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Fizemos um perfilzinho no Instagram (@casalcuidadoso) para postarmos algumas fotos que de vez em quando gostamos de fazer. As mais gostosas – algumas exclusivas – pretendemos postar por aqui também. Por segurança, nosso perfil é privado e só adicionamos perfis de casais reais, certo? Mas abriremos um espaço para quem for nosso leitor aqui também. Para isso, é necessário que você mande um direct pra nós lá, comentando um pouco sobre o que achou do nosso blog. E não fique triste se por algum motivo não liberarmos o seu acesso, certo? Aqui, o espaço é livre!

Beijos e abraços,
Liz e Digo

Milena, Roberto e Christian – capítulo 8

_ Apartamento 1001, por favor! Eles nos aguardam.

_ Boa noite, como se chamam?

_Rodrigo e Liz.

_ Só um minuto, por favor.

_ Podem subir, o senhor Roberto e a sra. Milena os aguardam. O 1001 fica na cobertura. Só tem ele.

_Obrigado!

Estávamos muito, mas muito nervosos. Não tínhamos ideia do que e de quem íamos encontrar la em cima.

Enquanto o elevador descia….

_ Você está bem amor? Está certo que quer fazer isso?

_ Sim! Estamos juntos e é o que importa. Aproveite a sua noite meu amor.

Então nos beijamos.

_ Para, vai tirar meu batom!

Entramos no elevador e para nossa surpresa quando ele abriu, segundos depois, estávamos praticamente dentro do apartamento. Avistamos de imediato uma grande sala de estar e lá ao fundo a área onde, aparentemente, ficava a piscina e a uma churrasqueira.

_ Sejam bem vindos! Que bom que aceitaram nosso convite!

Este era Roberto, que veio nos recepcionar. Sua fisionomia no inicio não me pareceu estranha. E não demorou muito para lembrarmos que ele era um ex jogador de futebol local, que chegou a jogar em times grandes do eixo Rio-São Paulo na década de 90.

_ Não sejam tímidos, venham conhecer nosso apartamento. Não vou negar que é grande mas habitado por pessoas muito simples a amorosas!

Roberto já era um homem grisalho, alto, de pele morena e uma barriga saliente. Pernas grossas, resultado de anos jogando futebol. Nos pulsos, um relógio e um pulseira, ambos dourados, e que deviam valer uma nota preta! Definitivamente um homem que jamais faria o meu tipo. Fiquei um pouco frustrada no início, afinal se algo fosse rolar naquela noite, que fosse com um gato sarado, como meu Rodrigo.

Roberto fez questão de nos mostrar todos os cômodos do apartamento e aproveitou para nos contar um pouco da sua vida e de como conquistou tudo aquilo. E aos poucos foi nos deixando muito à vontade, colocando para fora toda sua simpatia.

Voltamos para a sala. Roberto abriu então uma garrafa de whiski.

_ Esta esperava por você, eh… como se chama?

Incrivel já estávamos ali há uns 15 minutos e não havíamos dito ainda nossos nomes.

_ Rodrigo, kkk muito prazer Roberto, esta é Liz minha noiva, quase esposa.

Preenchendo o copo de Rodrigo, Roberto respondeu:

_ E aquele amigo que você fez gozar com tanta maestria semana passada Liz, como é o nome dele?

Que audácia! Como ele pôde fazer aquilo comigo? Meu desejo era que se abrisse um buraco no chão do apartamento para eu enfiar a cabeça!

Rodrigo sentiu o mesmo, mas sua reação foi dar uma gargalhada intensa…

_ André é o nome dele, Roberto. Meu amigo sortudo.

_ Ele tem muita sorte mesmo. Liz, você é ainda mais encantadora pessoalmente. E vou te revelar um segredo. Me fez gozar muito gostoso aquela noite.

Pronto, agora eu não sei o que faço mesmo. Quero ir voando pra casa! E pela varanda mesmo!

_ E sua esposa onde está? Queremos conhece-la, disparou Rodrigo.

_ Ah, sim venham conhecer nossa área de lazer! Milena esta lá ansiosa para conhecê-los.

Atravessamos a sala e chegamos à enorme varanda. Lá uma piscina imensa e iluminada por dentro nos aguardava. Ao lado uma mesa já pronta para nosso jantar. E ao fundo uma cozinha gourmet fantástica com tudo o que se tinha direito.

E lá estava Milena, para nossa absoluta surpresa, aos beijos com outro cara. Um homem alto, másculo e muito bonito. Sem duvidas a situação mais estranha a qual ja havíamos presenciado.

_Milena, Chistian, venham cumprimentar nossos convidados.

Rodrigo ja estava muito á vontade e animado. Milena era uma coroa linda, com um corpo escultural, moldado na academia.

_ Olá meus queridos, sejam bem vindos. Primeiro veio até mim. E nao perdeu a oportinidade de me dar um selinho. Foi então até Rodrigo. E repetiu a atitide, mas desta vez um pouco mais demorada.

_ Este é Chris, nosso grande amigo e um super chef de cozinha. Foi ele quem preparou o jantar maravilhoso que nos espera.

Senti ciúmes, afinal era a primeira vez que via Rodrigo beijar uma mulher. E a coisa agora começava a fazer sentido. Um ex jogador de futebol que adora diversão, ama olhar os outros em momentos íntimos e gosta de ver a esposa com outro. Provavelmente deve sofrer de problemas eréteis ou de ejaculação precoce e não consegue satisfazer a esposa…

Milena estava muito provocante. Vestia apenas um micro short branco e a parte de cima de um biquini. Os cabelos amarrados e sem qualquer penteado revelavam que ela deva ter passado o dia na piscina. Cristian, o chef de cozinha, uma sunga e um avental de cozinheiro por cima. Não tive como não me imaginar grudada naquele corpo. Espero que Milena deixe um pouquinho dele pra mim hoje.

_ Por favor, sentem-se, vocês estão em casa, disparou Roberto.

Sentamos os quatro na mesa redonda que estava ao lado da piscina. Entrada, prato principal, sobremesa, bebida. Um papo maravilhoso e divertido que realmente nos deixou muito à vontade. Naquela altura do campeonato já se passavam das 11 da noite.

Roberto então pediu licença e levantou-se.

_Vou trocar este dvd e já volto. Colocou então uma música suave e comandou pelo celular as luzes da sala e da varanda para que o clima ficasse ainda mais excitante.

Cristian cumpria seu papel de chef muito bem. A cada prato que nos servia revelava o que era e como era feito. Servia champanhe a Milena sempre. Mas não bebia conosco. Roberto voltou para a área da piscina e puxou Milena para dançar.

Foi quando Rodrigo me chamou. Ele estava em pé, olhando virado para o parapeito.

_ Olhe lá nosso apartamento. Com certeza era daqui que nos olhavam. Com as luzes apagadas realmente era muito difícil que pudéssemos descobrir quem eram nossos apreciadores.

_ É verdade amor, respondi.

_ Você esta bem? Ele pergunta.

_ Sim muito, não me arrependi nem um pouco de ter vindo.

_ Eu também não. Você confia em mim?

_ Muito, você sabe disso.

_ Entao vamos nos divertir.

Rodrigo me abracou por trás e ali mesmo, olhando para nosso prédio, começamos a também nos embalar ao ritmo da música. Por uns instantes, esquecemos que éramos convidados de outras pessoas.

Quando nos viramos uma surpresa. Milena já nua, banhava-se na piscina. As luzes baixas deixavam a mostra apenas a silhueta do seu corpo lindo.

_ Liz, Rodrigo venham, a água esta ótima, disse ela.

Rodrigo então me olhou como se estivesse me pedindo autorização.

_ Vá, vou ficar apreciando vocês daqui de fora.

Rodrigo então sacou as roupas e se atirou na água. E não foi sozinho. Christian também voltou da cozinha completamente nu e sentou a beira da piscina, próximo a Milena.

Que corpo! Nunca vi um macho tão gostoso assim como ele.

Milena então, de dentro da água, se apoiou nas coxas de Christian e abocanhou seu pênis. Quanto mais duro ficava mais lindo ele se mostrava. De tamanho normal, como o de Rodrigo, mas com aquelas veias grossas que me deixaram com muito, mas muito tesão. Eu não sairia dali sem prová-lo. Com toda certeza.

(continua…)

Vizinhos – capítulo 7

As noites se passaram e nem sinal de nossa plateia, ou melhor, de nossos vizinhos voyeurs. Numa delas até arriscamos transar novamente na sala com as cortinas um pouco abertas para tentar descobrir de onde eles nos observavam. Em frente ao nosso prédio há outros dois e como moramos no oitavo e penúltimo andar concluímos que só nos andares superiores é que poderiam nos avistar.

Mas as tentativas ao longo dos dias foram em vão. Nenhum sinal dos tais “Mile e Rob”.

Na quinta, a surpresa. Ao chegar em casa, Rodrigo recebe do porteiro um novo envelope. Entusiasmado e já sabendo a origem do remetente ele abriu sem pensar duas vezes.

“_ Vocês são nossos convidados para um jantar inesquecível sábado a noite. Edificio Ontário, bem aí na frente, apartamento 1001. beijos Mile e Rob”.

_ Amor, e ai, vamos?

_ Meu coração subiu até a garganta. O que esse casal queria de nós, numa “noite inesquecível”? Uma sessão de exibicionismo gratuíta pra eles? Uma suruba? E se eles forem feios, meu Deus? Como vamos sair de lá?

O misto de curiosidade e medo tornaram da nossa semana uma tormenta – no bom sentido da palavra. Os minutos ora pareciam segundos ora pareciam horas. Uma dúvida enorme pairava sobre nossas cabeças.

Na sexta, estava no trabalho, com dificuldade para me concentrar. E comecei a imaginar as coisas que poderiam acontecer naquele encontro. Fantasiava tentando imaginar seus corpos. E nessa hora, a imaginação só traz imagens que beiram a perfeição. Aquilo que representa a fantasia ideal. No meu caso corpos gostosos, sarados, paus grandes e rijos.

Fiquei super excitada.

Ora, por que não? Estamos na frente de casa, que mal pode acontecer conosco?

Enviei um whats para Rodrigo na mesma hora.

_Amor vamos, estou muito excitada pra recusar esse convite.

_Tem certeza amor?

_Absoluta.

_ Ok! Vamos sim, também iria propor isso a você. Coloque seu vestido mais sexy. Quero que babem na mulher linda gostosa que eu tenho.

_ Você é um safado, completei.

Chegamos em casa quase no mesmo horário naquele final de tarde. Fizemos um lanche, Rodrigo colocou uma música gostosa na sala e começamos a nos arrumar. Ele foi para o banho enquanto eu escolhia a langerie e a roupa perfeita para o momento que estava por vir.

Entrei no banheiro e vi Rodrigo com o pênis totalmente ereto. Ele também estava excitado com toda aquela situação. Meu corpo acendeu na hora. Tirei a calcinha branca que vestia. Ele estava de costas. Entrei no box e o surpreendi abracando o por trás e colocando as duas mãos no seu pau gostoso. Ele tomou um susto. Estava mesmo com a cabeça em outro lugar.

_ Fantasiando muito meu querido?

_ Pare amor, não agora, quero guardar tudo para mais tarde.

_ Que safadoooo! Só vou te obedecer porque é isso que eu quero também, viu?

Ele então saiu do chuveiro e deixou-o todinho pra mim.

_ Nao demore Liz, já já temos que ir. Não é bom nos atrasarmos no primeiro encontro, kkkk!

_ Não demoro amor, prometo.

Roupas, maquiagem, perfumes. Era chegada a hora.

Entramos no elevador e nos demos as mãos. Ambas suavam muito. O nervosismo era aparente. Nenhuma palavra. Só olhares e sorrisos tensos.

Ao passarmos pela portaria, o cumprimento do seu Jurandir, o porteiro.

_ Boa noite seu Rodrigo, dona Liz. Estão aguardando táxi?

_ Bbbbboa noite Jurandir. Não, vamos aqui em frente mesmo.

_ Oxe, fazer o que?

Silêncio.

_ Vocês estão bem? Perguntou o porteiro.

_ Ssssim Jurandir, ótimos! Acontece que descobrimos que temos amigos que não viamos há muito tempo morando ai em frente. Vamos visita-los, respondi prontamente.

_ Ah sim, boa diversão então!

_ Teremos seu Jurandir, teremos!!

Nos olhamos e rimos. Atravessamos a rua e nos apresentamos na portaria do prédio em frente.

(continua…)

A carta – capítulo 6

Iniciamos a semana com a certeza de que nossa vida sexual havia mudado completamente. Mas aquilo tudo acabou despertando em mim algumas curiosidades sobre Rodrigo. E, definitivamente, achei que era hora de entendê-lo um pouco mais. Puxei assunto, durante nosso café da manhã.

_ Sabe, fiquei impressionada como curtiu me ver com outro homem, ainda mais sendo um grande amigo seu. Como conseguiu encarar isso com tanta tranquilidade? Já havia feito algo assim antes?

Rodrigo ficou imóvel durante alguns segundos, olhando para o nada, com a de café na mão.

_ Sabe amor, sexo pra mim é algo além do que a maioria das pessoas imagina. A Internet sempre me deu acesso e me ajudou a entender certas coisas que passavam na minha cabeça, desde jovem. Então descobri que haviam outras pessoas que também viam o sexo de uma forma fora do convencional. E elas experimentavam. E relatavam suas aventuras em blogs e sites pessoais. Até que um dia tudo aquilo saiu da minha fantasia. Vivi algumas coisas interessantes ao longo destes anos. Poucas, mas situações bem gostosas. Situações estas que adoraria conversar com você. Mas não agora pois estamos atrasados, né? Completou ele, sorrindo.

_ Certo vamos conversar mais sobre isso, quero muito saber, concluí.
_ Ok, meu amor, vou nessa. Ah, o porteiro ligou dizendo que tinha uma carta pra nós lá embaixo. Você pega antes de sair?
_ Claro, amor. Bom trabalho, até mais tarde.
_ Amo você, vai ser difícil ficar concentrado em contratos hoje! Sorriu ele, sarcástico.

Me deu um beijo gostoso e saiu.

Terminei de me maquiar, calcei os sapatos e desci. Chegando na garagem, lembrei do envelope que estava na portaria, mas como estava atrasada, optei por deixar para a volta, à noite.

Durante todo o dia, os momentos com André não saiam de minha cabeça. E da imaginação de Rodrigo também não. Era difícil me concentrar nas obrigações no escritório, e  pra piorar, a todo tempo recebia mensagens do meu gato pelo WhatsApp. Algumas carinhosas, mas a maioria muito safadas. Coisas tipo:

_Vou foder muito você hoje, amanhã, a semana toda!

Estava tão excitada que cheguei ir até o banheiro e tirar uma foto da minha buceta encharcada e enviei a ele. Não demorou muito pra ele responder:

_ André te deixou assim, amor? Nossa, quero você rebolando em outra pica grande muito em breve!

Aquele sarro virtual estava muito, mas muito bom!!!

À noite, passei na casa de meus pais e jantei com eles, como de costume todas as segundas-feiras. Lá pelas 9 horas, cheguei em casa, e enquanto estacionava, lembrei da carta que estava na portaria.

_ Boa noite seu Jurandir, esposa vai bem, Jorginho? Tem um envelope para nós ai, não?
_ Boa noite dona Liz, a senhora parece bem feliz, que coisa boa! A patroa e Jorge estão ótimos, obrigado por lembrar.
_ Tem sim. Aqui está, disse ele.

Parei por uns instantes para analisar o envelope. Apenas o número do apartamento nele.
_ Sabe quem deixou, seu Jurandir?
_ Também estranhei não ter remetente, dona Liz. O porteiro da manhã disse que a pessoa saiu do prédio em frente.
_ Ah, ok. Obrigado pelo elogio e minhas lembranças aos dois, seu Jurandir, obrigado! Respondi, já saindo.
_ Boa noite Dona. Liz.

Me dirigi ao elevador. Segurei o envelope com os lábios enquanto procurava as chaves de casa. Encontrei-as, entrei no elevador, coloquei a bolsa embaixo do braço e então abri o envelope. Nele apenas os dizeres:

“Ficamos muito excitados com a festinha ontem! beijos Mile e Rob.”

Meu coração foi parar na boca. Meu Deus! Como pode? Meu corpo tremia mais do que “vara verde”.

Ao chegar em casa, não conseguia colocar a chave no buraco da porta. Rodrigo percebendo isso, gritou pelo lado de dentro:

_ Amor, não é essa chave. É a outra, kakaka!
_ Abre essa porra, Rodrigo, por favor, gritei.

Rodrigo abriu a porta, entrei rapidamente, larguei o envelope na mão dele. Fechei as cortinas e sentei no sofá, apreensiva.

_ O que é isso, Liz? O que está acontecendo?
_ Abra, leia, respondi.

Rodrigo, abriu o envelope e após alguns segundos esboçou um sorriso, como se aquilo fosse um presente que acabara de ganhar.

_ Você tá doido? Tira esse sorriso da cara! Nos viram trepando com André ontem, não percebeu? Podem ter nos filmado, colocado na Internet, cacete!

Rodrigo lentamente abriu a cortina. Vestia apenas a calça jeans que havia usado para trabalhar. Seu tórax nú e sarado é um das partes que mais gosto em seu corpo. Apagou a luz da sala, deixando apenas o abajur ligado. Ficou de frente pra mim, se inclinou e me deu um beijo quente e demorado. Enquanto me beijava, passava uma das mãos em minha coxa e com a outra puxou minha mão direita até o volume que já aumentava em sua calça.

_ Esperei o dia todo por este momento, Liz.
_ Rodrigo, calma, estou nervosa, feche essa cortina.
_ Fechar prá que? E tirar a diversão de quem está adorando nos ver?
_ Mas… m. não deixou eu terminar de falar e enfiou a língua em minha boca, me beijando com força.

Comecei a ficar excitada com aquilo tudo, ainda mais por saber que alguém poderia estar nos olhando novamente. O pior de tudo isso era saber que estava noiva de um “doente mental” e pervertido. Mas aquilo me completava. Me preenchia, e estava me deixando cada vez mais louca e satisfeita sexualmente.

Abri o zíper da calca de Rodrigo, puxei o membro já duro dele pra fora e abocanhei-o com força. Fiquei louca pra foder o dia todo, pensando no que havia acontecido na noite anterior. E era isso que meu corpo pedia.

Que pica suculenta tem meu noivo! Chupava a cabeça dela enquanto acariciava suas bolas. Fazia minha língua percorrer toda a sua extensão. Quando voltava para a glande, Rodrigo controlava meus movimentos, empurrando minha nuca, ora para frente, ora para trás. Volta e meia ambos olhávamos para a varanda, tentando descobrir quem eram nossos voyeurs.

_ Chupa sua puta! Oh, como é bom, só você faz assim. É uma profissional!
_ Você gosta não é seu cachorro. Adorou ver eu mamando no pauzão do André ontem, não?
_ Adorei, morri de tesão! Você é minha vagabunda!
_ Então vem seu corno, fode minha buceta, quero sua porra quente dentro dela!

Larguei a pica dele e saquei minhas roupas num instante. Me ajoelhei em cima do sofá, de costas para Rodrigo, revelando a bunda que ele tanto adora, grande, redonda e lisinha.

_ Uau, você está cada dia mais linda!
_ Você é que está cada dia mais apaixonado, amor. Vem, me come, respondi, rebolando a bunda pra ele.

Rodrigo me pegou pela cintura e meteu sua vara sem dó. Sentia o poder de suas estocadas na entrada do útero. Dificilmente olhava para mim, me comia e olhava para for a, em busca de algum vulto, algum movimento. Em vão.

_ Isso meu cavalo, come sua égua sedenta! Gritava pra ele.
_ É a buceta mais gostosa que eu já comi, ele respondeu.
_ Quero comer esse seu cú.
_ Seu pau é muito grande, não entra nele. Se contente com essa buceta quente.

Aquilo serviu como uma provocação. Rodrigo então aproximou seu rosto do meu, agarrou meus cabelos, como se estivesse domando uma égua brava e começou a beijar e chupar minha nuca e minha orelha. Passou os dedos da outra mão na minha boca para que eu pudesse chupá-los. Ai, meu Deus, eu sabia no que isso ia dar. Logo eles estavam acariciando meu clitóris. Nossa, como esse maldito sabe fazer as coisas! Sabe do que eu gosto! Ahhhh!

_ Vai gozar no meu pau sua piranha, dizia ele no meu ouvido.
_ Soca seu filho da puta!!!! Soca vaaaaaai, vou gozar!!!! Ahhhhh!!!
_ Ahhhhhhh to gozando também!
_ Isso goza, quero sentir sua porra quente dentro de mim.
_ Ahhhhhhhhhhh! Ohhh! Ahhhh!

A real sensação de quem alguém nos olhava nos proporcionou um orgasmo maravilhoso. Sem tirar o pau de dentro de mim, Rodrigo me empurrou para a extensão sofá e ali ficamos na posição conchinha. Foi tão bom que adormecemos ali mesmo.

(continua…)

 

(continua…)

Orgasmos – capítulo 5

Sempre tive muita dificuldade pra gozar. E apesar de gostar muito, sabia que a chupada de André não me faria chegar lá. Nunca aconteceu durante o sexo oral. Com penetração, foram apenas duas vezes. Mesmo assim, todas estas sensações me deixam com muito tesão. Mas, no fim das contas, quem sempre me fez gozar foram os dedinhos. Os meus ou os do meu parceiro.

Só que naquela noite eu queria que fosse diferente…

Me ajeitei no sofá e coloquei a pica de André de novo na boca, a fim de prepará-la para invadir minha buceta. Segurando ele pela bunda, sugava com força aquela vara maravilhosa.

_ Vem logo, coloca a camisinha seu safado. Me come!

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Enquanto André se concentrava pra encapar o pau, virei de costas e fiquei de joelhos, de quatro no sofá, revelando minha bunda. André ajeitava a camisinha e enchia meu rabo de beijos e lambidas. Me arrepiava a cada passada de língua pela porta do meu cú. Que delícia.

André então me segurou pela cintura e encostou a cabeça da sua rola na portinha da minha vagina. Era o que Rodrigo precisava pra se aproximar novamente. Meu voyeur não queria perder aquela cena por nada. Senti minha buceta se abrindo vagarosamente. O pau de André ia preenchendo cada espaço dela. Virei a cabeça na sua direção. Quando colocou por completo, parou uns segundos como se quisesse sentir o calor dela. Olhou para mim e gemeu.

_ Hummmm!
_ Vai gato, mexe.

André me segurou pelos cabelos e começou a socar sua pica imensa.

Meus olhos procuraram Rodrigo mais uma vez. Ele estava ajoelhado ao nosso olhado, mexendo no seu pau e se deciciando com o que via. Resolveu testar minha capacidade de dominar machos. Subiu no sofá e veio para a minha frente em pé, colocando sua rola na minha boca.

_ Vai putona, chupa!

Lá estava eu, sendo devorada por dois homens gostosos e cheios de amor pra dar.  O tesão os consumia por completo, via isso em seus olhos a cada movimento. Senti que era hora de cavalgar, a posição que mais me deixa louca. Rodrigo sentou no sofá e André deitou no tapete. Desci, e sem pensar muito sentei em cima de André, manobrando sua pica até entrar toda novamente em mim.

Rodrigo voltou a se masturbar e agora era minha vez de controlar os movimentos. Quem sabe aquela atmosfera toda me faria gozar gostoso?

Brincava de foder o pau de André como uma criança brinca com um pirulito. Inevitavelmente, os movimentos de nossos corpos aceleravam.  André segurou forte na minha bunda e passou a me penetrar com força e velocidade.

E a sensação de um orgasmo único começou a chegar.

_ Ahhh, ahhhh… Não pára, por favor, não pára!!!

Rodrigo, percebendo que eu poderia gozar, sorriu pra mim e acenou com a cabeça, como se estivesse dando permissão pra aquilo. Sozinhos, dificilmente conseguiríamos. Mas naquela situação, nova, erótica e depravada, era completamente diferente.

Nossos gemidos eram altos e André continuava metendo com força. Rodrigo acompanhava os movimentos, se masturbando, como se a pica dele também estivesse dentro de mim.

_ Vem amor goza pra gente ver, enche o pau do Dé de porra, disse Rodrigo.

Aquilo soou como uma palavra mágica.

_ Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhh!

Como um verdadeiro vulcão em erupção o gozo chegou muito forte. Cerca de 20 segundos intermináveis. Quando isso acontece, a respiração pára, tudo gira e o corpo treme numa sobrecarga de 2000 volts. Único, intenso, inesquecível e perfeito.

Me virei, tirei a camisinha e abocanhei a pica do nosso amigo, oferecendo pra ele minha buceta enxarcada e “acabada” num 69 gostoso.

_ Sente a minha buceta na sua boca. Gosta dela!
_ Hummm ela é deliciosa, respondeu ele, sugando e lambendo-a por inteiro.

Rodrigo se ajoelhou e minha frente, ergueu minha cabeça e meteu a língua em minha boca.

_ Isso foi incrível, amor!

Empurrou minha cabeça em direção da rola de André e aproximou a sua. Passei a chupá-la com vontade enquanto masturbava nosso amigo. Ele gemia, se contorcia todo, e se divertia com minha buceta em seu rosto.

Não demorou para Rodrigo encher minha cara com seu sêmem quente. Um gozo forte e demorado.

E com André não foi diferente. Toda melada da porra de Rodrigo, passei a punhetá-lo e chupá-lo com rapidez. Ainda ouvia meu noivo gemendo de prazer pós orgasmo quando a porra de André invadiu minha boca. Ele segurou minha nuca com força e gozou como jamais presenciei em outro homem. Gritava de prazer, dizia palavrões e tremia muito, algo de quase um minuto.

Me virei e deitei com parte do corpo em cima de André ainda no chão, colocando a cabeça em seu peito. Conseguia ouvir rua respiração ofegante e o corpo tremendo.

_ Liz essa foi a melhor gozada que tive em minha vida. Não vai sair da minha memória.

Uau! Feliz em saber que fui responsavel por aquilo. Olhei com paixão para ele dei um beijo em sua boca, exausta e respondi:

_ Vou esperar ansiosa sua próxima visita! Quero mais, muito mais!

Não restou quase nada de nós naquela noite. Estávamos acabados. Rodrigo desligou a TV, diminuiu um pouco o volume da música e deitou-se ao meu lado. Então apagamos, nus, no meio da sala.

O dia seguinte, como combinado, foi reservado aos passeios pela cidade. Acabamos nos atrasando num deles e tive que me contentar apenas com um beijo ardente do nosso amigo dentro do carro, assim que chegamos ao aeroporto.

Mas ainda tinha meu noivo e a noite terminou cheia de sexo e tesão, mas desta vez apenas com as lembranças de André em nossa fantasia.

(continua…)

No sofá da sala – capitulo 4

Tudo o que eu desejava passava a acontecer a partir daquele momento. Eu, Rodrigo e nosso amigo juntos, explorando novas sensações, novas formas de enxergar o prazer. Estávamos ainda de pé, em frente à varanda. Eu, de toalha, de costas para Rodrigo e protegida pelo seu abraço. André, nú, de frente pra mim. Os três conversando e degustando o vinho maravilhoso. André nos contava sobre o congresso que estava participando e sobre uma situação engraçada durante o seu último relacionamento frustrado. E tudo ia acontecendo naturalmente. Me desvencilhava de Rodrigo, abraçava e dava selinhos em André; Rodrigo fazia carinhos e pequenas massagens em meus ombros, então virava o beijava também. A conversa estava tão gostosa que nem percebemos que havíamos secado a garrafa em minutos.

Coloquei minha taça sobre um aparador olhei para André e disparei:

_ Mas amigo, me conta. Essa sua ex era gostosa como eu?

A tolha que me cobria foi então ao chão. Ele fixou os olhos em mim e com aquele sorriso maroto disse:

_ Não chega aos seus pés. Você é maravilhosa!

Então colei meu corpo nú ao dele e desta vez trocamos um beijo quente, demorado e lento. Nossas mãos buscavam todas as partes possíveis um do outro. Rodrigo, presenciando tudo aquilo, tratou de tirar a bermuda, e não demorou para que também encostasse sua pele à minha, num sanduiche gostoso e erótico. A música começou a embalar os movimentos dos três. Que sensação única sentir o pau de André roçando minhas coxas e o de Rodrigo minha bunda. Não demorou nada para eu ficar novamente muito molhada.

Rodrigo então, recuou. Me deu um beijo e sentou-se na poltrona que fica ao lado do nosso sofá, levando as mãos ao pênis ereto.

Descolei a boca dos lábios de André, me virei e fiquei olhando para Rodrigo com ar de desejo, agora muito mais tranquila, pois tinha certeza que ele estava amando me ver entregue a outro homem. Continuamos dançando. Pela primeira vez na vida me senti uma puta de verdade.

_ Você gosta de olhar, meu amor?
_ Gosto muito, ele respondeu.
_ Então continua olhando pra sua vadia e para o macho novo dela. Nós vamos fazer um showzinho bem safado pra você!
_ Isso, Liz, é isso que eu quero!

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Ainda embalados pela musica eletrônica, segurei o pau de André e voltei a punhetá-lo.

_ Vai Rodrigo, pega no seu também. Mexe nele que eu quero ver.
_ Assim amor?
_ Isso. Acho lindo ele duro, respondi.

Voltei minhas atenções a André. Rodrigo estava seguro e bem entretido na poltrona da sala. Me agachei, e pela primeira vez abocanhei o mastro enorme do meu novo amigo. Aos poucos, minha língua ia sentindo o sabor e a textura maravilhosa dele. Meus dedos apalpavam suas bolas com carinho. Era realmente um instrumento grande, lindo e saboroso.

_ Mostra pra André como você sabe deixar uma pica louca, amor! Disse Rodrigo.

Chupava André como se fosse a última vez que um pau entraria na minha boca. Passava a língua em toda a sua extensão; mordiscava e sugava a cabeça num vai e vem frenético. André segurava minha nuca e se apoiava na porta da varanda. Instantes depois, me pegou pelos braços e me levantou, guiando-me até o sofá. Foi a vez dele retribuir. Se ajoelhou no tapete, abriu minhas coxas e começou a dar beijinhos gostosos na minha buceta. Logo sua língua passou a saborear cada centímetro dela. E não demorou muito pra que seus dedos me invadissem carinhosamente enquanto me lambia. Assim como Rodrigo, André mostrou ser um cara que se preocupa com o prazer da parceira. Que boca gostosa! Como eu queria que aquilo durasse a vida inteira!

Uma vela, a ducha e o amante – capítulo 3

Água caindo em nossos corpos, bocas grudadas e uma de minhas mãos acariciando a pica de André delicadamente. Na minha frente, um macho completamente entregue aos meus desejos. Um escravo gemendo gostoso no meu ouvido.

_ Vem, beija meus seios.
_ São lindos, respondeu ele.
_ Aproveite, pois aqui, agora, eles são só seus.

André largou então minha cintura, agarrou meus peitos e começou a beijá-los, lambê-los com suavidade, intercalando com algumas chupadinhas e mordidinhas. Ele sabia como fazer as coisas! Que boca gostosa ele tinha! Não via a hora de tê-la no meio das minhas pernas.

Ficamos assim por uns minutos, nos beijando e ele dando atenção aos meus seios. Com uma das mãos, buscava minha bunda e a apartava, enquanto sua vara grande e grossa tocava minha virilha, roçando em meus poucos pelos pubianos, mas doido para me invador por completo. Estava tão louco que já não se preocupava com camisinha. Grudava minhas costas na parede, me beijando e tentando em vão penetrar minha vagina. A cada tentativa eu me afastava e voltava a segurar seu pênis.

_Vire de costas, disse a ele.
_ Quero fazer o que vi você fazendo.

Peguei o sabonete, esfreguei-o algumas vezes em minhas mãos e abracei aquele homem lindo por trás, deslizando as duas mãos em seu pau, para frente e para trás, bem devagar. André olhava para aquilo e repetia:

_ Como é bom, como é bom!

Após alguns segundos, foi a vez dele explorar meu corpo úmido – por dentro e por fora – com o sabonete. Me abraçou forte e iniciou pelas costas, beijando minha boca. As mãos foram descendo até encontrar novamente minha bunda. Depois foi a minha vez de ficar de costas pra ele. André agarrava meus peitos e brincava com seus dedos em meu clitóris, como um leão sedento, pronto para engolir sua presa.

Era maravilhosa a forma como ele me masturbava. O dedo médio deslizava na entrada da minha buceta, enquanto o polegar acariciava meu clitóris. No meu ouvido, palavras sacanas o tempo todo:

_ Você é muito gostosa, uma vadia! Hoje eu quero você e não tô nem ai para o que seu noivinho vai dizer, aquele corno!

Foi então que meus pensamentos se voltaram novamente a Rodrigo. Olhei para o lado com a certeza de que o avistaria se deliciando com aquela cena. Que maravilhoso seria se ele quisesse também entrar na ducha conosco! Mas ele não estava ali.

Um sentimento de preocupação veio à tona. Rorigo sempre seria o dono da situação, mas a ausência dele ali na porta poderia ter algum motivo ruim. Então segurei as ações de André e parei.

_ Vem, vamos sair daqui. Quero ver o que Rodrigo está fazendo.
_ Ok, disse André, talvez meio chateado pela forma como encerrei aquele sarro todo. Coitado, acredito que tenha pensado inclusive qu seus planos poderiam ir por água abaixo naquela noite.

Saí do chuveiro, me enrolei na toalha e fui em busca de Rodrigo. Para minha surpresa, o encontrei na sala, apenas de bermuda, encostado na porta que dá acesso à varanda. As cortinas estavam entreabertas. As luzes da sala apagadas. A tv, sem som, estava sintonizada em um canal pornô. Nas caixas, conectadas via wi-fi ao celular de Rodrigo, um som eletrônico, estilo lounge,  ao mesmo tempo calmo e ritmado. Na imagem da televisão, uma loira peituda se deliciava com dois machos negros e fortes. Velas acesas por todos os lados, davam o tom erótico e sensual ao ambiente, perfeito para uma noite inesquecível, em companhia do nosso amigo.

Apenas vestindo a toalha que estava reservada para André, me dirigi lentamente à varanda e abracei Rodrigo pela cintura. Ainda no chuveiro imaginei que a situação pudesse ter trazido alguma sentimento ruim, insegurança, ciúmes. Ele virou, olhou com ternura pra mim e me deu um beijo delicioso e apaixonado.

_Você está bem? Perguntei a ele.
_ Estou, você estava maravilhosa dentro daquele chuveiro, ele disse.
_ Jamais podia imaginar que chegaríamos nessa situação. Ainda mais vendo você curtir isso tudo.
_ Temos muito pra conhecer ainda um do outro, amor. Mas pra mim, não tem nada mais excitante do que deixar nossos corpos falarem, e nos entregarmos por completo a novas sensações. Estou vendo seu corpo falar. E quando ele fala me deixa muito excitado!

Meus olhos se fixaram nos olhos de Rodrigo e desta vez foi minha vez de beijá-lo.

_ Eu amo você, e serei sempre sua, de corpo e alma!
_ Eu sinto, Rodrigo respondeu.
_ E será pra sempre, tenho certeza, conclui.

Um sorriso largo se estampou em nossas faces. O tesão ainda percorria nossos corpos. André, nú em pelo, talvez percebendo a sintonia que acabara de presenciar entre o casal, se afastou e, enquanto conversávamos, como um verdadeiro gentleman, foi até a cozinha e voltou de lá com três taças e uma garrafa de vinho nas mãos.

Eu e Rodrigo estávamos abraçados. André se aproximou e nos entregou as taças.

_ Um brinde, a esta noite, que vai ficar gravada em nossa memória, por toda a vida!
_ Tin Tin!

No flagra – capítulo 2

Demorei alguns minutos no banheiro. Rodrigo, meu noivo, tantava entender o restante do filme que havíamos acabado de perder. Ao me dirigir à sala, notei que André havia deixado a porta da suíte destinada às visitas aberta. Dava pra ouvir bem o barulho do chuveiro. Neste momento, um misto de excitação, curiosidade e peraltice tomou conta do meu corpo. Como será ele nú? Será que tem um abdomen tanquinho? Um pau grande e gostoso? Meu corpo estava sob tensão total. E ainda muito excitada com as preliminares, maluca pra gozar. Mas não podia ser pega pelo meu noivo, espionando. Como ele iria reagir?

Recuei… Mas meu corpo queria que eu fosse em frente. Então fui. Olhei para Rodrigo na sala. Ele estava entretido com alguma coisa que passava na tv. Então tomei toda a coragem do mundo e empurrei com muito cuidado a porta da suíte que estava entreaberta. A luz do quarto apagada e a do banheiro acesa, impedindo André de notar minha presença.

Me vi então diante de um corpo lindo para um homem de 46 anos. Ele devia ter em torno de um metro e setenta oito e uns oitenta quilos, bem distribuídos. Uma bunda redondinha, algo que meu noivo não tem, mas que acho lindo nos homens. Na hora, imaginei minhas mãos nela… ui! Quando ele virou de frente, não tive como não reparar no seu mastro. Relaxado tinha um tamanho muito bom. Fiquei louca quando começou a ensaboá-lo. Mil pensamentos sórdidos começaram a bagunçar minha cabeça.

Derrepente, ele começa a se excitar, ainda ensaboando seu pau, bem devagar. Parecia até que sentia que eu estava ali, à sua espreita. Ou então relembrando um pouco do que havia acabado de   presenciar, na sala. Uma cena maravilhosa e um corpo tomado pelo tesão, por completo. Seria uma injustiça com minhas fantasias pensar no meu noivo naquele momento. Era hora e sonhar com uma situação incrível, erótica e excitante.

Permaneci quietinha, me acariciando por dentro do shorts e apreciando aquele corpo macho e viril se masturbando bem diante dos meus olhos. André fechava os olhos, como se estivesse fantasiando. Aos pouco ia acelerando os movimentos, parava por uns instantes e então, recomeçava, devagar.

O tempo havia parado ali, naquele momento. Perdi os sentidos e só fui recuperá-los no momento em que fui surpreendida pela mão do meu noivo tapando a minha boca, como se não quisesse que eu fizesse qualquer barulho.

_ Pshhhh! Sussurrou ele.

Um susto! Tremi de cima abaixo, já preocupada com a desculpa que teria que ainda inventar. Ele então, me puxou delicadamente para a porta do quarto, colocando o dedo indicador na boca, pedindo novamente para eu fazer silêncio. Na outra mão uma vela aromática acesa (temos algumas em casa e adoramos tomar banho juntos, com elas acesas).

Eu tremia dos pés a cabeça, e no momento em que ia pedir desculpas ele disse baixinho:

_ É isso que você gosta não é?

_ Naaaa… , amor, calma, por favor.

_ Gosta, eu sei que gosta. Vai ter que me obedecer agora, ok? Tire a roupa rápido, apague as luzes e entre no banheiro com a vela.

_ Você ficou louco, Rodrigo?

_ Pshhhhhhh! Fale baixo, porra!

_ Quem está louca aqui é você… de tesão. Vamos nos divertir com nosso amigo!

Eu não queria acreditar naquilo que eu acabara de ouvir. O nervosismo tomou conta de mim, e o tesão falava muito, mas muito alto. A partir daquele momento minha fantasia se tornaria realidade, e ainda melhor, com o aval do meu noivo, pois ele estava ali e eu sabia que iria tomar controle de qualquer situação. Me despi por inteiro, tremendo muito, e mal conseguia segurar a vela, tamanho o nervosismo.

Apaguei a luz do banheiro e entrei. André ficou paralisado segurando seu penis duríssimo, não acreditando no que estava vendo na frente dele. Não tinha como não perceber meu nervosismo.

Então ele desligou a água que caia sobre seu corpo e falou:

_ Você é doida? Onde está o Rodrigo???

Lentamente coloquei a vela sobre a pia e muito nervosa caminhei em silêncio em direção àquele homem. Abri o box que nos separava, coloquei as mãos em sua cintura, olhei nos seus olhos e disse:

_ Não se preocupe, ele não vai perder nenhum lance disso. Ligue a água, preciso de um banho frio. Fiquei te olhando o banho todo. E eu to ardendo de tesão!

E assim ele fez, me agarrou forte pela cintura e me beijou com uma vontade enorme. Senti o pau dele latejando entre minhas pernas e minha buceta umedecer na hora. Ainda beijando-o, segurei forte no seu membro e pude concluir minhas expectativas. Nunca tive em minha mão um pau tão rijo. E como previ era enorme, talvez maior que o do meu noivo.

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(continua…)

A visita – capítulo 1

Início de mais uma noite de verão em Alagoas. Aqui, quase todos os dias, o calor é intenso e sugestivo. Sugere praia, mar, sol, roupas curtas e coladas… e sexo. Pelo menos pra mim.

Ah, muito prazer meu nome é Liz, sou noiva de um cara maravilhoso chamado Rodrigo. Maravilhoso porque até conhecê-lo, minha vida sexual era uma monotonia. Não que meus ex namorados não gostassem de sexo, não é isso. Mas faziam o sexo “água com açucar”, aquele básico, suficiente, sabe? De todos eles, o primeiro foi um pouco melhor. Talvez justo por ser o primeiro e aquilo tudo ser uma grande novidade, tanto pra mim quando pra ele. Sabia como me pegar e me deixar molhada. Mas com Rodrigo é diferente. Juntos levamos o sexo a um outro patamar. Estamos juntos a pouco tempo mas nos conhecemos perfeitamente. Sabemos como direcionar o outro a lugares inimagináveis na cama, ou fora dela. Ele me entende, me dá segurança para sentir e viver o que eu quiser. E uma escorpiana como eu quer muito. E quanto mais me fizer gozar, melhor fica.

Rodrigo estava recebendo em casa um amigo de fora, André, que chegou à cidade para acompanhar uma feira de franquias que estava acontecendo no Centro de Convenções. Naquela noite de sexta, André avisou que chegaria tarde, pois ao sair do último dia de congresso e palestras, iria confraternizar com os colegas em algum bar da cidade. Mas no dia seguinte, sairíamos juntos para aproveitar um pouco a companhia e apresentar-lhe um alguns pontos turísticos da cidade, sua orla, suas praias e atrativos maravilhosos. Durante a semana, devido aos compromissos normais de trabalho e família, não conseguíamos nos encontrar.

Resolvemos então aproveitar a noite em casa. Para tanto, compramos umas cervejas e uma comidinha japonesa, torcendo para que a TV à cabo transmitisse algum filme interessante. E assim aconteceu. Fizemos um jantar a dois, regado a um bom papo (adoramos conversar, trocar experiencias e relatar nosso dia). Logo depois, nos acomodamos no sofá e começamos a assistir o filme. Um drama, com umas pegadas sensuais, bem chatinho. Mas a cerveja ia nos deixando animados.

Rodrigo é um cara que sempre priorizou bom sexo, cheio de tesão e safadezas. Não demorou muito para ele começar a me beijar e tocar meu corpo. Ele vestia apenas uma bermuda. Eu estava com um shorts curto e uma camiseta folgada. A intensidade dos nossos beijos aumentava a cada cena do filme. Eu arrepiava a cada toque dos lábios dele no meu pescoço, e de seus dedos ágeis e carinhosos acariciando minha coxa.

É claro que logo o filme já não era mais interessante para nós. Rodrigo queria mais era brincar em meus seios, por dentro da minha camiseta, tentando tirá-la à todo instante. Fiquei preocupada, pois sabia que o amigo dele poderia chegar a qualquer momento, e mal o conhecia.

_ Não se preocupe amor, ele não vai vir agora, ligou dizendo que vai sair com o pessoal do congresso.

Pensei: bem, se ele chegar conseguiremos disfarçar, pois a campainha vai tocar, teremos que abrir a porta e tal. Então relaxei e resolvi curtir aquele momento especial.

Ainda sentada no sofá, tive a camiseta tirada pelo meu noivo, que logo comecou a beijar meus seios, modéstia a parte, muito bonitos e empinados. Adoro ser beijada ali, a sensibilidade é muito grande e não demorei muito para ficar toda molhada. Como ele sabe muito bem que isso acontece rápido, enquanto lambia carinhosamente meus bicos, desabotoou meu short e delicadamente comecou a me tocar por dentro da calcinha. Parou por um instante e me olhou com ar de satisfação:

_ Esta molhada, do jeitinho que eu gosto.

_ Sim, respondi gemendo baixinho.

Não se contentando, desceu todo o meu short e viu uma calcinha branca, tão encharcada que já era possível ver o que ela escondia. Não perdeu tempo e começou a beijar minha buceta, por cima da calcinha, me deixando louca.

Quando isso acontece, quero sentir logo o pau dele dentro de mim. Ordenei que ele sentasse no sofá e retirei a bermuda e a cueca samba canção que ele usava, deixando à minha vista aquele pau enorme e duro que eu tanto amo.

Me excita demais masturbá-lo. Por isso, me ajoelhei no tapete, com uma das mãos acariciando minha buceta e com a outra ora masturbando, ora chupando a pica e as bolas dele, que neste momento já estava latejando de excitação.

Rodrigo estava descontrolado, se contorcia como nunca e senti que se prolongasse um pouco mais o boquete faria-o gozar. Então parei e sentei no seu colo, na intenção e provocá-lo ainda mais, e sentir aquela vara enorme roçando minha calcinha. Ele me agarrava pela cintura, beijava minha boca, meus seios, me chamava de puta, vagabunda (eu adoro!) e dizia que me amava como nunca amou outra mulher na vida.

556c50efaad9f0cf89a6580e1ad7338a.mp4-preview-14Ficamos neste sarro por uns instantes, mas estava louca pra ter aquele pau dentro de mim. Afastei finalmente a calcinha e sentei devagar nele. Os movimentos, no início, eram bem lentos e gostosos, daqueles que nos fazem sentir o membro do cara nos preenchendo toda. Aos poucos, eles começaram a acelerar. Rodrigo, enquanto me penetrava, me beijava na boca com vontade e segurava minha bunda, na tentativa de controlar meus movimentos e, consequentemente, sua gozada. Nada mais nos importava, apenas viver e aproveitar mais uma trepada maravilhosa.

De repente, a porta da sala se abre… Num movimento institivo, pulei de cima de Rodrigo e tentei pegar, ao chão, a camiseta que vestia, na tentativa de cobrir algo em meu corpo. Tudo em vão. Como ainda estava de calcinha, me encolhi no sofá e cobri os seios com os braços, cheia de vergonha. André, pego de surpresa, não sabia como reagir. Ficamos os três estáticos, um olhando para o outro.

_ Gente, me desculpem, não imaginava que estavam aqui.

_ Nem nós, que ia chegar tão cedo, respondeu Rodrigo, sentado no sofá e completamente nú.

_ O pessoal desistiu de sair para confraternizar, então resolvi vir pra cá pra saber o que estavam fazendo, e que quem sabe, sairmos pra comer algo e papear.

_ Que pena, eu disse, ainda trêmula. Comemos agora pouco.

_ Ah, então não se preocupem, afinal não avisei. Vou tomar um banho e comer alguma coisa no quarto.

E se retirou.

Olhei para Rodrigo e começamos a rir da situação, ainda assustados. Enquanto nos recompúnhamos e colocávamos as roupas, ele explicou que havia deixado uma cópia da chave com André para que ficasse mais à vontade e não se preocupasse com horários. Maluco, como ele faz isso comigo??!!

Dei um beijo gostoso nele e completei:

_ Vou ao banheiro, mais tarde a gente termina isso lá no quarto. (continua…)

Nosso primeiro post

Este é um blog para os apreciadores da leitura erótica. Aqui nós vamos dividir com vocês aquilo que gostamos de falar ao pé do ouvido, quando estamos na cama, em nossa mais profunda intimidade. Sim, nós somos um casal bem pervertido e quem sabe um dia as histórias que vocês vão ler aqui, periodicamente, virem uma gostosa e inesquecível realidade. Comentem, critiquem, excitem-se, divirtam-se e gozem com as Histórias de Liz.

Beijos e abraços,

Liz & Digo
@casalcuidadoso