavra carinhosa, e no seu apoio diário nos afazeres da casa. É no conselho em relação aquele problema do trabalho. É chegar cansado em casa e ainda encontrar um tempinho para ouvi-la. De preferência fazendo massagem nos pezinhos ou cafuné na cabeça – daí para o sexo é um pulo. Faça ela se sentir única. Torne-se o melhor amigo dela. Faça-a contar tudo pra você. E pra terminar, assuma seus defeitos e tente melhorá-lhos, todos os dias. Seja paciente, seja carinhoso, respire duas vezes antes de iniciar uma discussão besta. Não é fácil mesmo, mas tenho certeza que ela vai olhar pra tudo isso e repetir o mesmo com você. E então, juntos, vão engatar quantas marchas o momento e o tesão permitirem.

E vocês? Ficam só na primeira marcha durante o sexo? Engatam a segunda? A terceira? O que fazem para que o orgasmo de ambos seja perfeito?

Um 2018 com muitos orgasmos pra todos nós!