No colinho do Papai

Uma de minhas maiores frustrações de infância é nunca ter tirado uma foto com Papai Noel. Minha mãe sempre dizia que, quando eu era pequena, tinha muito medo de chegar perto dele. Até tentou uma vez, mas eu chorei tanto, que acabou desistindo.
Pois é, o clima natalino está no ar e eles estão por toda parte. Nas festas, confraternizações, shopping centers. E são dos mais variados tipos. Altos, baixos, gordos, magros com barrigas postiças. E nunca se viu tantos Papais Noéis como antes. Em tempos de crise, fazer um bico como “bom velhinho” é necessidade e quase um privilégio para muitos.
O que acontece é que hoje, quando encontro um, vem uma vontade louca de desfazer todos os mau-entendidos de pequena. Eu amo Papai Noel!!! Queria muito poder agarrar na barba de um, tirar uma foto com ele. Mas junto também vem a vergonha. Já pensou eu no meio de um shopping, sentada no colo do Papai Noel? Que micooooo!
Mas tudo mudou numa tarde de sábado. Encontrei o Papai Noel que me fez perder todos os medos. E por uma ironia do destino, ele apareceu na confraternização de fim de ano da empresa onde eu trabalho. Uma grande festa para funcionários e seus familiares. Churrasco, bebidas de todos os tipos, boa música e muita alegria. Tivemos um ano de excelentes resultados, e nosso chefe não mediu forças para valorizar e reconhecer o trabalho de toda equipe. É claro que também, naquele dia, não faltou a tradicional troca de presentes, no amigo secreto.
Cheguei um pouco atrasada, pois havia deixado para a última hora o presente que entregaria à minha amiga secreta. Mas consegui um lugarzinho perto dos colegas mais chegados. E lá estava ele, quase que de frente para mim, em sua poltrona vermelha, com diversos presentes à sua volta, e sempre disponível para as fotos com as crianças e seus pais orgulhosos. Dava para notar que o homem por trás daquela fantasia não era gordo, muito menos barbudo. Era jovem e, aparentemente, parecia incomodado dentro de todas aquelas roupas. Mas não deixou de perceber minha movimentação na chegada. Cruzamos nossos olhos e o fiz perder a concentração por completo, diante dos convidados.
Fiquei sentada alguns minutos na mesa, comendo alguma coisa e batendo papo com as pessoas em volta. Os olhares do velhinho eram frequentes. E a cada investida, eu ficava mais curiosa pra saber como era aquele homem por trás das vestimentas vermelhas.
Minutos depois, decidi ir até o banheiro ajeitar a maquiagem e fazer aquele xixi. Passei em frente à ele, e mais uma vez, recebi um sorriso como presente. Antes de sair do banheiro, puxei um pedaço de papel e uma caneta da bolsa. Não daria tempo de fazer uma cartinha pra ele, mas certamente, realizaria o meu desejo de Natal.

“Querido Papai Noel. Meu desejo de Natal é sentar no seu colo gostoso e tirar uma foto com você. Mas tem que ser agora. Vou te esperar na sala do chefe, daqui meia hora.”

Ao voltar para mesa, fui até ele e estendi a mão, passando o bilhete. Cheguei pertinho do seu ouvido e provoquei:

_ O senhor é meu desejo de Natal. E tenho certeza, pelos olhares, que eu sou o seu!

E então sai.

Ele abriu o bilhete e me olhou com um sorriso maroto, voltando sua atenção à duas crianças, logo depois.

O tempo passava e meu tesão aumentava a cada encarada dele. Ele também demonstrava isso, passando a luva branca na testa suada o tempo inteiro. E, como prometido, meia hora depois, levantei-me e segui em direção ao corredor de acesso à casa. O chefe já havia bebido bastante e estava bem alterado. Rindo muito e passeando pelas mesas, dava toda a atenção aos convidados. Com certeza, ele não seria um problema.
Cheguei na sua do chefe, e para minha alegria, ela estava aberta, com as chaves na porta, para o lado de dentro. Em sua mesa, os seus pertences pessoais e as chaves do carro, sinal que em breve voltaria para pegá-los.
As persianas estavam fechadas, mas a claridade que vinha de fora e atravessava suas lâminas, era suficiente para o que eu e Papai Noel desejávamos naquele lugar.

Sentei na cadeira confortável e ouvi passos fortes e lentos vindo em minha direção.

_ Oi, demorei?
_ Nenhum pouco! Como fez para sair?
_ Disse que não estava me sentindo bem e que precisava descansar um pouco no banheiro.
_ Ótimo, não temos muito tempo. Tranque a porta. A chave está aí.
_ Você é louca. Fuder na sala do seu chefe…
_ Não vou fuder. Vou realizar um sonho de infância.

Ele se aproximou de mim…

_ Ah é? Você queria comer Papai Noel quando pequena?
_ Kkkkkk não! Queria sentar no seu colo. Mas sempre tive medo.
_ E quem garante que você não vai sentir medo do presente que que tenho pra te dar?
_ Tu é um Papai Noel muito do convencido, sabia? Então senta aqui e bota esse pinto para fora, que eu quero ver! Rápido, precisamos voltar pra festa!
_ Ok, vadiazinha, mas antes quero provar esse seu corpo todo!
_ É? O senhor é um Papai Noel bem tarado, né?
_ Sou, adoro fuder minhas ajudantes. Mas hoje vou abrir uma exceção e fuder você.
_ É, seu safado? Se não fizer direito falo pra todo mundo que você é um velho broxa.

Com um pouco de dificuldade, ele abriu a cinta enorme e brilhante e puxou a calça vermelha toda para baixo. Seu pau era enorme e gostoso, e já estava muito duro. Me ajoelhei em frente ao homem quase embaixo da mesa do chefe, e comecei a lamber e punhetar aquela vara toda, começando pelas bolas. Colocava elas toda na boca, uma de cada vez, e então subia e descia com a língua, deixando-a toda babada. Pra terminar, um mamada bem gostosa na cabeça, com direito a lambidas, mordidas e aquele vai e vem frenético entrando e saindo da boca, que deixa qualquer macho louco. Papai Noel gemia gostoso e se tremia todo na poltrona.

_ Puta que pariu, é a melhor chupada que já recebi. Como você é vadia!
_ Tá gostando Noel? Meu marido também fala a mesma coisa.
_ Maridinho? Você é casada? Nossa, então ele e um corninho bem sortudo.
_ É sim, sou a vagabunda dele, sempre serei.

Me levantei, virei de costas e comecei a tirar a roupa.
_ Isso, caralho como você é gostosa. Deve ser a putinha desse escritório!
_ Ainda não, mas tem um monte de caras aqui doidos pra me comer!
_ E você já deu pra algum deles?
_ Como você é curioso Papai Noel! Vai, deixa eu ver esse corpo gostoso também. Tira a fantasia, seu tarado!
_ Nos olhávamos fixamente enquanto sacávamos nossas roupas. Não havia muito tempo. Eu precisava gozar e papai Noel voltar para suas entregas de presentes. Estava ali na sala do meu chefe, semi nua, sedenta por uma boa foda, e na minha frente um papai Noel gostoso, só de botas, barba postiça, gorro e um pau grande que eu desejava dentro de mim. Pronto, eu enfim realizava o sonho de uma vida, sentar no colo do Papai Noel!
_ Vem vagabunda, senta aqui no meu pau.
_ Vou velho safado, como ele está duro!!
_ Está, desde a hora que te vi chegando!
Baixei a calcinha me inclinando toda para baixo, colocando meu rabo praticamente na cara do velhinho. Ele me segurou pela cintura forçando meu corpo para que minha buceta encontrasse sua vara.
_ Senta logo no colinho do Papai Noel, senão não vai ganhar presente!
De costas para o Noel, segurei no pau dele para que deslizasse gostoso dentro de mim. Mas antes, uma esfregadinha básica por toda minha vulva. Junto dela um gemido gostoso e forte:

_ Aaaaaahhhhh, filha da puta, enfia logo!
_ Calma Papai Noel tarado, sente como minha buceta está molhada. Esfrega seu pauzão nela.
_ Ahhhh, que deliciosa! Enfia, quero sentir seu buraquinho quente.

Os braços da cadeira favoreciam a posição. Com as duas mãos apoiadas neles, pude descer lentamente, preenchendo toda minha buceta com o pau do Noel. É uma delicia interromper o movimento com ele lá dentro. Sentir o macho te possuindo por completo. E assim fiz por uns instantes. Logo depois, comecei a subir e descer em movimentos suaves e constantes.

_ Isso, que delícia, você é uma gostosa da porra.
_ Tá gostando da visão, Noel?
_ Meu pau arrombando sua buceta é lindo de se ver, tesão do caralho!
_ Uhhhh, isso, que vadia! Vem cá!

Noel agarrou meu peitos e me puxou para seu encontro.

_ Coloca os pés aqui na poltrona.

Com as mãos, uma de cada vez, arrancou os meus saltos, me abraçou forte e começou a controlar os movimentos. Nos ajeitamos de modo a ficarmos confortáveis naquela posição. Agora era ele quem levantava e abaixava os quadris, comigo em seu colo. Meu rosto estava colado com o dele. Queria beijá-lo, mas a barba postiça atrapalhava. Ele já estava louco de tesão. Me segurava com uma das mãos e com a outra, começou a me tocar sem interromper as estocadas, cada vez mais frenéticas e intensas.

_ Assim é golpe baixo, vai me fazer gozar seu velho filho da puta!
_ Eu sei que vou! Goza com meu pau ai dentro, vai!
_ Então soca gostoso, vaaaaai, isso!

Quanta desenvoltura desse Papai Noel, puta que o pariu! Como fodia gostoso. E sabia muito como fazer uma mulher chegar ao orgasmo.
_ Aí, tá vindo, tá vindo, não pára, por favor!
_ Ahhh, ahhh, hummm, AAAAHHHHHHHH!

Gozei e melei o pau todo daquele homem gostoso, como à muito tempo não acontecia. E a adrenalina de trepar às escondidas, num lugar repleto de gente, na sala do seu chefe, tornava aquele momento ainda mais incrível e único.
As pernas já não respondiam direito, mas eu ainda queria receber toda a porra daquela vara gostosa. Saí de cima dele e sentei novamente, desta vez de frente. Com ambos os joelhos apoiados na cadeira. Assim o domínio é todo meu. Faço qualquer homem gozar, na hora que eu quiser.

_Pega na minha bunda Noel, seu presente vai chegar já!
_ Rebola esse rabo gostoso que eu quero te encher de porra!

Ele segurou firme e abochanhou meus peitos. A barba atrapalhava bastante mas sua língua os deixou eriçados rapidamente.

Movimentos intensos, alternando os quadris, de cima para baixo, para frente e para trás, sucessivamente. Era hora de Noel gozar.

_ Onde quer minha porra, não vou engravidar a mulher do corninho.
_ Vem, aqui na meu rostinho…

Me levantei rápido e fiquei de joelhos no chão, em frente à ele. Não deu tempo nem de uma última mamada. Os jatos vieram com força, melando toda minha face. Então ele se levantou e começou a passar a pica pelo meu rosto. Espalhando toda sua gala quente.

_ Ahhh, hummm, chupa piranha, suga tudo o que sobrou ai dentro! Ahhh, como é bom!

Deitamos abraçados no chão, pois precisávamos descansar uns instantes, quando então lembrei da festa que acontecia lá fora.

_ Pura que pariu amor, vista as roupas, precisamos voltar.
_ Já? Tá bem… Obrigado por me convidar para ser Papai Noel na sua empresa, Liz. Não vou esquecer jamais desta tarde.
_ Obrigada amor, pelo menos você tirou essa fantasia do armário mais uma vez! Ei… espera! Papai Noel, faltou a foto! Meu Deus!!!
_ Vai, pega o celular e senta aqui no meu colo.

Tirei o celular da bolsa, coloquei no modo “selfie” e então, finalmente, pude realizar meu sonho. Completamente, nua, com o rosto todo melado, abraçada com melhor Papai Noel do mundo, com o meu Papai Noel. Aquele que me ajuda a realizar todos os meus sonhos, todos os dias. Click! Uma foto pra guardar pra sempre! E a sete chaves!!!

O Natal já passou mas desejamos a todos nossos leitores, um 2018 repleto de saúde, tesão, felicidade, orgasmos, fantasias e muitos sonhos realizados!

@digoeliz

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