Entrega – capítulo 4

_ Vamos fazer diferente. Fique em pé, de costas para mim. Apoie as mãos no encosto da cadeira.
_ Assim?
_ Isso. Que bunda linda você tem…
_ Pare, Denise, respondi sorrindo.
_ Tá bem, tá bem!

_ Então faça o seguinte. Feche os olhos. E pense em algo que te de muito tesão.
_ Meu Deus, não faço ideia.
Então percebo Rodrigo entrando no quarto.

_ Pense em André, amor. Pense nele tomando banho lá em casa. Pense em vocês dois no chuveiro.
_ André me deu tesão, muito…

Uma música ao estilo lounge com uma certa “pegada” indiana, começou a tocar vindo do notebook. E os clicks recomeçaram. Meus pensamentos voltaram no tempo. E lá estava André, comigo embaixo do chuveiro do quarto de hóspedes. Minha cintura começou a balançar, para um lado e para o outro, ao ritmo da melodia.

_ O que fizeram no chuveiro Liz? Denise provocou. (Click!)

_ Nos pegamos muito. Ele beija bem. Boca gostosa… Hum… Bati uma punheta gostosa pra ele.

Ouvi Denise dizer:

_ Abaixa o corpo gata e empina essa bunda. Não pára. (Click! Click!)

Só obedeci, sem tirar os pensamentos de André. E então, foi a vez de Rodrigo perguntar:

_ E o que mais, amor? Você deu sua buceta pra ele?
_ Não amor, mas ele tentou. Esfregou o pau pelo meu corpo todo. Apertou minha bunda. Me comeu com os dedos. Colocou o dedinho no meu cu.

_ Nossa, já estou de pau duro aqui. O que mais? (Click! Click!)
_ Mamou muito em meus seios. (Click!) Mordiscou meus bicos. Me ensaboou todinha, lentamente. Ele me pegou como você nunca fez.
_ É você mamou no pau daquele filho da puta?
_ Eu quis, mas naquela hora não aconteceu. (Click! Click!)
_ Deixa eu olhar você, Liz, Denise intercedeu.

Me virei em direção à eles. Já sentia minha buceta úmida. Naturalmente minhas pernas se abriram, como Denise anteriormente desejava.

_ Isso gata, você é divina! (click, click)

Meus dedos passaram a tocar todas as partes da minha buceta. Me contorcia e gemia baixinho, lembrando de André. Meu dedo médio naquela hora, na minha fantasia, se transformava na sua língua saboreando meu clitóris, percorrendo meus grandes, pequenos lábios. O polegar e o indicador da outra mão eram seus dentes, mordendo o bico do meu seio. (Click!)

_ Sente na cadeira, Liz.

Sentei, e olhei para baixo e vi meu corpo sob a luz dos holofotes. E então encontrei uma Liz que eu nunca havia reparado. Pude perceber detalhes de mim que antes passavam desapercebido. Eu estava linda, sentindo-me poderosa, decidida, dona de mim mesma, do meu próprio nariz, do meu destino. A responsável única pela minha própria felicidade. Nua, na mira das lentes de uma fotógrafa, percebi, então, que conseguia olhar claramente pra dentro de mim. Denise acabara não só de me despir por fora. Mas também por dentro. Por inteiro.
(Click! Click!)

_ Rodrigo, venha me ajudar. Tire sua camisa e seus sapatos. Ele vestia uma calca jeans, camisa e sapatos sociais.
_ Eu modelo? Não, por favor!

_ Venha logo, olhe pra sua mulher, cara, ela está ardendo de tesão. Você tem que foder ela, ou vai foder com nossas fotos!!!

Pensei: “Lá vem o coleguinha da classe, que adorava tomar bronca da professora exigente, pra perto de mim” (rsrsrs).

_ Quero você em pé, atrás dela, ordenou Denise.

Senti as mãos de Rodrigo acariciando meus ombros e meu pescoço.

_ Você está linda, Liz! Amo olhar pra você…

Queimando em fogo, tratei logo de cortar o romantismo dele.

_ Ama? Do mesmo jeito que amou ver André me comendo?
_ Sim, foi perfeito. Fiquei louco quando ele te pegou de quatro. Sente a língua dele na sua buceta amor. Chupando você todinha.
_ Aí, vem André, macho gostoso! Ahhh! Hummm!

Já estava completamente fora de mim. Já nem lembrava quem era Denise, muito menos Rodrigo.
Comecei a acelerar os movimentos dos dedos na minha xaninha encharcada. Rodrigo acariciava meus seios, apertava com cuidado os bicos, mordiscava minha orelha e tratava de lembrar lances da transa com André. De como ele me penetrou gostoso, depois de me chupar. Da cavalgada que dei na pica do nosso amigo, fazendo ele explodir de tesão. Não dava mais para parar. No vai e vem frenético dos meus dedos, o gozo veio. Forte, intenso. Como um choque de 2000 voltz.

Ahhhhhhhhhhhhhhh, puta que pariu, aaaaaaaaaahhhhhhhh!

Rodrigo teve que segurar a cadeira para eu não cair para o lado, tamanho o êxtase. Aos poucos, lentamente, comecei a reconhecer os cliques vindos da máquina de Denise. Rodrigo se posicionou ao meu lado, se abaixou e me deu beijo ardente na boca. Enquanto me beijava, segurei o pau dele, duríssimo, por fora da calça e comecei a massageá-lo. Sem tirar os lábios da minha boca, ele desabotoou a calça e a desceu um pouco, revelando à nossa amiga fotógrafa seu pau lindo e grande. Nossas bocas se desencontraram. Puxei Rodrigo contra mim, segurando em sua bunda.
_ Olha pra mim, filho da puta! Olha pra sua cadela. Toca uma punheta na minha cara!

(continua…)

As fotos que ilustram o capítulo pertencem e foram enviadas gentilmente pelo Casal 2.7.
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