Macho dominado – capítulo 5

É incrível o poder que Rodrigo tem de me transformar numa vagabunda. Ele sabe colocar as palavras, os gestos e as atitudes na hora certa, e aflorar o tesão que existe dentro de mim. Antes eu era só uma jovem presa em meus valores, nas crenças religiosas impostas pela minha família e cheia de desejos presos na garganta. Agora eu sou uma puta, a puta do meu noivo. Estou livre e sou muito mais feliz.

Digo parou em minha frente e começou a massagear sua pica deliciosa, delicadamente, bem perto ao meu rosto. Eu ainda sentia, percorrendo meu corpo, os efeitos do orgasmo que acabava de ter. E percebi os cliques da câmera de Denise por trás de mim. 

A vara do meu noivo já estava duríssima. Ali, tão pertinho, era impossível não querer ela dentro da minha boca. Então comecei lambendo ela devagar, pela glande. E fiz ele gemer baixinho.

Isso, que tesão, Liz. Chupa e olha pra mim! Continua passando a língua nele devagarinho, disse Denise. (click, click!)

Afastei a mão de Digo e eu mesma passei a massagear seu cacete duro. Percebia que ele me olhava sempre, acompanhando cada movimento meu, cheio de orgulho, pela noivinha pervertida que ele tinha.

_ Caralho, boca gostosa amor.

_ Não vai haver no mundo pica mais gostosa que a sua, Digo.

_ É? Então chupa, ela é toda sua!

Toda mulher tem a obrigação de saber deixar seu companheiro louco durante o sexo oral. Tem que executar os movimentos em cada região do pênis e acompanhar a reação dele. Assim ela vai descobrindo onde é que seu homem sente mais prazer, para levá-lo ao êxtase, sempre. Rodrigo, por exemplo, vai ao “paraíso” quando lambo e beijo suas bolas. Antes, é claro, percorro com a língua a extensão toda do pau e, depois dou dedicação especial lá embaixo. Mas desta vez fiz um pouquinho diferente…

Denise circulava por nós o tempo todo. Sorria de satisfação. Talvez por também ser A primeira experiência dela fotografando algo tão erótico. Minha dedicação era total nos testículos de Digo. A mão direita segurava seu pau para cima. Ele tremia e pressionava, com as mãos, minha cabeça ao seu encontro. Foi então que passei a mão oesquerda por baixo de suas pernas, e sem deixar que ele interrompesse, coloquei a ponta do dedo médio no seu ânus. Como uma menina arteira, parei de chupa-lo só para observar sua reação. Senti suas nádegas travarem seguido de um gemido alto.

_ Aaaaahhhhh!

Confesso que fiquei com um pouco de medo de como ele iria reagir. De, talvez, quebrar o clima gostoso que havíamos criado e prejudicar as fotos. Mas não tirei o dedo. Pelo contrário, pressionei um pouco mais. Ele me olhou, agarrou meus cabelos e relaxou.

_ Quer que eu tire?

_ Não. Mas pare por ai.

Denise estava ao nosso lado, mas, por um momento, não ouvi mais os cliques da câmera. Acho que ela ficou tão interessada na reação de Rodrigo quanto eu. Então voltei a mamar suas bolas, mas agora massageando cuidadosamente seu esfincter. O dedo ia entrando sempre um pouquinho mais. Então tirava e colocava novamente, sempre com a língua e a outra mão completando o serviço. 

_ Caralho, que sensação deliciosa Liz, ah, ah! Mama gostoso, vadia! Eu quero gozar!

Naquela noite, aprendi a deixar um macho totalmente entregue a mim. Ali, com a boca no seu pau e o dedo no seu cu, poderia fazer Rodrigo gozar na hora que eu quisesse. Mas Denise queria mais. E minha buceta também.

_ Troca de lugar com ela, Rodrigo.

Não parei de chupar. Apenas tirei o dedo que o preenchia e voltei a me dedicar à cabeça do pau dele. Sai da cadeira, me ajoelhei e continuei. Aos poucos, Rodrigo foi tomando o meu lugar, se controlando ao máximo, para não me lambuzar com sua porra quente.

_ Faz um rabo de cavalo nela e puxa para cima. Mostra pra câmera a boca dela no seu pau. (Click, click!). Pronto, eu já estava transformada em uma atriz pornô e meu parceiro de cena recebia ordem da diretora para valorizar meu melhor perfil para as lentes.

_ Levanta, Liz  e fica de costas pra ele. Mexe esses quadris gata! (click, click!)

Me entreguei à música novamente. Meu corpo voltou a balançar para um lado e para o outro. Rodrigo a se masturbar.

_ Senta no meu pau, gata, ele disse.

_ Faz o que ele tá mandando, completou Denise.

Fui me abaixando devagarinho e ao ritmo da música, apoiei as duas mãos nos braços da cadeira. Senti a pica de Digo roçando minha vagina. Eu estava no controle e fui descendo devagar, até ela me preencher toda. Continuei rebolando por um instante, subindo e descendo. Mas Rodrigo não aguentava mais. Me agarrou pela cintura e me puxou para junto do seu corpo. Então abri as pernas e apoiei os pés sobre suas coxas, próximo ao joelho. Naquela posição não conseguia fazer muito. Mas ele sim. Começou a socar a pica na minha buceta como um animal feroz.

_ Vagabunda, toma minha vara! Ah, Ah, Ah!

Os dedos de Denise pareciam ter perdido o controle no botão da câmera. Os cliques tornaram-se ininterruptos. 

_ Isso, porra, soca nessa vadia, dizia ela.

_ Vem amor, goza entro de mim! Pau gostoso do caralho!

Era tudo que ele queria ouvir. 

_ Ahhhhhhhh, ahhhhhhhhh, ahhhhhhhh! 

Ele explodiu como eu nunca havia visto antes. Senti seu esperma quente invadir meu corpo. Se contorcia como se estivesse levando um choque de 220 volts. Gemia alto a cada jato de porra que deixava dentro de mim. 

_ Isso, isso, maravilha, ouvi Denise dizer.

Apoiei a nuca no peito de Rodrigo, ergui a cabeça e nossa bocas se encontraram num beijo delicioso, enquanto ele me penetrava, agora em movimentos mais lentos. 

_ Clap, clap, clap! Não vejo a hora de revelar essas fotos meus queridos, disse Denise, batendo palmas e sorrrindo.

Retribuimos as palmas com uma gargalhada gostosa. Nos olhamos novamente, e nos beijamos.

Nossos corpos suados quando se encontram, não querem se desgrudar. Não importa a situação, jamais será apenas sexo. Sempre fazemos amor. Seja a dois, românticos, em nossa cama; seja de maneira pervertida, com a cabeça em outras pessoas, fodendo com outras pessoas. Mas somos unidos pelo coração, pela alma. Então sempre será amor.

(Continua…)