A visita – capítulo 1

Início de mais uma noite de verão em Alagoas. Aqui, quase todos os dias, o calor é intenso e sugestivo. Sugere praia, mar, sol, roupas curtas e coladas… e sexo. Pelo menos pra mim.

Ah, muito prazer meu nome é Liz, sou noiva de um cara maravilhoso chamado Rodrigo. Maravilhoso porque até conhecê-lo, minha vida sexual era uma monotonia. Não que meus ex namorados não gostassem de sexo, não é isso. Mas faziam o sexo “água com açucar”, aquele básico, suficiente, sabe? De todos eles, o primeiro foi um pouco melhor. Talvez justo por ser o primeiro e aquilo tudo ser uma grande novidade, tanto pra mim quando pra ele. Sabia como me pegar e me deixar molhada. Mas com Rodrigo é diferente. Juntos levamos o sexo a um outro patamar. Estamos juntos a pouco tempo mas nos conhecemos perfeitamente. Sabemos como direcionar o outro a lugares inimagináveis na cama, ou fora dela. Ele me entende, me dá segurança para sentir e viver o que eu quiser. E uma escorpiana como eu quer muito. E quanto mais me fizer gozar, melhor fica.

Rodrigo estava recebendo em casa um amigo de fora, André, que chegou à cidade para acompanhar uma feira de franquias que estava acontecendo no Centro de Convenções. Naquela noite de sexta, André avisou que chegaria tarde, pois ao sair do último dia de congresso e palestras, iria confraternizar com os colegas em algum bar da cidade. Mas no dia seguinte, sairíamos juntos para aproveitar um pouco a companhia e apresentar-lhe um alguns pontos turísticos da cidade, sua orla, suas praias e atrativos maravilhosos. Durante a semana, devido aos compromissos normais de trabalho e família, não conseguíamos nos encontrar.

Resolvemos então aproveitar a noite em casa. Para tanto, compramos umas cervejas e uma comidinha japonesa, torcendo para que a TV à cabo transmitisse algum filme interessante. E assim aconteceu. Fizemos um jantar a dois, regado a um bom papo (adoramos conversar, trocar experiencias e relatar nosso dia). Logo depois, nos acomodamos no sofá e começamos a assistir o filme. Um drama, com umas pegadas sensuais, bem chatinho. Mas a cerveja ia nos deixando animados.

Rodrigo é um cara que sempre priorizou bom sexo, cheio de tesão e safadezas. Não demorou muito para ele começar a me beijar e tocar meu corpo. Ele vestia apenas uma bermuda. Eu estava com um shorts curto e uma camiseta folgada. A intensidade dos nossos beijos aumentava a cada cena do filme. Eu arrepiava a cada toque dos lábios dele no meu pescoço, e de seus dedos ágeis e carinhosos acariciando minha coxa.

É claro que logo o filme já não era mais interessante para nós. Rodrigo queria mais era brincar em meus seios, por dentro da minha camiseta, tentando tirá-la à todo instante. Fiquei preocupada, pois sabia que o amigo dele poderia chegar a qualquer momento, e mal o conhecia.

_ Não se preocupe amor, ele não vai vir agora, ligou dizendo que vai sair com o pessoal do congresso.

Pensei: bem, se ele chegar conseguiremos disfarçar, pois a campainha vai tocar, teremos que abrir a porta e tal. Então relaxei e resolvi curtir aquele momento especial.

Ainda sentada no sofá, tive a camiseta tirada pelo meu noivo, que logo comecou a beijar meus seios, modéstia a parte, muito bonitos e empinados. Adoro ser beijada ali, a sensibilidade é muito grande e não demorei muito para ficar toda molhada. Como ele sabe muito bem que isso acontece rápido, enquanto lambia carinhosamente meus bicos, desabotoou meu short e delicadamente comecou a me tocar por dentro da calcinha. Parou por um instante e me olhou com ar de satisfação:

_ Esta molhada, do jeitinho que eu gosto.

_ Sim, respondi gemendo baixinho.

Não se contentando, desceu todo o meu short e viu uma calcinha branca, tão encharcada que já era possível ver o que ela escondia. Não perdeu tempo e começou a beijar minha buceta, por cima da calcinha, me deixando louca.

Quando isso acontece, quero sentir logo o pau dele dentro de mim. Ordenei que ele sentasse no sofá e retirei a bermuda e a cueca samba canção que ele usava, deixando à minha vista aquele pau enorme e duro que eu tanto amo.

Me excita demais masturbá-lo. Por isso, me ajoelhei no tapete, com uma das mãos acariciando minha buceta e com a outra ora masturbando, ora chupando a pica e as bolas dele, que neste momento já estava latejando de excitação.

Rodrigo estava descontrolado, se contorcia como nunca e senti que se prolongasse um pouco mais o boquete faria-o gozar. Então parei e sentei no seu colo, na intenção e provocá-lo ainda mais, e sentir aquela vara enorme roçando minha calcinha. Ele me agarrava pela cintura, beijava minha boca, meus seios, me chamava de puta, vagabunda (eu adoro!) e dizia que me amava como nunca amou outra mulher na vida.

556c50efaad9f0cf89a6580e1ad7338a.mp4-preview-14Ficamos neste sarro por uns instantes, mas estava louca pra ter aquele pau dentro de mim. Afastei finalmente a calcinha e sentei devagar nele. Os movimentos, no início, eram bem lentos e gostosos, daqueles que nos fazem sentir o membro do cara nos preenchendo toda. Aos poucos, eles começaram a acelerar. Rodrigo, enquanto me penetrava, me beijava na boca com vontade e segurava minha bunda, na tentativa de controlar meus movimentos e, consequentemente, sua gozada. Nada mais nos importava, apenas viver e aproveitar mais uma trepada maravilhosa.

De repente, a porta da sala se abre… Num movimento institivo, pulei de cima de Rodrigo e tentei pegar, ao chão, a camiseta que vestia, na tentativa de cobrir algo em meu corpo. Tudo em vão. Como ainda estava de calcinha, me encolhi no sofá e cobri os seios com os braços, cheia de vergonha. André, pego de surpresa, não sabia como reagir. Ficamos os três estáticos, um olhando para o outro.

_ Gente, me desculpem, não imaginava que estavam aqui.

_ Nem nós, que ia chegar tão cedo, respondeu Rodrigo, sentado no sofá e completamente nú.

_ O pessoal desistiu de sair para confraternizar, então resolvi vir pra cá pra saber o que estavam fazendo, e que quem sabe, sairmos pra comer algo e papear.

_ Que pena, eu disse, ainda trêmula. Comemos agora pouco.

_ Ah, então não se preocupem, afinal não avisei. Vou tomar um banho e comer alguma coisa no quarto.

E se retirou.

Olhei para Rodrigo e começamos a rir da situação, ainda assustados. Enquanto nos recompúnhamos e colocávamos as roupas, ele explicou que havia deixado uma cópia da chave com André para que ficasse mais à vontade e não se preocupasse com horários. Maluco, como ele faz isso comigo??!!

Dei um beijo gostoso nele e completei:

_ Vou ao banheiro, mais tarde a gente termina isso lá no quarto. (continua…)