Isso que dá transar com garotos

Essa semana minha esposa foi ao oculista adquirir uma lente de contato. Enquanto aguardava a consulta, um outro paciente, um garotão de uns 23 anos começou a olhar insistentemente para as pernas. Estava de saia curta e tem pernas bonitas e gostosas. Aproveitando uma oportunidade ele puxou conversa e foi se apresentando, sempre sem tirar os olhos das pernas dela. E ela quis ver até onde ele ia. Me mandou um zap relatando que estava a fim de ver o que o garoto faria e eu disse ok, segue em frente.

Quando acabaram a consulta, ele ofereceu carona para ela, que aceitou prontamente e me mandou o localizador do zap para acompanhá-la. Vi e acompanhei o caminho deles o tempo todo. E óbvio, o carinha foi direto para um motel. Isso me deixou ansioso e de pau duro.

Preparei-me para receber alguma imagem ou notícias dela. Eis que vinte minutos depois, vejo que estão se movimentando. Eles saíram do local, ficando evidente que estavam vindo em direção à nossa casa. Quando percebi que se aproximavam de casa, fui à portaria do prédio para recebê-la. O cara não acreditou quando abri a porta do carro para que ela saísse, dando um beijo bem gostoso e molhado nela. O garoto ficou branco quando me viu. Ficou paralisado dentro do carro. Foi fantástico ver a cara dele. Convidei ele para subir ao apartamento, mas sem muita ideia do que se passava, ele disse que não podia, e assim que fechei a porta do carro, saiu em disparada.

Subimos para o apartamento e ela foi me contando que no motel ele, desesperado, só queria enfiar. Mal se despiram e ele, alucinado, não conseguia calma suficiente para achar sua buceta. Me contou que, tentando acalmá-lo, pediu para que ele deitasse de costas e subiu nele. Vendo seu desespero, sentou em seu pau e, quando deu um leve gemido de satisfação, o carinha gozou tudo de uma só vez, murchando completamente, a ponto de sair de dentro.

Disse querer ir embora todo envergonhado e já levantou indo ao banheiro para se limpar. Ela foi atrás para tentar mais alguma coisa, mas ele se fechou e saiu correndo para se vestir, pedindo insistentemente para que fossem embora. Pediu a conta pelo interfone e sem se quer olhar pra ela, foi saindo e pedindo para ela se apressar.

Aí, claro, dei o trato que ela sempre merece. Trepamos por mais de uma hora, onde senti como ela estava molhada e ansiosa por uma foda.

– conto gentilmente cedido pelo Casal Total

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Começamos a escrever sem muitas pretensões, ou melhor, nenhuma pretensão. E, normalmente, é assim com todos que começam a escrever. Começam com um ou dois parágrafos; depois partem para um texto de 15 linhas; e logo capítulos e obras inteiras, num piscar de olhos. A questão é: o que escrever? O que me dá prazer de narrar e compartilhar? Já pensamos em poesia, música. Mas nós gostamos de contos. Será um dom escrever contos eróticos? Será? kkkk!

Frequentemente estamos fantasiamos com alguma situação que nos excita. Pode ser em casa, no trabalho, no supermercado, em qualquer lugar. E não tem hora pra acontecer. Mas quando acontece, sempre dividimos um com o outro, sem frescuras, sem pudores. Por telefone, mensagens de whatsapp, no meio de uma reunião chata, no banheiro e, claro, trepando gostoso na cama ou em qualquer outro lugar.

Vocês nos perguntam: mas os textos que publicam são exatamente o que fantasiam? No início até acontecia assim. Mas hoje, em quase 100% das vezes, damos uma “floreada” em nossos textos. E por vários motivos. O principal deles é sempre estamos tentando entender o que você, nosso leitor, quer de nós. É simples: através das ferramentas que temos em mãos (relatórios online e em tempo real, feedbacks) conseguimos entender que resposta cada capítulo representa para vocês. Então, as interferências nos textos são constantes, sempre com o objetivo de deixá-los ainda mais excitantes.

E se escrever já nos dá prazer, escrever sobre nossas fantasias nos dá prazer dobrado. Quer dizer, triplicado, se levarmos em consideração que gozamos fantasiando tudo aquilo que vocês leem ou ainda vão ler.
Aos poucos, começamos a receber contatos das pessoas, sempre muito amáveis e simpáticas, relatando algo como: “Já gozei várias vezes lendo vocês”. “Eu e meu marido sempre transamos depois que lemos os seus contos”! Já nos perguntaram até se as Histórias de Liz poderiam virar um roteiro de filme. Seria maravilhoso por um lado, mas por outro temos muito receio. Pois seria um filme baseado na percepção de alguém sobre nossas aventuras imaginárias. Que é diferente da nossa percepção, da percepção de vocês. É como ler 50 Tons de Cinza e depois assistir o filme. Nós não curtimos o filme tanto quanto o livro. Porque o texto se completa com a imaginação. Este é o grande charme da leitura. O certo é que nossa brincadeira sem pretensão, que já é quase um ofício, cumpre o papel que sempre desejamos: faz as pessoas gozar com palavras. E, gente, isto é incrível e só nos enche de felicidade.

Temos recebido sempre fotos ousadas de casais para serem postadas junto aos capítulos. Mas, na última semana fomos surpreendidos com o contato de um de nossos maiores fãs, aqueles que não perdem um capítulo, que sempre nos prestigiam e enviam comentários, tão logo a gente publica um novo texto. Pelo Whatsapp, nos pediram para avaliar um conto que eles escreveram juntos. Este aí de cima, que vocês acabaram de ler. Algo que nunca fizeram, mas que por influência nossa, resolveram tentar. Que incrível!!!! Fazemos as pessoas gozarem, se amarem, e agora incentivamos elas também a escrever.

Independente de qualquer avaliação, é lógico que não deixaríamos jamais de publicar esse presente, com as devidas permissões dos autores. Queremos agradecer imensamente ao casal por todo carinho e pela coragem de expor uma de suas fantasias para todos nós.

Um carnaval consciente e de muita paz para todos! Tem um texto especial saindo do forno. Vamos ver se dá tempo de publicar antes da quarta-feira de cinzas!!!!!

Beijos e abraços meus e da Liz!

Dominadora – Capítulo 11

  _ Seu gosto é bom moça. Esfrega mais.
_ Limpa minha buceta toda Aílton! Humm, nossa, que gostoso!
Não sei onde estava com a cabeça. Rodrigo à quilômetros de distância e eu esfregando minha xaninha melada de gozo no rosto de um desconhecido. Mas Aílton tinha uma língua maravilhosa e sua boca, sua barba por fazer, roçando minha pele, me davam arrepios e me faziam tremer, de cima a baixo.
Extasiada e cansada, me deitei sobre o corpo dele, ainda com as pernas abertas e a bunda próxima ao seu rosto. Me aninhei em sua virilha, frente à frente com a cabeça do pau, que ainda estava amolecido, mas já ameaçava algum movimento. Então resolvi testar a capacidade de recuperação de nosso ajudante. Comecei a passar a ponta da língua na sua glande. Recebi em troca movimentos involuntários. Então, me estiquei um pouco mais e coloquei ela toda na boca, mamando bem devagar. Às vezes tirava e observava. Mas, quando segurei com os dentes a base da cabeça e comecei a passar a língua em toda sua extensão, a reação foi imediata. Senti ele crescendo e endurecendo novamente.
Então olhei Denise. Estava parada no rio, de costas pra nós, parecia pensativa. Frustrando qualquer nova expectativa de Aílton, larguei o membro dele, levantei e caminhei lentamente até a água. Enquanto me aproximava, Denise submergiu. E, ao mesmo tempo mergulhei, em sua direção. Voltamos à superfície praticamente juntas. Ela se assustou com minha presença. Eu precisava saciar aquele desejo que me consumia, de vez. E não ia existir melhor oportunidade. Não como aquela, onde tudo era perfeito e favorável. Nosso encontro definitivo tinha que acontecer naquela hora.
Abracei-a por trás, lambendo e beijando seu pescoço:
_ Gostosa, eu quero você, preciso de você, falei.
_ Ai, Liz, como você demorou, como pode ser tão insaciável?!
_ Sou. Mas agora sou sua, é só o que importa.
Os bicos dos seios volumosos de Denise estavam duríssimos; ela sussurrava baixinho a cada beliscãozinho que eu dava neles. Meus dedos molhados também sabiam tocá-los, suavemente, provocando arrepios. Como era bom apertá-la, toda fofinha, mas com tudo no lugar, durinha. Uma delícia de mulher! Percorria com as mãos todo seu corpo molhado e quente. A água e o sol que invadiam nossos poros. Minha fotógrafa já estava entregue. Primeiro no estúdio, depois no carro. Sabíamos que uma hora aquilo ia acontecer.
Toquei sua virilha e comecei a acariciar seus pelinhos. Desci um pouco mais, e pude preencher minha mão com uma buceta grande e macia. Na hora desejei ela na minha boca. Não demorou para que eu encontrasse seu grelo. Denise gemeu forte, ergueu os braços, e entrelaçou os dedos atrás do meu pescoço.
_ Ahhhhh! Assim…
Virou-se para cima e seus olhos me encontraram.
_ Você é a mulher mais gostosa que eu já toquei. Desejei você desde o primeiro momento que te vi. E me beijou… um beijo ainda mais quente e gostoso que os anteriores.
Denise se virou e nos ajoelhamos, uma de frente para a outra, ficando apenas com as cabeças para fora da água. Nos abraçamos forte e ela se pendurou no meu pescoço, cruzando as pernas por trás de mim, como se estivesse no meu colo. Nossas bocas não se desgrudavam um segundo. Turistas poderiam aparecer a qualquer hora. Um risco enorme. Mas nada tiraria aquele momento de nós duas.
Aílton… Onde vocês estariam se estivessem na pele do Aílton? Claro, dentro da água, próximo a nós, se masturbando, com aquela respeituosidade de sempre. Um homem todo “bruto”, mas que soube entender que aquele lance era só nosso. Que não haveria espaço pra mais um. Então, o restava vistoriar todos os lados, em busca de um bote chegando ou de pessoas observando. Mas também olhava para nós, cheio de desejo. A água chacoalhava perto dele. Era sua mão, manobrando sua pica grande, em busca de mais um orgasmo.
Denise estava “pendurada” em mim. Meu braço direito a enlaçava pelas costas e minha mão direita aproveitava para desvendar sua buceta gostosa. Comecei acariciando seu clitóris, lentamente, e assim que percebi que ela estava lubrificada, coloquei o dedo médio dentro dela. Sua reação foi pressionar meu corpo contra o dela ainda mais. Aos poucos ia acelerando os movimentos. E não demorou para o dedo indicador também fazer parte da brincadeira. Denise gemia alto:
_ Ahhhh, puta que pariu, Liz, não tô acostumada com uma mulher me dominando, hummm, isso!
_ Prefere estar no meu lugar, é?
_ Até hoje eu preferia, mas com você é diferente… ai!
_ É? Sou sua putinha gostosa sou?
_ Você é um tesão, gata!
_ E você é minha “bolacheira” safada. Vou fazer você gozar gostoso!
_ Isso, faz, eu quero, muito. Ahhh!
Aquilo era novidade pra mim. Nunca imaginei que outra mulher ia me proporcionar um sarro tão gostoso. Amassos, apertões, beijos, mordidas, carícias. Trepar com homens é bom demais, mas com outra mulher é ainda melhor. Uma mulher entende o que a outra quer, e como quer. Porque é exatamente isso que ela também deseja. E, particularmente, aquela situação revelava em mim uma mulher dominadora, que até então não sabia que existia. Não sei se era porque já havia gozado na cara de Aílton, estava teoricamente “satisfeita”, mas estar no comando era novo, intenso e sensacional.
Nossos corpos pareciam ímãs dentro da água. Denise demonstrava querer ficar ali mesmo, gozar ali mesmo. Mas eu precisava explorar mais aquela nova situação. Nos soltamos e virei em direção à margem. E levei Denise comigo, puxada pelo braço. Aílton continuava ali, ao lado do bote, sentado e atento a tudo, apalpando sua pica como um adolescente punheteiro. Saímos da água e fiz minha fotógrafa deitar na areia, perto da margem. Deitei por cima dela, encontrei sua boca, mais uma vez. Era hora de percorrer todo seu corpo com a língua.
(continua…)
* Que delícia quando recebemos pedidos para publicarmos fotos de nossos leitores no blog. Muitos relatam que gozam lendo nossos contos e, para nós isso é a recompensa. As fotos deste capítulo são dos queridos @coupletesao. #adoramos

Ajudinha ao ajudante – capítulo 10

_ Bora, Liz. Coloque este biquíni.
_ Ok.
Olhei para os lados e não havia ninguém além de nós. Então saquei o shorts, a camiseta e, por último, a parte da baixo do biquíni que havia colocado ainda dentro do carro. E percebi que Aílton me olhava incansavelmente, talvez ainda não acreditando que eu faria fotos nuas no barco dele, bem embaixo dos seus olhos. O bote estava num local um pouco fundo e, de dentro água, sua visão estava um pouco prejudicada. Mas, por uma ou duas vezes, fiz questão de abrir as pernas enquanto colocava um dos biquínis que usaríamos nas fotos, pra que ele pudesse apreciar o que, com certeza, já havia imaginado em sua mente pervertida. A tensão era clara em seu corpo. Ficava ali, estático, me olhando, mas quando eu devolvia um sorriso maroto em sinal de aprovação, ele virava o rosto, meio envergonhado, como se estivesse procurando algo pra fazer.
_ Tudo pronto aqui, iluminação natural e perfeita. Vamos tentar algumas poses, Liz.
_ Já te disse que não estou muito acostumada com isso, então tenha paciência comigo. Ainda mais, assim, à céu aberto.
_ Quero apenas que olhe para a natureza. Pode inclinar seu pescoço para cima, em direção ao céu. Depois para baixo. Olhe para seu corpo. Sentada mesmo. Movimente um pouco as pernas, quando quiser. O resto é comigo, ok?
_ Assim? (Click, Click, click)
_ Isso, ótimo! (Click). Em mim agora. Olhe pra mim com desejo. Você consegue! (Click! Click!)
_ Hum, Isso é fácil, respondi.
_ Não me provoca sua doida… Aí, garota! Ótimo (Click, click)! Senta no chão do bote. É apertado mas acho que dá…
_ Assim?
_ É. Segure nos seus seios, com as duas mãos embaixo dele, como se fosse levantá-los. Olhe pra eles… tire o biquini devagar, por cima. Legal! Já te disse que tem seios lindos? Sou doida neles.
_ Você é uma safada, isso sim!
_ Então somos duas… Apoie um dos cotovelos no assento. Quero que com a outra mão puxe a calcinha para o lado. Me mostra essa bucetinha linda… Boa garota! Está bem? Tá relaxada?
_ Acho que sim.
_ Continue assim. Só estamos nós aqui, se passar algum bote com turistas, paramos e você se cobre.
_ Sei, eu vi lá na estrada.
_ Menina, ali era a foto perfeita, não poderia perdê-la! Prometo que não farei de novo. Confie.
_ Ta certo.
 
A sessão de fotos seguiu em frente. Que manhã gostosa! Lugar lindo, sol, céu azul, obra de Deus. Trocas de biquínis, fotos somente coma parte de baixo, sem biquíni. Já estávamos na beira do rio. Bote “encalhado” na areia. Aílton ia perdendo a timidez e se tornando um misto de ajudante e expectador. Já havia enterrado um guarda sol para nos proteger durante as pausas. O calor era grande e as fotos já não aconteciam somente dentro do barco. Na areia e próximo ao manguezal também. Sempre muito prestativo, ele era o responsável por colocar a toalha em mim, sempre que pessoas em outros poucos barcos de turistas se aproximavam. Quem passava, percebia na hora que estávamos ali a trabalho. As garrafinhas de água que nos refrescavam, vinham de um isopor cheio de gelo, que ele mesmo tratou de preparar, antes da nossa partida. Entre uma pausa e outra, eu entrava novamente naquele rio de águas calmas e claras para baixar a “quentura” do corpo. Quando ficava nua, era tomada por uma sensação deliciosa, que me fazia ainda ter mais vontade de conhecer uma praia naturista. Tirar a roupa diante da natureza me fazia sentir parte dela.
Denise, a cada click, revelava ser, cada vez mais, a excelente profissional que imaginávamos, desde o início. Muito detalhista, não parava de fotografar um instante, mesmo quando não estávamos concentradas naquilo. Percebi que ela não queria fotografar apenas a Liz vadia do noivo, mas também uma outra Liz. A Liz do dia-a-dia, a menina ao mesmo tempo tímida, sonhadora, forte, intensa e determinada. Já nosso ajudante parecia feliz, sorriso largo, dedicado ao extremo, sem tirar os olhos de nós, talvez porque sabia que não aconteceria outro passeio como aquele. E o bichinho gostava muito do que estava vendo. Volta e meia eu o pegava mexendo no seu pau por fora da bermuda, como aqueles adolescentes diante do primeiro filme pornô, sabe?
Num dos raros momentos de descanso, estávamos os três sentados na areia, eu enrolada na toalha, entre Denise e Aílton, e resolvi provocar:
_ Tá gostando, Aílton? Obrigada por seu apoio, viu?
_ Nossa, vocês são bonitas mesmo, e gente fina.
_ Olha pra Denise, recebendo elogios!
_ Hum, tá certo…
_ Gosta do corpo da Denise também, Aílton?
_ Menina, quer parar com isso? Retrucou ela.
_ Nossa, muito! É o meu número.
_ Hahahaha, hoje sai romance daqui.
_ Tá maluca garota? Aílton, nem começe. Eu gosto da mesma coisa que você.
_ C c c c c como assim? Você é…
_ Bolacheira sim! Esse termo nojento que o povo daqui inventou pra quem, como eu sai com mulher.
_ Ah, desculpe, moça, ligue pra mim não, eu dou muita bola fora.
_ Tá perdoado. Mas fiquei feliz que me achou bonita.
_ Você é linda Denise, por dentro e por fora, reforcei.
Nos olhamos e sorrimos, uma para a outra.
_ Bora trabalhar?
_ Ah, chefa, espera mais um pouco, vamos curtir esse lugar lindo.
_ Quinze minutos e retomamos, certo?
_ Claro, relaxe ai um pouco e vamos aproveitar esse sol.
_ Tudo bem garota. Estava até afim de mergulhar um pouco.
Denise levantou-se, olhou por uns instantes ao redor e, surpreendentemente, levou ao chão seu biquíni, ficando completamente nua, para delírio meu e de Aílton.
_ Meu Jesus! Exclamou nosso ajudante.
_ Uhú, gostoooooosa! Gritei alto.
Sem olhar pra trás, ela desapareceu nas águas calmas e claras.
_ E, me conte Liz, essas fotos, vão aparecer em alguma revista?
_ Não, amigo. Eu e meu noivo contratamos Denise para que fizesse umas fotos íntimas minhas, é um presente pra ele.
_ Sério? E tem gente que gasta dinheiro com isso? Porque ele mesmo não veio fazer?
_ Porque são fotos profissionais, diferenciadas. Tú tem Whatsapp, Aílton?
_ Tenho.
_ Então, depois que estiverem prontas, envio algumas pra você ver. E aproveito pra marcar um passeio com meu noivo aqui pra você conhecê-lo.
_ Mas vai contar pra ele que eu estou aqui com vocês?
_ Claro que sim. Não escondo nada dele.
_ Mas ele vai ficar com ciúmes.
_ Relaxe, ele vai ficar é muito excitado.
_ Excitado? Como pode?
_ É. Posso te contar um segredo? Já transei com ele e um amigo juntos.
_ Meu Jesuis!  Botou gaia nele na frente dele?
_ Digamos que sim. E ele gostou. Trepamos nós três.
_ Nossa dna… Liz. Eu eu..
_ Você o que? Fala homem! Já sei, você tá de pau duro, Aílton?
_ Eh… estou.
_ Mostra ele pra mim.
_ Aqui?
_ Ué? Só estamos nós! Olha isso aqui.
Abri a tolha que me cobria e fiquei nuazinha mais uma vez na frente daquele homem.
_ Gosta disso Ailton?
_ Muito, vontade de lhe agarrar.
_ Olha minha buceta. Esta rapaspadinha. Aposto que nunca comeu uma buceta como esta.
_ Nunquinha.
_ Se me mostrar seu pau deixo você pegar nela, que tal?
Nosso ajudante não pensou duas vezes. Levantou-se e abaixou a bermuda na minha frente, colocando a pica dura bem perto do meu rosto. Era um pouco curvada para o lado esquerdo e num tamanho bem interessante para um cara pequeno como ele. Por entre as pernas dele vi Denise, dentro da água, nos observando. E antes que ele pudesse pensar em chegar perto para que eu o chupasse, deitei na areia e abri a pernas pra ele.
_ Fica ai. Quero que bata uma punheta bem gostosa, olhando pra mim. Olha minha buceta como está melada. Seu pau está me deixando excitada…
_ Ai moça como a senhora é gostosa!
_ Você é um safado, Aílton. Aposto que está com vontade de gozar desde a hora que me viu pelada pela primeira vez.
_ Quero gozar em você!
_ Faz quanto tempo que não vê uma buceta, Aílton? Perguntei, me tocando e introduzindo os dedos na minha xaninha melada, bem provocativa.
_ Muito tempo, dona.
_ Vem cá deixa eu pegar nele.
Sentei novamente e deixei ele se aproximar. Aílton não era um homem atraente. Jamais transaria com um homem como ele, mas devia estar tão doido, e estava sendo tão prestativo conosco, que não o deixaria na mão. O deixaria na minha mão. Sentada, peguei no pau dele e iniciei uma punheta gostosa. Com a mão que sobrou, ora tocava na minha buceta, ora massageava as suas bolas.
_ Tá gostando, tarado?
_ Nossa, assim eu vou gozar. Como tá bom!
_ Vai gozar nos meus peitos. Quero sua gala quente.
Por entre as pernas de Aílton, percebi que Denise parecia excitada com tudo aquilo. Ela olhava para nós e apertava os bicos dos seios com os dedos. Com a outra mão era certo que se masturbava. De vez em quando, olhava para os lados para ver se avistava algum bote com turistas vindo em nossa direção e então continuava.
Eu estava super excitada. Daria tudo pra ter a pica do meu noivinho dentro de mim naquele momento. Mas ver Denise daquele jeito dentro da água, fez brotar novamente aquele desejo que nos havia consumido, horas atrás, dentro do carro. Não era Aílton que eu queria. Era Denise.
Pedi para Ailton se ajoelhar por entre minhas pernas. Ele obedeceu. Eu estava sentada, inclinei o corpo um pouco para trás e apoiei uma das mãos na areia. Com a outra, continuei a punhetá-lo, mas desta vez muito mais rápido.
_ Vem gozar em mim, cavalão! Aqui na minha boca… foi a palavra mágica.
_ Nossa sinhora! Ah, ah, ah… aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!
Antes que o primeiro jato pudesse atingir meu rosto, coloquei o pinto dele para baixo. Em direção aos meus seus seios. Inclinei o corpo para frente novamente e continuei a balançar aquele membro rijo e viril com as duas mãos, uma por cima da outra. Jatos fortes e numa quantidade que eu jamais havia visto. Como se ele estivesse à décadas sem gozar e tudo estava ali acumulado em suas bolas.
_ Que delícia. Nunca vi ninguém gozar assim!
_ Hummm, nossa dona Liz, que gostoso que foi.
Me ajoelhei em frente à ele e o abracei. Nossos peitos nus se encontraram e a porra que estava em cima de mim, agora também estava espalhada em seu torax magro.
_ Olha como você me deixou quente.
_ Você está queimando.
_ Estou. Não queria tocar na minha buceta? Porque não aproveita?
Ainda com o corpo trêmulo, ele olhou em meus olhos. Me segurou pela cintura com uma das mãos e levou a outra até meu clitóris. Mãos duras, calejadas. Mãos de trabalhador.
_ Devagarinho, tá?
_ Assim?
_ É. Ta vendo como ela está babada?
_ Tá.
Enquanto deixava Aílton brincar com meu corpo, olhava para Denise. Nos encarávamos, cheias de desejo.
_ Hummm Liz, sua buceta deve ser saborosa.
_ Ela é. E como você tem sido um bom menino, Vou deixar você sentir ela. Vem, deita aqui.
Aílton se acomodou em cima da toalha que eu usava. Me aproximei do seu rosto fiquei de joelhos bem em cima dele, de costas e virada pra Denise, de forma que pudesse me chupar. Então, lentamente, comecei a me esfregar na sua língua. Os quadris se movimentavam para frente e para trás. Minha bunda e meu cu eram a unica visão dele. Segurei novamente em seu pau, na intenção de deixa-lo duro mais uma vez, mas ele estava nocauteado. A gozada o levou à lona. Denise olhava tudo, paralisada.
_ Vai seu viado, chupa essa buceta!
Aílton não falava. Nem conseguia. Acho que se eu o asfixiasse com minha buceta, ele morreria feliz. Só segurava minha bunda e enfiava o dedo no meu buraquinho de traz. Apoiei os braços em suas coxas e acelerei. Sentia dentro de mim sua língua, seu nariz. Sua barba por fazer roçava minha virilha, por inteira.
_ Me faz gozar filho da puta! Vou melar sua cara! Vai, isso! Porraaaa! Ahhhhhhh, Ahhhhhh isso seu puto!!!! Ahhhhhh!!!
(Continua…)

Sugerimos que nossos fãs queridos, Carla e Edu contribuíssem com este capítulo. E não é que levaram bem à serio?
Muito obrigada, amigos deliciosos!

Sigam esse casal maravilhoso no Instagram: @carlaeeducasal e @carlaeeducasal3

Na segunda marcha

Olá queridos e queridas! Como vão?

Deixem eu contar: nosso 2018 sexual começou apenas na noite passada!

Por incrível que pareça, não tivemos tempo pra peripécias sexuais durante esses dias. E dificilmente temos em datas comemorativas como esta. Quando a casa está cheia de sobrinhos, primos, tios enfim, família reunida, é quase impossível achar um espaço na “agenda” e um lugar pra fazer sexo. Nem mesmo pensar em sexo a gente consegue, meu Deus!!! Só se pensa em passeios, fotos, ceias natalinas, de Ano Novo, champanhe, cerveja… e no maldito Engov no dia seguinte.
Mas ontem, finalmente, tiramos o atraso. E a trepada maravilhosa inspirou o post de hoje por um único motivo: Foi uma das raras vezes em que consegui gozar duas vezes em um intervalo curto de tempo – leia-se menos de meia hora. Liz, ao contrário, dificilmente fica só na primeira quando fazemos amor. Os carinhos, beijos, toques e palavras carinhosas a deixam muito excitada e pronta pra segunda. Mas é quase impossível um cara de quase meia idade como eu ir para o segundo orgasmo, quem diria engatar uma terceira. Mas aí vem a pergunta: quando a primeira já é maravilhosa, precisa de uma segunda? No mundo liberal é necessária a segunda? A terceira na mesma noite?
Ontem aconteceu. Depois que já havíamos gozado com a penetração, a fiz gozar novamente com meus “dedos mágicos”. É como ela os apelidou, pois, segundo a própria, são tão bons quanto um pênis – em certas situações até melhores. Mas naquele clima (quarto à meia luz, ela deitada na cama, eu de joelhos, ao mesmo tempo oferecendo o pau para ela chupar e a masturbando), me fez ficar excitado novamente. Sai daquela posição para um papai e mamãe básico, forte e ritmado, com aqueles palavrões safados de sempre em ambos os ouvidos. E acabei gozando mais uma vez. E foi fantástico, regado com um tesão inexplicável. Aeeeeeeeee!
Acabados, deitamos nus, e comecei a tentar lembrar quando algo semelhante havia acontecido, anteriormente. E não lembrei. Ou seja, nem em relacionamentos anteriores atingi tal proeza. Será a forma de relacionamento o principal responsável por orgasmos sempre intensos e gostosos?
Mesmo na juventude, sempre preferi a qualidade do sexo à quantidade. Ao contrário de muitos amigos, que sempre queriam demonstrar uma “super potência” na cama, inclusive se utilizando de métodos perigosos para a idade deles. Sim, na juventude já cheguei a dar duas e acredito que até três, numa mesma noite, mas em longos intervalos, com direito a cochilo, inclusive.
Mas a gente vai envelhecendo e percebe que o que te faz gozar ao longo dos anos muda muito. Quando você é novo, basta apenas uns peitinhos na boca e a buceta quentinha daquela namoradinha de colégio pra te fazer chegar lá. Ai você vai entrando nos 25, 30, e o que passa a te atrair é um corpo sarado, peitões, bunda grande e firme. E você vai em busca da mulher perfeita. Não precisa ter nada a ver com você, mas tem que ser “a gostosa”. Comigo foi assim. E a relação terminou com um belo par e chifres na testa.
Mas ai você chega aos 35, 40, já está casado, muitas vezes com com filhos. E a fantasia do final feliz com a garota da capa de revista termina. O amadurecimento vem, você passa a dar valor mais à beleza interior. Mas aqueles peitões duros e firmes, e as coxas torneadas ainda te deixam maluquinhos.

Não acredito que vá repetir a performance de ontem tão cedo. Mas confesso que fiquei bem animado. Hoje mesmo já comecei a ler algumas coisas sobre a relação dos hábitos saudáveis (alimentação balanceada, atividade física) com o desempenho sexual. E já coloquei como meta de 2018 melhorar este quesito. Mas, sinceramente, não existe afrodisíaco melhor para a performance sexual do que ter uma mulher linda – para você, pois para os outros não importa – safada, apaixonada e que se entregue por inteira a você. Não exija dela aquilo que você não pode dar. Antes de pensar na sua gozada, uma, duas, ou três vezes, pense na gozada dela. Pergunte como ela gosta, do que ela gosta. Não tenha vergonha de pedir pra ela te mostrar o que a deixa excitada. E deixe de ser um hipócrita ciumento se ela te disser que está fantasiando com outro, ou que tem vontade de trepar com outro. Afinal você sempre fantasiou vocês dois com outra, não é mesmo? Ela sabe disso? Conteeeeee! Conversem… Quem sabe não acontece?! E não seja maravilhoso? Os casais do meio estão ai aos montes para provar isso! Vai, finja que é aquele ator da novela que ela acha bonitão, porra! deixa de ser egoísta e faça ela gozar! Tenho certeza que se deixarem as fantasias fluírem, a Juliana Paes vai estar na sua frente, todas as noites, meu amigo!

E tem mais! Depois dos 35, você tem que ser meio Super Homem, pois não é só na cama que você faz a mulher gozar. É num presentinho fora de hora, é numa palavra carinhosa, e no seu apoio diário nos afazeres da casa. É no conselho em relação aquele problema do trabalho. É chegar cansado em casa e ainda encontrar um tempinho para ouvi-la. De preferência fazendo massagem nos pezinhos ou cafuné na cabeça – daí para o sexo é um pulo. Faça ela se sentir única. Torne-se o melhor amigo dela. Faça-a contar tudo pra você. E pra terminar, assuma seus defeitos e tente melhorá-lhos, todos os dias. Seja paciente, seja carinhoso, respire duas vezes antes de iniciar uma discussão besta. Não é fácil mesmo, mas tenho certeza que ela vai olhar pra tudo isso e repetir o mesmo com você. E então, juntos, vão engatar quantas marchas o momento e o tesão permitirem.

E vocês? Ficam só na primeira marcha durante o sexo? Engatam a segunda? A terceira? O que fazem para que o orgasmo de ambos seja perfeito?

Um 2018 com muitos orgasmos pra todos nós!

No colinho do Papai

Uma de minhas maiores frustrações de infância é nunca ter tirado uma foto com Papai Noel. Minha mãe sempre dizia que, quando eu era pequena, tinha muito medo de chegar perto dele. Até tentou uma vez, mas eu chorei tanto, que acabou desistindo.
Pois é, o clima natalino está no ar e eles estão por toda parte. Nas festas, confraternizações, shopping centers. E são dos mais variados tipos. Altos, baixos, gordos, magros com barrigas postiças. E nunca se viu tantos Papais Noéis como antes. Em tempos de crise, fazer um bico como “bom velhinho” é necessidade e quase um privilégio para muitos.
O que acontece é que hoje, quando encontro um, vem uma vontade louca de desfazer todos os mau-entendidos de pequena. Eu amo Papai Noel!!! Queria muito poder agarrar na barba de um, tirar uma foto com ele. Mas junto também vem a vergonha. Já pensou eu no meio de um shopping, sentada no colo do Papai Noel? Que micooooo!
Mas tudo mudou numa tarde de sábado. Encontrei o Papai Noel que me fez perder todos os medos. E por uma ironia do destino, ele apareceu na confraternização de fim de ano da empresa onde eu trabalho. Uma grande festa para funcionários e seus familiares. Churrasco, bebidas de todos os tipos, boa música e muita alegria. Tivemos um ano de excelentes resultados, e nosso chefe não mediu forças para valorizar e reconhecer o trabalho de toda equipe. É claro que também, naquele dia, não faltou a tradicional troca de presentes, no amigo secreto.
Cheguei um pouco atrasada, pois havia deixado para a última hora o presente que entregaria à minha amiga secreta. Mas consegui um lugarzinho perto dos colegas mais chegados. E lá estava ele, quase que de frente para mim, em sua poltrona vermelha, com diversos presentes à sua volta, e sempre disponível para as fotos com as crianças e seus pais orgulhosos. Dava para notar que o homem por trás daquela fantasia não era gordo, muito menos barbudo. Era jovem e, aparentemente, parecia incomodado dentro de todas aquelas roupas. Mas não deixou de perceber minha movimentação na chegada. Cruzamos nossos olhos e o fiz perder a concentração por completo, diante dos convidados.
Fiquei sentada alguns minutos na mesa, comendo alguma coisa e batendo papo com as pessoas em volta. Os olhares do velhinho eram frequentes. E a cada investida, eu ficava mais curiosa pra saber como era aquele homem por trás das vestimentas vermelhas.
Minutos depois, decidi ir até o banheiro ajeitar a maquiagem e fazer aquele xixi. Passei em frente à ele, e mais uma vez, recebi um sorriso como presente. Antes de sair do banheiro, puxei um pedaço de papel e uma caneta da bolsa. Não daria tempo de fazer uma cartinha pra ele, mas certamente, realizaria o meu desejo de Natal.

“Querido Papai Noel. Meu desejo de Natal é sentar no seu colo gostoso e tirar uma foto com você. Mas tem que ser agora. Vou te esperar na sala do chefe, daqui meia hora.”

Ao voltar para mesa, fui até ele e estendi a mão, passando o bilhete. Cheguei pertinho do seu ouvido e provoquei:

_ O senhor é meu desejo de Natal. E tenho certeza, pelos olhares, que eu sou o seu!

E então sai.

Ele abriu o bilhete e me olhou com um sorriso maroto, voltando sua atenção à duas crianças, logo depois.

O tempo passava e meu tesão aumentava a cada encarada dele. Ele também demonstrava isso, passando a luva branca na testa suada o tempo inteiro. E, como prometido, meia hora depois, levantei-me e segui em direção ao corredor de acesso à casa. O chefe já havia bebido bastante e estava bem alterado. Rindo muito e passeando pelas mesas, dava toda a atenção aos convidados. Com certeza, ele não seria um problema.
Cheguei na sua do chefe, e para minha alegria, ela estava aberta, com as chaves na porta, para o lado de dentro. Em sua mesa, os seus pertences pessoais e as chaves do carro, sinal que em breve voltaria para pegá-los.
As persianas estavam fechadas, mas a claridade que vinha de fora e atravessava suas lâminas, era suficiente para o que eu e Papai Noel desejávamos naquele lugar.

Sentei na cadeira confortável e ouvi passos fortes e lentos vindo em minha direção.

_ Oi, demorei?
_ Nenhum pouco! Como fez para sair?
_ Disse que não estava me sentindo bem e que precisava descansar um pouco no banheiro.
_ Ótimo, não temos muito tempo. Tranque a porta. A chave está aí.
_ Você é louca. Fuder na sala do seu chefe…
_ Não vou fuder. Vou realizar um sonho de infância.

Ele se aproximou de mim…

_ Ah é? Você queria comer Papai Noel quando pequena?
_ Kkkkkk não! Queria sentar no seu colo. Mas sempre tive medo.
_ E quem garante que você não vai sentir medo do presente que que tenho pra te dar?
_ Tu é um Papai Noel muito do convencido, sabia? Então senta aqui e bota esse pinto para fora, que eu quero ver! Rápido, precisamos voltar pra festa!
_ Ok, vadiazinha, mas antes quero provar esse seu corpo todo!
_ É? O senhor é um Papai Noel bem tarado, né?
_ Sou, adoro fuder minhas ajudantes. Mas hoje vou abrir uma exceção e fuder você.
_ É, seu safado? Se não fizer direito falo pra todo mundo que você é um velho broxa.

Com um pouco de dificuldade, ele abriu a cinta enorme e brilhante e puxou a calça vermelha toda para baixo. Seu pau era enorme e gostoso, e já estava muito duro. Me ajoelhei em frente ao homem quase embaixo da mesa do chefe, e comecei a lamber e punhetar aquela vara toda, começando pelas bolas. Colocava elas toda na boca, uma de cada vez, e então subia e descia com a língua, deixando-a toda babada. Pra terminar, um mamada bem gostosa na cabeça, com direito a lambidas, mordidas e aquele vai e vem frenético entrando e saindo da boca, que deixa qualquer macho louco. Papai Noel gemia gostoso e se tremia todo na poltrona.

_ Puta que pariu, é a melhor chupada que já recebi. Como você é vadia!
_ Tá gostando Noel? Meu marido também fala a mesma coisa.
_ Maridinho? Você é casada? Nossa, então ele e um corninho bem sortudo.
_ É sim, sou a vagabunda dele, sempre serei.

Me levantei, virei de costas e comecei a tirar a roupa.
_ Isso, caralho como você é gostosa. Deve ser a putinha desse escritório!
_ Ainda não, mas tem um monte de caras aqui doidos pra me comer!
_ E você já deu pra algum deles?
_ Como você é curioso Papai Noel! Vai, deixa eu ver esse corpo gostoso também. Tira a fantasia, seu tarado!
_ Nos olhávamos fixamente enquanto sacávamos nossas roupas. Não havia muito tempo. Eu precisava gozar e papai Noel voltar para suas entregas de presentes. Estava ali na sala do meu chefe, semi nua, sedenta por uma boa foda, e na minha frente um papai Noel gostoso, só de botas, barba postiça, gorro e um pau grande que eu desejava dentro de mim. Pronto, eu enfim realizava o sonho de uma vida, sentar no colo do Papai Noel!
_ Vem vagabunda, senta aqui no meu pau.
_ Vou velho safado, como ele está duro!!
_ Está, desde a hora que te vi chegando!
Baixei a calcinha me inclinando toda para baixo, colocando meu rabo praticamente na cara do velhinho. Ele me segurou pela cintura forçando meu corpo para que minha buceta encontrasse sua vara.
_ Senta logo no colinho do Papai Noel, senão não vai ganhar presente!
De costas para o Noel, segurei no pau dele para que deslizasse gostoso dentro de mim. Mas antes, uma esfregadinha básica por toda minha vulva. Junto dela um gemido gostoso e forte:

_ Aaaaaahhhhh, filha da puta, enfia logo!
_ Calma Papai Noel tarado, sente como minha buceta está molhada. Esfrega seu pauzão nela.
_ Ahhhh, que deliciosa! Enfia, quero sentir seu buraquinho quente.

Os braços da cadeira favoreciam a posição. Com as duas mãos apoiadas neles, pude descer lentamente, preenchendo toda minha buceta com o pau do Noel. É uma delicia interromper o movimento com ele lá dentro. Sentir o macho te possuindo por completo. E assim fiz por uns instantes. Logo depois, comecei a subir e descer em movimentos suaves e constantes.

_ Isso, que delícia, você é uma gostosa da porra.
_ Tá gostando da visão, Noel?
_ Meu pau arrombando sua buceta é lindo de se ver, tesão do caralho!
_ Uhhhh, isso, que vadia! Vem cá!

Noel agarrou meu peitos e me puxou para seu encontro.

_ Coloca os pés aqui na poltrona.

Com as mãos, uma de cada vez, arrancou os meus saltos, me abraçou forte e começou a controlar os movimentos. Nos ajeitamos de modo a ficarmos confortáveis naquela posição. Agora era ele quem levantava e abaixava os quadris, comigo em seu colo. Meu rosto estava colado com o dele. Queria beijá-lo, mas a barba postiça atrapalhava. Ele já estava louco de tesão. Me segurava com uma das mãos e com a outra, começou a me tocar sem interromper as estocadas, cada vez mais frenéticas e intensas.

_ Assim é golpe baixo, vai me fazer gozar seu velho filho da puta!
_ Eu sei que vou! Goza com meu pau ai dentro, vai!
_ Então soca gostoso, vaaaaai, isso!

Quanta desenvoltura desse Papai Noel, puta que o pariu! Como fodia gostoso. E sabia muito como fazer uma mulher chegar ao orgasmo.
_ Aí, tá vindo, tá vindo, não pára, por favor!
_ Ahhh, ahhh, hummm, AAAAHHHHHHHH!

Gozei e melei o pau todo daquele homem gostoso, como à muito tempo não acontecia. E a adrenalina de trepar às escondidas, num lugar repleto de gente, na sala do seu chefe, tornava aquele momento ainda mais incrível e único.
As pernas já não respondiam direito, mas eu ainda queria receber toda a porra daquela vara gostosa. Saí de cima dele e sentei novamente, desta vez de frente. Com ambos os joelhos apoiados na cadeira. Assim o domínio é todo meu. Faço qualquer homem gozar, na hora que eu quiser.

_Pega na minha bunda Noel, seu presente vai chegar já!
_ Rebola esse rabo gostoso que eu quero te encher de porra!

Ele segurou firme e abochanhou meus peitos. A barba atrapalhava bastante mas sua língua os deixou eriçados rapidamente.

Movimentos intensos, alternando os quadris, de cima para baixo, para frente e para trás, sucessivamente. Era hora de Noel gozar.

_ Onde quer minha porra, não vou engravidar a mulher do corninho.
_ Vem, aqui na meu rostinho…

Me levantei rápido e fiquei de joelhos no chão, em frente à ele. Não deu tempo nem de uma última mamada. Os jatos vieram com força, melando toda minha face. Então ele se levantou e começou a passar a pica pelo meu rosto. Espalhando toda sua gala quente.

_ Ahhh, hummm, chupa piranha, suga tudo o que sobrou ai dentro! Ahhh, como é bom!

Deitamos abraçados no chão, pois precisávamos descansar uns instantes, quando então lembrei da festa que acontecia lá fora.

_ Pura que pariu amor, vista as roupas, precisamos voltar.
_ Já? Tá bem… Obrigado por me convidar para ser Papai Noel na sua empresa, Liz. Não vou esquecer jamais desta tarde.
_ Obrigada amor, pelo menos você tirou essa fantasia do armário mais uma vez! Ei… espera! Papai Noel, faltou a foto! Meu Deus!!!
_ Vai, pega o celular e senta aqui no meu colo.

Tirei o celular da bolsa, coloquei no modo “selfie” e então, finalmente, pude realizar meu sonho. Completamente, nua, com o rosto todo melado, abraçada com melhor Papai Noel do mundo, com o meu Papai Noel. Aquele que me ajuda a realizar todos os meus sonhos, todos os dias. Click! Uma foto pra guardar pra sempre! E a sete chaves!!!

O Natal já passou mas desejamos a todos nossos leitores, um 2018 repleto de saúde, tesão, felicidade, orgasmos, fantasias e muitos sonhos realizados!

@digoeliz

Jequiá – Capítulo 9

Destino revelado, seguimos em frente. Ainda podia sentir minha buceta quente e molhada, resultado do tesão incontrolável que nos consumiu, momentos atrás. Chegamos em Dunas de Marapé, ponto turístico de Jequiá da Praia, perto das nove horas. Denise encostou o carro num pequeno estacionamento. E pela primeira vez lembrei que Rodrigo poderia estar preocupado comigo. Peguei o celular, acreditando que haveriam várias mensagens dele. Mas para minha surpresa, apenas uma:

“Aproveite seu dia com toda a intensidade que ele merece. Estou com você. Ontem, hoje e sempre. Ansioso pelo resultado! Te amo, Digo.”

Feliz com a sensibilidade de sempre dele, respondi: “Estamos bem meu amor, tentarei fazer da melhor maneira. Estou fazendo por você, é tudo para você. Te amo”.

Saindo do estacionamento, chegamos à entrada da área que dá acesso ao rio. Um local muito bonito e tranquilo. Uma pequena estrutura, com bares e restaurantes, quase particular, com águas calmas e de temperatura sempre agradável. Marido, mulher, sogra, criança, cachorro. Algumas poucas famílias já começavam a se organizar para passar o dia por ali.
Logo, fomos abordadas por um homem baixo, corpo magro de aparentemente uns 45 anos. Depois fui descobrir que tinha 34. O constante contato com o sol, judia a pele das pessoas e as faz parecerem mais velhas aqui no Nordeste.
_ Bom dia senhoritas. Gostariam de fazer um passeio?
_ Claro que sim, mas nosso passeio é profissional. Como é seu nome?
_ Ailton, ao seu dispor.
_ Prazer Ailton, somos Denise e Liz. Estamos à trabalho. Se eu lhe der um extra, pode nos acompanhar até o final do job?
_ Eh… job?
_ Sim, job. Trabalho.
_ Ah, ajudo sim.
_ Pode iniciar buscando umas coisas que estão lá no nosso carro. Aqui está a chave.
_ Claro, claro!
_ Aquele é meu bote. Se quiserem, podem aguardar lá.

Aílton calçou os chinelos que segurava na mão e saiu a passos largos.

_ Lembra quando eu disse que tinha vários ajudantes? Aílton é um deles.
_ Mas você nem o conhece!
_ E precisa? (risos)
_ Agora me conta, quando foi a última vez que ficou nua na frente de outro homem que não Rodrigo?
_ Hum não faz muito tempo. Mas ao livre o Aírton…
_ Aílton, com L.
_ Aílton, sim, será o primeiro.
_ E qual a diferença de ficar pelada pra Rodrigo, Aílton, João, Pedro? Homem é tudo igual!
_ Tooooooda! Quer saber Denise, você é doida, literalmente! Quando topei isso, achei que íamos ficar dentro de um estúdio!
_ Quer mais estúdio mais incrível que este? Cores, iluminação natural… E olhe só, seu noivinho tarado quer o melhor trabalho, e é isso que estou tentando fazer.
_ Tá bem, tá bem, você está certa!

Já sabia que Denise era esperta, mas ali começava a perceber que era também muito “desenrolada”. Comecei então a ficar preocupada com quem seriam os outros “ajudantes” dela.

_ Senhoritas? Acho que já está tudo aqui. Podemos ir.
_ Obrigada Ailton, muito prestativo.

Há embarcações que diversos tamanhos que levam os turistas para o passeio em Dunas de Marapé. Para duas ou três pessoas são utilizados aqueles feitos em fibra de carbono, com os lugares já construídos no molde de fábrica dele. Um motor de popa os leva para cima e para baixo, pelo rio. Só não é possível, com ele, atravessar para a praia, ao final do percurso. Esta parte do passeio deve ser feita a pé.
Aílton, cheio de curiosidade, perguntou:

_ Vocês são fotógrafas de quê? Natureza? Aqui é um lugar lindo. Posso mostrar os pequenos animais, as plantas, o manguezal…
_ Eu sou a fotógrafa. Liz é minha modelo. Pretendemos fazer um ensaio aqui. Pode nos levar a pontos bonitos e calmos?
_ Ah, é tipo aquelas meninas que fazem fotos e colocam no Face? Legal!
_ Hahaha, ri alto. É, mais ou menos, Ailton. Você tem Facebook?
_ Tenho sim moça, minha filha fez um pra eu arranjar namorada.
_ Que Legal! Espero que encontre logo, respondi.
_ Ah senhorita é muito bonita, Liz. Tem namorado? Perguntou ele, meio envergonhado, cabeça baixa, como se estivesse tentando engatar uma cantada.
_ Sim, tenho um noivo. Queremos casar em breve… Ai meu Deus! Ele gostou de mim. E vou ter que ficar nua na frente dele. Esse homem vai ficar doido, pensei.

Bote na água, sol quente, dia lindo. As fotos tinham tudo à seu favor para ficarem encantadoras. Denise estava à vontade, só de biquíni, bem mais comportado que o meu, mas que revelava todas as suas gordurinhas. Dobras firmes e muito sensuais. Eu prestava atenção nela, e ela ao redor, talvez em busca de um local interessante para a fotos. Enquanto observava, aproveitava para passar protetor solar no corpo.

_ Tome Liz, passe este protetor, não vai lhe deixar “melada” nas fotos. Aílton, a essa hora não vem muitos barcos por aqui né?
_ Ainda é cedo moça, vem um ou outro de vez em quando. Dona Liz, não precisa ficar envergonhada.Todo mundo faz foto pra mandar pros outros hoje.
_ Hahaha! Você é engraçado, Aílton, gostei de você. Sua próxima namorada vai ser uma mulher de sorte, respondi.
_ Obrigado dona Liz, completou nosso ajudante, com um leve sorriso no rosto.

Aílton parecia realmente divertido. Mas eu precisava “quebrar o gelo”. Afinal ia ter que ficar nua na frente dele. Então olhei para os lados pra me certificar que não havia ninguém por perto, e levantei a parte de baixo da camiseta branca, a única vestimenta que protegia meus seios, passando-a por trás do pescoço.
Ele estava distraído, ajustando alguma coisa no motor do pequeno barco.

_ Aílton, não queria sujar as mãos, você pode me ajudar aqui?

Numa reação engraçadíssima, ele deu um pulo pra trás e colocou a mãos em frente aos olhos, tentando não ver meus seios desnudos.
_ Dona Liz, o que é isso meu Deus! Não precisa passar protetor aí não. O biquíni protege!
_ (Risos) E quem disse que eu vou fazer foto de biquíni, homi?
_ Ddddddna Liz! Não? Como vai ser?
_ Peladinha, Aílton.
Denise gargalhava sem parar.
_ Algum problema, Aílton? Hoje é seu dia de sorte.
_ Mas isso é ganhar na loteria acumulada, dona!
_ Deixa de timidez homem, oxe! Toma, passa aqui em mim.
_ Tá.

Eu já havia passado protetor pelo corpo todo dentro do carro, momentos antes de chegarmos, mas precisava de um pretexto para deixar Aílton mais relaxado e preparado para o que ia presenciar. Suas mãos trêmulas quase não conseguiam executar a tarefa simples que eu havia dado a ele. Seus olhos estavam fixos nos meus peitos. Em segundos, transformei ele em uma criança que a acabara de ganhar o melhor dos presentes de Natal.
Ele passava com cuidado, devagar, de um lado para o outro, mas evitava tocar a as auréolas. Denise, a essa hora já fazia algumas fotos e cuidava dos preparativos para o ensaio.

_ Aílton, se não passar nos bicos eles podem queimar, não acha?
_ Eh… Sim, dna. Liz, vão.

Ao primeiro toque tímido nos meus bicos, os senti arrepiarem e endurecerem. Aquilo excitou de vez nosso “comandante”. E seu pau mostrou-se rijo por baixo da bermuda. E parecia grande para o pequeno homem que nos acompanhava.

_ Aílton, porque chama Denise de moça e eu de dona?
_ Sei não, dona Liz.
_ Liz, Aílton…
_ Tá bem. Liz..
_ Pronto, assim está melhor. Gosta dos meus seios, Aílton?
_ Muito, são bonitos e suaves… Pronto acho que já está bom.
_ Sim, obrigada, muito gentil, respondi cobrindo novamente os seios com a camiseta.
_ Denise nos olhou e com um ar de pouco caso, disse:
_ Depois eu é que sou a doida (tsc, tsc)…

Percorremos mais alguns metros pelas águas calmas do rio. A maré estava baixa, revelando alguns pontos de areia.
_ Aílton, aqui esta bacana. Podemos parar?
_ Sim. Quer que eu vá até a margem?
_ Não, aqui está ótimo. Mas se importa de descer do bote e nos controlar até chegarmos lá?

_ Sim, sem problema.
_ A maré vai te ajudar, não? Disse Denise, com câmera em punho.
_ Vai, está nos puxando para o raso.
_ Então tá. Quero fazer umas fotos de Liz aqui em cima, mas o bote é pequeno para nós quatro…
_ Sim, nós três e a câmera fotográfica.
_ Ok, fiquem tranquilas, vou levando a gente pra lá, bem devagar.
_ Obrigada, depois faremos umas fotos na areia.

(continua…)

Teimosos

Instagram é um negócio complicado. Ele vira a cara, nos exclui de sua vida. Aí, a gente fica de mal, diz que não tem volta, mas percebe não aguenta ficar sem ele. Afinal, é uma grande ferramenta de divulgação do blog. Então voltamos! Agora com o nick @digoeliz. E também estamos no Telegram e no Imo, ambos com o apelido @lizedigo. Mas, no Insta, ao invés de abrirmos o perfil para todos como da última vez, vamos ser mais precavidos e rigorosos. Infelizmente, tem muitos que só se interessam em prejudicar os outros. As fotos lá continuam sem filtro, certo? Quer as originais? Só acessar nossa galeria, ai em cima. Se é nosso leitor e quer nos adicionar, deixa um comentário aqui com seu nick, que faremos com o maior prazer.

Aproveitamos para pedir desculpas pelo sumiço. Escrever pra nós é uma satisfação, mas em alguns momentos precisamos dar um pouco de atenção para nossas outras prioridades. Mas não vamos sumir não. Se ficarem com saudade, mandem uma mensagem no Whatsapp, no Telegram e no Imo, que responderemos sempre!

Tem mais Histórias de Liz saíndo do forno. Se nós fossemos vocês, ficaríamos ligados este final de semana!

Beijos, abraços e o desejo de muito sexo e amor nos próximos dias!
Liz & Digo

Na estrada – capítulo 8

Não fazia ideia de nosso destino. Mas Denise tomou o caminho do litoral sul do estado. Pelo caminho, íamos falando besteiras e ríamos muito sobre nossos relacionamentos anteriores frustrados. Ah, também cantarolávamos as músicas que tocavam no rádio do carro. O sol já estava forte mas ainda haviam poucos carros na estrada. Passamos pela região do Pontal, atravessamos o viaduto e seguimos adiante.
Pensei: ela vai parar na praia do Francês ou na Barra de São Miguel. Errado. Vi os acessos às duas praias cruzarem meus olhos, sem sinal de parada. Seguimos em frente. A cada troca de biquíni, um olhar safado de Denise e comentários do tipo
:
_ É, esse está bacana, separa…
_ Nãooo, muito grande, tira.
Num dos momentos em que fiquei sem a parte de baixo do biquíni. ela perguntou:
_ Lembra daquela foto da Galisteu na Playboy, dela se depilando?
_ Quem não lembra? Foi polêmica, respondi.
_ Faz uma coisa: encosta na porta, de frente pra mim. Abre um pouco as pernas. E olha pra sua vagina. Não tira os olhos dela.
Com uma mão no volante, Denise, com a outra, puxou a câmera do assoalho do carro. E tirou duas ou três fotos.
_ Legal! Toma, segura.
_ Câmera pesada! Onde eu bato?
_ Aí em cima, no botão vermelho.

Então virei a câmera em nossa direção, segurando-a com as duas mãos, como se fosse fazer uma “selfie”.

_ Vem vamos registrar esse dia. Cola aqui no meu rosto. Só cuidado com a estrada, alertei.

Denise largou o pé do acelerador e veio até mim para a foto. (click)
_ A um dia inesquecível e a nossa nova amizade, disse ela, olhando profundamente em uma olhos.

Dirigimos mais uns instantes e tomamos o acesso à praia do Gunga. Ali a paisagem muda bastante. Plantações imensas e intermináveis de cana de açúcar nos dois lados da pista.
Paramos no meio da estrada, numa área linda quase chegando no mirante do Gunga.

_ Por que paramos?
_ Quero ver o quanto você está afim de fazer essas fotos. Preparada? Disse ela, pegando a câmera em punho.
_ Ai ai, Denise. Diga logo o que pretende!
_ Vou ali fora. Tire toda a roupa. Quando eu disser, você sai do carro e vai até o meio da pista. Quero uma foto de frente e uma de costas.
_ Você está louca? E os carros?
_ Fique tranquila. So nós estaremos aqui.

Que maluquice eu estava prestes a fazer. Não vou conseguir, pensei. Espera, não tenho obrigação de fazer nada do que essa louca disser…

Denise saiu do carro. Olhei por uns instantes para a pista. O fluxo de carros era quase zero. Me imaginei ali, nua, como se estivesse viajado no tempo, apenas um minuto à frente. Respirei fundo tentando encontrar uma coragem que não tinha. Pensei em Rodrigo e como eu queria que ele estivesse aqui acompanhando tudo isso. E então comecei a tirar a camiseta e a calcinha do biquíni.

_ Venha de chinelos, o asfalto já esta quente, gritou Denise, la de fora. Quando eu disser agora, você vem para o meio da pista.
_ Ok!!!

Meu corpo tremia dos pés a cabeça, tensa. E junto veio aquele desconforto na barriga. Meu Deus, é loucura demais!

_ Agora!!!! Vem!
_ Respirei fundo mais uma vez. Então abri a porta do carro e na confiança de Denise, nem me preocupei se haviam outros carros passando ou não. E fui. Com o braço tentando esconder os seios e uma das mãos na virilha.

_ Tá escondendo o que gata, ja vi tudo isso ai!
_ Não é de você que estou escondendo.
_ É de quem? Tem mais alguém aqui?

Então olhei para os lados e só avistava a bela natureza local. O barulho era apenas dos pássaros e, ao fundo, da música que vinha do rádio. O céu estava incrivelmente limpo. E os raios de sol já penetravam em minha pele com força. Estava nervosa, como se estivesse infringindo alguma lei – e acho que estava mesmo. Uma sensação de liberdade e felicidade extrema surgiu. Então ergui os dois braços ao alto, deixando meu corpo nu exposto a quem quisesse apreciá-lo. Olhei para o céu e agradeci a Deus por aquilo. (Click, Click!)

_ De costas agora, precisamos ser rápidas. Tem um carro vindo lá longe.

Me virei, como Denise pediu. E coloquei as duas mãos na cintura. (Click, click, click)

_ Isso delícia, já é uma modelo profissional, gritou Denise. Agora vem pro carro, pois é um ônibus que está vindo.

Olhei para trás e pasmem, o ônibus estava chegando. Então acelerei o passo. E quando fui entrar no carro, ouço Denise:
_ Espera, não pensa em nada, só mais uma foto! De quatro, apoie os ombros no capô do carro, rápido!

Surtei, não pensei e obedeci. E apoiada no meu carro que estava no acostamento, só pude ver o ônibus, com alguns poucos passageiros, que provavelmente estavam indo passar o domingo na capital, cruzar, muito devagar ao meu lado. Vi olhares estáticos nas janelas. Só pude ouvir o buzinaço e o grito, provavelmente do motorista:

_ Eeeeeeeeeeeeeeee, delícia!

Abri a porta do carro e entrei como um foguete. E lá veio Denise, com sorriso estampado no rosto.

_ Você está louca é? Ficar pelada no meio da estrada?

Nos olhamos e caímos na gargalhada.

_ Meu Deus, o que eu fiz!
_ Arte. Olhe isso, respondeu Denise.

Era a foto que ela acabara de tirar. Eu, inclinada com os ombros no capô e olhando para o ônibus ao fundo, com seus passageiros e seus olhares incrédulos.

_ Que imagem linda, puta que pariu!
_ É isso que vamos fazer hoje, gata, arte!

Nos olhamos, satisfeitas com o resultado. É nos abraçamos, felizes. Eu ainda nua. Um abraço quente. Pude ouvir a respiração de Denise nos meus ouvidos. E senti uma das mãos dela tocar minhas coxas. Me arrepiei por inteira, inevitavelmente, os bicos dos meus seios ficaram duros. Seus lábios e sua língua começaram a percorrer meu pescoço suado e nossas bocas se encontraram num beijo ainda melhor do que aquele no estúdio. Meus mamilos tocavam suavemente os dela, que também enrijeceram, tocavam por cima do tecido da camiseta que vestia.
Sua mão direita segurava minha nuca para não deixar que eu saísse dali. A esquerda, que antes tocava minha coxa, já desvendava minha virilha. Minhas pernas foram se abrindo devagar, o sinal verde para que Denise me tocasse. Sua boca deixou meus lábios e começou a percorrer meu pescoço, e desceu até meus seios. Meu Deus, que gostoso! Pela primeira vez uma mulher me tocava daquele jeito, e ela sabia bem como fazer. Não demorou muito para minha buceta umedecer por completo. Como aquilo estava bom! Esqueci completamente do mundo em minha volta. Mas uma pena que Denise não esqueceu. Como se estivesse cometendo o crime mais hediondo, me largou e segurou ao volante.

_ Vamos gata, temos um dia inteiro pela frente ainda. É não podemos virar estrelas pornôs de expectadores no meio de uma estrada. E respirou fundo, soltando o ar com força, pela boca.

_ Tá certo! Vamos nessa.

Coloquei novamente minhas roupas, mas à contra gosto. Estava “possuída” por uma sensação da qual nunca havia passado antes. Denise segurava o volante com uma mão e com a outra já fazia carinhos em minha coxa, cheia de intimidade.

Passamos, sem parar, pelo mirante da Praia do Gunga, um dos principais pontos turísticos aqui de Alagoas.

_ Lá de cima dariam fotos ótimas, comentei com Denise.
_ Verdade, mas a essa hora já devem ter alguns turistas por lá.
_ E você pretende parar aonde?
_ Em Dunas de Marapé.
_ Lá é lindo, já estive algumas vezes. Mas fotos nuas? Tem muito turista lá.
_ Ainda e cedo, diferente do mirante, o pessoal começa a chegar por lá depois das nove.

(continua…)

Bloqueados

Ola queridos! Acabamos de ser bloqueados novamente pelo Instragram. Na semana passada, já havíamos sido também “limados” pelo Twitter. Realmente não entendemos o critério das diretrizes desses aplicativos. Estávamos aplicando filtros nas fotos justamente para que denúncias não ocorressem.

Sinceramente, não devemos retornar aos aplicativos. Mas também não queremos perder o contato com nossos leitores e visitantes. Sempre falamos com todos e, até hoje, só recebemos carinho e incentivo. E é este retorno que nos faz seguir em frente.

O que nos sugerem fazer? Um grupo no Whatsapp acreditamos que não, pois muitos não gostariam de se expor. Ficamos sem chão agora…

Estamos esperando os comentários de vocês em nosso whats 82 991044169!

Beijos e abraços! A noite, mais um capítulo das Historias de Liz!  

Loucurinhas de sexta-feira

Hoje pela manhã foi uma delicia! Acordei cedo, com o sol batendo em nossa janela. Levantei comecei a arrumar umas coisas pra sair para o trabalho e ajeitar nosso café. Então fui chamar Liz, como de costume. Ela já estava acordada mas um pouco sonolenta. Só se calcinha, deitada em nossa cama. Resolvi tirar ela de lá com uns beijinhos e mordidinhas na bunda. E em vez de se levantar, foi relaxando mais. Aí o tesão veio com força! Deitei ao lado dela e a pegação começou. Beijos na nuca, na boca, no pescoço. Dedos ágeis por dentro da calcinha… e a bichinha gozou gostoso. E sem nos preocuparmos com nada, levantamos e começamos a nos pegar em pé. Arranquei a calcinha e bermuda que estava vestindo, e grudei ela na parede, do costas. Ontem, havia dito que estava com saudade da bunda dela esfregando no meu pau. E assim ela fez. Interminaveis vezes. Que gostoso! Isso com beijos, apertos, mordidas, tudo o que se tem direito. Ai ela fez se abaixou e veio com a melhor mamada que um homem pode receber na vida. Precisava penetrá-la. Joguei-a na cama e invadi, sem dó.  Socadas gostosas, os palavrões de sempre,  e eis que a empregada chega, abrindo a porta da área de serviço. 

Não dava pra parar! Pensei: _ Que se foda se ela aparecer! E foi sexo no silencioso mesmo. Estocadas rápidas e um orgasmo mais rápido ainda. Me senti um virgem. Mas um virgem feliz!

Então me aconchequei no colo de Liz. O melhor lugar do mundo pra se estar. Ficamos ali, pelados por vários minutos. E tentando encontrar a cara de pau pra ir até a cozinha tomar nosso café.

Se a empregada ouviu, ou não ouviu… se ela viu alguma coisa. Jamais saberemos.

E quer saber? Azar o dela! Ou sorte! Kkkkk!

Bom final de semana pra todos!